NOTICIAS DO DIA

Enquanto o Estado se prepara para iniciar uma disputa jurídica em relação ao destino de Roberto Aparecido Alves de Souza, o Champinha, de 20 anos, a Secretaria de Justiça e a Fundação Casa (ex-Febem) devem gastar pelo menos R$ 12 mil mensais para manter o jovem em segurança na Unidade Experimental de Saúde, na Vila Maria, zona norte de São Paulo. Em média, gasta-se R$ 2 mil com cada adolescente infrator.

Quando a unidade experimental estiver funcionando, 18 seguranças vão trabalhar no local e cuidar de 40 jovens. Hoje, 12 trabalham apenas com Champinha. A decisão de enviá-lo para esse local foi tomada na quinta-feira pelo juiz Trazíbulo José Ferreira da Silva, do Departamento de Execuções da Infância e da Juventude. Na próxima segunda-feira, o secretário de Justiça, Luiz Antônio Guimarães Marrey, protocola no Tribunal de Justiça (TJ) um recurso, solicitando a transferência de Champinha para a Casa de Custódia de Taubaté.

Enquanto a definição não sai, 12 seguranças, que recebem salário de R$ 1 mil (sem encargos sociais), se revezarão em dois turnos. Sozinho na unidade, o infrator ainda receberá aulas do ciclo fundamental e terá atendimento psiquiátrico.

Criada no ano passado, a unidade experimental da Vila Maria ainda não saiu do papel. Os motivos foram os trâmites contratuais com os parceiros que tocariam o projeto, a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e a ONG Associação Beneficente Santa Fé. Um novo convênio será firmado com a Fundação Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. A Fundação Casa informou ontem que, num prazo de 15 a 20 dias, o contrato estará finalizado e a unidade começará as atividades previstas em um mês.

LISTA

Já existe uma lista de 40 jovens cujos perfis são os mais indicados para serem transferidos para o local. Não serão recebidos internos com problemas mentais, que continuarão tendo tratamento ambulatorial e convivência em unidades normais. A Vila Maria vai abrigar os adolescentes de comportamento problemático, que brigam com freqüência, agridem funcionários e têm perfil violento. “Criamos um ambiente que vai ajudar esses garotos a aprenderem a viver em sociedade e a respeitarem os outros”, explica Maria Eli Bruno, superintendente de saúde da Fundação.

Das cinco casas construídas com essa finalidade, apenas uma, a que abriga Champinha, está em condições de ser utilizada. Possui fogão, aparelho de TV, cama, mesa e cadeira, banheiro próprio e quintal. Marrey inspecionou o local na manhã de ontem e disse que as medidas tomadas “são adequadas”. Trancas dos portões e paredes foram reforçadas. Uma escada de madeira, semelhante a que proporcionou a fuga de Champinha na quarta-feira de outra unidade da antiga Febem, foi retirada.

Depois que começar a funcionar, oito jovens ficarão em cada uma das casas. Eles serão responsáveis pela limpeza. “Cada grupo será acompanhado por dois monitores. Queremos que seja um homem e uma mulher, para simbolizar a mãe e o pai dos meninos”, explicou Maria Eli. A Fundação ainda não sabe quanto será gasto com o projeto. Depende da definição de quanto terá de ser pago aos funcionários da USP. Cerca de 20 servidores virão da Fundação e 40 de outras instituições. Os psiquiatras estarão ligados ao Hospital das Clínicas e os professores e oficineiros, à rede pública.

PERFIL

Sem entrar na discussão legal a respeito do destino de Champinha, Maria Eli explica que a unidade não foi construída para lidar com adolescentes com o perfil dele. Ela defende que os jovens com problemas psiquiátricos sejam tratados ao lado dos demais, com acompanhamento ambulatorial. “Trata-se de uma recomendação do Sistema Único de Saúde. A unidade experimental é voltada para jovens com problemas de comportamento.”

“Se a unidade não pode receber jovens como Champinha, o Estado deve construir outra para abrigar infratores com esse perfil. É o que cobramos há anos”, rebateu Raul Khairallah, juiz auxiliar da 28ª Vara Criminal.(TENHA dó 12 mil, só com este individuo ai,TAUBATÉ não seria mais barato não?)

  
Uma operação simultânea desenvolvida pelas Polícias Civil e Militar apreendeu ontem, entre as 8h e as 17 h, mais de 60 máquinas caça-níqueis na região de Sorocaba. A Polícia manteve a operação em segredo até o último momento para que a informação não vazasse e permitisse aos donos dos caça-níqueis recolher os aparelhos.

