o apocalipse em cidades do norte do pais.

  vejam ai no link, o caos em cidades no norte do BRASIL. 

Em Curralinho (PA), São Sebastião (PA) e Tefé (AM), os milhões de reais que deveriam ir para saúde e educação são desviados.

O Fantástico traz uma reportagem capaz de causar indignação. Ela mostra até que ponto o desvio de dinheiro público deixa populações inteiras sem saúde, sem educação, vivendo em condições sub-humanas. São milhões de reais que o Governo Federal libera para a saúde, a educação, o saneamento em cidades do interior, mas esse dinheiro some, e ninguém sabe direito para onde vai. Veja na reportagem de Eduardo Faustini    http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1650291-15605,00-FANTASTICO+VISITA+CIDADES+COM+CASOS+MAIS+GRAVES+DE+DESVIO+DE+DINHEIRO+PUBLI.html  ( e olha que MANAUS,será uma das capitais para a copa de 2014, mas e depois ? os beneficios irão parao p0vo, ou só meia duzia é que ganha com isso ?)

caso dos estudantes baleados em SP, e os ciclistas atropelados em PORTO ALEGRE.

Ciúme motivou crime da FGV, diz polícia (Reprodução/TV Globo)  Reviravolta no caso dos dois alunos da Fundação Getúlio Vargas (FGV) que foram baleados na última quarta-feira (23) em um bar próximo à faculdade, na Avenida Nove de Julho, no Centro de São Paulo. O estudante Júlio César Grimm Bakri, de 22 anos, morreu no ataque, e Christopher Akio Cha Tominaga, de 23 anos, acabou ferido e continua internado no Hospital das Clínicas. O crime teria sido motivado por ciúmes e vingança, segundo investigações da polícia.

Policiais do 4º Distrito Policial, na Consolação, informaram nesta segunda-feira (28) que o homem que havia sido detido na semana passada por suspeita de envolvimento no crime foi liberado no domingo (27) da carceragem do 77º DP, em Santa Cecília, por falta de provas. A Secretaria da Segurança Pública confirmou que o homem acabou solto.

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A soltura ocorreu momentos após a prisão de outro suspeito. Segundo funcionários do distrito, ele confessou ter participado do atentado aos dois alunos, inocentando o primeiro suspeito. Não há informações de onde ele está preso. Com a prisão do segundo suspeito, a Polícia Civil procura agora por um outro homem, que seria comparsa do rapaz preso no domingo. Esse homem seria irmão dele.

Ainda de acordo com os policiais, que só aceitaram falar sob a condição de anonimato, a motivação para o crime teria sido ciúmes e vingança. As vítimas teriam paquerado a namorada do suspeito detido no domingo. Irritado, o namorado da garota teria saído com ela do bar, que fica na Avenida Nove de Julho, e ido a outro estabelecimento comercial. Lá, teria dito ao irmão que queria se vingar.

Os dois foram de motos, segundo os policiais, para o bar onde estavam os alunos de administração da FGV. Imagens da ação criminosa foram gravadas pelo circuito de câmeras de segurança de um prédio. Elas mostram dois homens chegando numa moto. Ambos estão com capacetes, entram no bar e atiram. Foram cerca de 15 disparos. Depois, a dupla foge. Há correria no local. ( atirando num bar, podendo até matar outras pessoas que nada tnham a ver, isso pq teriam mexido com sua namorada, e moça disse que nem percebeu qu foi mexida. 

que tipo de gente criam hj em dia ? machões que pegam em armas e matam por motivo banais ?

Advogado diz que motorista se defendeu (Agência RBS)  O motorista suspeito de atropelar dezenas de ciclistas, em Porto Alegre, na noite de sexta-feira (25), deve se apresentar a policiais da Delegacia de Delitos de Trânsito nesta segunda-feira (28). Em depoimento, segundo seu advogado, ele irá afirmar que agiu em legítima defesa, para garantir sua integridade física e de seu filho, de 15 anos.

