MORRO DONA MARTA (DIZ AI JORGE QUE TU ACHA ?

"Eu vou te dar o papo reto. Acabei de fumar maconha. O que é que você quer saber?", diz Márcio (nome fictício), morador da comunidade Santa Marta, no Rio de Janeiro, escondendo o bolo de notas de R$ 50 no bolso, tatuagem com nome feminino no braço. "É verdade que aqui não tem mais baile funk?", pergunto. "É. A proibição ainda tá falando. Acabaram com a diversão da comunidade."

É noite na favela, encravada no morro Dona Marta, bairro de Botafogo, zona sul do Rio de Janeiro. Famosa nas páginas de Caco Barcellos, em "Abusado", a comunidade já não é mais o retrato fiel do livro. Há quase um ano, é controlada pela polícia e divulgada como "favela modelo" na chamada política de policiamento de proximidade, da atual gestão. Segundo o governo do Estado, tiroteios, guerra do tráfico, briga entre facções, lá, não existem mais.

  • Daniel Plá/Colaboração

    Com uma das mais belas vistas do Rio de Janeiro, a favela Santa Marta está no morro Dona Marta, encravado na zona sul, em Botafogo; o local já serviu de cenário para um clipe do cantor Michael Jackson, "They don’t care about us", gravado nas ruas da comunidade em 1996

No sábado, por volta das 23h, em outro beco, é quase impossível ver os cinco garotos que encrencam com o flash da câmera fotográfica. "Tá tirando foto de quê? Aqui não pode tirar foto da comunidade não, tira só dos barracos", grita um deles, quase tomando a máquina. Nenhum policial por perto.

Nas ruas estreitas, em certos trechos só transitáveis por causa da lua cheia, tampouco se vê traficantes, como os que fizeram a segurança do cantor Michael Jackson no local que serviu de cenário do clipe "They don’t care about us". Câmeras, hoje, só as de segurança, que monitoram diversos pontos da comunidade. A procura é pelo forró da Toinha, que começaria logo mais em uma das praças. "Não vai ter hoje não, foi proibido. É ordem do novo dono do morro."

  • Rosanne D'Agostino/UOL

    Na entrada da associação de moradores da Santa Marta, a crítica em forma de sátira estampa o cartaz sobre as câmeras de segurança instaladas na comunidade, que monitoram o local 24 horas

  • "Cobaia": polícia instala câmeras no Dona Marta
  • Muro para conter favela gera polêmica no Rio

    O dono a que se referem os adolescentes, que conversam na entrada principal apontando com a cabeça, a contragosto, para cima, é a polícia. Desde dezembro de 2008, no topo do Dona Marta, a UPP (Unidade de Policiamento Pacificadora) dita as regras sob o comando da capitão Pricilla de Oliveira Azevedo, a responsável por manter a desordem do lado de fora.

    A capitão confirma a versão do governo. Não existe mais tráfico no morro. "O que tem é consumo, como existe em qualquer lugar", afirma. Também não tem tiroteio e é possível entrar na favela durante o dia e também à noite. O que ainda há, diz a policial, é o preconceito de entrar. "Quando me perguntam, eu falo: pode ir sozinho que eu garanto."

    Pricilla está na Santa Marta desde a instalação da UPP e, um ano depois, classifica a ocupação de bem sucedida. "Não digo nem que houve uma resistência no começo. Os moradores não sabiam qual era o nosso objetivo. Eles conheciam a polícia só através das operações", diz.

    98% de aprovação?
    Há quem discorde, porém, da presença permanente da polícia. Segundo Pricilla, "são uma pequena parcela, de uns 2%, que não gostam da nossa presença". "Mas essas são aquelas pessoas que foram prejudicadas com a vinda da polícia. Que se beneficiavam direta ou indiretamente com o tráfico. Pelo cidadão de bem, nós sempre somos bem tratados."

