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O motoboy M.L. acusa policiais civis do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa), de São Paulo, de tortura. Ele diz que ao ser preso, em 2003, confessou nove assassinatos sob agressões –choques, socos e chutes–, revela reportagem de Mario Cesar Carvalho, publicada na edição desta segunda-feira da Folha de S.Paulo (a íntegra da reportagem está disponível para assinantes do UOL e do jornal).

A polícia nega ter obtido as confissões com prática de tortura. "Essa acusação é absurda. Ele confessou tudo, para chegar pisando duro na cadeia [para mostrar que é perigoso], e depois reviu essa posição, talvez orientado por advogados", disse o delegado José Vinciprova, que chefiava a equipe do DHPP à época.

Também em 2003, o chefe da delegacia de homicídios, Domingos Paula Neto, chegou a dizer que a prisão do motoboy, então com 23 anos, provocara uma queda nos homicídios na zona sul da cidade. O DHPP é considerado uma das delegacias mais eficientes do país.

Cinco das nove acusações de homicídio cometidos em 2002 e 2003 já foram arquivadas por falta de provas. Um dos casos vai a júri em novembro. Dois processos aguardam julgamento de recurso no Tribunal de Justiça. E um não foi concluído, informa a reportagem. (É LEVIANO FALAR EM QUEDA ,POIS MATADOR A TODA HÓRA SURGE UM, SE HOUVE TORTURA,É PRECISO APURAR A FUNDO,E TB O CARA PODE ESTAR MENTINDO,SE APROVEITANDO DO CASO DO MANIACO DE GUARULHOS,ONDE CONFESSOU UM CRIEM ATRIBUIDO A 3 INOCENTES,QUE ESTAVAM PRESOS,QUE TB ACUSAN POLICIAIS DE TORTURA)   

As mulheres reagem mais em brigas de casal. A diferença é que as agressões delas contra os companheiros, mais constantes, são leves, como empurrões e tapas, e as deles, mais graves e violentas. A revelação consta do 1º Levantamento Nacional sobre Padrões de Consumo de Álcool no Brasil, feito pelo médico Marcos Zaleski, a partir de entrevistas com 1.445 pessoas em todo o Brasil.

O estudo, feito com apoio da Unidade de Estudos de Álcool e Outras Drogas (Uniad) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), revelou que 5,7% das entrevistadas admitiram ter batido pelo menos uma vez em seu parceiro nos 12 meses anteriores à entrevista. No caso dos homens, o índice foi de 3,9%. "Foi uma surpresa. Todos imaginavam que o número de homens agressores seria maior que o de mulheres", diz Zaleski.

No total das agressões – que inclui episódios em que a pessoa bateu, apanhou ou houve violência mútua -, a mulher também aparece como mais impetuosa. Elas se envolveram em 14,6% dos casos de Violência entre Parceiros Íntimos (VPI) e eles, em 10,7%.

A questão da bebida é controversa. Mulheres assumiram estar embriagadas em 9,2% das brigas com violência – homens disseram que suas parceiras haviam bebido em 30,8% dos casos. Eles admitiram ter bebido em 38,1% dos episódios de VPI, mas elas rebateram que o parceiro estava embriagado em 44,6% dos casos. Vale destacar que apenas um dos parceiros foi entrevistado por domicílio, ou seja, os números não retratam os dois lados da mesma moeda. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. (TEM MULHER QUE FICA IGUAL HOMEM QUANDO BEBE,É O DIA A DIA,É O TRABALHO,DUPLA JORNADA,MARIDO ,FILHOS.)

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