DICAS DE FILMES E NOVIDADES

DICAS DE FILMES

INTMIDADE REVELADA/SUSPENSE/EUA:UM psiquiatra vai morar num bairro aparentemente tranquilo,mas um de seus vizinhos um dia o vê carregando o que aperenta ser um corpo,ai tem inicio uma investigacão por parte dele e seu amigo,enquanto isso o tal doutor tb espiona o bairro,tem inicio uma série de intrigas,onde nada é o que parece. 

 

olha ai gente mais duas fótos de JOGOS MORTAIS 4,dia 26 de outubro se liga ai.

 

saiu umas fótos do HALLOWEEN,mas vou colocar só esta por ser mais sangrenta,o filme tb é dia 26,junto com jogos mortais. 

clique aqui   e vejam o trailer do novo ALIENS VS PREDADOR-REQUIEM,dia 21 de dezembro a estréia.

 

PIZZA,PIZZA,SERÁ

TA demorando demais este julgamento do mensalão,são acusacões,próvas,indicios,testemunhos,será que vai dar alguma coisa afinal,ou teremos uma pizzaria geral de tudo isso que ta ai? 

NÃO podemos mais acitar este tipo de coisa,está fabrica de corruptos que se instalou,são anos e anos de maracutaia,cambalachos sem fim,o povo não po´de ficar a vida nteira adormecido,esperando algum salvador aperecer,superherói só no gibi.  

 
 

NOTICIAS DO DIA

  28/08/2007 10:05 – publicado por vigilante  [ Alterar ]   [ Excluir ]  

NOTICIAS DO DIA


A comerciante Tereza Milano, de 48 anos, precisou acionar a Patrulha Verde, da Defesa Civil em Sorocaba, ontem à tarde, para controlar o foco de incêndio na área verde ao lado de sua casa, vizinha do campo do Jardim dos Estados Futebol Clube. “O tempo já está seco demais, mas as pessoas não se conscientizam e colocam fogo no mato”, reclama.

A umidade do ar atingiu níveis muito baixos desde o fim de semana. No sábado, às 17h, a estação registrou apenas 10% de umidade relativa, a uma temperatura de 31,2ºC. Nos desertos, a umidade é de 15%. Domingo, das 16h às 17h, Sorocaba teve 11% de umidade atmosférica.

O desabafo de Tereza é exemplo das dificuldades que os sorocabanos estão enfrentando há 32 dias sem chuva, o que favorece o surgimento de cerca de 50 focos de queimadas por dia, segundo a Defesa Civil.

O ontem, de acordo com os dados processados pela estação automática da Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental) o ar da cidade era considerado regular. A qualificação chegou a 73 pontos, pela qual crianças, idosos e pessoas com doenças respiratórias e cardíacas podem apresentar tosse seca e cansaço.

Céu nebuloso não ajuda
Segundo Franco Vilela, do Inmet (Instituto Nacional de Metereologia) a nebulosidade que encobriu o céu da cidade, ontem, pouco contribuiu para melhorar o tempo seco. Apesar da umidade mais baixa ficar em 35%, às 15h, esse índice ainda é preocupante.

Para se ter uma idéia, o ar de Sorocaba ontem estava pior do que o centro de Cubatão, cuja umidade mais baixa foi medida pela Cetesb em 58%, às 13h. De acordo com o metereologista do Inmet, em agosto não choveu em Sorocaba. A última chuva foi em 26 de julho.

A previsão para hoje, segundo Franco, é de tempo encoberto. “A temperatura vai cair um pouco, mas a possibilidade de chuviscos não será suficiente para diminuir os efeitos da estiagem”, explicou.

Tereza Milano, que cuida das netas Gabriela, 10, e Giovana, 4, ambas com bronquite asmática, apela para o bom senso. “os sorocabanos precisam parar de atear fogo em terrenos.”