Até o fechamento desta edição a Polícia Civil ainda não havia contabilizado o número final de apreensões, que já chegavam a 61. Sorocaba foi a recordista, com 29 máquinas apreendidas. Em segundo ficou Votorantim, com 12 apreensões.

De acordo com o delegado seccional André Moron, os equipamentos serão periciados. As máquinas podem dar origem a dois delitos: o de jogo de azar e descaminho.

Ação sem trégua
Votorantim tem se destacado na região pelo combate aos jogos de azar e sucessivas apreensões. Na última quinzena 32 equipamentos foram encaminhados para perícia. O delegado titular da cidade, Hamilton Gianfratti, acredita a ação contra este tipo de atividade deve ser ininterrupta. “A substituição dos equipamentos é rápida. Os comerciantes aceitam colocar os aparelhos em seus estabelecimentos porque o lucro é fácil e, em caso de apreensão, o prejuízo é todo do proprietário do caça-níquel. O grande desafio da polícia é chegar até os donos desses equipamentos, que são grandes empresários”, explica.

Se for confirmada a presença de componentes contrabandeados nas máquinas, seus donos podem ser condenados a pena de 1 a 4 anos de reclusão. Já os proprietários de estabelecimentos recebem apenas advertência.(É isso ai,operacão surpresa pra não vasar informacão pro lado errado,mas tb tem de acabar de vez isso ai,não adianta apreender e amanhã a coisa voltar de novo)


SUPERGATA:

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COMO ESCUTAR SUA MULHÉO AO TELEFONE:

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NOTICIAS DO DIA

Dez horas foi o período que Roberto Aparecido Alves Cardoso, de 20 anos, o Champinha, permaneceu livre nas ruas da Grande São Paulo. As primeiras três ou quatro horas ele usou para percorrer, com o colega de fuga R. A. N., de 17 anos, mais de 40 quilômetros até a cidade de Ferraz de Vasconcelos, vizinha a Guaianazes, extremo leste da Capital. O resto do tempo foi aproveitado para planejar a fuga para outro Estado, com dinheiro que o irmão lhe daria. Mas o esconderijo foi invadido por cerca de 20 policias da Rota, às 4h30 de ontem.

Champinha e R. se conheceram há menos de uma semana, quando R. foi transferido para o ‘seguro’ depois de agredir um funcionário. ‘Champinha ficou perplexo com a rapidez com que chegamos até ele’, contou o tenente Marcelo Alves da Silva, responsável pelas equipes que capturaram o foragido.

Foi a própria família de Champinha que o denunciou à polícia. ‘Logo que soubemos da fuga, fomos à casa da mãe dele’, disse Silva. ‘A família colaborou muito e acredito que eles tenham feito isso por saberem que ele corria risco na rua.’

De acordo com o tenente, logo depois de pularem o muro da Fundação Casa, Champinha e o menor R. seguiram para a cidade de Ferraz de Vasconcelos. ‘Segundo o próprio Champinha, eles pegaram metrô e ônibus para chegar lá’, disse.

Ex-moradores do Parque São Judas, bairro de Ferraz, os dois chegaram à casa de Rosana Arruda, uma conhecida de R., por volta das 21h. Eles estavam a pé e já haviam conseguido roupas. A mulher, de 37 anos, conta que ficou surpresa ao vê-lo depois de dois anos. ‘Ele me disse que estava em liberdade assistida.’ Champinha também ficou acima de qualquer suspeita, pois não foi reconhecido pelas pessoas na casa. ‘Ele disse que se chamava Marcelo’, contou Rosana.

Pouco depois, a polícia chegava à casa da mãe de Champinha, em Embu-Guaçu, sudoeste da Grande São Paulo. ‘Estávamos bastante longe do esconderijo dele e a família não tinha nenhuma informação. Mas às 22h o telefone tocou’, disse o tenente. O irmão de Champinha atendeu a ligação. Era o foragido, que contou onde estava escondido. E pediu dinheiro para sair do Estado. O irmão disse que entregaria o dinheiro a ele na Rodoviária de Ferraz de Vasconcelos. ‘Mas o irmão não foi para lá’, prosseguiu o tenente. ‘A polícia é que chegou até ele.’

