NOTICIAS DO DIA


O Sintusp (Sindicato dos Trabalhadores da Universidade de São Paulo) tenta na Justiça adiar a reintegração de posse do prédio da reitoria da USP, que permanece ocupado pelos alunos desde o dia 3 deste mês. O pedido foi feito na quarta-feira (23) e a expectativa é de que seja analisado nesta quinta.

O mandado para que os estudantes deixem o local foi expedido no dia 16 pela 13ª Vara da Fazenda Pública e, no mesmo dia, um oficial tentou entregar o documento aos alunos, mas não foi recebido. O Comando de Policiamento de Choque prepara desde sexta-feira (18) uma operação para cumprir o mandado e anunciou que nesta quinta iria se reunir com os alunos para apresentar detalhes técnicos da ação.

Segundo o advogado do Sintusp Alceu Carreira, o sindicato decidiu pedir mais tempo para a desocupação porque é um dos citados no processo que tramita na 13ª Vara. No início do mês, a ocupação envolveu, além dos alunos, servidores da universidade.

Ainda de acordo com o advogado, o sindicato pede a revogação da liminar por dez dias, contados a partir da data do despacho do juiz. Neste prazo, a diretora do Sintusp Neli Wada afirma que alunos e servidores tentarão novas reuniões com a direção da reitoria para discutir a pauta de reivindicações, composta por 17 itens –entre eles, cobram uma posição da reitoria sobre medidas do governador José Serra (PSDB) para o ensino superior que, para os manifestantes, tiram a autonomia das universidades.

Na madrugada desta quinta-feira, os alunos começaram a retirar colchões, cobertores, travesseiros e outros objetos pessoais do prédio da reitoria. Alguns foram levados para o Crusp (Conjunto Residencial da USP) e outros para casa de alunos que moram fora do campus.

Apesar da retirada dos objetos, os universitários mantêm a barricada –feita com pneus– em frente ao prédio da reitoria. A expectativa, no entanto, é por uma saída pacífica, sem reação à ação da polícia.

Ainda durante a madrugada, um grupo de estudantes encapuzados colou cartazes nos vidros de dois quiosques do banco Bradesco localizados em frente ao prédio da reitoria, com dizerem como "faça a revolução você mesmo" e cópias de uma foto do governador José Serra empunhando uma arma –a imagem foi registrada no dia 15, durante solenidade para homenagear os integrantes do Gate, tropa de elite da PM paulista.

Negociação

O advogado Ariel de Castro Alves, secretário-geral do Condepe (Conselho Estadual da Defesa da Pessoa Humana), chegou às 3h no prédio da reitoria e se reuniu com os alunos. O promotor Alfonso Presti também esteve no local para conversar com os estudantes. Ambos pretendiam, ainda, acompanhar uma eventual ação da PM, que até as 9h30 não havia ocorrido.

Alves disse que deverá pedir uma reunião com o secretário da Justiça, Luiz Antonio Guimarães Marrey, representantes de entidades de direitos humanos, Defensoria Pública de São Paulo, estudantes, funcionários e professores da USP e a reitora, Suely Vilela, para discutir as reivindicações.

Para o secretário-geral do Condepe é "inadmissível" a presença da tropa de choque no campus da USP. "Tememos possíveis abusos da Polícia Militar de São Paulo já que, em outras ocorrências, isso aconteceu".

Ele afirmou, após conversar com os alunos, que eles não estão interessados em confronto, mas em uma saída pacífica para o caso.

O coronel Joviano Conceição Lima, comandante do Policiamento de Choque da PM, foi procurado pela reportagem, mas não foi localizado para confirmar o horário da ação e a possível reunião com os alunos.(É melhór sairem,pois com certeza os alunos estão sendo usados por radicais ,como massa de manóbra)

SÃO PAULO – O dinheiro que o contribuinte brasileiro ganhar com trabalho até dia 26 de maio deste ano será totalmente destinado ao pagamento de tributos, segundo divulgou o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) nesta quarta-feira (23).

Para pagar todos os impostos, taxas e contribuições exigidos pelos governos federal, estadual e municipal, o brasileiro teve que trabalhar 4 meses e 26 dias (146 dias). Na década de 1970, o cidadão trabalhava 2 meses e 16 dias para pagamento dos tributos; na de 1980, 2 meses e 17 dias e, na década de 1990, 3 meses e 12 dias.

