mulher de 14 anos é encontrada morta em motel de SP

A garota estava acompanhada de um jovem de 19 anos, com quem mantinha um relacionamento. Os dois teriam consumido drogas no local. estupro de vulnerável 14 anos kkkkkkkkkkkkk.)

http://www.band.com.br/primeirojornal/videos.asp?v=2c9f94b6351b466b013533627d051691&pg=1

policia desmonta o que poderia vir a ser uma cracolândia em SOROCABA

No momento da abordagem 14 pessoas estavam na casa, inclusive uma adolescente, de 17 anos, e o filho, com pouco menos de um ano de vida -Por: Emidio Marques
Mais fotos…  ( veja ai mais fotos do local)


O imóvel da rua Padre Madureira, no Além-Ponte – que foi alvo de críticas por parte de moradores e comerciantes da região porque estaria se tornando numa “cracolândia” – foi desocupado e interditado na tarde de ontem, numa operação conjunta entre as polícias Civil e Militar, Guarda Civil Municipal (GCM) e Prefeitura Municipal, representada por agentes das secretarias da Cidadania (Secid), da Saúde (SES), Segurança Comunitária (Sesco) e do Conselho Tutelar. O descontentamento dos reclamantes pela presença de estranhos e usuários de drogas no local foi divulgado com exclusividade pelo jornal Cruzeiro do Sul. No momento da abordagem havia 14 pessoas – entre as quais um bebê de 11 meses e um menino de 11 anos de idade – vivendo em condições precárias, inclusive de higiene. Ontem mesmo a Prefeitura realizou a lacração do imóvel por meio de tapumes. O proprietário e o inquilino da área também foram notificados a manter a segurança do local.

A chegada dos policiais e dos agentes municipais surpreendeu a todos que lá estavam. A ação integrada resultou no encaminhamento das pessoas e dos animais que lá viviam. Duas famílias, além de uma moça natural do Ceará e um rapaz da Bahia, foram removidos para o Centro de Referência em Assistência Social (Creas). Três mulheres naturais do Paraná, que se prostituíam, foram para uma pensão. Já um homem, de Salto de Pirapora, resolveu voltar para sua cidade de origem, onde tem casa e família. As duas crianças, cada uma de uma família, foram encaminhadas para o Conselho Tutelar. Os cães, um macho e a fêmea “Vilma”, com seus oito filhotes, foram levados para o canil municipal.
Apesar da denúncia sobre “cracolândia” feita pela sociedade civil, por meio de moradores da rua Padre Madureira, Vila Arruda, Árvore Grande, Vila Haro, Além-Ponte e Jardim Pelegrino, no local não foi encontrado indício de tráfico, mas sim de uso de drogas: foram apreendidos seis cachimbos para utilização de crack e uma pequena porção de maconha.

Os setores de fiscalização de imóveis e da vigilância sanitária emitiram notificações ao proprietário e inquilino da área, visando o comprometimento de manter o terreno em condições seguras. O proprietário já havia sido notificado no último dia 24 e um processo sobre a situação reclamada foi instaurado em setembro do ano passado. Ontem, o inquilino – que enviou ao local uma representante que não quis falar com a imprensa – foi notificado novamente.

Para o subcomandante da GCM, Benedito Zanin, o problema constatado era mais social que policial, destacando que algumas daquelas pessoas “já são conhecidos moradores de rua que aproveitam essas oportunidades para invadir”. O capitão Ubiratã Marques da Silva, comandante da 4ª Companhia da Polícia Militar, disse que a operação foi “uma resposta dos órgãos competentes para melhorar não só as condições dos comerciantes e moradores que estavam incomodados com a situação, mas também dos próprios invasores”.