Ação criminosa gera multas
Em Sorocaba, a lei que proíbe as queimadas (nº 5.847/1999) pune com advertência e multa a partir R$ 3 por metro quadrado da área atingida pelo fogo. O valor dobra no caso de reincidência.

A Prefeitura não divulgou o volume arrecadado com as multas este ano. Segundo a Secom (Secretaria de Comunicação), o boletim da Patrulha Verde ainda não foi finalizado.

No ano passado, nos dois primeiros meses da operação de combate às q ueimadas, em julho e agosto, foram aplicadas 260 multas, que totalizaram uma arrecadação de R$ 54.679,00.

A patrulha é feita em dois pontos estratégicos da cidade. Um dos postos de observação está instalado no quinto andar do Paço Municipal, no Alto da Boa Vista.

O outro fica no edifício localizado no nº 380 da avenida Santos Dumont, na Vila Angélica.

A população pode denunciar as ocorrências pelos telefones 193 (Bombeiros) e 199 (Defesa Civil e GM). (aqueciemnto global é isso,depois ainda falam que ecologia é assunto inutil)

 
O governo no Estado lançou ontem um programa para eliminar a fumaça do cigarro dos ambientes fechados.

O Programa de Promoção de Ambientes Livres do Tabaco vai premiar empresas, edifícios e outros espaços públicos (como bares, restaurantes, lojas e shoppings) que banirem totalmente o fumo de seus recintos. A adesão será voluntária.

O governador José Serra citou pesquisas em que foi constatado que 85% dos fumantes querem largar o vício, mas não conseguem. “Eu creio que a impossibilidade de fumar no lugar de trabalho acaba sendo um fator importante para a contenção do hábito individual”, disse.

Para fazer parte do programa, o estabelecimento terá de seguir as regras previstas na cartilha do Cepalt (Comitê Estadual para Promoção de Ambientes Livres de Tabaco).

Será preciso proibir o fumo em todas as dependências do local, sem exceções, com placas informando sobre a medida, retirar todos os cinzeiros e garantir o cumprimento da política por clientes e funcionários.

Os interessados poderão solicitar o selo diretamente ao comitê. Eles irão preencher um termo de compromisso para implantação de ambientes livres de tabaco.

A Secretaria disponibilizou o telefone (11) 3229-4467 e o e-mail cepalt@ambientesemtabaco.org.br para informações e, inclusive, reclamações de ambientes com o selo que não cumpram a regra do programa.(é isso ai vai fumar em casa vai)

noticias do mundo: Várias pessoas infectadas com o vírus HIV foram enterradas vivas em Papua Nova Guiné por seus próprios familiares, que não dispõem de meios para tratá-los e temem ser contagiados pela doença. Margaret Marabe, responsável por uma organização humanitária, disse que viu ao menos cinco casos(ignorancia pura,e ai nenhum pais vai ajudar? dar informacão para estas pessoas,cadê a bosta do governo?

ok ok,noticias yuk a noticias mais inuteis do mundo:GIOVANNA ANTONELLI,vai numa festa sem alianca de casamento e nem o marido,DEBORA SECCO da presente de 7 mil reais a ROGER,CLÉO PIRES não vai ao domingão do FAUSTÃO e irrita o apresentador. 

agóra perguntooo:(YUK que eu tenho com isso? vai mudar o q no mundo?


alguem de CAMPINAS ,poderia me informar o que é exatamente isso?, AV BARÃO DE ITAPURA ai na cidade,quem soubér por favor infórme aqui)

 

CONGRESSO PAROU (um conto de nejao666)

 GRITARIA  geral,acórdo com barulho degente falando alto nas ruas,vcs viram ta dando na tv? falam as vózes,salto da cama e corro ligar a tv,o que seria? 

ligo e vejo todas as emissoras dsem excessão dando a seguinte noticia:

-O CONGRESSO parou,vejam imagens,todos os politicos congelados,parece um museu de cera,incrivel vejam todos parados no tempo,não piscam não mexem um dedinho nenhum som sai de suas bocas!.