“Ele afirma que os ciclistas quebraram o vidro do seu carro e começaram a chutar o carro, do lado em que estava seu filho, de 15 anos. Ele agiu em legítima defesa, para garantir sua integridade física e de seu filho. Ela achou que seria linchado e saiu para se salvar”, diz ao G1 o advogado Luís Fernando Coimbra Albino.

Segundo o delegado Gilberto Almeida Montenegro, o suspeito não será preso, mas pode responder por tentativa de homicídio. “Queremos ouvir o que ele tem a dizer. Já colhemos o depoimento de ciclistas e agora queremos saber a versão dele sobre os fatos. Caso seja comprovada sua responsabilidade, ele poderá responder por tentativa de homicídio. Mas temos 30 dias para a conclusão do inquérito e ele não será preso hoje porque o prazo do flagrante já se esgotou”, explica Montenegro.

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Nesta segunda-feira, com a expectativa da apresentação do suspeito, a Delegacia de Delitos de Trânsito amanheceu cercada de ciclistas, segundo o delegado. “O advogado me ligou há pouco e eles estão receosos, mas garanti a eles que haverá todo o tipo de proteção”, afirma.

O atropelamento ocorreu na sexta-feira, na esquina das ruas José do Patrocínio e Luiz Afonso, em Porto Alegre. Nove pessoas foram levadas ao Hospital de Pronto Socorro da cidade. Todas foram liberadas sem ferimentos graves, segundo o hospital. O motorista fugiu do local sem prestar socorro. Inconformados, os ciclistas chegaram a fechar a avenida.

Mais de 100 ciclistas participavam do evento promovido pelo movimento Massa Crítica quando um carro entrou no meio do comboio derrubando dezenas de participantes. Para o grupo, que publicou em seu blog vídeos com depoimento dos ciclistas e imagens das bicicletas destruídas, o atropelamento foi considerado um crime e não um acidente. ( basta periciar o carro pra saber se tem as macas da violência que o motorista alega ter sofrido, por isso deu arrancada, mas não precisava ter feito aquilo, saisse do carro com o filho a pé e fosse chamar a  policia, ou nem pensou nisso ou teve medo de ser perseguido e linchado em plena rua ?, vejam um dos video abaixo do caso)

a escrivã nua ta ganhando, machões

V.F., de 29 anos, se diz traumatizada até hoje com a humilhação a qual foi submetida (Foto: Marcelo Mora/G1)A ex-escrivã de 29 anos se diz traumatizada até hoje  (Foto: Marcelo Mora/G1)

Relatório do Ministério Público Estadual revela que uma policial militar chamada por policiais civis para revistar a escrivã suspeita de corrupção em 2009 tentou vistoriá-la no banheiro da delegacia, na companhia de uma guarda-civil metropolitana, sem a presença masculina, mas foi impedida pelo delegado da Corregedoria que comandava a ação.

O documento da Promotoria foi obtido pelo G1. A ex-escrivã, expulsa da corporação, foi despida à força por um delegado da Corregedoria da Polícia Civil e filmada nua pela equipe dele, formada por homens, dentro do 25º Distrito Policial, em Parelheiros, na Zona Sul de São Paulo.

Governo transfere corregedora após vídeo de ex-escrivã despida à força

Em seu depoimento, a policial militar disse que o delegado alegou que ele precisava acompanhar a revista, exigindo que a escrivã se despisse na sua frente. A testemunha afirmou que a suspeita se recusou, dizendo que só iria tirar a roupa para mulheres.

Mas o delegado arrancou a calça e a calcinha da escrivã, que ficou nua na frente da policial militar, de uma guarda-civil metropolitana, de uma mulher e de pelo menos quatro delegados. Em seguida, o delegado da Corregedoria mostrou R$ 200 que disse estar com a escrivã e a prendeu. O dinheiro, segundo a acusação, foi pago à escrivã por um suspeito de porte ilegal de arma para favorecê-lo no inquérito.

