curintianu assassinado era a favor de brigas sem covardia , ah ta faz me rir

Pouco depois da meia-noite do último domingo, depois de voltar da Arena Corinthians onde assistiu ao clássico contra o Palmeiras, o torcedor corintiano Daniel Jones Veloso, de 22 anos, foi cercado por um grupo que dirigia carros e motos. Acreditando ser um assalto, ele pediu para sua namorada fugir.

De longe, a namorada viu Daniel ser agredido pelo grupo, que em seguida fugiu. Nenhum objeto foi roubado. O torcedor foi levado para o hospital municipal, onde morreu por conta dos ferimentos.

Guardas municipais disseram ter encontrado no local do crime duas barras de ferro. Essas informações constam em um boletim de ocorrência escrito com base no depoimento de testemunhas do crime, registrado como homicídio na delegacia de Itapevi, cidade da região metropolitana de São Paulo.

A morte aconteceu a 60 km de onde Corinthians e Palmeiras jogaram o clássico com torcida única, medida adotada pelo Ministério Público de São Paulo com o intuito de combater a violência no futebol.

A polícia dizia que ainda investigava se os assassinos de Daniel eram realmente membros de alguma torcida. Mas dentro da Gaviões da Fiel, agremiação à qual Daniel era filiado desde 2008, os associados têm certeza de que ele foi vítima de uma emboscada armada por palmeirenses.

“Foi um crime bárbaro, um massacre, um ato de fascismo”, definiu o publicitário Chico Malfitani, uma das lideranças históricas da Gaviões. “Não é a Mancha [Verde, organizada do Palmeiras], a direção, até porque a Mancha comunicou aos associados que não havia ponto de concentração para o jogo em lugar nenhum. São alucinados que estão lá no meio, assim como tem alucinados no nosso meio.”

Daniel Veloso, conhecido na torcida como Dan Jones, era um usuário ativo de redes sociais. Algumas de suas postagens no Facebook mostram que ele reagia com naturalidade à cultura de violência que permeia alguns setores da nossa sociedade.

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No dia 12 de setembro, ele fez dois comentários públicos sobre episódios de violência no futebol. Primeiro, ao comentar a foto de um torcedor do Santa Cruz massacrado por rivais do Sport em Pernambuco, ele disse que a vítima não seria “inocente” por supostamente ter assumido o risco de frequentar um lugar conhecido por ser palco de brigas de torcida.

Depois, ao compartilhar o vídeo de uma briga entre torcedores estrangeiros que se agrediam sem armas e de igual pra igual, elogiou a organização dos brigões. “Sem judaria porrada pra valer!”, escreveu Daniel. “Judaria” é um termo usado como sinônimo de covardia, exatamente o que fariam com ele alguns dias depois.

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Cultura da violência torna torcedores vítimas e algozes de si mesmos

Em seu Facebook, Daniel chegou a criticar o país por não ter conseguido implantar uma “cultura hooligan”. No meio dos torcedores organizados, brigas entre agremiações rivais são toleradas e até incentivadas, desde que os participantes não usem armas e se enfrentem em equilíbrio de forças e igualdade de condições.

O uso de armas e massacres, como bater em alguém já caído, são vistos como “judarias” (traições, covardias). Às vezes, as torcidas criam músicas em alusão à covardia de rivais em brigas.

Não é um comportamento incentivado pelas direções das organizadas, que em geral se mostram avessas à cultura da violência entre seus membros. Mas como são instituições enormes, com dezenas de milhares de filiados, o controle é muito difícil.

“É preciso que o Estado investigue e puna os autores desse crime”, disse Malfitani. “Só assim podemos tentar reverter essa onda de violência. A impunidade e o isolamento da gente, o discurso de guerra no estádio, e não de festa, são os grandes motivadores do aumento da violência. Se a polícia nos tratasse bem, nos tratassem como cidadãos e não como marginais, as coisas certamente seriam diferentes.”

Diretores tentam conter ideias violentas dos associados

Depois da morte de Daniel, o Facebook e os grupos do Whatsapp dos organizados corintianos foram inundados de mensagens pregando vingança aos palmeirenses, em uma repetição do histórico recente de confrontos entre os dois grupos. A direção da Gaviões diz estar tentando acalmar os ânimos e demover seus associados de ideias violentas.

“Vingança não leva a nada, porque a gente se vinga hoje, eles se vingam amanhã e nós estramos na barbárie”, disse Malfitani, que é bastante respeitado no grupo por ser um dos fundadores da agremiação. “Estamos tentando segurar e ter um pouco de bom senso, mas não temos poder de polícia. Não é a Gaviões que investiga e que pune, isso é papel do Estado. A impunidade gera a sensação no garoto de que tudo pode, que ele pode matar uma pessoa com barra de ferro e se vangloriar.”