CUSTO acreditar,alias o pais todo,cientistas tentambuscar alguma explicacão,mas enquanto isso comemoracões comecam a pipocar por todo opais,o povo nas ruas comemóra,os politicos pararam,agóra parou a roubalheira,curioamente,o mercado financeiro reage bem a noticia,os trabalahdores comecam a trabalhar com mais felicidade,a produtividade comeca a aumentar,até a bandidagem resolveu dar um tempo,todos bebendo e festejando nas ruas,carnavaius fóra de eóca esquentas as capitais.

OS jornais não mais noticiam falcatruas,maracutais corrupcão em geral,ta tudo mil maravilha,nunca vi o povo tão feliz,até parece que todos ganharam na loteria,a economia crescia como nunca se viu desde 1500.

MAS,um dia acórdo aos gritos,novamente,ligo a tv,alguem aproveitou e queimos o congresso com todos dentro,ledo engano,vejo todos ospoliticos se mexendo novamente,discutindo seus bla bla blas novamente,no plenário,ninguem encontrou explicacão para o fenomeno que aconteceu a eles,sómente sabiamos agóra que tudo voltava como era antes,as primeiras denuncias de corrupcão comecavam a ecoar.

ALEGRIA DE PÓBRE TINHA DURADO POUCO MESMO  (galera,tenho notado que algumas fótos parecem não abrir de jeito nehum por aqui não é? por isso quando vc não conseguir visualizar alguma coisa aqui   vai no meu outro blog    www.nejao666.zip.net   e veja láo mesmo publicado aqui.)   

NOTICIAS DO DIA

De cinco meses a um ano. É o tempo da fila de espera, considerado interminável para quem precisa de consultas com um médico ortopedista na rede municipal de saúde. A demora no atendimento faz com que, em alguns casos, os pacientes enfrentem verdadeiras peregrinações entre as Unidades Básicas de Saúde (UBS) e os hospitais, só para conseguir uma guia de encaminhamento para avaliação de um especialista da área.

Na última semana, o Jornal da Tarde visitou sete UBS da Capital, além de quatro hospitais gerenciados pelo governo municipal , e constatou o drama vivido pelas pessoas que sofrem de problemas ortopédicos e só têm o Sistema Único de Saúde (SUS) como alternativa. A situação mais crítica foi encontrada no Hospital Municipal Campo Limpo, na Zona Sul. Apesar de ser referência para trauma, só oferece ortopedistas às terças e quintas-feiras.

Na terça, no entanto, a informação das atendentes era de que o hospital estava sem nenhum dos profissionais. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, apenas nessa unidade, o déficit de médicos ortopedistas é de 13 profissionais.

Para evitar dizer ‘não’ às pessoas que procuram uma vaga na lista de atendimento dos ortopedistas, a UBS Jardim Peri, Zona Norte, recepcionava os pacientes, até a última quinta-feira, com o seguinte aviso na porta: ‘Não temos ortopedistas.’ Informação que a paciente da unidade Maria Aparecida Barbosa, 38 anos, escuta há cinco meses, tempo que espera por uma consulta para o filho. Vera Lúcia da Gama, 36 anos, aguarda há um ano na fila de espera da mesma unidade a vaga para tratar dores no corpo.

A Secretaria Municipal de Saúde informou que o aviso da Jardim Peri é equivocado e já mandou retirar. Segundo a secretaria, ‘a placa foi colocada por iniciativa da gerência do local e o gestor foi advertido’, já que nenhuma das UBSs possui no quadro clínico ortopedistas e a ‘obrigação da unidade é acolher todo paciente para avaliação do clínico geral e, só depois, se confirmada a necessidade, encaminhá-lo ao especialista’. Nos casos das pacientes citadas, a secretaria informou que não há cadastro do filho de Maria na UBS e que a unidade tentou entrar em contato com Vera, mas o número de telefone não conferia.