A testemunha solicitava ao delegado da Corregedoria para fazer a revista pessoal (…) no banheiro existente no local. Porém, o delegado exigia que ela se desnudasse na frente dele. Referido delegado não deixou que a testemunha realizasse a revista pessoal (…) no banheiro porque ele dizia que, por ser o condutor, precisava acompanhar a diligência. Na sala também estava uma guarda-civil metropolitana para auxiliar na diligência e uma outra mulher. Por fim, (…) se jogou no chão e referido delegado a segurou pelas pernas e arrancou as calças dela, arrancando também a calcinha, permitindo que todos vissem seus pelos pubianos”, disse a policial militar em depoimento ao Grupo de Atuação Especial de Controle Externo da Atividade Policial (Gecep), que instaurou procedimento para apurar eventual crime de abuso de poder e violação de direitos durante a prisão em flagrante da escrivã.

Vídeo na internet
Recentemente, imagens da ação vazaram na internet, causando mal-estar na cúpula da Secretaria da Segurança Pública do estado. Pelo menos dois documentos foram encaminhados ao secretário da Segurança, Antonio Ferreira Pinto, nos últimos dois anos o alertando sobre esse vídeo no qual o delegado despe a escrivã.

São eles o relatório do Gecep, ao qual a equipe de reportagem teve acesso, e que foi enviado em 28 de agosto de 2009 ao secretário Ferreira Pinto; e um ofício da Ordem dos Advogados do Brasil, em São Paulo (OAB-SP), enviando cópia da fita com a ação da Corregedoria a ele em 4 de novembro de 2010.

A assessoria de imprensa da SSP foi procurada para comentar a informação de que o Gecep encaminhou o relatório ao secretário, mas não se pronunciou. A respeito do DVD com cenas da ação policial, a secretaria informou que Ferreira Pinto recebeu o conteúdo com as imagens em 22 de dezembro de 2010, mas não as viu, e enviou as cenas à Corregedoria da Polícia, que já havia investigado e arquivado o caso.

O vazamento do vídeo da Corregedoria foi criticado nesta semana pelo governador Geraldo Alckimn (PSDB), que o classificou como “grave”.

Delegados afastados
Após a divulgação da ação em sites e a reprodução dela nas TVs e jornais, o secretário Ferreira Pinto demonstrou indignação com o arquivamento do inquérito da Corregedoria que apurava suposto abuso de poder praticado pelos delegados que fizeram a prisão da escrivã. Na segunda-feira (21), ele determinou o afastamento dos quatro delegados envolvidos. No dia seguinte, foi a vez de ele transferir a delegada Inês Trefiglio Valente do posto de corregedora-geral. Ela chegou a defender os policiais publicamente, ao dizer que eles agiram com “moderação”.

O secretário também determinou a nova instauração de processo administrativo disciplinar na Corregedoria da Polícia Civil para apurar a responsabilidade dos delegados envolvidos naquela ação de 2009.

A equipe da Corregedoria investigava a escrivã por crime de concussão (quando um servidor exige o pagamento de propina). A mulher respondeu a processo administrativo e foi exonerada da Polícia Civil em outubro de 2010.

Arquivamento
No relatório obtido pelo G1, o Gecep pediu para a Promotoria do Fórum de Parelheiros apurar o suposto abuso policial, mas o promotor designado decidiu arquivar o caso em 23 de setembro de 2009. Também informou que foi instaurado inquérito policial na Corregedoria da Polícia Civil e a apuração na então Promotoria de Justiça da Cidadania (substituída hoje pela Promotoria do Patrimônio Público e Social).

Não há que falar em abuso de autoridade por parte do delegado (…), pois à polícia será sempre permitido relativo arbítrio, certa liberdade de ação (…)”, escreveu o promotor que arquivou o caso.
Sobre as imagens a que assistiu, o promotor escreveu que “o clima existente no local dos fatos ficou bem adverso a atuação destes, aliás, muito idêntico àqueles retratados nos filmes, quando policiais são investigados por outros policiais”.

O promotor ainda escreveu que os delegados “agiram, portanto, estritamente no exercício de suas funções policiais”.

