NOTICIAS DO DIA

Apesar de desconhecer a menção ao dia, as detentas Rita e Viviane criticam, mas aproveitam para desabafar 
No calendário de datas comemorativas tem dia para tudo. Ontem, por exemplo, além do dia do café, as agendas também sugeriam homenagens ao vestibulando, ao telegrafista, ao datilógrafo e ao detento. Embora pouco se saiba sobre as origens desta data dedicada em nível nacional à população carcerária, a referência é ignorada pela comunidade e pelos próprios agentes que compõem o cenário e vivem a realidade prisional.

Em Sorocaba, que tem 2.839 detentos nas três unidades prisionais, a totalidade das pessoas entrevistadas nas ruas pelo BOM DIA desconhece e desaprova a homenagem.

Em Votorantim, na Cadeia Pública Feminina, que está com 180 detentas, a delegada responsável Sueli Morales da Silva disse que também não sabia da existência da data, mas aproveitou para definir a ocasião como uma oportunidade de reflexão. “O dia, em si, não seria necessário porque no Dia das Mães ou no Dia das Crianças, por exemplo, a sociedade aproveita para enfatizar coisas boas. E o Dia do Detento não passa essa idéia”, argumenta. Para a delgada, quem conhece e vive o ambiente carcerário é capaz de lançar um novo olhar sobre a a menção proposta. “Embora as detentas estejam pagando pelos crimes que praticaram, não deixam de ser seres humanos. Como mulher, também procuro enxergar que elas são mães, são filhas, temos até avós aqui dentro. Por isso, na verdade, mais do que um dia assim, elas precisam de oportunidades para a reinserção social”, diz.

Na condição de quem receberia uma homenagem pelo dia de ontem, as detentas Viviane F., 32 anos e Rita L., 27, analisam com desconfiança a possibilidade.

“Isso não altera em nada e muito menos vai trazer soluções para os problemas que enfrentamos, a começar com a superlotação”, reclama Viviane, que já cumpriu um quarto de seus nove anos de prisão. Ela destaca que a cadeia tem capacidade para 40 detentas. “Aqui não temos chances para recuperação”, completa Rita, que cumpre o primeiro ano de sua pena de seis.

Mas enquanto desabafava, Viviane reconheceu uma utilidade para a data. “Mesmo sem saber, se pensarmos bem, o Dia do Detento serviu para vocês estarem aqui abrindo um espaço para falarmos um pouco da nossa situação, que não é diferente em outras cadeias”, conclui.

Críticas refletem indignação
Nas ruas, as opiniões das pessoas são unânimes sobre a existência de um dia dedicado ao detento. A totalidade das críticas dos entrevistados pelo BOM DIA reflete a indignação da sociedade na condição de vítima com relação à violência e à segurança pública.

Uma das entrevistadas, inclusive, teve sua casa assaltada ontem, em Votorantim. A vendedora Eliete Pereira dos Santos, 32 anos, disse que os ladrões arrombaram a porta e levaram, entre outras coisas, aparelhos como DVD e videogame. “Não tem dia da vítima, não é?”, indaga.

Os comentários distintos surgem apenas quando o lado também é outro. Mães de presidiárias, que ontem cumpriam a rotina das visitas na Cadeia Pública Feminina de Votorantim, pensam diferente. Elas também desconheciam o Dia do Detento, mas acharam boa a idéia. “É para elas se sentirem lembradas”, opinaram.(DAQUI  apouco tem dia do maniaco,do sequestrador,do estuprador etc,ah fala sério

REGIANE SOARES
da Folha Online

O Comando da Aeronáutica confirmou nesta quinta-feira que houve falha de um controlador de tráfego no "quase acidente" citado na CPI do Apagão Aéreo pelo presidente da Associação Brasileira dos Controladores de Tráfego Aéreo, Wellington Rodrigues.

Segundo a Aeronáutica, o "incidente" foi registrado no dia 11 pelo APP (controle de aproximação) de Brasília.

De acordo com a ocorrência, um Airbus e um Seneca se aproximaram a uma distância de 1.300 metros na lateral e 200 metros na vertical –quando o mínimo recomendado neste último caso é de 300 metros.