A secretária de Saúde, Maria Aparecida Orsini, aponta a forma errada de receber o paciente – caso do Jardim Peri -, como uma das causas dos problemas da ortopedia. ‘Não é um fator isolado e sim uma conjunção deles. Falta de assistência perpetuada há anos, informatização do sistema só realizada agora, aumento excessivo de demanda e falta de médicos.’

Para o presidente da Sociedade Brasileira de Ortopedia (SBO), Marcos Musafir, as péssimas condições de atendimento para quem precisa do especialista na aérea é reflexo das também precárias condições de trabalho. ‘Nos plantões em hospitais públicos, são dois ou três ortopedistas que precisam dar conta de uma demanda diversificada. Nossos levantamentos mostram que 30% da procura em prontos-socorros é relacionada à ortopedia.’ Segundo Musafir, a dificuldade é composta de mais uma agravante: baixos salários. ‘Um plantão em uma clínica particular tem remuneração equivalente a um mês de trabalho no sistema público. Na hora de escolher, a maioria prefere clínicas privadas.’

A concorrência dos salários implica em falta de assistência nos hospitais gratuitos. ‘Sentimos na pele a falta de ortopedista. Fizemos um levantamento apenas no distrito Capela do Socorro, na Zona Sul, e constatamos que no mês de março eram 1.010 pessoas na fila de espera para essa especialidade’, disse o diretor do Movimento Popular de Saúde, Ângelo dos Santos.

Marco Akerman, presidente da Associação Paulista de Saúde Pública, afirmou que a origem da falta de médico nos serviços públicos já aparece nas faculdades de medicina. ‘Durante a formação acadêmica, existe um certo preconceito na formação e especialização em atenção primária. Há um conceito perpetuado há anos de que os médicos que não são bem-sucedidos vão para o postinho de saúde, são de segunda categoria.’

EM NÚMEROS

>7% é o percentual de aumento no número de consultas em ortopedia realizadas nas unidades da Capital entre 2004 e 2006

>1.010 pacientes estavam na fila em março para o atendimento na Zona Sul

>14 horas é o tempo médio de trabalho diário do ortopedista na rede pública, segundo a Sociedade de Ortopedia

>30% dos atendimentos dos prontos-socorros são referentes à área de ortopedia (a cpmf,era justamente para a saúde publica,mas de tantos roubos e falcatruas ela foi parar no bolso de alguns espértinhos,por isso ta o caos na saúde  e ainda querem prorrogá-la

Nas macas espalhadas pelo corredor, os pacientes deveriam permanecer por, no máximo 12 horas. Alguns, no entanto, ficam bem mais do que isso. Às vezes, dias. Entre uma emergência e outra, os atendimentos dos casos de menor complexidade são, muitas vezes, feitos ali mesmo. Superlotado, o pronto-socorro do Hospital das Clínicas (HC) de São Paulo aguarda um processo de ampliação enquanto casos como febre, dores musculares e pequenos machucados, que deveriam ser tratados em hospitais de menor complexidade ou unidades de Assistência Médica Ambulatorial (AMAs), da prefeitura, continuam chegando todos os dias.

Cerca de 650 pacientes são atendidos diariamente no pronto-socorro. Em dias de crise, o número cresce. Já chegou a 900. Crise, aliás, é a primeira impressão de quem passa pela porta, sem desconfiar que 70% daquelas pessoas não deveriam estar ali.

Ao lado das dezenas de macas que se acumulam no corredor, em um balcão improvisado como consultório, uma pessoa é examinada. Enquanto um paciente reclama que já não agüenta ficar ali, um rapaz chega se queixando de dores nas costas e fadiga crônica. O médico ouve os batimentos cardíacos, mede o pulso, pede exames e receita a medicação ali mesmo. Está pronto para o próximo caso. Apanha um prontuário e chama uma das pessoas que aguardam a vez do lado de fora.