    Ocorrências recentes envolvendo conflitos entre moradores e policiais, no entanto, mostram que a paz não reina absoluta no morro. Na Defensoria Pública do Estado, correm quatro denúncias de abuso supostamente praticados por policiais contra moradores. O contrário também ocorre. No dia 8 de novembro, um policial teve a farda rasgada e sofreu arranhões após abordar um adolescente que estaria portando drogas. Dez pessoas foram detidas e levadas à delegacia.

Especial sobre os confrontos no Rio

  • Antonio Scorza/AFP

    Policiais confrontam traficantes durante operação na favela Vila Cruzeiro, no bairro da Penha, no Rio de Janeiro; mais de 40 pessoas morreram nos últimos confrontos em favelas da zona norte, que tiveram início no dia 17 de outubro

  • Rosanne D'Agostino/UOL

    Baile funk, para os moradores da Santa Marta, só fora da favela. "Olha, eu não gosto nem de te falar sobre isso, porque eu tenho a minha opinião, tenho a minha visão e para não criar polêmica", diz a capitão Pricilla, que comanda a UPP (Unidade de Policiamento Pacificadora) na comunidade

  • Leis que favorecem funk entram em vigor no Rio
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  • Baile "mata aula" aliciava adolescentes para tráfico e prostituição na Grande SP, diz polícia

    Os bailes, contudo, foram alvo de ataques após a morte do jornalista Tim Lopes, que desapareceu em 2 de junho de 2002 na Vila Cruzeiro, parte do complexo do Alemão, depois de ser capturado por traficantes ligados a Elias Maluco quando fazia reportagem sobre um baile funk, onde haveria consumo de drogas e sexo explícito.

    MC Leonardo, presidente da Apafunk (Associação dos Profissionais e Amigos do Funk), defende que hoje ainda há muita desinformação e que os bailes, embora impedidos pela polícia em muitas comunidades, não estão proibidos. Ele cita duas leis aprovadas em setembro deste ano – uma que reconhece o estilo como movimento cultural de caráter popular e outra que, na prática, impede o fechamento dos bailes pela polícia no Estado.

    "Nenhuma lei faz mudanças de um dia para o outro. Os bailes que estão na boca-de-fumo, até eu sou contra. Mas o problema não é o baile, é a boca-de-fumo. Então, tem que acabar com ela. A secretaria diz que todo mundo que trabalha com esse ritmo é traficante. O Estado então que crie mecanismos para fazer o baile nas quadras, da favela, respeitando a lei. Acabar com o baile é covardia", critica.

    Leonardo nasceu na Rocinha, uma das maiores favelas do país, e compôs o "Rap das Armas", abertura do filme Tropa de Elite. "Existe violência em todo canto da cidade", diz em sua música. A mesma defesa faz sobre o funk: "Quem diz que o funk é fachada para o tráfico são pessoas totalmente fascistas. Cobrar puritanismo do funk é o mesmo que cobrar isso de um filho abandonado. O governo nunca gastou com baile e agora reclama."

Para especialista, baile funk não é questão da polícia, é problema do Estado

Para o sociólogo e pesquisador de segurança pública, Ignacio Cano, mesmo com arestas a serem corrigidas, já que se trata de um modelo experimental (apenas cinco de mais de 1.000 favelas estão ocupadas), a UPP é a saída para acabar com o tráfico e a criminalidade nas favelas. "É um passo efetivo em contraponto com a política de confrontamento, que resulta a cada dia em mais mortes", afirma. Já sobre as restrições a manifestações culturais, como o baile funk, ele acredita que não se trata de um problema específico da UPP, mas sim, de uma política do Estado que dá esse poder à polícia.
"Baile funk virar questão de
polícia é errado. Isso, porém,
é um problema do Estado, que trata todos como se fossem criminosos. Em outras comunidades, ocorre o mesmo"

O MC diz ainda que a situação no Dona Marta é comum no Rio de Janeiro. "O governo vai vender agora as UPPs. Quero fazer um alerta de que essa é uma transição de poderes nova, inédita. Nunca houve uma intervenção dessa natureza. Mas isso está deixando certos direitos de lado. O Estado já teria que ter destinado espaço para essas atividades culturais."

