NOTICIAS DO DIA


O promotor de Justiça Roberto de Campos Andrade orientou ontem o secretário de Governo e Planejamento de Sorocaba, Maurício Biazotto Corte, a não fornecer cópia à imprensa da documentação sobre o rompimento do contrato da prefeitura com a empresa Vox Populi, referente à pesquisa contratada pela administração para avaliação das políticas públicas e das ações governamentais.

A informação foi passada em nota por Biazotto no início da noite de ontem. Biazotto disse que indagou da possibilidade de a prefeitura fornecer cópias da documentação para a imprensa, conforme solicitação desta. “O promotor recomendou que isso não fosse feito em função de ter sido decretado sigilo no andamento do procedimento por ele aberto”, disse ele na nota.

O MP instaurou na quinta-feira (10) inquérito civil para investigar a decisão do prefeito Vitor Lippi (PSDB) de gastar R$ 75 mil de dinheiro público com a contratação do instituto. O prazo para o término da investigação é de 180 dias.

Após isso, caso o órgão abra uma ação civil pública ficando comprovada alguma irregularidade , Lippi poderá responder por improbidade administrativa. Além disso, o prefeito poderá até perder o mandato ao final.

Entre os documentos que estão no MP constam as reportagens que o BOM DIA publicou com exclusividade mostrando a contratação da empresa Vox Ppopuli no dia 28 de abril.

A representação para averiguar possíveis irregularidades foi protocololada pelos vereadores do PT no dia 2 de maio.

Saiba mais

* 27 de abril
– Publicada na página 10 do jornal “Município de Sorocaba”, a empresa Vox Populi é contratada para pesquisar o que a população acha do governo Vitor Lippi (PSDB)

* 28 de abril
– O BOM DIA publica com exclusividade a contratação da empresa pelo valor de R$ 75 mil.

– Biazotto diz que o objetivo da pesquisa é avaliar a percepção do cidadão às ações constantes do PPA (Plano Plurianual)

* 2 de maio
– Vereadores do PT protocolam no Fórum uma representação para que o MP apure possível irregularidade.

* 11 de maio
MP abre Inquérito Civil Público 

* 16 de maio
– Entrevistados dizem que tiveram que responder em quem votariam para prefeito em 2008

* 18 de maio
– Lippi rompe o contrato

* 25 de maio
– MP orienta Biazotto não fornecer cópia da documentação (EPA,censura não,a populacão tem o direito de saber,a final é nosso dinheiro o promotor)

Camilo Toscano

O Ministério Público de São Paulo denunciou nesta sexta-feira (25/5) 16 pessoas ligadas a um esquema que envolvia 22 postos de gasolina, a partir da venda de combustível adulterado, para financiar as ações da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital).

Em sua maioria, os postos estão localizados na cidade de São Paulo, na região do Grande ABC e no litoral Sul do Estado e comercializavam gasolina e álcool etílico hidratado, com adição de 25% álcool anidro e 25% de solvente na gasolina em desacordo com normas da ANP (Agência Nacional de Petróleo).

A denúncia se baseia em informações colhidas pela Dise (Delegacia de Investigação sobre Entorpecentes) de Santo André, que investigou o envolvimento de Gildásio Siqueira Santos (o Gil) em crime de lavagem de dinheiro vindos do tráfico de entorpecentes e de crime contra a ordem econômica, praticados pelo PCC.

Toda a investigação foi feita por meio de escutas telefônicas realizadas com autorização judicial, que apontam Wilson Roberto Cuba (vulgo Rabugento ou Alemão) como líder do esquema. Preso na Penitenciária de Presidente Venceslau (interior de São Paulo), por crime de latrocínio (assalto seguido de morte), Rabugento comandava as ações da quadrilha por meio de telefone celular.

Do lado de fora, Gil era peça central do esquema. Ele seria uma das “torres” (função de comando) de uma das células do PCC. Além dele, Felipe Geremias dos Santos (o Felipe Alemão) era o “sintonia”, responsável pela comunicação entre as unidades menores da facção.

De acordo com os promotores Adriana Ribeiro Soares de Morais, Amaro José Thomé Filho e Roberto Wider Filho, que assinam a denúncia, o esquema passava pela escolha de “laranjas” e de “fantasmas” para assumir a propriedade dos estabelecimentos. Segundo o MP-SP, Carina Aparecida Bueno, parente de Gil e também denunciada, repassava até R$ 15 mil por mês, montante retirado dos postos.

“Previamente associados e com unidade de propósitos, [os denunciados] ocultaram e dissimularam a origem e propriedade de bens, direitos e valores provenientes direta e indiretamente de crime de tráfico ilícito de entorpecentes e de crime contra a ordem econômica, todos praticados por organização criminosa, bem como utilizaram na atividade econômica bens e valores que sabiam ser provenientes dos crimes referidos”, diz trecho da denúncia.