Segundo nota divulgada pelo Centro de Comunicação da Aeronáutica, foi feita uma investigação e "constatou-se falha do controle em garantir a separação vertical prevista de 300 metros nesse setor".

Segundo a Aeronáutica, a distância não significa um "quase acidente", mas um "incidente", uma vez que 200 metros "não é uma distância de segurança".

Na nota divulgada hoje, a Aeronáutica explicou que na terça-feira, quando foi mencionado um suposto acidente de tráfego na área de Brasília, envolvendo duas aeronaves de grande porte, o Cindacta-1 realizou "ampla verificação" nos registros de ocorrências. Na ocasião, "não foi encontrado nenhum caso como o descrito à CPI".

Como o assunto voltou a ser citado hoje na CPI do Apagão Aéreo, o diretor do Decea (Departamento de Controle do Espaço Aéreo), brigadeiro Ramón Borges Cardoso, determinou uma investigação nas outras duas áreas de controle do Cindacta 1 –controle de aproximação (APP) e torre (TWR)–, para verificar a aproximação de aeronaves de qualquer tipo.

Após a nova verificação solicitada, o Cindacta-1 constatou duas ocorrências na área citada. A primeira foi no dia 5, quando, segundo a Aeronáutica, ocorreu uma aproximação entre uma aeronave comercial e um avião-laboratório da FAB que realizava "aferição em equipamentos do aeroporto". Segundo a Aeronáutica, o avião-laboratório estava em contato visual com o jato comercial e "não representava perigo".

O segundo foi este do dia 11, no qual a Aeronáutica admite o incidente pela distância não segura.(DESSE jeito ta perigoso oar e avião heim?)

NOTICIAS DO MUNDO:

http://exclusivo.terra.com.br/interna/0,,OI1641242-EI1118,00.html big brother da AUSTRÁLIA,não avisa que pai de participante morreu.(aqui aconteceu isso uma vez,no bbb3,a irmã da aeromoça CIDA havia morrido,ela soube,mas não deixou a casa.)
Reproduçãohttp://noticias.bol.uol.com.br/internacional/2007/05/24/ult94u107634.jhtm PASSARINHO faz cocô em BUSH durante entrevista.(prenderam o passaro,analisam as fezes dele,pra ver se não é um passarinho terrorista,pena que só foi um.)

http://minhanoticia.ig.com.br/materias/433501-434000/433957/433957  policia alemã detem deficiênte fisico que pilotava cadeira de rodas bêbado.(ainda bem que não houve acidentes)

http://minhanoticia.ig.com.br/materias/433501-434000/433833/433833_1.html nos EUA,policia prende ladrão de calcinhas, e convoca as vitimas para reconhecerem as pecas.(freadas e furadas podem esquecer.)

Diante da pressão e dos protestos de parlamentares da base governista, durante reunião do Conselho Político, ontem no Palácio do Planalto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que vai mandar investigar se houve “excessos” por parte da Polícia Federal, não só na prisão de acusados, como no vazamento de informações sobre a Operação Navalha, que corre em sigilo de Justiça. A ofensiva da PF atingiu vários políticos de partidos da coalizão montada por Lula. Na reunião, cheia de momentos tensos, o ministro da Justiça, Tarso Genro, admitiu que houve abusos, que prometeu apurar, mas defendeu o trabalho da PF. “A existência de excesso não desqualifica a instituição, nem a operação”, afirmou.

Ao fim do encontro, em entrevista, o ministro das Relações Institucionais, Walfrido Mares Guia, garantiu que a apuração de eventuais abusos na ação da PF não impedirá a realização de investigações, que continuarão a ser feitas.

“Excesso não é em ter ou não operações. Operações são autônomas e é importante que elas existam. Nós já tivemos 48 operações em menos de cinco meses, o que significa, portanto, que as instituições estão funcionando a plena carga e jamais se pensou em coibir nem amenizar nada”, observou Mares Guia. “O que nós queremos é cumprir a Constituição, cumprir o artigo que trata das garantias individuais. As pessoas têm direito a sua identidade preservada, já que a legislação explicita por que e como as pessoas devem ser presas, no caso da necessidade de serem presas. Isso é que deve ser observado.”