"A polícia tem que ser avisada, e não dar permissão. A polícia não tem esse poder. Aqui no Rio, parece que não é assim. Às 23h já tem que estar dentro de casa? A favela é feita de jovens, e isso não é bom. Eles querem sair, tomar a sua cerveja, mas não. Criam limites de ir e vir", defende Leonardo. "Direito não se implora, se exige."

Segundo Mário, com a ocupação, não há baile funk, mas outras atividades culturais durante o dia. "A juventude foi podada, quer o baile, porque é a cultura do carioca. Mas tem que funcionar dentro da lei, porque tem vizinho que reclama do barulho. A questão é de organização", avalia.

"Onde tem polícia acontece coisa que nem do tempo da ditadura. Tem policial que chega e fala: ‘Circulando, circulando’. Eu que não vendo droga, não vendo arma, acabo sofrendo. Qual o objetivo da UPP? As pessoas precisam se divertir também. Imagine nesse calor, você ter um toque de recolher?", indigna-se Leonardo.

"As comunidades não podem aceitar a mordaça. Porque para esse poder trancado ali sair depois não demora muito. Que tempo é esse? É de quanto tempo essa transição [da ocupação da polícia]?", questiona o MC, que pede mobilização. "Hoje, a polícia faz o que quer e, se quer saber a minha opinião, eu acho um retrocesso."

Sobre uma possível saída da polícia do Dona Marta, a capitão Pricilla é tácita. "A gente não tem essa possibilidade, não tem fundamento."

Outros tempos
Ainda assim, a presença do Estado é vista na comunidade de cerca de 9.000 moradores nas melhorias, como a construção de casas de alvenaria, a organização dos postes de luz, instalação de rede de esgoto e de abastecimento de água e, principalmente, na organização do correio.

  • Rosanne D'Agostino/UOL

    A chegada da polícia também pode ser vista nas melhorias. As cartas são recebidas na Associação de Moradores, onde estão organizadas por endereço e tipo de correspondência. Enquanto isso, na zona norte do Rio, os carteiros sofrem com a violência de confrontos que, somente em outubro deste ano, terminaram com a morte de mais de 40

Na Santa Marta, as cartas são recebidas na Associação de Moradores, onde estão organizadas por endereço e tipo de correspondência. Enquanto isso, na zona norte do Rio, os carteiros sofrem com a violência de confrontos que, somente em outubro deste ano, terminaram com a morte de mais de 40 pessoas.

A comunidade também ganhou escolinha de caratê, em parceria da Polícia Militar em com a Superintendência de Desporto do Estado (Suderj), cujo objetivo é promover a interação da polícia com a comunidade.

Carlos Gomes de Castro, 54 anos de morro, é filho do homem que construiu a mais antiga casa de madeira, que sobrevive em meio a outras poucas semelhantes que ainda restam no centro do morro. "A gente vai ganhar um apartamento na comunidade e então vão demolir esta, que está ficando perigoso", afirma.

A favela também foi a primeira do Rio de Janeiro a ter implantada uma rede de internet sem fio, que atende toda a comunidade. Segundo o presidente da associação, o maior problema ainda é o da iluminação pública. "É uma demanda urgente, que estamos lutando para que melhore. É um problema que está bem gritante e pode se tornar de segurança pública", diz a capitão Pricilla.