Nesta semana, a Promotoria de Justiça instaurou procedimentos para apurar novamente a denúncia de abuso de autoridade praticado por policiais contra a escrivã a partir das notícias veiculadas na imprensa.

Delegados trocam acusações
O documento também mostra trechos de depoimentos dos delegados que eram investigados pelo Ministério Público, bem como da escrivã e de testemunhas.

O delegado-corregedor apontado como o responsável por tirar a roupa da escrivã sem o consentimento dela foi ouvido e alegou que “a ordem para despir (…) partiu do delegado de polícia divisionário, (…). Disse também que não permitiu que as policiais femininas que estavam no local efetuassem a revista pessoal (…) porque não confiou nelas. Por fim, informou que como era ele quem comandava a operação, deliberou que a revista pessoal (…) fosse feita por ele mesmo”.

O então delegado divisionário negou que ele tenha permitido que a revista da suspeita fosse feita por homens e “afirmou que jamais autorizou ou determinou que a escrivã (…) fosse desnuda por policiais do sexo masculino. Autorizou que a revista fosse realizada dentro dos ditames legais, ou seja, por policiais femininas.”

Vídeo gravado pela Corregedoria foi parar na internet  (Foto: Reprodução)Vídeo gravado pela Corregedoria foi parar na internet
(Foto: Reprodução)

Escrivã
No mesmo relatório, o Gecep informa que escrivã lhe contou que o delegado começou a sorrir quando ela ficou nua. “Algemou a depoente, com as mãos para trás, e jogou a depoente no chão e, sem sequer abrir os botões arrancou a calça da depoente. Nisso o dinheiro caiu no chão. Sem necessidade alguma o delegado abaixou a calcinha da depoente, tendo ela ficado com a intimidade exposta. A depoente viu que o delegado de polícia da Corregedoria sorriu enquanto estava desnuda”, escreveu a promotora.

Em entrevista ao G1 na segunda, a ex-escrivã, que não quis ter o nome divulgado, afirmou que se sente humilhada em dobro com a veiculação do vídeo na internet com a cena dentro da delegacia. “É uma dupla humilhação, no dia e agora”, disse a mulher, que preferiu não comentar a acusação.

O advogado da ex-escrivã tenta reverter sua exoneração da Polícia Civil. O inquérito criminal ainda corre na Justiça. A primeira audiência do caso só deverá ocorrer em maio, conforme seus advogados. “Foi um excesso desnecessário. Ela só não queria passar pelo constrangimento de ficar nua na frente de homens”, disse o advogado Fábio Guedes da Silveira.

Testemunhas
Ainda no mesmo documento, são mostrados trechos dos depoimentos dos delegados suspeitos do abuso e das testemunhas.

Outro depoimento que chama a atenção é do delegado titular do 25º DP, que tentou defender a escrivã e chegou a responder uma sindicância na Corregedoria por atrapalhar a ação do órgão. De acordo com o delegado de Parelheiros, o delegado da Corregedoria “gritava para que (…) tirasse a roupa dela na frente dele; porém, ela dizia que a revista deveria ser feita por uma policial feminina e não por homens. Havia uma policial militar e uma guarda-civil metropolitana femininas no distrito policial no momento dos fatos”.

O G1 não conseguiu localizar os delegados afastados da Corregedoria pelo secretário, os promotores, a policial militar que prestou depoimento e as testemunhas para comentar o assunto. ( agora que a casa caiu , um joga a culpa no outro, sobre de quem partiu a ordem de despir a moça

 o delegado vermelhindo disse que  não confiava nas policiais femininas presentes , ué é cliube do bolinha então, lees confiam em quem afinal, ou é possivel que houvesse realmente um flagrante armado ?

o dinheiro ja teria caido ao chão, sem nescessidade de tirar a clcinha dela, mas mesmo assim arrancaram tb, o delegado teria sorrido ao ver a moça totalmente nua, então se aproveitaram dela.

o principal é saber quem postou o video na net, ninguem se defende, a moça ta ganhando de goleada, ela é culpada, onde esta a pessoa que ela teria beneficiado ?, o documento que ela assinou ao livrar a pessoa  , deve ter assinado algo ué , ela não foi julgada pq ?)