PRIMEIRA OPÇÃO

Para muitos pacientes, o HC continua sendo a primeira opção em situações de pequena complexidade, o que foge do perfil do serviço. Parte da situação pode ser explicada pelo desconhecimento da população sobre como funciona a rede. Mas isso não é tudo. A falta de confiança no Sistema Único de Saúde (SUS) e em outros serviços de emergência faz com que o HC sofra as conseqüências do reconhecimento por seu bom atendimento.

Muita gente prefere enfrentar a lotação a ser atendida em outros lugares. "A rede precisa realmente ganhar mais credibilidade com a população", afirma Massayuki Yamamoto, diretor do Instituto Central do hospital. Ele admite que o pronto-socorro vive uma situação crônica, como a de alguns pacientes que esperam em macas nos corredores.

A dona de casa Ana Paula Freitas Pereira, de 26 anos, passou quatro dias internada em pleno corredor, numa maca, com um problema gastrointestinal. Nesse período, sua mãe, Wilma Freitas Pereira, de 50 anos, permaneceu em uma cadeira ao lado. O problema de Ana começou há quatro meses. Desde então, emagreceu 10 quilos e sofreu fortes cólicas provocadas por uma doença até então sem diagnóstico. "Passei por vários médicos em outros hospitais e só me deram soro." Saiu de Embu ( Grande São Paulo) para buscar atendimento no HC. "Não agüentava mais a dor, então resolvemos vir para cá."

Nos quatro dias em que permaneceu no corredor, diz não ter conseguido dormir direito. Mas não reclama. "O atendimento é bom, o problema é que é muito lotado", diz a mãe.

O pronto-socorro do HC recebe pacientes de lugares ainda mais distantes. Ambulâncias com o nome de várias cidades chegam a todo o complexo do HC todos os dias. Yamamoto explica que, quando isso ocorre repetidamente, uma comunicação formal é enviada à Secretaria de Saúde da cidade de origem, como alerta.

A aposentada Aparecida Baessi, de 70 anos, veio sem ambulância mesmo. Na terça-feira, após desmaiar e fraturar um osso da face, foi levada de carro pela filha, Adriane Baessi, de 37 anos, de Tatuí, no interior de São Paulo, para o HC. Antes, procuraram um pronto-socorro de Tatuí, onde um raio X nada acusou. "Não me mostraram nem o exame e disseram que poderíamos ir embora."

AMPLIAÇÃO

Para responder a essa situação de constante excesso de pacientes, o HC prepara mudanças. Casos de urgência de especialidades como otorrinolaringologia e oftalmologia já foram deslocados para o prédio dos ambulatórios, melhorando o fluxo no pronto-socorro que, até o final do ano, começa a ser ampliado.

Com investimento de R$ 1,5 milhão, a obra prevê a ampliação da capacidade de atendimento. Hoje, são 50 leitos – fora 67 reservados nos ambulatórios para pacientes que dão entrada no pronto-socorro. Até o final da reforma, em 2008, mais 34 devem ser incorporados. Os recursos já estão inclusos no orçamento deste ano. Em 2008, também deve começar outro processo de ampliação e reestruturação do pronto-socorro, com a construção de um novo centro para vítimas de traumas. A reforma custará mais R$ 1,4 milhão, pagos pela Fundação Faculdade de Medicina da USP.

O diretor do Instituto Central do hospital explica que essas mudanças darão mais agilidade ao atendimento, mas não podem ser encaradas como a única solução. Uma alternativa é transformar o pronto-socorro do HC em centro de atendimento referenciado, algo que a instituição vem implementando desde 2005 para consultas. Apenas pacientes encaminhados por outras instituições, com o perfil adequado de complexidade, deveriam ser tratados ali. Os demais, deveriam ser atendidos em outros locais, aliviando o HC para emergências.

Para o secretário de Estado da Saúde, Luiz Roberto Barradas Barata, o HC "é vitima de seu próprio sucesso". Segundo ele, o sistema público de saúde passa hoje por um novo desafio. O primeiro era conseguir atender toda a população, o que não acontecia antes da implantação do SUS. O segundo é dar respostas ao usuário com maior rapidez.