"Isso tudo se deve não só ao trabalho da Polícia Militar, como também ao trabalho da Secretaria de Segurança, Cultura, Educação. Com a presença do poder público, dá para fazer muito mais coisa", afirma a policial. "A Santa Marta não se tornou o melhor lugar do mundo, mas se tornou a melhor comunidade para se viver", diz. ( quem ja  é vagabundo, que não vai nem tentar procurar algo util pra fazer, claro que vai ficar reclamando sempre disso ai, é o vagabundo, que garantia o seu na fesgraça do tráfico e nos cadáveres dos outros .

 
o funk pq não muda sua portura então, eles querem bailes de sexo drógas e letras exaltando o crime, querem diversão,mudem sua postura,façam um funk diferente ai da pra conversra com a policia pra voltar a realizar bailes, mas ordeiros, e sem bandido pra comandar.
 
realmente,a saida da policia sria um incentivo para traficantes voltarem pro DONA MARTA  e impor novamente seu regime de terror.Bravo)


mais uma possivel causa do apagão.
 
 

QUEDA DO RODOANEL DE SP
 

Local onde uma carreta e dois carros foram atingidos por três vigas que caíram do Rodoanel Mário Covas (trecho sul), por volta das 21h de hoje. A estrutura de concreto caiu em cima da pista da Rodovia Régis Bittencourt, sentido Capital.  http://noticias.r7.com/sao-paulo/fotos/queda-das-vigas-do-rodoanel.html  (veja mais fótos no link)

 

No trecho da obra do Rodoanel onde houve a queda de vigas na noite de ontem (13), já foi constatada "intensa movimentação de terra" e "intensa precipitação pluviométrica" neste ano.

A informação foi levantada pelo grupo de acompanhamento e fiscalização do empreendimento ligado à Secretaria de Estado do Meio Ambiente.

Ela consta do último relatório de vistoria ambiental disponibilizado pela pasta especificamente do lote 5 do trecho sul.

As constatações se referem a uma fiscalização realizada ainda no primeiro semestre. Mas, nos últimos dois meses, a própria Dersa (estatal paulista responsável pelo empreendimento), questionada pela Folha sobre impactos ambientais, também citava entre as justificativas a intensidade de chuva.

Esse tipo de situação (temporal em excesso e movimentação de terra) frequentemente é citado por construtoras como fatores no mínimo contribuintes para acidentes em obras.

O exemplo mais emblemático ocorreu na abertura da cratera na estação Pinheiros da Linha 4-Amarela do metrô paulista, em janeiro de 2007.

Mas especialistas costumam citar que ocorrências desse tipo ligadas à natureza dificilmente são suficientes para justificar, sozinhas, acidentes de engenharia. Geralmente há vários fatores contribuintes.

O relatório de vistoria ambiental realizado no final de março também registrou em alguns pontos um "desempenho insatisfatório ou inexistente’ de dispositivos de retenção de sedimentos. Na proximidade da intersecção com a rodovia Régis Bittencourt, local do acidente de ontem, a fiscalização cita a ‘evidência de carreamento de sedimentos".

Exigências ambientais

O foco desse tipo de questionamento do grupo de acompanhamento do trecho sul do Rodoanel é ambiental –para verificar se as exigências ambientais condicionantes do licenciamento da obra estão sendo atendidas.

Por exemplo, devido ao risco de as regiões lindeiras serem afetadas por um escoamento de água ou mesmo por um deslizamento de terra.

Por outro lado, esse tipo de ocorrência pode favorecer algum rompimento em estruturas –embora, não houve nenhum detalhamento do acidente suficiente para apontar se esses fatores podem ou não ter contribuído.

O grupo de acompanhamento ambiental do Rodoanel tem a participação de técnicos do Daia (Departamento de Avaliação de Impacto Ambiental), do DEPRN (Departamento Estadual de Proteção dos Recursos Naturais) e do DUSM (Departamento de Uso do Solo Metropolitano).