Comprometimento da renda

Segundo o levantamento, ao pagar os tributos, o cidadão brasileiro comprometerá 40,01% de seu rendimento bruto em 2007. Em 2003, este comprometimento era de 36,98%; em 2004, de 37,81%; em 2005, de 38,35% e, em 2006, de 39,72%.

A tributação incidente sobre os rendimentos (salários, honorários etc.) é formada, principalmente, pelo Imposto de Renda Pessoa Física, pela contribuição previdenciária e sindicais. Além disso, ainda existem a tributação pelo consumo (PIS, Cofins e outros) e pelo patrimônio (IPTU, IPVA).

Faixa de renda

O levantamento ainda mostrou que a classe média – rendimento entre R$ 3 mil a R$ 10 mil – foi a que mais precisou trabalhar para pagar os tributos: 156 dias, comprometendo 42,70% da renda bruta. A classe alta teve que trabalhar 152 dias e comprometeu 41,73% da renda, e a classe mais baixa, 141 dias e 38,75% da renda.

Segundo o advogado tributarista e coordenador do IBPT, Gilberto Luiz do Amaral, "é notório que o principal entrave do crescimento econômico brasileiro é a elevadíssima carga tributária", disse.

Outros países

Enquanto no Brasil se trabalha 146 dias para conseguir pagar os tributos, nos vizinhos Argentina (97 dias) e Chile (92 dias) não se trabalha nem cem dias. A título de comparação, o levantamento do IBPT ainda mostrou que na Suécia são necessários 185 dias; na França, 149; na Espanha, 137, e nos Estados Unidos, 102 dias. (AQUI,é onde se paga mais imposto no mundo,é a falta de ajuste fiscal,um pacote justo,esta é uma das razões da falta de emprego.

Duas manifestações, da Central Única dos Trabalhadores e dos professores e servidores estaduais, tumultuaram a região central de São Paulo ontem. À tarde, cerca de 3 mil manifestantes seguiram numa passeata que foi da Avenida Paulista até o Ibirapuera. No final, houve até quebra-quebra na Assembléia Legislativa.

O tumulto na Assembléia começou porque os professores estaduais queriam acompanhar no plenário a discussão dos deputados sobre o Projeto de Lei Complementar 30/07, que cria o Fundo de Previdência do Estado. O texto entrará em votação depois de 12 horas de debate.

Os funcionários públicos tentaram invadir a Assembléia por volta das 18h, mas, como o plenário já estava lotado, foram impedidos pela Polícia Militar, o que provocou o confronto. Os manifestantes arrancaram uma placa de sinalização de trânsito e partiram contra os PMs. Jogaram pedras e latinhas de refrigerante.

Acionada, a Força Tática da Polícia interveio com bombas de efeito moral e gás de pimenta. Foi preciso fazer um cordão de isolamento. Pelo menos oito policiais ficaram feridos, mas nenhum deles em estado grave. Alguns manifestantes também tiveram ferimentos. “Foi um absurdo não terem nos deixado entrar. A Casa é do povo. Parece que querem aprovar o projeto sem testemunhas”, disse o presidente do Sindicato dos Professores Estaduais, Carlos Ramiro de Castro.

O protesto foi organizado pela CUT e pela Coordenação Nacional de Lutas (Conlutas), em 16 Estados brasileiros, contra a política econômica do governo federal e as reformas previstas nas áreas trabalhista e previdenciária.

A CUT começou a manifestação contra a Emenda 3, por volta das 10h30, em frente à Fiesp, na Paulista. A Emenda, apoiada pela Federação das Indústrias, proíbe o auditor fiscal de multar empresas que contratam profissionais que constituíram empresa para prestar serviços – as chamadas empresas de ‘uma pessoa só’. A Central esperava 10 mil manifestantes, mas foram apenas 1.500.

À tarde, funcionários públicos estaduais e estudantes da USP se juntaram ao movimento e seguiram para a Assembléia, às 15h, debaixo de chuva. Um grupo de estudantes da USP, boa parte fantasiados, levou faixas de protesto contra o governo estadual. “Queremos revogação imediata dos decretos que prevêem intervenção na universidade” disse estudante Elena Assis , de 18 anos. “Depois da manifestação, voltaremos para a reitoria.”

Na prática, o projeto de Lei 30/07 prevê a criação de uma empresa (SPPrev) para gerir o sistema de previdência do funcionalismo estadual, pondo fim ao Ipesp e à previdência dos militares.