A prisão foi feita na hora em que os dois saíam para o encontro na rodoviária. ‘Os dois foram apreendidos sem esboçar reação.’ Às 6h10, as viaturas da Rota chegavam à unidade de triagem da Fundação Casa (antiga Febem) com os dois foragidos. Cinco pessoas detidas na casa foram levadas ao 8º DP, do Belenzinho, na Zona Leste. (E o estado não sabe afinal pra onde mandá-lo, alias o estado não sabe de nada)

http://noticias.bol.uol.com.br/brasil/2007/05/03/ult95u134956.jhtm  JUIZ mantem champinha em sp,numa unidade de saude da fundacão casa (DESDE que ele não fuja de novo,mas ele ja é de maiór gente,tem de responder como maiór,o lei de bósta viu?)

tinha de ser PORTUGAL mesmo.
http://br.invertia.com/noticias/noticia.aspx?idNoticia=200705041139_RED_33876799 montadora incentica clientes a terem filhos.(TOMARA que esta idéia nunca pegue aqui.)


CHAMPINHA 2 A INCOMPETENCIA:
NÃO se sabe mesmo o que o estado,faz com este anormal,queriam manadá-lo pra TAUBATÉ,o que seria certo,pois la é dificil haver rebelião,mas um juiz quér mante-lo aqui,mandou pra uma unidade que não se sabe se vai conseguir mante-lo quiéto,amanhã se ele comandar alguma rebelião ai quero ver a cara dos responsavies pela baguranca publica.

ESTADO incompetente,da nisso,ou tem interesses escusos em manter esta coisa aqui em SP?  

 

NOTICIAS DO DIA

NOTICIAS DO DIA

O governo de São Paulo anunciou que vai fazer a revisão de todas as estatísticas criminais divulgadas desde 2004. A medida foi adotada depois que a recontagem de um dos crimes, o roubo a banco, identificou o dobro de ocorrências divulgadas pelas gestões Geraldo Alckmin (PSDB) e Cláudio Lembo (DEM, ex-PFL). Pelas estatísticas oficiais da Secretaria da Segurança Pública, foram 487 assaltos a banco no Estado de 2004 a 2006. Com a revisão, o número de casos passou para 1.053 (566 a mais).

"Não esperávamos essa grande diferença. O novo índice fala por si só e recomenda uma revisão geral", disse o secretário Ronaldo Marzagão –Saulo de Castro Abreu Filho era o titular da pasta à época da divulgação. Marzagão não quis falar se houve má-fé com o objetivo de manipular os dados para baixar as estatísticas. "Nem penso nisso. Tudo será apurado." Ontem, procurado pela Folha, Lembo disse ter certeza de que nos noves meses de sua gestão os dados foram divulgados corretamente, com "transparência", e que confia em Abreu Filho.

"Não sei por que mexer no passado. Nem Deus pode mudá-lo." Alckmin foi procurado pela Folha, mas não foi localizado –o ex-governador está nos Estados Unidos. A secretaria resolveu revisar os dados de roubo a banco após a Febraban (Federação Brasileira de Bancos) divulgar, em abril, índices da capital paulista superiores aos oficiais. A revisão da secretaria revelou números na cidade superiores aos da própria Febraban –um banco não é obrigado a relatar um assalto à entidade, mas tem de registrar o boletim de ocorrência na polícia (documento que é base para a elaboração das estatísticas oficiais). Segunda a estatística revisada, ocorreram 67 assaltos a banco na capital paulista no primeiro trimestre de 2007. O levantamento da Febraban apontou 55 casos.

Ontem, ao meio-dia, a agência da Caixa Econômica Federal localizada dentro das dependências do Shopping Interlar, em Aricanduva (zona leste de SP), foi assaltada por sete ladrões. Três foram presos logo depois, e os malotes com dinheiro foram recuperados.

Falha

Segundo Marzagão, a falha na estatística ocorreu no preenchimento de dados na delegacia. Ao informar os dados trimestrais em planilha a ser enviada à secretaria, policiais registram números errados. A falha foi descoberta na comparação entre o boletim de ocorrência registrado no distrito e as informações descritas na planilha eletrônica. Com a revisão, o governo adiou para julho a divulgação dos dados do primeiro trimestre –exceto de roubo a banco, já revisados. Marzagão afirma que determinou que a Corregedoria da Polícia Civil investigue o caso.

Segundo ele, o órgão definirá se o policial que informou erroneamente será punido ou não. A Delegacia Geral de Polícia também determinou que todos os delegados revisem seus boletins de ocorrência desde 2004. "Será um trabalho de fôlego. Mas não dá para trabalhar com os números atuais." A CAP já revisava os boletins de ocorrência, mas por amostragem –cerca de 7% dos cerca de 500 mil boletins registrados por trimestre. Em alguns crimes mais violentos –homicídio e latrocínio, por exemplo- a revisão é de 100%.