A página de Daniel também estava cheia de mensagens de amigos lamentado sua morte repentina. Ele parece ter sido uma pessoa querida. Como frequentava os jogos do São Caetano, torcedores organizados do clube fizeram uma homenagem a ele no domingo, indo ao estádio de preto. 

“Me jogue aos lobos e voltarei liderando a matilha”, foi a frase que ele escolheu para se definir na rede. “Não era um marginal e não tinha antecedentes [criminais]”, disse Malfitani.

( o mané ai era a favor de cultura HOOLIGAN ? e desde quando brasileiro briga limpo ? vc bate num cara ele pode vir com uma arma atras d evc outra hora, tem os bananas que tem amigo puliça que tem pega depois na rua e por ai vai.

nos séculos 19,18 pra trás,a  coisa se resolvia em duelos , dois homens cad um com uma arma e pronto, ou espadas, brigas de antigamente sim, eram um contra um e quem perdesse tinha de aceitar a derrota, mas hj ?  

não se faz mais homens com honra de antigamente, hj spo tem covarde, ignorante, ainda mais quem briga por causa de futebol ? os dirigentes mais ricos e o pobre se matando nas ruas, muitas vezes o jogo é marmelada, com resultados já combinados em campeonatos de cartas marcadas.

lamentável sua morte, mas este cara morreu a toa, defendia brigas , mas foi vitima dela, é a mesma coisa, um viciado em drogas vê os outros morrerem , mas acha que com ela nada acontece. 

um burro a menos, meus pêsames a sua família, e mais burros ainda os que o mataram.)

cadeirante pedófilo é executado na BAHIA.

primeiramente a confissão dele não tem áudio, procurei mas não achei, mas o cara confessa que errou , que lamenta o que fez , mas não adiantou, como se pressentisse  que ia morrer mesmo.

o celular desta cara foi achando e tinha imagens de pedofilia, ele disse que só não estuprava devido as condições , afinal era cadeirante, os assassinos devem ser parentes das vitimas ou quem se sentiu revoltado com o que viu, e resolveu fazer justiça com as próprias mãos.

,cadeirante é fácil, queria ver se o cara pudesse andar e tivesse uma arma, fosse um traficante, ex detento, os autores devem estar bem escondidos agora , ninguém vai assumir a participação disso. 

prefeito EDUARDO PAES e o sexo da moradora do novo apartamento

O prefeito do RJ, Eduardo Paes, realmente fala pelos cotovelos. Sempre querendo ser engraçadinho, comete as mais terríveis gafes e constrangimentos. Ao entregar as chaves para uma mulher que acabará de ganhar um apartamento da prefeitura, soltou as pérolas:

“Vai trepar muito nesse quartinho”
“Vai trazer muito namorado para cá. Rita, faz muito sexo aqui”
“Ela disse que vai fazer muito canguru perneta aqui. Tá liberado…a senha primeiro”

( e ele ta errado, pobre só faz sexo pra ter filho, criando novos escravos e alienados pra amanhã .

o prefeito é profeta, afinal povo anta é o que não falta.

 

policiais despreparados abusam de caçadores de pokemons em CUIABÁ

Dois amigos que jogavam ‘Pokémon Go’ no celular foram detidos por dois policiais civis na madrugada de terça-feira (9), em Cuiabá. Um vídeo gravado por um dos policiais e postado na rede social do agente mostra a cena, ocorrida em frente a uma delegacia da Polícia Civil, no Bairro Jardim das Américas. A família de um dos jovens de 19 anos registrou um boletim de ocorrência nesta quarta-feira (10), denunciando o suposto abuso de autoridade dos policiais que atuaram na ação. A Polícia Civil informou que o caso será investigado.

Nas imagens, os jovens aparecem deitados no chão enquanto são revistados pelos policiais. Um deles pergunta se os jovens “querem morrer” perambulando pelas ruas naquele horário. “Dois veadinhos catando pokémon de madrugada”, diz um dos policiais durante a ação.

De acordo com Polícia Civil, a Corregedoria recebeu uma cópia do vídeo e deve instaurar um inquérito para apurar o caso. A polícia informou ainda que a abordagem foi feita em frente à Gerência de Combate ao Crime Organizado da capital.

A socióloga Imar Domingues Queiroz, mãe de um dos jovens que aparece no vídeo, afirmou que a atitude mostrou o despreparo dos policiais. “Eles [jovens] não estavam cometendo nenhum crime e os policiais agiram com abuso de poder e de autoridade. A abordagem dos policiais agrediu o direito de ir e vir do cidadão”, argumentou.

