ALEMÃO QUEM É QUEM POR LÁ?

 ALEMÃO quem é quem por lá?

 Moradores andam em favela: escolas reabrem, mas não há aulas: enquanto os bandidos apavoravam ninguem dizia nada ou gritavam para o estado intervir,agóra que mataram alguns supóstsos bandidos,as mesmas vózes gritam abuso,setores da imprensa,moradores etc falam em inocentes executados sumariamente,a policia fala que todos deviam,claro que morador póde mentir a mando dos traficantes não esquecamos isso,mas no tiroteio tb um inocente póde ser atingido,ou o traficante tb executa uma pessoa para jogar a culpa na policia vai saber .POI´S é galera quem vai morar em favela tem de se ligar,o trafivcante promete tudo,protecão apoio,fazado etc,mas num confronto com policia ou rivais ai salve-se quem puder, se tem policial abusando se aproveitando do caos para matar a esmo,então que se apure isso,ou vão ter de colocar uma caM~era escondida em cada unifórme sem o policial saber. 


 noticias do dia: 

Apesar de proibido por lei, adolescentes de 13 a 17 anos não encontram dificuldade para comprar bebida alcoólica. É o que mostra pesquisa da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). O estudo acompanhou jovens, com idades entre 13 e 17 anos, em tentativas de comprar bebidas em uma amostra aleatória de estabelecimentos comerciais nas cidades de Paulínia e Diadema, no Estado de São Paulo. Em mais de 80% dos locais, os adolescentes conseguiram comprar algum tipo de bebida alcoólica.

Foram analisados bares, restaurantes, padarias e supermercados, entre outros tipos de estabelecimentos. Nesses locais, os adolescentes foram orientados a não mentir sobre sua idade quando questionados e a dizer que a bebida era para consumo próprio. Mesmo assim, na maioria dos casos não encontraram resistência. Em Paulínia, região de Campinas, 85,2% dos estabelecimento não criaram nenhum obstáculo à venda. Em Diadema, na Grande São Paulo, a porcentagem foi menor: 82,4%.

No Brasil, a venda de bebidas alcoólicas para menores de 18 anos é proibida pelo artigo 243 do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069/90) e pela Lei das Contravenções Penais, artigo 63. Para o psiquiatra Ronaldo Laranjeira, coordenador do estudo, a facilidade com que a lei foi ignorada revela o sentimento de impunidade dos comerciantes.“Ninguém que vende álcool para menores de idade acredita que será fiscalizado”, diz.

Apesar de a pesquisa ter sido feita em apenas duas cidades, Laranjeira não acredita que existam diferenças em outros lugares. “A lógica da falta de controle (na venda) e a sensação de impunidade são as mesmas”, afirma. Em todos os casos em que os adolescentes não conseguiram comprar as bebidas, os comerciantes questionaram suas idades. Nas duas cidades, no entanto, houve quem questionasse a idade e mesmo assim fizesse a venda.

A adolescente G.N., 16 anos, afirma que nunca teve problemas para comprar bebida. Há pouco mais de um ano, tomou sua primeira cerveja com os amigos em um bar de São Paulo. Nesse período, nunca teve de mostrar sua identidade em nenhum lugar. “Já fiquei bêbada, mas quando vejo que vou passar mal eu paro”, diz. “Nunca dei ‘PT’ (perda total, gíria para embriaguez).” (ESTA lei seca que proibe é para ingles ver,sem falar nas biroscas de favelas, que nenhum fiscal passa nem na pórta.)

De dentro do presídio de segurança máxima de Presidente Bernardes, no Interior, Eduardo Caetano Alves, o Mineiro, administrava, pelo celular, toda a fabricação, distribuição e venda de entorpecentes do Primeiro Comando da Capital (PCC) no Estado de São Paulo. Durante três meses, o Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado (Deic) monitorou as conversas do criminoso com o dono de uma farmácia, que era o fornecedor de substâncias químicas usadas para “refinar” e “batizar” cocaína. Ontem, os policiais detiveram cinco pessoas em São Bernardo do Campo, no ABCD, acusadas de participar do esquema.

Segundo o titular da Delegacia de Roubo a Bancos, subordinada ao Deic, Ruy Ferraz Fontes, atualmente o tráfico de drogas é a principal fonte de receita da facção criminosa. Mineiro é o “torre” (chefe)do PCC, só ficando abaixo da cúpula.

“Vou encaminhar hoje (ontem), o pedido para que a Secretaria de Segurança Pública recomende que Mineiro seja transferido para o Regime Disciplinar Diferenciado (RDD)”, disse Ferraz Fontes. Foram presos o proprietário da farmácia, Eduardo Elias de Meneses, 33 anos; o irmão dele, o farmacêutico Clodoaldo Marcos Elias de Meneses, 34; o funcionário Ademar Felisberto da Silva, 24, e o funcionário Cláudio de Franco, 57. O pai de Eduardo e Marcos, Joseraldo Elias Meneses, 56, foi detido e liberado em seguida.

De acordo com a polícia, o esquema começou há seis meses num campo de futebol de várzea. Pessoas ligadas ao PCC descobriram que Eduardo era proprietário de uma farmácia e fizeram a proposta de comprar as substâncias usadas para refinar (éter e acetona) e “batizar (lidocaína, benzoína e cafeína).

“Ele (Mineiro) ligava da cadeia e falava diretamente com o proprietário da farmácia e perguntava: ‘O que você tem?’ O comerciante respondia ‘hoje tenho lidocaína, éter, acetona…’”, disse Ferraz Fontes.