Agora, a CAP vai comandar a revisão de mais de 6,5 milhões de boletins de ocorrência registrados entre 2004 e o primeiro trimestre deste ano. Essa não é a primeira vez que o governo de São Paulo anuncia a revisão de estatísticas. Em 2002, Geraldo Alckmin determinou que os dados de homicídios dolosos de 1999 e 2000 fossem revistos após a Folha noticiar a omissão de assassinatos nas estatísticas do interior paulista. ( erro não ha interesses em maquiar estes numeros isso sim)

 Homicídios em São Paulo
têm queda histórica de 63%

A redução de 18% no ano passado soma-se a 4 quedas sucessivas nos anos anteriores, culminando em uma diminuição de 63% nos assassinatos na capital paulista entre 2006 e 2000. Médico e autor de livro sobre as causas de morte dos paulistanos, Marcos Drummond aponta duas causas para a queda: o uso de maior inteligência nas ações preventivas da polícia e a adoção de políticas sociais que beneficiaram a população mais pobre. Leia mais (com a a palavra os paulistanos)


 
Renascer Torre de TV é bloqueada pela Justiça (A coisa ta feia pra renascer heim?,mas a justica americana ta lenta pra julgar logo o casal que ta preso la heim?

Um dos criminosos mais cruéis do País, Roberto Aparecido Alves Cardoso, o Champinha, 20 anos, fugiu ontem sem nenhuma dificuldade da Fundação Casa (antiga Febem) Tietê-Vila Maria, na Zona Norte. A notícia da fuga, às 18h, caiu como uma bomba tanto na instituição como na cúpula da polícia que, agora, tenta de todas as formas recapturá-lo.

Não houve nem confronto com os funcionários. Champinha e um colega infrator, R., de 17 anos, pegaram uma escada de alumínio – que estava sendo usada em uma obra. Eles a apoiaram em um abrigo que protege os botijões de gás e subiram num muro de seis metros do prédio administrativo da unidade, pularam em um ferro-velho e, no local, tiraram a roupa e fugiram só de cuecas.

A unidade da qual fugiram, onde estão 160 infratores, fica exatamente em frente ao Comando de Policiamento de Área Norte da Polícia Militar e o Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate), próximo da Ponte do Tatuapé. A corporação, entretanto, só foi acionada meia hora depois. Normalmente, guardas do chamado Choquinho – espécie de polícia interna da Fundação Casa – ficam guardando o cômodo onde o marginal ficava. Mas, pelo jeito, ontem não foi dia de plantão.

Por causa de tanta facilidade, o secretário estadual da Justiça, Luiz Antonio Marrey, garantiu que só existem duas possibilidades para explicar a fuga do bandido mais diferenciado entre os 5 mil da instituição: facilitação da fuga por funcionários ou incompetência.

“Numa unidade que tem infratores perigosos é absurdo a presença de uma escada e, justamente na hora, o vigia estar em outro lugar”, disse o secretário. O diretor da unidade, João Luiz, e 19 funcionários foram afastados. Hoje será aberta uma sindicância para apurar os fatos. Para Marrey, as explicações dadas pelo diretor foram “pífias”.

Os parentes das vítimas do homicida estão indignados. Eles temem pela própria segurança e também da população. “Sinto-me ameaçado. Um bandido psicopata como esse está solto. Fico preocupado por mim e pela minha família. Me preocupo também pela primeira pessoa que cruzar o caminho desse demônio”, desabafou o advogado Ari Friedenbach, pai de Liana, a jovem que foi violentada e torturada por quatro dias por Champinha antes de ser assassinada a facadas.

Antes de matá-la, Champinha foi o mentor do assassinato do namorado da estudante, Felipe Caffé, de 19 anos. A possibilidade de que o jovem cometa outros crimes é uma unanimidade entre psicólogos e psiquiatras, que se posicionaram contrários à saída do jovem da fundação. Se ele cometer outro crime, explica Fernando Castelo Branco, professor de processo penal da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), o criminoso pode ser encaminhado para uma penitenciária comum. “Mas a fuga em si não constitui crime”, explica o jurista.

O homicida deveria ter deixado a Casa em outubro, quando completou três anos de internação, período máximo previsto pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Desde então, a Febem não soube o que fazer. Há dois anos na unidade, tinha tratamento especial. Jurado de morte, vivia em uma sala perto da administração com 2 m por 3 m, com TV, rádio e penteadeira.