Barradas explica que a o governo estadual trabalha em duas frentes para resolver a situação do HC. Uma delas é a ampliação física, a outra é a conscientização das pessoas sobre como utilizar o sistema de saúde.(é a roubalheira e tb as cidades superlotadas de gente que provóca isso)

     Com a panela no fogo, a mulher corre no quintal, olha para cima da ribanceira e grita para a casa vizinha: "Ô Nilza, tô sem alho!" Da janela da cozinha, Nilza estica o braço e lança três ou quatro dentes de alho para salvar o almoço da amiga. Aos 55 anos, Nilza Rosa, nascida de parteira no alto do Morro da Formiga, zona norte do Rio, recorre a essa cena para dizer, categórica, que não quer trocar o "calor humano" da favela pela convivência fria entre vizinhos no "asfalto", a cidade formal lá embaixo. "Sou formiguense, nasci e vou morrer aqui", diz.

Apesar do cotidiano de violência que marca as comunidades carentes no Rio, uma avaliação do Núcleo de Pesquisa das Violências do Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Nupevi-Uerj) apurou que 65,4% dos 660 moradores de favelas entrevistados não querem se mudar do local onde vivem.

Nilza faz parte desse grupo porque sabe que o rotineiro socorro na casa do vizinho não ocorreria num prédio da zona sul do Rio. Ou da Tijuca, o bairro de classe média que fica aos pés do morro onde se criou.

"Sou de uma família de 11 filhos. Quatro das minhas irmãs moram aqui e meus quatro filhos também. Com a família perto, é tudo mais fácil. E aqui no morro todo mundo se ajuda. Se eu ganhasse um apartamento lá em baixo, venderia e continuaria na Formiga. Em prédio no asfalto ninguém se cumprimenta", diz Nilza, entre um aceno e outro para os vizinhos. Ela conta que convenceu o marido, Dejair Santos, que conheceu na Tijuca, a viver no morro. "Ele não sai mais!"

A antropóloga Alba Zaluar, uma das coordenadoras da pesquisa, concorda que as notícias da guerra do crime protagonizada por traficantes, policiais e até milicianos nas favelas podem sugerir que a população seja ávida por se mudar. No entanto, diz, a pesquisa indica que os laços de solidariedade são mais fortes nas favelas e superam os problemas.

"As pessoas são muito ligadas às outras, apesar do tráfico e da polícia. Eles não gostam dessa situação, vivem sob duas tiranias, mas a relação com vizinhos e familiares é de solidariedade", analisa. "As pessoas conversam na porta de casa. No asfalto, prevalece a indiferença. A classe média é mais voltada para seus próprios círculos."

Os questionários da pesquisa foram distribuídos em favelas como o Complexo do Alemão e Mangueira, na zona norte, Rocinha, na zona sul, e Cidade de Deus, na zona oeste. Na comparação com uma pesquisa anterior feita pelo Nupevi entre todos os cariocas, os moradores de favela parecem gostar mais da cidade. Apenas 7% gostariam de deixar o Rio, enquanto entre os cariocas em geral esse porcentual é de 15%.

A pesquisa mostra ainda que as favelas estão mais próximas da infra-estrutura da cidade formal. A rede elétrica legal já chega a 85,5% dos entrevistados. Quase 90% dizem contar com rede de esgoto e 84,5%, com abastecimento de água.

Para Nilza, a velha oposição favela-asfalto nem faz mais sentido, já que ruas foram pavimentadas na Formiga na década de 90 no programa Favela-Bairro. Diz que, não fosse pelo tráfico, seria possível viver no morro como em qualquer lugar. "As casas são melhores e em qualquer uma tem DVD, TV, geladeira. Em qualquer barraquinho tem celular. Mas a TV está estragando os jovens. Ninguém mais almoça junto, não tem mais aquele respeito pelas madrinhas, pelos mais velhos."