O texto começou a ser discutido ontem à tarde, mas a votação só pode ocorrer depois de 12 horas de discussão. Além da prorrogação da sessão ordinária, duas outras sessões estavam previstas, o que prolongaria a discussão do projeto até as 4h30. “O projeto não tem transparência . Todos os funcionários serão indicados pelo governador. Não sairemos daqui enquanto não retirarem o PCL 30 da pauta de votação”, disse Castro.

MOBILIZAÇÃO DA REDE MUNICIPAL

Enquanto o funcionalismo público federal e estadual se reunia na Avenida Paulista, professores municipais faziam uma manifestação mais modesta em frente à Secretaria de Gestão, na Rua Líbero Badaró. Cerca de 500 docentes reivindicaram reajuste salarial, melhores condições de trabalho e incorporação de uma gratificação de R$ 450 aos salários

Depois do protesto, a Secretaria de Gestão marcou nova rodada de negociações para o dia 31 de maio, quando deve ser definido o índice de reajuste para os funcionários públicos do Município.

Os trabalhadores pedem 7% de reajuste e 30% de reposição de perdas

Caso a proposta da Prefeitura não seja satisfatória, os funcionários prometem greve. No dia 13 de junho o funcionalismo se reúne para avaliar a definição do governo .(O BRASIL ,é gozado todos parecem que combinam pra fazer protesto,greve ao mesmo tempo né? MST,poliocia federal,professores,parecem até que se reuniram juntos pra baguncar tudo de uma vez)

 


Pelo menos mais um acidente grave ocorreu ontem, no Centro, em decorrência do piso escorregadio. Por volta das 11h, Elias Miguel, de 47 anos, caiu na rua São Bento, nas proximidades da agência dos Correios. No momento da queda a calçada estava molhada. Ele bateu a cabeça no chão e sofreu um corte.

O sargento Ferrari, comandante da Unidade de Resgate 446 dos Bombeiros, fez o primeiro atendimento e disse que Miguel se queixava de dores na cabeça e na região lombar. Por isso, foi encaminhado ao Hospital Regional. “Ele estava muito confuso e não conseguia nos dar informações coerentes”, relatou.

A assessoria de imprensa do Conjunto Hospitalar de Sorocaba informou que Miguel recebeu curativos na cabeça, foi examinado por neurologista, passou por exames e ficou em observação.

Uma sucessão de tombos na área central produziu outras vítimas na manhã de ontem. Uma dessas quedas, envolvendo duas jovens, foi flagrada pelo BOM DIA, na praça Cel. Fernando Prestes.

No sábado, o drama do garoto Bruno Colace, 7 anos causou protestos de familiares. Ele caiu na praça Fernando Prestes, bateu a cabeça e aguardou 27 horas por atendimento neurológico. Na manhã de terça-feira, a vítima foi o diretor do Procon de Sorocaba, Hélio Baldy Filho.

A prefeitura informa que avalia opções para resolver o problema.(EU passei pelo centro ontem dia 23 de manhã no centro,tava molhado devido a chuva,acho que depende do calcado que a pessoa usa,procurem usar calcado aderente,tenis por ex e cuidado ao andar especialmente os mais velhos)

A Receita Federal divulgou nota nesta semana para alertar a população para uma nova onda de e-mails falsos que circulam pela internet.

O órgão reafirma que não envia mensagens eletrônicas sem a autorização prévia do contribuinte.

De acordo com o supervisor nacional do Imposto de Renda, Joaquim Adir, o teor dos e-mails varia de acordo com o período de cumprimento pelo contribuinte de certas obrigações, como a entrega de declarações.

Neste momento, por exemplo, as quadrilhas têm enviado e-mails com falsos alertas sobre o processamento da declaração do IRPF (Imposto de Renda da Pessoa Física), cujo prazo de entrega terminou em 30 de abril.

Os e-mails levam timbres falsos do governo federal, do Ministério da Fazenda e da Receita Federal do Brasil. O objetivo das quadrilhas é instalar um programa que captura dados cadastrais, fiscais e bancários do contribuinte.

O cidadão deve proceder com cuidado quando receber estes e-mails. Segundo a Receita Federal, o primeiro passo a ser seguido é nunca abrir os arquivos anexados nestas mensagens. Normalmente, eles são programas executáveis que podem causar danos ao computador ou capturar informações confidenciais do usuário.

Outra recomendação é não adicionar os links, mesmo que esteja escrito o nome da Receita Federal. O contribuinte também deve excluir a mensagem imediatamente.(vamos se ligar gente)

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