PERFIL DO FUGITIVO
ROBERTO APARECIDO CARDOSO, O CHAMPINHA

Champinha, que já teria matado um homem aos 14 anos por causa de uma galinha, falava pouco na unidade. Mas quando o fazia era para perguntar quando estaria livre. Segundo os laudos psiquiátricos, ele sentia raiva por estar preso, mas culpava Liana por sua situação.

Para os médicos, o jovem é imaturo. Só que tem consciência de seus atos.

“É um psicopata perverso, que sofre de desvio de personalidade”, disse a psiquiatra forense Hilda Clotilde Penteado Morana, vice-coordenadora do Departamento de Ética e Psiquiatria da Associação Brasileira de Psiquiatria, há mais de 25 anos na profissão. “Coisa boa ele não vai fazer.

Ele não tem discernimento ético nenhum, mas sim uma enorme crueldade. É preciso prendê-lo o mais rápido possível, pelo bem das pessoas que estão à sua volta.”

CRONOLOGIA

31/10/2003
Escondidos, Liana e Felipe acampam numa área abandonada, entre Embu-Guaçu e Juquitiba

03/11/2003
O casal não volta para casa. Começam as buscas

10/11/2003
Polícia prende três suspeitos, inclusive Champinha – que confessa o crime. No mesmo dia, os corpos de Liana e Felipe são achados

21/07/2006
Os três dos cinco suspeitos são julgados e condenados

23/07/2006
Champinha passa pela sexta avaliação psiquiátrica para saber se fica ou não na Febem

Até a data, os laudos emitidos insistiam que Champinha não tinha desvio de conduta

28/07/2006
O Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp) investiga os laudos emitidos

30/09/2006
Novo laudo da Febem mostra outro quadro clínico. Champinha não pode viver em liberdade

27/10/2006
Definido: Champinha vai para um hospital psiquiátrico

07/11/2006
Ministério Público pede a interdição de Champinha

10/11/2006
Justiça de Embu-Guaçu aceita o pedido de interdição do MPE e decide que Champinha continua na Febem (GRACAS ao irmão dele que fez a coisa certa,agóra que fique preso,e não saia mais,e que apurem quem facilitou a fuga dele.

 
O STF (Supremo Tribunal Federal) amenizou ontem as normas contidas no Estatuto do Desarmamento.

Os ministros declararam inconstitucionais alguns dispositivos do estatuto que impediam a concessão da liberdade por meio do pagamento de fiança para pessoas acusadas de crimes de porte ilegal de arma e disparo de arma de fogo. (LAMENTAVEL descisão,vamos agóra ao salvem- se quem puder)


   

CHAMPINHA O RETRATO PURO DO MAL

 UM  estado inoperante,que não sabe o que fazer com um simples criminoso,leis absurdas,que não decidem, o cara cometeu o crime ainda (menór) e agóra maiór não ha lugar para guardá-lo,pra piorar facilitaram sua fuga,mas gracas a sua familia que soube faer o certo ele volta pra tras das grades,de onde esperamos não saia mais,que este casal possa descancar finalmente em paz,sabendo que seu algóz que lhes tirou a vida,nunca mais veja o sol pelo lado de fora da prisão,que o povo crie vergonha na cara e passe a exigir coisas realmente concretas e não promessas vazias e medidas inuteis dos charlatães de plantão. 


FAST FOOD NA CHINA:

cliquem na imagem e vejam mais destas criaturas que os chineses comem,vc comeria? blaaargg


Abaixo algumas dicas divertidas para o pessoal preocupado em eliminar calorias. Sexo é a maneira mais prática e divertida de perder peso.

Veja quantas calorias se perde em cada embate:

TIRANDO AS ROUPAS
Com o consentimento dela 12 cal
Sem o consentimento dela 187 cal

ABRINDO O SUTIÃ
Com as duas mãos 8 cal
Com uma mão 12 cal
Com uma mão sendo espancado por ela 37 cal
Com a boca 85 cal

COLOCANDO A CAMISINHA
Com ereção 6 cal
Sem ereção cal 30 cal

PRELIMINARES
Tentando encontrar o clitóris 8 cal
Tentando encontrar o ponto G 92 cal
Não ligar a mínima 0 cal

NA HORA DE TRANSAR
Pegar no colo 12 cal
Deitar no solo 8 cal

POSIÇÕES
papai-mamãe 12 cal
69 deitado 8 cal
69 em pé 112 cal
Carrinho de mão 216 cal
Candelabro italiano 912 cal

TENDO UM ORGASMO
Real 112 cal
Falso 315 cal

PÓS ORGASMO
Ficar na cama abraçadinho 18 cal
Pular da cama logo em seguida 36 cal
Explicar para ela porque você pulou da cama 816 cal