JEAN WYLLYS X CONGRESSO.

Para frear contestação de benefício no Imposto de Renda para casais homossexuais, deputado ameaça questionar falta de prestação de contas por parte das igrejas. Ele diz que crítica a portaria da Fazenda “mascara” homofobia 

Diógenis Santos/Ag. Câmara
“Se os partidos políticos prestam contas, por que igrejas não?”, questiona o deputado

Edson Sardinha e Eduardo Militão

Primeiro gay a se eleger deputado federal defendendo a bandeira dos homossexuais, Jean Wyllys (Psol-RJ) anuncia uma contra-ofensiva à iniciativa de parlamentares evangélicos de tentar derrubar a principal novidade da declaração do Imposto de Renda deste ano: a inclusão de parceiros homossexuais como dependentes para fins de dedução fiscal. O deputado disse que vai discutir esta semana com outras lideranças da Frente Parlamentar Mista pela Cidadania GLBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgênero), ainda em reestruturação, uma maneira de barrar o movimento articulado pelo deputado Ronaldo Fonseca (PR-DF), que considera o benefício ilegal.

Jean Wyllys afirmou ao Congresso em Foco que pretende utilizar o mesmo argumento “legalista” do colega, que é pastor da Assembléia de Deus, para cobrar que as igrejas, que têm imunidade fiscal, passem a prestar contas à sociedade. “Posso recorrer também à legalidade para exigir do ministro da Fazenda que ele explique por que as igrejas não prestam contas à sociedade. Se os partidos políticos prestam, por que igrejas não?”, questionou.

Pastor da Assembléia de Deus, Ronaldo Fonseca tem em mãos desde a quinta-feira passada um parecer técnico elaborado na Câmara (leia a íntegra) que contesta a concessão dos benefícios aos homossexuais, conforme revelou o Congresso em Foco. O deputado do DF estuda recorrer à Justiça e apresentar um projeto de decreto legislativo para sustar os efeitos da portaria da Fazenda que garantiu o benefício aos homossexuais. Ele também cogita chamar à Câmara o ministro Guido Mantega para dar explicações sobre sua portaria.

Apoiado no parecer, o deputado alega que a medida é inconstitucional, viola o artigo 226 da Constituição e precisaria do aval do Congresso para entrar em vigor. Ronaldo busca apoio da Frente Parlamentar Evangélica, que deve se decidir sobre o assunto nos próximos dias. “Na canetada, eu não vou [aceitar], não. Tem de ter o debate”, disse Ronaldo Fonseca na quinta-feira.

“Motivação homofóbica”

“Ele disse que na canetada, não. Eu digo que no grito da falsa legalidade, nós também não vamos aceitar”, respondeu Jean Wyllys. Para o parlamentar, a ofensiva evangélica sobre o assunto tem motivação homofóbica.  “A máscara do discurso deles é da legalidade, mas isso tem uma motivação homofóbica disfarçada”, acusou.

O deputado fluminense ressalta que a portaria que beneficia os homossexuais está amparada em parecer da Procuradoria-Geral da Fazenda, que está ancorado, por sua vez, no artigo 87 da Constituição, que define os poderes de Estado, e também no artigo 5, que diz que “todos são iguais perante a lei” no Brasil. Para ele, a portaria da Fazenda é legal. “O direito é extensivo aos homossexuais. Em nenhum momento, a lei diz que companheiro ou companheira tem de ser heterossexual. Pode ser tanto homossexual ou heterossexual”, afirmou o deputado.

Jean Wyllys diz que vai tratar do assunto na terça-feira em reunião com a deputada Manuela D’Ávila (PCdoB-RS) e na quarta, com a senadora Marta Suplicy (PT-SP), responsáveis pela reativação da frente parlamentar que defende os direitos dos homossexuais. O deputado também rebate o argumento utilizado por Ronaldo Fonseca, sustentado no parecer da Câmara, de que o governo está abrindo precedente a outras categorias ao atender às reivindicações dos homossexuais.