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Ele e o amigo se sentiram amedrontados e humilhados”
Imar Domingues Queiroz, socióloga e mãe de um dos jovens

Segundo Imar, o filho dela é estudante do ensino médio e estava em casa com o amigo. Os dois saíram do prédio para ‘caçar’ pokémons por volta de 1h [horário de Mato Grosso]. A socióloga, que é professora do departamento de Serviço Social da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), disse que só ficou sabendo do fato no dia seguinte.

“Ele só me contou porque o vídeo começou a circular e os amigos estavam perguntando se era ele mesmo e o que tinha acontecido”, disse Imar. Ainda segundo ela, o filho contou que ele e o amigo chegaram a ser agredidos e que os policiais dispararam tiros durante a abordagem. “Ele e o amigo se sentiram amedrontados e humilhados. É possível até ver isso na feição deles”, completou.

Imar trabalha com grupos voltados aos direitos humanos. Ela criticou a forma com que os jovens foram abordados. “Ainda que eles fossem criminosos teriam que ser punidos em determinadas condições, porque não vivemos mais em um estado de barbárie”, argumentou.

A professora avalia ainda que o comportamento dos policiais foi homofóbico. “Meu filho não é gay, mas, ainda que fosse, teria o direito de ser respeitado e ter seus direitos garantidos”, afirmou.

À família, os jovens relataram que não conseguiram ver os rostos dos policiais porque estavam deitados no chão.

Publicação da PM alerta jogadores para riscos à segurança durante 'caçada' (Foto: Divulgação/Polícia Militar)Publicação da PM alerta jogadores para riscos à segurança durante ‘caçada’ (Foto: Divulgação/Polícia Militar)

Alerta da PM
O 1º Comando da Polícia Militar emitiu nesta quinta-feira (10) um alerta aos ‘caçadores’ de pokémon de Cuiabá. O aviso foi publicado nas redes sociais e alega que os jogadores devem estar alertas para criminosos que podem usarem o aplicativo para atrair e praticar delitos contra os usuários do aplicativo.

“Não perca sua atenção com o jogo. Lembre-se: criminosos preferem vítimas distraídas. Não entre em todos os locais [para caçar Pokemón], você poderá invadir uma propriedade privada ou ser atraído por um criminoso”, diz o alerta.

O maior alerta é para que os jogadores não entrem em locais suspeitos enquanto estiverem jogando. De acordo com a major da PM Emirella Martins, o aplicativo pode colocar as crianças, principais usuários do aplicativo, em situações de risco. “A situação [em relação à segurança] no Brasil é diferente de outros países. E os usuários podem ser vítimas por estarem distraídos”, disse.

( olha todos erraram : 1 da manhã não é hora de caçar pokemons, se de dia ta perigoso , imagine na madrugada, os policias ( se é que se pode chamá-los assim) erraram mais ainda .

veadinho, cabeludo, pois é policial safado é isso e pq é civil ,imagina se fosse militar  então ?, só queria saber quem postou o vídeo, policial faz vídeo e divulga ? acharam que não vai dar em nada ? e com certeza podem perder a farda, os jovens que fiquem atento, pois eles não contam mais com a bosta não, se forem pra rua.)

vc acha que apagou tdo do seu whatsapp ?

© Fornecido por New adVentures, Lda.Um cientista forense especializado no sistema operacional iOS, da Apple, descobriu que o aplicativo WhatsApp mantém os registros das mensagens, mesmo que você as delete.

Jonathan Zdziarski procurou nas imagens de disco das versões mais recentes do app e encontrou diversos chats apagados.

De acordo com o especialista, o dados podem ser recuperados por pessoas que tenham acesso físico ao celular ou por sistemas de backup remoto instalados no dispositivo.

Zdziarski conta que, apesar do WhatsApp deletar os registros, há um problema na base de dados SQLite utilizado pelo app que não sobrescreve os chats por padrão. Portanto, as mensagens deletadas sobrevivem enquanto não forem gravadas novas mensagens por cima delas.

Segundo informações do Gizmodo, a brecha no sistema existe a despeito da nova atualização fornecida pelo aplicativo: a criptografia de ponta-a-ponta. De acordo com Zdziarski, os dados que estão armazenados na memória do celular ou no backup do iCloud, que não passa por criptografia.

O especialista alerta que esse problema também existe em outros aplicativos de mensagens como, por exemplo, o iMessage.

 

um país refém de empresas não é um país