CONSEGUINDO A SEGUNDA EREÇÃO
Se você tem de 16 a 19 anos 12 cal
de 20 a 29 36 cal
de 30 a 39 108 cal
de 40 a 49 324 cal
de 50 a 59 972 cal
acima de 60 2916 cal

COLOCANDO A ROUPA
Calmamente 32 cal
Com pressa para se mandar 98 cal
Com o marido dela batendo na porta 1218 cal

 

 

NOTICIAS DO DIA

 O líder do Movimento dos Sem-Terra (MST) José Rainha Júnior reuniu 3 mil assentados da reforma agrária ontem, em Mirante do Paranapanema, para lançar um projeto de biodiesel no Pontal, oeste do Estado. Sob uma lona de circo, montada no Assentamento São Bento, ele anunciou uma parceria inédita com empresas estrangeiras ligadas ao agronegócio para escoar a produção.

De acordo com o líder sem-terra, o plano tem o aval do presidente Lula e prevê aporte de dinheiro público: o governo pagará um salário mínimo por mês a cada família participante e deve bancar ainda a instalação das lavouras, a um custo de R$ 50 milhões em dez anos. Será plantado o pinhão manso, oleaginosa que a Unicamp considera apropriada para ser cultivada na região.

Rainha, que já foi investigado pelo suposto desvio de dinheiro público repassado a uma cooperativa de assentados, garantiu que os recursos serão bem empregados. Ele disse que o salário mínimo mensal será pago durante os três primeiros anos. “É para a família se manter até começar a produção.”

Os assentados, entre eles conhecidos militantes do movimento que lideraram invasões de fazendas na região, fizeram fila para assinar uma lista de adesão ao biodiesel. A região concentra o maior número de famílias assentadas – 6,8 mil – e lidera os conflitos fundiários no Estado. Os sem-terra dividiram o espaço sob a lona com representantes dos governos estadual e federal, além de três deputados e vários prefeitos da região.

Estiveram presentes sindicalistas rurais da Central Única de Trabalhadores (CUT) e dois empresários europeus: João Cardoso, presidente da Torryana Biodiesel, de Portugal, e Palmiro Soriano, presidente de uma associação de produtores da Espanha. Eles manifestaram interesse em participar da construção da fábrica.

Rainha quer que a Federação das Associações dos Assentados e Agricultores Familiares do Oeste Paulista (Fafop), criada para representar os assentados, detenha o controle de 60% da indústria. O líder, que ficou alheio às invasões do “abril vermelho” do MST, elogiou o presidente Lula, mas considerou indispensável o apoio do governador de São Paulo, José Serra (PSDB).

O estudo foi feito por técnicos ligados à Unicamp e apresentado aos Ministérios do Desenvolvimento Agrário, do Trabalho e do Meio Ambiente, Banco do Brasil, Petrobrás e Caixa Econômica Federal – todos mandaram representantes. A idéia é começar com 2,5 hectares por família, devendo chegar a 60 mil hectares em dez anos. Segundo Rainha, as famílias teriam assegurada uma renda média de R$ 1,2 mil por mês. “Queremos vender o óleo, não a baga”, disse.

Apesar das bandeiras do movimento tremulando em mais de 30 mastros, o MST não deu aval para o projeto. Nenhum dirigente compareceu ao evento. “Esse é um projeto do Rainha e da federação, não é do MST”, disse Valmir Rodrigues Chaves, da direção nacional.(OLHA ai,é dinheiro do povo,sera presciso acompanhar isto bem de perto,perto mesmo)

Oficialmente, a loja de motosserras de Geroan não existe. Nem o posto de gasolina ao lado, a oficina de motocicletas ou o supermercado União, um barracão onde as prateleiras cobertas de pó pendem ao peso de dezenas de garrafas de cachaça. Os estabelecimentos ficam ao longo da Trans-Iriri, uma estrada clandestina que penetra centenas de quilômetros numa área da Amazônia chamada Terra do Meio.

Essa rodovia não consta de nenhum mapa rodoviário. Oficialmente, a Trans-Iriri não existe. As estradas ilegais – freqüentemente construídas por madeireiros ilegais – são um dos maiores desafios para o governo brasileiro no combate ao desmatamento. Estima-se que existam mais de 168 mil quilômetros dessas estradas na região amazônica, atravessando áreas protegidas e abrindo caminho para a destruição da maior floresta tropical do mundo.