PRENDE E SOLTA

As críticas à atuação da Polícia Federal também se ampliaram no Supremo Tribunal Federal (STF). Um dia após o vice-presidente do STF, ministro Gilmar Mendes, ter acusado a PF de cometer “canalhice”, outros integrantes da corte condenaram a “banalização” das prisões preventivas. Observaram que todas as semanas o tribunal determina a libertação de pessoas presas preventiva ou temporariamente, por considerar que as prisões não estavam devidamente fundamentadas.

Esse foi o argumento usado por Mendes para ordenar a soltura de cinco pessoas presas na Operação Navalha, decisão que provocou a crise com a Polícia Federal. Na quarta-feira, o ministro acusou a PF de divulgar informações falsas a seu respeito, numa tentativa de intimidá-lo. Uma dessas informações era a de que teria recebido presentes da Construtora Gautama, pivô da máfia das obras denunciada pela Polícia Federal. Ele disse que o fato era extremamente grave e cobrou providências do ministro da Justiça e do diretor da PF, Paulo Lacerda.

“Essas prisões encerram exceção. Os valores não podem ser invertidos. A banalização da prisão preventiva é um retrocesso”, comentou o ministro do STF Marco Aurélio Mello. “Basta analisar a quantidade de habeas-corpus que se dá”, complementou o ministro Joaquim Barbosa.

REAÇÃO

Entidades representativas de juízes e de advogados também saíram em defesa de Mendes. “Há uma tentativa leviana e reiterada de pressionar e intimidar juízes, por meios ilegítimos e espúrios, para que sejam adotados indiscriminadamente todos os requerimentos da polícia”, disse o presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), Walter Nunes da Silva Júnior.

O presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Rodrigo Collaço, repudiou constrangimentos aos magistrados. “Não se pode combater o crime cometendo outros crimes, nem se pode lutar pela ética com um comportamento antiético. Caso contrário, será implantada no Brasil uma espécie de vale-tudo institucional”, disse, em nota.

Já o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Cezar Britto, afirmou que em alguns casos pessoas são presas sem saber o motivo, o que é uma expressão do Estado policial. “Um país não pode estar bem quando policiais federais são transformados em mocinhos e o combate ao crime, razão primeira da atividade policial, é peça coadjuvante diante da desmedida busca pelo sucesso promocional.” (é sempre assim,a policia trabalha, e ja vem nego pra dizer que tem abusos,e coisa e tal,se esta havendo abuso e vazando informqações que se descubra rápido.)

A Operação Saturação, ocupação de áreas violentas de São Paulo por tropas especiais da polícia por períodos que variam de 60 a 90 dias, vai ganhar roupagem social e servirá de modelo para o principal programa de segurança do governo do Estado. Anteriormente, a iniciativa, que servia para demonstrar aos criminosos que não existem lugares onde o Estado não entra, era vista com reserva por grupos de direitos humanos.

Amanhã, o governador José Serra (PSDB) vai ao Elisa Maria, na zona norte de São Paulo, bairro há dois meses ocupado por 600 policiais, para anunciar a chamada Virada Social, que terá sua largada com a saída das tropas. A proposta é realizar uma série de investimentos sociais na região. “O projeto no Elisa Maria vai servir como um laboratório para outros lugares do Estado. Garantir segurança pública também é uma ação social. Mas, depois que a polícia deixa o local, é preciso que o Estado continue a mostrar presença, para que o crime organizado não preencha esse espaço com assistencialismo”, diz o secretário da Segurança Pública, Ronaldo Marzagão, principal entusiasta da idéia.

Na tarde de ontem, o secretário esteve no bairro pela segunda vez em apenas uma semana, para apresentar o programa ao ex-prefeito de Bogotá Antanas Mockus, em visita ao Brasil, e ao secretário de Defesa Social de Minas, Maurício de Oliveira Campos Junior. Mockus ainda se impressionou com a grande quantidade de policiais no local. “É preciso que o governo saiba trabalhar também com a articulação da comunidade e em conversas com as famílias, para aumentar as chances de sucesso”, aconselhou.