Os promotores dizem ainda que Gil adquiriu “inúmeros estabelecimentos comerciais, na maioria, postos de combustível na região metropolitana de São Paulo”, com dinheiro do “tráfico de entorpecente praticado pela referida organização criminosa, ‘lavando’ este dinheiro, na medida em que ocultava sua origem e dissimulava a efetiva propriedade das sociedades comerciais”.

Crimes
Os promotores pedem à 4ª Vara Criminal de Santo André a instauração do processo penal contra todos os denunciados e a condenação deles pelos crimes de lavagem de dinheiro ou ocultação de bens oriundos do tráfico de entorpecentes (artigo 1º, inciso I, da Lei 9.613/98) e de organização criminosa (inciso VII), em concurso material (artigo 69 do Código Penal) com o crime de formação de quadrilha (artigo 288 do Código Penal). As penas podem variar de um a dez anos, dependendo do crime.

Foram denunciados Gildásio Siqueira dos Santos (Gil), Wilson Roberto Cuba (Rabugento ou Alemão), Carina Aparecida Bueno, Felipe Geremias dos Santos (Felipe Alemão), Reinaldo Macário de Lima (Boy), Ronnie Rosinelli dos Reis (Cabelo Arrepiado), Marcelo Frasato de Freitas (Mike), Marivaldo Gilberto Lopes (Pisca), Sidnei Garcia, Umberto de Almeida Oliveira, Miguel Siqueira Campos, Milene Rodrigues de Ponte, Vagner Antonucci, Marcel Mathias Pinto e Claudio José Jorge Monteiro. Ana Paula Saldanha é denunciada pelo crime de formação de quadrilha. (DEPOIS o povo reclama da violência)

Dos 2 mil postos de gasolina em funcionamento na Capital, 500 estão sob suspeita de vender combustível de má qualidade. A estimativa é da Prefeitura, baseada nas investigações da Polícia Civil acerca do engenheiro José Carlos Abiad – denunciado em reportagem da TV Globo na semana passada. Segundo o prefeito Gilberto Kassab, Abiad assinou a planta de 500 postos na Cidade, muitos tidos como irregulares, e teria outros 80 projetos à espera de aprovação.

O prefeito explicou que o engenheiro é apontado como o principal responsável pela instalação de uma válvula que, conforme o comando a distância, joga na bomba de gasolina combustível bom ou adulterado. “O que fizemos de imediato foi cancelar a aprovação desses 80 projetos e instalaremos uma sindicância interna”, disse Kassab.

O próximo passo da força-tarefa contra a máfia dos combustíveis é concentrar a fiscalização nos projetos em andamento de Abiad e em seus outros 500 postos já em funcionamento na Cidade. “A situação é grave e pode chegar à beira do caos.”

O delegado-geral da Polícia Civil, Mário Jordão, explicou que a pena para quem adultera combustível vai de 1 a 5 anos de prisão. Ele acrescentou que ainda é cedo para dizer por quais tipos de crime, além de adulteração de combustível, o engenheiro poderá responder. “Estamos abrindo inquérito policial e, em seguida, ele será chamado para prestar depoimento.” O secretário da Habitação, Orlando de Almeida Filho, acredita que, se comprovada a culpa, Abiad será denunciado ao Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (Crea).

A reportagem tentou ligar para a casa de Abiad dez vezes, mas não conseguiu retorno.

Almeida Filho lembrou que a responsabilidade pela execução da obra dos postos de gasolina não é da Prefeitura, que apenas aprova a planta. Para o superintendente de fiscalização da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Jefferson Paranhos, as fraudes estão longe de acabar. “O importante é que o cidadão fique atento aos preços do combustível nos postos. Nosso site traz os valores médios em todas a regiões do Brasil.”

Sem alvará

Ontem, em fiscalização da ANP na Avenida Sapopemba, Zona Leste, dois postos foram interditados porque não apresentavam alvará de funcionamento. Em um deles havia desconfiança de uso da válvula reversora de combustível. “Esse tipo de fraude o motorista não identifica. Por isso ele deve sempre pedir nota fiscal do posto ou então pedir para o frentista um teste do combustível, feito em proveta”, orienta Alcides Santos, chefe da fiscalização da ANP em São Paulo.