Fernando Donasci/Folha Imagem
Vigas de obra do Rodoanel caem e atingem veículos na Régis Bittencourt; três pessoas ficam feridas
Vigas de obra do Rodoanel caem e atingem veículos na Régis Bittencourt; três pessoas ficam feridas

http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/11/14/serra+diz+que+houve+falha+em+obra+do+rodoanel+e+pede+investigacao+9088988.html  SERRA DIZ QUE HOUVE FALHAS. ( diferente de outros casos, as possiveis explicações ou não ja apareçem com rapidez e o governador SERRA TB na rapidez ja procura tirar o seu da reta e promete investigação séria, vejam no link, bem e o povop como sempre na cara de tacho vi engolir mais essa, felizmente não houve vitimas fatais.Pensativo)


O projeto “Carpe Diem”, criado em 19 de junho no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Sorocaba, para dar alternativa de ressocialização a presos que cometeram crimes de baixo potencial ofensivo, deve chegar ao quinto mês sem nenhum registro de reincidência. Dos 85 presos que passaram pelo projeto e ganharam a liberdade nenhum deles voltou à prisão.

A iniciativa da Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) é inédita e deve ser expandida para outras unidades prisionais do Estado de São Paulo. O índice zero de reincidêndia, até agora, é considerado muito satisfatório para o diretor do CDP e autor do projeto, Márcio Coutinho. Segundo ele, a taxa normal de reincidência varia em torno de 20%. Cerca de 11% dos presos que chegam ao CDP praticaram crimes de menor gravidade e entram no sistema carcerário pela primeira vez. Esses crimes são furto, receptação, porte de arma, estelionato e lesão corporal.

Para Coutinho, presos primários e por crimes de baixo potencial ofensivo tem grande probabilidade de não retornar ao crime. O “Carpe Diem” atua nesse sentido. Um alojamento especial foi construído no CDP, com 48 vagas e separado de outras alas do presídio. Fazem parte da parceria a Prefeitura de Sorocaba, Prefeitura de Itu, a Coordenadoria de Reintegração Social e Cidadania (CRSC), Fundação de Amparo ao Preso (Funap) e organizações não-governamentais (ONGs).

Perfil psicológico

O diretor do CDP lembra que os principais problemas que dificultam a ressocialização do preso são o desemprego e a dependência de droga ou álcool. Para ser beneficiado pelo projeto, os selecionados passam por entrevista com psicólogos e seu perfil é avaliado. “São critérios objetivos e subjetivos”, explica Coutinho. Quem é ligado à facção criminosa ou tem psicopatologia não entra.

As parcerias ajudam principalmente no período pós-cárcere, para proteção social do ex-detento. Esse suporte dura em torno de seis meses. O diretor do CDP falou sobre o projeto no Congresso Internacional Psicossocial Jurídico, em Brasília, no mês passado. A psicóloga e diretora técnica do “Carpe Diem”, Márcia do Carmo Oliveira França, deve expô-lo no Congresso de Conduta Criminal, na cidade mexicana de Oaxtepec, no próximo fim de semana.

O CDP de Sorocaba, localizado no bairro Aparecidinha, recebe presos da cidade e da região. Assim como outros presídios, também enfrenta a superlotação. São 624 vagas e atualmente abriga em torno de 1.100 homens. “Carpe Diem” é expressão em latim que significa “aproveite o dia”. ( pois é quanto mais tempo o cara fica na rua cometendo crimes, ai fica mais dificel tentar recuperá-lo e tem tb a não mistura de presos com crimes leves, com presos graves, ex o cara apenas comete um furto e vc o coloca junto com homicida,traficante etc.)


NOVIDADES DE FILMES:

 tres caçadoras (gatinhas),  vagam por um mundo apocaliptico ,pelo deserto  elas caçam baleias de areia, criaturas gigantes e mutáveis , o filme se chama ASSAULT GIRLS, estréia noJAPÃO em 19 de dezembro.  http://www.omelete.com.br/cine/100023435/Veja_trailer__fotos_e_poster_do_novo_filme_do_criador_de_Ghost_in_the_Shell_.aspx

JA NAS LOCADORAS:

JUIZO FINAL/AÇÃO/EUA: um virus mortal ataca a INGLATERRA, forçando o governo a isolar todos os infectados em uma mregião cercada por uma muralha,mas 30 depois a doença reapareçe, e descobrem que que na região isolada há sobreviventes, um grupo de soldados é enviado para achar uma possivel cura, liderados por uma mulher ,eles encontrarão um ambiente de extrema violência ,pois os sobreviventes se tornaram barbáros sanguinários.   

