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uma paralisação de uma hora promovida ontem por médicos plantonistas provocou tumulto nas unidades de Pronto-Atendimento da zona norte e do Parque das Laranjeiras. Apesar de o sindicato da categoria ter comunicado que os casos de urgência seriam atendidos, a maioria dos que procuraram o serviço se revoltou com a falta de atendimento.

“Ele estava chorando de dor. Falaram que iam passar na frente, mas até agora não apareceu médico”, disse a faxineira Cleusa Maria da Cruz, 49, ao lado do marido, o aposentado Dionísio Domingues da Cruz, 67. Vítima de um derrame cerebral, Dionísio estava com as mãos e pés inchados e apontava para as costas, mostrando onde tinha dores.

“Quero levar uma cópia da ficha. É a única prova que vou ter se ela passar mal”, alegou o autônomo Walker Pimentel, 38, à atendente do balcão. Segundo ele, a mãe, que é epiléptica, tinha chegado ao PA da zona norte às 10h. Às 14h30, como não havia sido atendida, a levaria de volta. 

‘Atendimento tem distorção’
O presidente do Sindicato dos Médicos, Antonio Sergio Ismal, diz que apesar de o protesto ter sido motivado pela agressão ao médico Miguel Estaregui, a categoria cobra mais médicos nos PAs e melhores condições de trabalho. Ele avalia que o número de atendimentos feitos por mês nessas unidades, cerca de 60 mil, equivalente a 10% da população, é “uma distorção”.

A Secretaria da Saúde reconheceu que uma parcela considerável dos atendimentos são de baixa complexidade e poderiam ser resolvidos em centros de saúde ou a nível ambulatorial. A meta é ampliar o sistema de acolhimento em 100% das unidades básicas de saúde e depois fazer uma campanha de orientação para uso correto do sistema.

Conforme a pasta, cada unidade atendeu dois casos de urgência no protesto. Na zona norte foram feitas 38 fichas de atendimento clínico e 20 de pediatria. No Laranjeiras, 42 fichas (lá não tem pediatra. (EXISTEM MANEIRAS DE SE PROTESTAR,SEM PREJUDICAR AS PESSOAS,O SINDICATO DA CATEGORIA DEVERAI PRESIONAR POR MAIS SEGURANÇA JUNTO A PREFEITURA,POR CAUSA DE DOIS CASOS TEMOS ESTE DESORDEM NOS PAS,A SAUDE JA TA UM CAOS,MAS PREJUDICAR MAIS AINDA É QUE NÃO DÁBravo)


APRESENTADORES DO CQÇ,BRIGAM DURANTE GRAVAÇÕES.
 

Marcelo Tas, Rafinha Bastos e Marco Luque, âncoras do programa CQC, da Band, se envolveram em uma briga enquanto gravavam novas vinhetas para o programa, em Buenos Aires.

Rafinha se irritou por causa do horário e avançou para cima de Luque, que revidou com um chute. Tas tentou apaziguar

MAS VEM CÁ,NÃO PODIAM GRAVAR AQUI MESMO NO BRASIL  ? OU NÃO TEMOS EQUIPAMENTO,TECONOLOGIA SUFICIENTE ?

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