Na próxima semana, 15 engenheiros do Controle de Uso de Imóveis (Contru), da Prefeitura, irão apoiar as blitze da ANP, que hoje conta com oito fiscais na Capital. (desconfie de preco muito barato,ai tem)

Câmera instalada no interior de ônibus flagra a ação do pula-catraca; uma mulher passa por baixo não pagar passagem 
Em Sorocaba, a ação dos pula-catracas (usuários do transporte coletivo que não pagam a tarifa de ônibus) faz com que a prefeitura deixe de arrecadar cerca R$ 800 mil por mês. Esse valor corresponde a índice que varia de 10% a 12% de toda a receita do sistema de transporte coletivo urbano, que atende, em média, 5 milhões de pessoas mensalmente.

Os dados foram divulgados ontem pelo presidente da Urbes – Trânsito e Transportes – Renato Gianolla, durante o lançamento da campanha "Não pule catraca. Não dê uma de vacilão”. A Urbes é a empresa municipal responsável pelo gerenciamento do transporte coletivo em Sorocaba.

Percentual alto
O percentual de evasão é considerado alto se comparado à receita total do sistema – cerca de R$ 8 milhões. Segundo estudo da Urbes, todas as linhas apresentam tentativas de evasão, mas em 14 delas há a maior incidência. Gianolla diz que não pode quais são, mas informa que a maioria atende a zona norte da cidade.

O estudo aponta que a maioria dos pula-catracas é formada por jovens do sexo masculino, a partir dos 15 anos de idade. Mas também há mulheres entre 25 e 40 anos que deixam de pagar e incentivam crianças commais de cinco anos, a fazer o mesmo.

O presidente da Urbes diz que as empresas que operam o transporte coletivo – STU (Sistema de Transporte Urbano) e TCS (Transporte Coletivo de Sorocaba) – vêm investindo na colocação de câmeras em todos os ônibus do sistema e, juntamente com a Urbes, estão alterando o modelo das catracas para evitar a evasão. “Mesmo assim, os pula-catracas ainda insistem em agir”, lamenta Gianolla. “Analisando as imagens captadas pelos ônibus, notamos que os infratores agora passam por baixo da catraca ou subem no ônibus pela porta de desembarque”.

Gianolla afirma que não é só a Urbes que arca com os prejuízos causados pelos pula-catracas, mas também a própria população. “A evasão não contribui para a melhoria do transporte coletivo. E é só com a contribuição de todos que poderemos melhorar o atendimento aos usuários”, declara.

Fiscalização
A Urbes mantém ficalização efetiva nas 90 linhas do sistema de transporte coletivo da cidade, que opera hoje com 316 ônibus. No ano passado, a fiscalização conseguiu evitar a ação de 160 mil pula-catracas. Para diminuir o índice de evasão na cidade, a Urbes vai aumentar a fiscalização, contando com o apoio da Guarda Municipal e polícias Militar e Civil. Além disso, as operadoras contrataram uma empresa especializada que vai disponibilizar veículos de apoio com rádios de comunicação.

Campanha quer conscientizar
Com o objetivo de evitar a evasão e conscientizar a população de que pular catraca é crime (qualificado no artigo 176 do Código Penal), a Prefeitura de Sorocaba, por meio da Urbes – Trânsito e Transportes, lançou ontem a campanha “Não pule catraca. Não dê uma de vacilão”.

O presidente da Urbes, Renato Gianolla, explica que a campanha acontecerá em duas fases: a primeira tem início hoje na mídia falada e escrita. O público-alvo é o jovem, mas também deve despertar o interesse da população em geral. Serão distribuídas 20 mil cartilhas nas escolas da rede pública. A segunda fase consiste na intensificação da fiscalização nos coletivos e nos pontos estratégicos, o que deve durar, de início, seis meses.

O custo da campanha na mídia é de R$ 80 mil.(MAS tb é culpa da urbes,que não poem uma catraca que não de pra passar nem por cima nem por baixo)

O Ministério Público Federal (MPF) ofereceu ontem denúncia à Justiça pelo maior acidente aéreo da história do País e culpou dois pilotos e quatro controladores – um deles por crime intencional. Este será responsabilizado por todas as 154 mortes que ocorreram no acidente entre o Legacy e o Boeing da Gol, em 29 de setembro.

Dos seis, cinco devem responder a processo por expor a perigo aeronave própria ou alheia resultando em desastre culposo (sem intenção). Já o sargento Jomarcelo Fernandes dos Santos foi acusado do mesmo crime na sua forma dolosa. Trata-se aqui de dolo eventual, que é aquele em que o réu é acusado de assumir com sua conduta o risco de produzir, neste caso, o desastre com as mortes pouco se importando se isso de fato ocorresse.

O juiz Murilo Mendes, da subseção judiciária de Sinop (MT), deve acolher o pedido embasado no inquérito da Polícia Federal e abrir processos pelo crime de atentar contra segurança de vôo. No inquérito do caso, a PF não indiciara os controladores de vôo.