  MORRA OU DIGA SIM/SUSPENSE/CORÉIA DO SUL : uma mistura de a mórte pede carona com cabo do medo, um casal sai de viagem de férias ,mas após atropelar e dar carona a um homem misterioso, a vida do casal vai ser um verdadeiro inférno de sangue, perseguição e medo em cada lugar das estradas,piois deram carona a um psicopata que faz um jogo macabro com suas vitimas. ( o filme não é lançamento, se nunca o alugou por não conheçer,alugue , veja o trailer dele clicando no link     http://www.visualfilmes.com.br/filmes.asp?fil_cod=fc036)


piadas:

O bêbado, no ponto do ônibus, olha pra uma mulher e diz:
– Você é feia hein?
A mulher não diz nada. E o bêbado insiste:
– Nossa, mas você é feia demais!
A mulher finge que não ouve. E o bêbado torna a dizer:
– Puta merda! Você é muito feia!
A mulher não se agüenta e diz:
– E você é um bêbado!
– É, mas amanhã eu melhoro…

Então ele subiu no ônibus. Logo na roleta, cambaleando, ao cobrador diz:
– Se meu pai fosse um gato e minha mãe uma gata, eu seria um gatinho!
E continua:
– Se meu pai fosse um cachorro e minha mãe uma cachorra, ai eu era um
cachorrinho!
E mais:
– Se meu pai fosse um touro e minha mãe uma vaquinha, ai eu seria um
bezerrinho!
O cobrador, nervoso, pergunta:
– E se o seu pai fosse um viado e sua mãe uma puta?
– Ai eu era cobrador de ônibus!

– Hoje eu quero comer um cuuuuuu!
Todos os passageiros olham assustados para ele, que diz:
– Calma gente, eu só quero um.

Já na parte de trás do ônibus, grita de novo.
– Do lado direito todo mundo é corno! Do lado esquerdo todo mundo é viado!
Ao ouvir isto, levanta um negão do lado esquerdo e fala:
– Eu não sou viado !!!
E o bêbado responde:
– Então muda de lado que não gosto de confusão !!!
A partir desse momento os passageiros começaram a xingar o bêbado e ameaçando cobri-lo de porrada.
O motorista, para evitar confusão, freia bruscamente e todos caem.
Um dos passageiros se levanta, pega o bêbado pelo colarinho e pergunta:
– Fala de novo, safado. Quem é corno e quem é viado?
– Agora eu não sei mais. Misturou tudo!

Ele então desce do ônibus, entra em uma igreja, o padre, viu aquele bêbado entrando e resolveu dar o sermão:
– Irmãos, quem não for a favor da bebida que se sente agora!
Todos se sentaram e o Bêbado gritou:
– Oh seu padre, Só nós dois heim!?

Expulso da igreja, entra logo num boteco e já pede:
– Coloca aí dez pinga pra mim.
O dono obedeceu e colocou dez pingas para o bêbado, que bebeu todas.
– Coloca agora cinco pinga!
O dono colocou, o cara bebeu todas e disse:
– Agora coloca só três, viu?
Bebeu as três num gole só, fez aquela careta típica de pingaiada e pediu:
– ZZZZZZ só uma agora! ZZZZZZ só mais uma!
O bêbado bebeu aquela, deu uma cambaleada e concluiu:
– Eu num to enZenZendo.. Quanto menossss eu bebo, mais eu fico tonto!