A escolha do Elisa Maria para ser o laboratório do programa ocorreu no começo do ano, depois de duas chacinas que deixaram nove mortos.

O bairro vinha sendo alvo desde janeiro de um programa social que a Prefeitura desenvolve em parceria com a ONG Sou da Paz. Conversando com moradores, a organização não-governamental ajudou na articulação do Estado.

A antropóloga Beatriz Graeff, assessora de Marzagão, começou a desenvolver o projeto Saturação ali, em parceria com outras secretarias. O secretário levou a proposta para o governador, que abraçou a idéia, designando o secretário Rogério Amato, de Assistência e Desenvolvimento Social, para coordenar os investimentos das demais áreas de governo.

A ONG Sou da Paz e a Prefeitura serão parceiras do governo. “Se não entrarmos lá agora, a situação volta a ser pior do que era”, diz Amato. O anúncio da Virada Social no sábado, organizado pela própria polícia, inclui apresentação de bandas locais, cortes de cabelo, oficinas de percussão, de grafite e tai chi chuan, além de um show com Leci Brandão no domingo.(é assim que se faz,mas tem de se fazer sempre)


 NOMES CURIOSOS,LOUCURA DOS PAIS.

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CASO REAL?

Esta é uma história verídica do suporte de uma empresa famosa de São Paulo. Nem precisaria dizer que a pessoa que trabalhava no suporte foi demitida, mas ela está movendo um processo contra a organização, que a
demitiu por justa causa. Segue o diálogo que gerou a demissão, entre o ex-funcionário e um cliente da empresa:

– Help desk assistência, posso ajudar?
– Sim, bem… estou tendo problemas com o Word.
– Que tipo de problema?
– Bem, eu estava digitando e, de repente, todas as palavras sumiram.
– Sumiram?
– Elas desapareceram…
– Hum… o que aparece na sua tela?
– Nada.
– Nada?
– Está preta. Não aceita nada que eu digite.
– Você ainda está no Word ou já saiu?
– Como posso saber?
– Você vê o prompt C: na tela?
– O que é esse prompiti?
– Esquece. Você consegue mover o cursor pela tela?
– Não há cursor algum. Eu te disse, ele não aceita nada que eu digite.
– Seu monitor tem um indicador de força?
– O que é um monitor?
– É essa tela que se parece com uma TV. Ele tem uma luzinha que diz quando está ligado?
– Não sei…
– Bom, olhe atrás do monitor, então. Veja onde está ligado o cabo de força.
– Você consegue fazer isso?
– Acho que sim.
– Ótimo. Siga para onde vai o cabo e me diga se ele está na tomada.
– Tá sim.
– Atrás do monitor, você reparou que existem dois cabos?
– Não.
– Bom, eles estão aí. Preciso que você olhe e ache o outro cabo.
– OK. Achei.
– Siga-o e veja se está bem conectado na parte traseira do computador.
– Não alcanço!
– Hum. Você consegue ver se está?
– Não.
– Mesmo se você se ajoelhar ou se debruçar sobre ele?
– Ah, não, tá muito escuro aqui!
– Escuro?
– Sim, a luz do escritório tá desligada, e a única luz que eu tenho vem da janela, lá do outro lado.
– Bom, ligue a luz então!
– Não posso.
– Por que não?
– Porque estamos sem luz.
– Estão… sem luz?

Pausa longa…………….

– Ah! OK, descobrimos o problema agora. Você ainda tem as caixas e os manuais que vieram com o seu micro?
– Sim, estão no armário.
– Bom! Então, você pega tudo, desliga o seu sistema, empacota e leva de volta para a loja.
– Sério?? O problema é tão grave assim?
– Sim, temo que seja.
– Bom, então tá. E o que eu digo na loja?
– Diga que você é burro demais pra ter um computador!

É REAL! ESTÁ NA JUSTIÇA DO TRABALHO.

 

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