Na acusação, o procurador da República em Mato Grosso Thiago Lemos de Andrade sustenta que os pilotos do Legacy, Joseph Lepore e Jan Paul Paladino e três dos controladores de vôo, Jomarcelo Fernandes dos Santos, Lucivando Tibúrcio de Alencar, Leandro José dos Santos de Barros e Filipe Santos dos Reis, agiram com negligência e irresponsabilidade.

A denúncia surpreendeu pela acusação ao controlador Jomarcelo Fernandes. “Entendi que a conduta de Jomarcelo foi dolosa, que foi consciente e voluntária a conduta dele para o acidente. Ele teve a consciência para colocar em risco a aeronave”, disse o procurador. “Jomarcelo sabia que o avião estava em altitude imprópria.”

Segundo a denúncia, o controlador foi substituído no comando do Cindacta 1, e não avisou o controlador que assumiu o posto, Lucivando Tibúrcio de Alencar, da irregularidade na rota. É por isso que, para Andrade, os outros controladores praticaram o crime sem intenção.

O procurador disse que vai pedir ao juiz para que os pilotos sejam ouvidos em Sinop, conforme prevê tratado de cooperação bilateral entre os Estados Unidos e o Brasil. Ao acolher parte do inquérito da PF, o qual não recomenda punição aos militares, Andrade justifica que os quatro controladores de vôo cometerem crime comum. “Os integrantes das Forças Armadas, quando em serviço, não se imunizam ao Código Penal. Pelo contrário, ficam sujeitos a duas codificações punitivas, a comum e a militar. A competência da Justiça não julga militares, mas sim crimes militares, que podem ser praticados, inclusive por paisanos”, diz um trecho da denúncia.

O delegado Renato Sayão, da PF, apontou no inquérito que os controladores deveriam responder a processo militar. No entanto, o procurador questionou parte das informações PF. Na denúncia, o procurador ressalta que os quatro controladores “perpetraram o delito (…) que se qualifica como crime comum e, por isso, deve ser julgado pela Justiça Federal”.

Baseado em provas e depoimentos, o procurador afirma que os pilotos desligaram o equipamento transponder, atitude só percebida após o acidente. Afirma ainda que eles não cumpriram o plano de vôo e que controladores se omitiram ao não fazer contato com os pilotos. (OS PILOTOS americanos estão nos EUA,alguem achar que serão punidos?) 

Para esconder a timidez, Maria (nome fictício) precisava de uma boas dose de bebida alcoólica. A mesma “chave” para a desenvoltura também abria as portas da violência. “Brigava com todos e me afastei do mundo”, conta ela, hoje com 55 anos. O álcool apareceu quando Maria tinha 18 anos. A dependência, dois anos depois. O tratamento só aos 50 anos de idade.

Os atendimentos nas unidades estaduais mostra que quase dobrou o número de mulheres alcoólatras em São Paulo. Em 2004, foram realizados 17.816 atendimentos de pacientes do sexo feminino. Em 2005, 26.799 e, no ano passado, a quantidade saltou para 31.674 consultas. O aumento é de 80%.

A pesquisa foi feita pela Secretaria de Estado da Saúde nos 43 Centros de Atenção Psico Social (Caps). Apenas em 2006, o custo do tratamento das dependentes custou R$ 810 mil. “O vício da bebida quase sempre aparece associado a outras dependências, como a do cigarro. O tratamento é longo e muito abrangente”, afirmou Luizemir Lago, diretora do Centro estadual de Tratamento de Álcool, Tabaco e Outras Drogas (Cratod).

As seqüelas físicas do álcool aparecem mais rápido para elas. A Organização Mundial de Saúde (OMS) mostram que, para os homens, o tempo médio para uma doença ligada ao alcoolismo surgir é entre 17 e 20 anos. Já no sexo feminino, o período é entre 12 e 15 anos.

Por causa do álcool, Maria parou de menstruar aos 43 anos (a idade média é 51). “Não sei se outras ‘Marias’ precisam ficar afastadas totalmente da bebida. Mas tenho certeza de que eu não posso nem o primeiro gole.” (O vicio é terrivel,mas só atacar as propagandas não resolve,o brasileiro ja é beum por natureza)


NAVALHAS E CIA:

 

ACUSAM  a pf de estar navalhando demais nas prisões,com abusos e exageros,a imprensa estaria navalhando pessoas num pré julgamento dos acusados nas propinas e cia,a navalha vai sobrar para os controladores de vôo,ja que os pilotos americanos do LEGACY,estão nos EUA,na liberdade longe da navalha brasileira.ENQUANTO isso sóbra a navalha dilacerando vidas humanas na violência urbana do dia a dia.

HAJA NAVALHA. (visitem este site www.perolaspoliticas.com  muito bom)

 

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