Antes de ir embora ele pede um maço de cigarros, que traz escrito na lateral: ‘O MINISTERIO DA SAUDE ADVERTE: Cigarro pode causar impotência sexual’. Assustado, gritou pro garçom:
– NÃO. Esse aqui não!!! Me dá aquele que causa câncer.

Ao sair do boteco, todo embriagado, o bêbado andando na rua, toca o interfone de uma casa e pergunta:
– Seu marido taí?
Uma mulher responde:
– Está, quem quer falar com ele?
– Xá pra lá, brigado.
Chega em outra casa e toca o interfone novamente:
– Seu marido taí?
Outra mulher responde:
– Está no banho, quem quer falar..
– Brigaaaaaado, pooooode deixar.
Na outra casa…
– Bom dia, seu marido taí?
– Está… vou chamá-lo…
– Não, não é preciiiiiiso, responde o bêbado.
– Na outra casa:
– Oi, seu marido taí?
A mulher responde:
– Não, mas já deve estar chegando.
O bêbado responde:
– Então, faz favor, olha aqui pra fora e vê se sou eu!!!

Tempos depois consegue lembrar aonde é sua casa com muito custo.
Abre a porta e vai correndo para o banheiro.
Assustado, corre para o quarto e acorda a mulher:
– Ô muié… Essa casa ta mal assombrada!
Eu abri a porta do banheiro e a luz acendeu sozinha.
Depois, fechei a porta e a luz apagou sozinha….
A mulher, puta da vida, grita:
– Filho da puta!!! Você mijou na geladeira de novo!!!

Enxotado de casa pela mulher, que não tava a fim de dormir cheirando bafo de
pinga, vai a um beco, acaba dormindo no chão e tem o relógio roubado. No
dia seguinte, já curado da manguaça, ao andar pela rua, vê um cara usando o
seu relógio, e se aproxima dele dizendo:
– Hei, cara, esse relógio é meu!
– Que seu que nada. Esse relógio eu peguei de um bêbado que eu comi ontem lá no beco.
– Tem razão, não é meu mesmo. Mas que parece, parece!!!

O gerente chama o empregado da área de produção, um negão forte, 1,90 m de altura, 100 kg , recém-admitido e inicia o diálogo:
– Qual é o seu nome?
– ‘Alceu’! responde o empregado.
– Olhe, eu não sei em que espelunca você trabalhou antes, mas aqui nós não chamamos as pessoas pelo seu primeiro nome, porque isso seria muito familiar e levaria à perda de autoridade.
Eu só chamo meus subordinados pelo sobrenome, porque, isso sim, é saber colocá-los em seus devidos lugares. Eu os chamo de Ribeiro, Matos, Souza, Andrade, Teixeira e assim por diante.
E quero que me chame de Mendonça, entendeu?
– Sim senhor, respondeu o negão.
– Agora quero saber qual é o seu nome?
– Meu nome é Alceu Paixão.
– Tá certo, Alceu. Pode ir agora

Preocupada com a quantidade de palavrões que o Joãozinho dizia, a mãe decidiu pedir ajuda ao pastor da igreja.
O pastor deu o seguinte conselho:
– Leve este caderno e anote cada vez que seu filho disser um palavrão.
Ao final de 1 mês, desconte dez centavos, por palavrão, da mesada do menino e os doe para a igreja.
No final do mês, o pastor foi visitar a família e a primeira coisa que fez foi chamar o Joãozinho e conferir o caderno.
Contou os palavrões e disse:
– Meu filho, você proferiu 99 palavrões esse mês!
– Isso é terrível !!!
– Sua mãe vai descontar R$ 9,90 da sua mesada.
– Vamos acertar logo isso – disse o menino.
Sem esconder a irritação Joãozinho tirou uma nota de R$ 10,00 do bolso e a entregou ao pastor.
– Mas eu não tenho R$ 0,10 de troco…
– Então, o senhor vai tomar no cu e fica tudo certo !!!

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