Líder comunitário da Rocinha, Carlos Costa discorda do resultado da pesquisa. Para ele, quem respondeu que não quer sair da favela quis, na verdade, dizer que não tem alternativa. "A informalidade e a falta de estrutura incomodam os que começam a sair para estudar e ver outras coisas. Ainda existe um vínculo, mas numa escala menor. Hoje, mesmo na favela, é cada vez mais cada um por si", afirma. "O que incomoda é não poder prever quando um tiroteio vai começar do seu lado. No asfalto também tem a violência, o assalto, o tiro na via expressa, mas a relação com isso muda." (é mas o duro é ter de aguentar as imposicões do tráfico)

http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u323285.shtml  traficante colombiano preso diz que ja tem substituto.(ele disse que não vai acabar nunca,realmente ase não houver empengho de todos não vai mesmo)

http://noticias.bol.uol.com.br/brasil/2007/08/26/ult4469u10197.jhtm  mulher confessa ter matado a própria filha durante culto evangélico.(foi em SP isso ai,mas é cada uma)

noticias do mundo:  http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,,OI1858835-EI8142,00.html  na ALEMANHA sonâmbulo cai do 4 andar e continua dormindo.(incrivel o cara cai e não acorda leiam esta)

NOTICIAS YUK

AS NOTICIAS MAIS INUTEIS DO MUNDO VC LÊ AQUI VEEEEEEEEJAAAAAA:

KARINA BACCHI QUER 100 MIL PARA FAZER O SIMPLE LIFE 2 DA RECÓRD.

GIANECCHINI VAI SÓZINHO A TEATRO NO RJ.

SONIA BRAGA CAI NA FARRA EM SHOW DO EX. 

XUXA CURTE FESTA DA FILHA.

HEBE DEIXA ELIOANA EM SAI JUSTA.

(AGÓRA EU PERGUNTO:   YUK QUE ISSO VAI MUDAR NA MINHA VIDA?

 

NOVIDADES DE FILMES

pronto galera dia 26 de outubro,aqui no BRASIL,JOGOS MORTAIS 4,e no mesmo dia
o remake de HALLOWENN,vai ser uma fim desemanna de terror heim? então aguardem.

olha como são as coisas né? outro dia eu comentava que deveriam lancar um filme docomandos em cão,aquele G.I JOE,ele s combatiam a organização cobra,lembram eles tinham o grio YO JOE,mais ou menos isso,pois é aperece que leram minha mente e vai sair o filme,mas teremos deesperar,pois por enquanto o filme só tem o diretor.

  

Clique aqui. e curta 5 clipes do filme HALLOWEEN,a estréia dia 26 de outubro

  

NOTICIAS DO DIA

 http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u323017.shtml  pela primeira vez,governo acusa militares por mortes durante o regime militar.(mas abrir os arquivos não abre né?) 

Arte TerraConheça os objetos
de desejo e os golpes

noticias yuk ,as noticias mais inuteis do mundo que interessa não sei para quem:

GILESE BUNCHEM vai se casar com astro do futebol americano, playboy de siri vende menos do que a bandeirinha ANA APULA,CAMILA PITANGA lanca moda de brincos exagerados por causa de sua personagem na novela das 9,ALEMÃO diz que siri tem problemas de memória em realacão a sexo

agóra eu pergunto: YUK QUE EU TENHO A VER COM ISSO?


FILME DE TERROR NACIONAL:

alunos da ESTÁCIO DE SÁ no RJ,fizeram um filme de terror,tem até efeitos especiais,feito com baixo orcamento,vejam ai muito bom,e ainda sem recursos como iluminacão maquiagem etc,cliquem ai.


não sai nem a pau:

A NÃO SER QUE O POVO INVADA E BOTE ELE PARA CORRER,ELE NÃO SAI,AINDA MAIS QUE SE LIVROU NO TRIBUNAL DAS ACUSACÕES