Impacto

Ele conta ainda que pediu um estudo à sua assessoria técnica para levantar de quanto será a renúncia fiscal com a dedução do Imposto de Renda por parceiros do mesmo sexo. “O impacto será muito pequeno. A Receita só vai aceitar a inclusão como dependente de casais reconhecidos pela Justiça, que ainda são muito poucos no Brasil”, afirmou.

O deputado diz que não pretende tratar a bancada evangélica como “inimiga”, mas cobra respeito dos parlamentares religiosos à causa dos direitos humanos e civis e à tolerância de credo. “A liberdade religiosa deles, em geral, só vale para um lado, não pensam em termos de pluralidade. Eles vêm sempre agindo nisso. Com minha presença e por estar trabalhando na frente parlamentar, isso acirra mais os ânimos. Não sou inimigo, nosso espaço é do diálogo. Se eles tiverem projeto de interesse coletivo, vou defender. Mas eles têm de se abrir ao diálogo, e não ficarem presos a dogmas”, declarou.

A nota da Consultoria da Câmara ressalta que o artigo 226 diz que apenas “é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher”. Afirma ainda que a Lei de Responsabilidade Fiscal obriga toda concessão de benefícios fiscais, como a dedução de imposto para os gays, lésbicas e transexuais vir acompanhada de impacto orçamentário e fonte de compensação da receita a ser perdida. De acordo com o estudo, isso não aconteceu.

Nota técnica

A nota alega ainda que a concessão desse benefício aos homossexuais abrirá brecha para outros segmentos da sociedade exigirem novas isenções de imposto. O texto cita como exemplo os irmãos solteiros que moram juntos; os filhos  solteiros que permanecem morando com os pais, às vezes adotando filhos; e as pessoas celibatárias que vivem juntas fraternalmente.

A consultoria da Câmara entende que o governo federal foi descuidado ao tentar encaixar os gays nas hipóteses de dedução de imposto. Em nota enviada ao site, a Procuradoria da Fazenda diz ter “plena convicção da constitucionalidade e legalidade de seu parecer”, que embasou a decisão do ministro Guido Mantega. (todos os homossexuais pagam imp0stos, mesmo sendo uma latinha de cerveja, caixa de fosforo etc, portanto tem direitos a dedução, inclusão do parceiro em impostos como dependentes,enfim todos os direitos, união civil com os mesmos direitos dos casais heteros.

PQ AS IGREJAS TEM DE SER LIVRES DE IMPOSTOS HEIM ?

menina que ficou 20 minutos embaixo d agua, morre no RJ.

Morre criança que caiu em rio após acidente (Reprodução / TV Globo)   A criança de 1 anos e 2 meses, que caiu em um rio após acidente de carro no Recreio do Bandeirantes, Zona Oeste do Rio, morreu às 20h30

desta sexta-feira (25). A informação foi confirmada pela Secretaria municipal de Saúde. A causa da morte só será revelada após laudo do Instituto Médico Legal (IML).

O acidente ocorreu na quinta-feira (24). O bebê estava internado em estado gravíssimo no Hospital municipal Miguel Couto, na Gávea, Zona Sul.

No acidente, a criança ficou submersa durante 20 minutos e foi resgatada pelos bombeiros com vida. A família ainda não divulgou o local do enterro.

Motorista indiciado
Segundo a Polícia Civil, o motorista do carro foi indiciado por lesão corporal de trânsito com agravamento. Agentes da 42ª DP (Recreio dos Bandeirantes) informaram que o motorista dirige há 8 anos com a carteira de habilitação vencida.

Na delegacia, o motorista contou que, ao fazer uma ultrapassagem, foi surpreendido por outro carro. Para evitar um acidente, ele teria desviado e acabou perdendo a direção, e caído no rio. Além da menina, outras três pessoas estavam dentro do carro no momento do acidente.
O cabo do Corpo de Bombeiros Luiz Carlos Peixoto Castellar, de 33 anos, que fez o resgate da menina, disse que foi emocionante: “Foi o resgate mais importante que já fiz”, disse.