Uma mulher – que não foi identificada – de confiança da facção criminosa passava na Farmácia São Bernardo, no bairro Ferrazópolis, para pagar em dinheiro e pegar as substâncias químicas. Cada litro de éter custa R$ 24 e era repassado ao PCC por R$ 200. O éter e a acetona são produtos de uso controlado. Na farmácia foram encontrados oito litros de éter.

Tarja preta

Na farmácia também foram encontradas centenas de caixas de remédios controlados (tarja preta). Segundo o delegado, o estabelecimento não tinha autorização para comercializá-los. Além de grande quantidade comprimidos para tratar impotência sexual. “Tinha três frascos do Remicade (distribuído exclusivamente pelo governo para reumatismo), que custa R$ 3,6 mil cada”, disse o delegado. Quando os investigadores chegaram, viram um rapaz que entregava uma carga de medicamento controlado. A Polícia acredita que o éter e os medicamentos eram desviado de hospitais do Rio de Janeiro e São Paulo. (ESTA bandidagem ta fogo heim cade o secretário da baguranca heim?)

Cerca de 200 professores e diretores de escolas públicas de São Paulo realizaram ontem protesto em frente à Secretaria Estadual de Educação, na Praça da República, contra a falta de segurança nas escolas. Os manifestantes também pediram melhores condições de trabalho. O ato, que começou às 14h e durou três horas, aconteceu numa semana em que uma professora teve o dedo decepado por um aluno em São Bernardo e outra foi agredida a socos em Suzano. Há dez dias um aluno de 14 anos colocou fogo no cabelo de uma professora em São José do Rio Preto, no Interior.

Para o presidente da Associação dos Professores do Estado de São Paulo (Apeoesp), Carlos Ramiro, o problema da violência contra o professor tem de ser resolvido com urgência. “É impossível dentro do processo de ensino e aprendizado você ter uma relação dessa”, disse, referindo-se ao episódio da professora de Suzano, que apanhou no corredor da escola.

Durante a manifestação, representantes da categoria foram recebidos por uma comissão da secretaria. Professores entregaram a pauta de reivindicações que incluem melhorias na infra-estrutura das escolas. Isso evitaria, por exemplo, que diretores tenham de cobrar por cópias de provas.

O governo do Estado divulgou ontem balanço sobre agressões contra docentes. Em 2006, 217 professores foram agredidos por alunos – o que corresponde a 0,1% dos 250 mil professores. A secretária de Educação, Maria Lúcia Vasconcelos, disse que os problemas de agressão na rede pública são os mesmos de qualquer outra escola. “Não estou minimizando o problema, mas a sociedade está violenta e acabamos reproduzindo isso.”

Os dados irritaram o presidente da Apeoesp. “O número é bem maior, só que a secretaria faz os cálculos sobre os boletins de ocorrências. E a violência sofrida pelo professor do portão para fora? Não conta?” Ramiro disse que muitos professores, com medo, não denunciam agressões na polícia. Paulo Neves, que é professor de escola pública em São Bernardo, também discordou dos dados divulgados. “É mentira. Só em São Bernardo tivemos 20 professores agredidos desde março. A violência banalizou-se e o governo não está se dando conta da gravidade.”

Os manifestantes também lembraram o caso da diretora da Escola Estadual Maria da Glória Costa e Silva, que foi afastada após ser denunciada por cobrar R$ 1 dos alunos por cópia de prova e voltou ao cargo ontem. “A cobrança não existiria se o Estado fornecesse os recursos”, enfatizou o presidente do Sindicato dos Diretores de Escola do Estado de São Paulo, Luiz Gonzaga. (DESTE jeito a coisa só vai piorando,e tem mais barbáros vindo ai)

Realizada na manhã desta quinta-feira (28/06), no plenário da Câmara Municipal de Camaçari, a 30ª sessão ordinária foi uma das mais polêmicas do primeiro período legislativo. Estavam presentes os vereadores: Luiza Maia, Gil D’Errico, Bispo Jair, Pastora Anita, Pedrinho de Pedrão, Janete Ferreira, João da Galinha, José Matos e Carmem.

A polêmica ocorreu quando a vereadora Janete Ferreira e o vereador José Matos solicitaram uma audiência pública no dia 14/08 para discutir uma saída para o problema dos pontos de prostituição de Camaçari. De acordo com Janete, a ação visa organizar o serviço, uma vez que as casas noturnas são pontos de violência e vem prejudicando a qualidade de vida dos moradores.

Durante seu pronunciamento a vereadora relatou que já havia sugerido ao prefeito a criação de um “putódromo” na cidade; o que causou rebuliço entre os vereadores e o público que assistia à seção. O vereador Pedrinho de Pedrão pediu a palavra, solicitando que a vereadora se desculpasse, uma vez que as mulheres não são “putas” para trabalharem em “putódromo”.

O vereador Gil D’Errico subscreveu o requerimento, corrigindo o vereador José Mattos que se referiu aos pontos de prostituição como centros de lazer noturnos: “O nome é brega mesmo”, disse Gil D”Errico. A realização da audiência pública foi aprovada por unanimidade. (COM ou sem putódromo a coisa vai continuar,relaxa e góza.)

 


ENQUANTO ISSO NO PAIS DA ESCULHAMBACÃO: 





4 comentários em “ALEMÃO QUEM É QUEM POR LÁ?”

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