Com 200 quilômetros, a Trans-Iriri, que segue na direção oeste, através da Terra do Meio e a partir de São Felix do Xingu (PA), é a principal delas.

Autoridades do governo recentemente alardearam um certo sucesso no combate ao desmatamento: entre agosto de 2005 e de 2006, em torno de 13.100 quilômetros quadrados de floresta foram abatidos, 30% menos do que no período anterior, 2004-2005. Porém, apoiados por essa rede de estradas escondidas, os madeireiros continuam a destruir a floresta. No Pará, onde está a Trans-Iriri, imagens de satélite produzidas pelo governo mostram que o corte aumentou 50% desde 2004. São Félix do Xingu é, pelo quinto ano consecutivo, o município campeão de desmatamento, com cerca de 770 quilômetros quadrados de floresta derrubados entre 2005 e 2006.

Cercada pelos Rios Xingu e Iriri, a Terra do Meio – uma área do tamanho da Escócia – está no centro da destruição. Desde a década de 90, as madeireiras foram abrindo impetuosamente a Trans-Iriri, fazendo vias secundárias, as “picadas”, na floresta adentro e gradativamente substituindo a mata por imensas fazendas de gado.

A partir de 2005, as autoridades criaram duas enormes unidades de conservação. Áreas de proteção também foram criadas ao longo da rodovia Trans-Iriri e o Exército foi enviado para patrulhar a região.

“A presença do Exército em 2005 surtiu algum efeito”, diz Marcelo Marquesini, da ONG Greenpeace. “No entanto, dois anos depois, as operações continuaram esporadicamente. Quando os soldados vão embora, as pessoas retornam.”

O ambientalista Tarcísio Feitosa da Silva, que no ano passado recebeu o prêmio Goldman pelo trabalho de proteção da Amazônia, afirma que o mistério que envolve estradas como a Trans-Iriri ajudou a ocultar essa onda persistente de destruição. “Oficialmente, essa estrada não existe. Nunca recebeu permissão do governo”, diz.

Na ausência do Estado, os fazendeiros empregam uma polícia ilegal formada por pistoleiros para “manter essa estrutura de invisibilidade. É por isso que ninguém fala da estrada”, afirma Tarcísio, que já recebeu ameaças de morte por causa do seu trabalho. “E tudo continua como está porque é aqui que estão os maiores fazendeiros.”

A Terra do Meio é uma espécie de zona autônoma, um buraco negro sobre o qual as autoridades exercem pouco controle. Catia Canedo, secretária do Turismo e do Meio Ambiente de São Félix do Xingu, diz, por exemplo, que nunca visitou a estrada, apesar de o início estar a poucos quilômetros de seu gabinete. Sem uma força policial para fazer valer as leis (a agência em São Félix do Xingu foi fechada recentemente) o desmatamento ilegal continua.

Maria Nizan de Souza, que trabalha para um grupo católico que combate o uso de trabalhadores escravos, muitos deles usados na derrubada de árvores, disse ser comum ver as toras saindo da floresta. “Hoje três caminhões repletos de madeira passaram por aqui. Ninguém faz nada – todo mundo está assustado.”

TERRA SEM LEI

Embora os ambientalistas chamem a área de Terra do Meio, os brasileiros pobres que vivem nos pequenos assentamentos existentes ao longo da rodovia, chamam-na diferentemente. “É uma terra sem lei”, diz um morador de Vila Caboclo, que não quis dizer seu nome. O lojista Wantui Selvatico, de 42 anos, afirma que os pistoleiros “são comuns por aqui”. “Não existe nada escondido”, acrescenta, mudando de assunto rapidamente. “Acho que vou parar por aqui.”

Enquanto isso, a rede de estradas ilegais continua sua expansão. De acordo com estudo da ONG Imazon, cerca de 1.900 quilômetros de novas estradas são abertos a cada ano. (E OLHA que tem governador que prometeu cuidar da floresta,mas pelo jeito)

NOTICIAS DO MUNDO:

Irmão assume lugar de noivo bêbado em casamento  (aconteceu na india isso ai,tomara que pelo menos a noiva seja bonita. )

http://noticias.terra.com.br/popular/interna/0,,OI1587811-EI1141,00.html tv a cabo transmite video pornô por engano nos EUA.(teve gente que gostou fala a verdade.)

http://noticias.terra.com.br/popular/interna/0,,OI1587543-EI1141,00.html  (britânica admite ter colocado fezes na comida do merido.(CASAMENTO NA INGLETERRA ta ficando perigoso heim? primeiro que as britânicas são as mais desconfiadas de seus maridos,tão contratando direto servicos de detetives para espioná-los,agóra isso?)