Resgate emocionante

Em 13 anos de corporação e com a experiência de 12 anos como mergulhador, o cabo Castellar contou que é raro uma vítima sobreviver nas condições em que a menina foi resgatada.   http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2011/02/morre-crianca-que-caiu-em-rio-apos-acidente-diz-secretaria-de-saude.html   ( agora  o bicho vai pegar  ainda mais , tb com midia encima , mas 8 anos sem carteira ? e dirigindo bebum  ? segundo dizem)

mulher volta a viver com ex marido que tentou matá-la

    A mulher – cujo marido tentou matá-la no dia 2 de janeiro – voltou a viver com ele. Marcelo Batista Cardoso, de 37 anos, e Simone Rosiris Assis, 31, moravam em Peruíbe, no litoral sul, onde ele foi preso nesta segunda-feira (21) de manhã. Havia mandado de prisão temporária contra ele, pedido pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Sorocaba. Marcelo é acusado de tentar matar Simone e também a sogra Maria de Lourdes de Assis, 67.

Simone ficou internada por vários dias, por causa de um coágulo na cabeça devido às pancadas. Maria de Lourdes foi espancada e, ao se proteger de Marcelo, que estava armado com faca, sofreu cortes nas mãos. Ela também fraturou uma costela. Marcelo teria tentado atropelar a sogra com um Kadett. O crime aconteceu no Largo Francisco Eufrásio, Vila Hortênsia, e foi noticiado em jornais e sites.
Uma reportagem, com a fotografia de Marcelo, ajudou na prisão, de acordo com a delegada Ana Luiza Salomone, da DDM. Um morador de Itanhaém enviou uma carta com cópia da reportagem para a delegacia da cidade, indicando que Marcelo estaria escondido em Peruíbe, município vizinho.

Policiais de Itanhaém repassaram a denúncia para a DDM e a delegada entrou em contato com o delegado de Peruíbe, Francisco Wenceslau. Ana Luiza informou sobre o crime e investigadores cumpriram o mandado de prisão. Marcelo tentou fugir pelos fundos da casa, que foi cercada. Simone estava com ele e segundo a delegada tentou impedir que os policiais o levassem preso. Parentes de Simone não saberiam que ela tinha voltado a viver com Marcelo. ( o video abaixo combina perfeito com esta situação)

 
 

policial da calça arrancada a força da entrevista ao r7

  http://noticias.r7.com/sao-paulo/noticias/-me-senti-violada-um-lixo-diz-escriva-que-foi-obrigada-a-ficar-nua-em-revista-policial-20110223.html

RANKING/ ESTADO /REMUNERAÇÃO INICIAL
1º DF R$ 12.992,70
2º MT R$ 10.013,80
3º AP R$ 9.720,00
4º PR R$ 9.599,63
5º RN R$ 9.185,00
6º GO R$ 8.748,00
7º RR R$ 8.500,00
8º MA R$ 7.481,46
9º TO R$ 7.250,03
10º PI R$ 7.141,50
11º MS R$ 7.014,72
12º RJ R$ 6.895,00
13º CE R$ 6.738,85
14º RO R$ 6.729,31
15º AM R$ 6.400,00
16º SE R$ 6.393,00
17º ES R$ 6.328,60
18º AC R$ 6.196,40
19º PE R$ 5.805,80
20º PA R$ 5.755,55
21º RS R$ 5.721,00
22º BA R$ 5.222,00
23º PB R$ 5.072,54
24º AL R$ 5.050,00
25º SC R$ 4.842,58
26º SP R$ 4.746,12
27º MG R$ 4.519,42  ( veja ai quanto ganha o delegado de SP, por permitir que acontecesse isso ai com a escrivã, vc paga 4.746,12 para que uma periquita de mulher fosse filmada e ainda exposta na net, agora quero ver achar o FDP que fez isso, tudo bem que a mulher é culpada pela corrupção, ainda esta respondendo por isso, é culpada afinal ? não sei, se ela bobear é capaz de aprontarem com ela , depois que tudo veio a tona.