PRA MATAR A SAUDADE RESULTADO DE DNA NO RATINHO:

Ratinho – Teste de DNA

(video completo clica ai meu)ar um toque

DAR UM TOQUE (LEGAL ESTE SITE RSRS)

 

Você conhece alguém que precisa de um toque e você não sabe como dar? Não é fácil avisar uma pessoa sobre seu mau hálito ou um amigo sobre o que a sua namorada anda aprontando, não é mesmo? O site ” dê um toque ” faz isso para você! Basta você selecionar o toque e fornecer o e-mail de quem precisa deste toque.

Para acessar o ” Dê um toque “, clique aqui !   (e o melhor é que vc permanece no anonimato,vai la.)

NOTICIAS DO DIA

da Folha Online

O Ministério Público Federal ofereceu nesta segunda-feira denúncia criminal contra nove pessoas suspeitas de integrar uma quadrilha que vendia vagas em universidades públicas e particulares em todo país –principalmente para cursos de medicina.

A Polícia Federal, na operação Vaga Certa, hoje prendeu sete dos nove suspeitos. Eles responderão pelos crimes de estelionato, falsificação de documentos públicos e formação de quadrilha.

De acordo com a PF, a quadrilha cobrava R$ 25 mil para vagas em instituições particulares e R$ 70 mil por vagas em universidades públicas. Dos suspeitos, dois foram presos no Rio e cinco no Ceará.

A procuradoria já obteve o bloqueio das contas bancárias dos acusados, para assegurar o confisco do produto dos crimes.

De acordo com o delegado que coordenou a operação, Robson Papini Mota, foram presos quatro universitários, entre 21 e 22 anos, que atuavam como "pilotos" –que faziam as provas dos vestibulares e nas transferências no lugar dos candidatos verdadeiros. Eles recebiam R$ 6.000 por cada aprovação.

Os universitários suspeitos Mariza Bandeira de Araújo, Aline Saraiva Martins, Pedro Hugo Bezerra Maia Filho, Francisco do Nascimento Moura Neto, foram presos no Ceará. Um outro estudante, Jairo Pinto da Fonseca, deve se entregar hoje, segundo o delegado.

No Rio de Janeiro, segundo o delegado, foi detido o casal Neide Cedaro, 50, e Anélio Cedaro, 60, suspeitos de serem os responsáveis por ligarem para os candidatos e oferecerem a vaga. O casal também pode responder por sonegação fiscal, já que compraram um apartamento na Tijuca (zona norte) com o dinheiro dos golpes, segundo o delegado.

Segundo Mota, o chefe da quadrilha seria um universitário Olavo Vieira de Macedo, que não foi preso. A mãe do suspeito, Maria de Fátima Vieira de Macedo, 51, comandava o grupo ao lado do filho e também foi presa na manhã de hoje.

Os principais alvos da quadrilha eram cursos e medicina e odontologia de instituições do Rio. Entre as que sofreram fraudes estão quatro –a Gama Filho, a de Valença, a de Petrópolis e a de Parati– cujos vestibulares são elaborados pela Fundação Cesgranrio. Houve problemas também na Universidade Federal Fluminense, de Niterói, e na universidade de Vassouras.

A Cesgranrio informou, por meio de sua assessoria, que tem dificuldades para identificar fraudes desse tipo. Quando há a desconfiança de um documento falso, a instituição registra em ata e faz a checagem após as provas.

De acordo com a instituição, nos exames realizados no final de 2006 e início de 2007 não foram identificadas desconfianças deste tipo.

De acordo com a PF, ao menos 30 alunos foram beneficiados pelas fraudes. Todos devem perder suas vagas. (leia mais clicando ao lado)

As investigações começaram por iniciativa do Ministério Público Federal, com interceptações telefônicas e incluíram quebras de sigilo bancário e fiscal. (MAS tem quadrila pra tudo aqui heim?)


http://noticias.bol.uol.com.br/brasil/2007/04/30/ult95u134799.jhtm bebe recem nascido é enterrado vivo(E ainda não querem o controle de natalidade)

noticias do mundo:

http://noticias.bol.uol.com.br/ciencia/2007/04/30/ult306u16372.jhtm  CASAIS canadenses compram óvulos ilegais pela internet.(BARBARIDADE,isso a net tem de ficar de olho,não perder tempo com inutilidades.)


RETRATOS DO BRASIL:

agradecendo ao blog do jornalista garcia neto pela postagem destas charges que mostram a situacão do pais.