Dramas sociais 
O cheiro forte de sujeira e os poucos móveis em situação lastimável de conservação sinalizavam a precariedade à que todas as pessoas que moravam no imóvel vinham se sujeitando, ou por não terem para onde ir, ou porque já se acostumaram a viver assim. Um dos casos mais alarmantes foi o da jovem de 17 anos com o filho de apenas 11 meses. Ela contou residir no Jardim Novo Eldorado e que só havia ido até o local atrás da mãe, prostituta, a fim de conseguir dinheiro para comprar um botijão de gás. Mas a versão não convenceu as autoridades e ela, a criança, a mãe e um irmão de 18 anos, que admitiu viver ali, foram para o Creas.

Mirian Alves de Andrade, 39 anos, veio de Itapeva com a família (um filho de 11 anos, o marido e uma sobrinha) há pouco mais de um mês, em busca de trabalho. Porém só ela conseguiu emprego num hipermercado, mas foi demitida após voltar de viagem à cidade de origem, onde havia passado o Natal. Sem dinheiro para continuar pagando uma pensão a R$ 50 por dia, a família invadiu o local há 14 dias. Questionada se não temia pela presença de pessoas estranhas, ela respondeu que sim, mas que era a única solução para se abrigar.

Alexandre Aparecido Izidora, 37 anos, de Salto de Pirapora, diz que preferia viver em Sorocaba, não importa de que forma. Para se manter, “olhava os carros na frente do Banco do Brasil”, ganhando entre R$ 30 e R$ 40 por dia. Como quem carrega toda a vida em apenas uma sacola, Alexandre abandonou o local sem reclamar, apenas lamentando o fato de ter que voltar para sua cidade natal.( não adianta gente tem de se fazer algo, pra que ele não cresça,. depois o dono quer retomar o imovel e ai pra tirar esta gente ia ser um problemão  , ah mas tiraram a moça com o filho de 1 ano.
 ah quem mandou arrumar pra cabeça, cadê o pai da criança ?  pois é cada um que se ajeite, pq do jeito que tava não dava não, se não fosse o problema das drogas não tinha acontecido isso ai tão cedo.)

policia apreende de menores em baile funk em SP (de menores, ah tá)

SP: polícia detém 42 menores em baile funk

A polícia deteve 42 menores na madrugada de segunda-feira (30), na Estrada M´Boi Mirim, no Jardim Ângela, na zona de sul de São Paulo, durante baile funk. 

Segundo a polícia, a chegada dos agentes fez com que muitos jogassem no chão o que tinham em bolsos e mochilas, o que dificultou a identificação de traficantes. 

De acordo com o subprefeito, Beto Mendes, o local ainda tinha um lugar, debaixo do palco e envolto por plástico preto, em que as pessoas consumiam drogas e faziam sexo. Lá foram encontrados pinos de cocaína e preservativos.  

Esta é a segunda operação na área. A primeira aconteceu na semana passada, no Jardim São Luiz. Segundo a polícia, a operação “Pancadão” deve continuar. Os menores foram encaminhados ao 100º Distrito Policial e, depois, ao Conselho Tutela ( de menor o cacete, bebem, se drogam, fazem sexo , e é menor, fala serio, vejam o video ai e falem se é de menor isso ai  http://noticias.r7.com/sao-paulo/noticias/policia-prende-42-menores-em-baile-funk-na-zona-sul-de-sao-paulo-20120130.html     )

cracolândia começa a se formar em SOROCABA

Estranhos e sobretudo usuários de drogas transformaram uma área comercial da rua Padre Madureira, no Além-Ponte, na “cracolândia” de Sorocaba. A afirmação é dos comerciantes e moradores daquela região, que com medo de terem seus nomes identificados por conta de represálias dos marginais, preferiram recorrer ao Cruzeiro do Sul por meio de uma carta assinada pela Sociedade Civil, representando toda comunidade da rua Padre Madureira, Vila Arruda, Árvore Grande, Vila Haro, Além-Ponte, e Jardim Pelegrino. Entretanto, de um modo bastante consciente, os reclamantes têm como objetivo chamar a atenção das autoridades competentes visando o encaminhamento dessas pessoas para tratamentos e reinserção social.
A área citada fica no numeral 68, e sua última função comercial foi a de estacionamento de uma igreja evangélica cujo acesso dos fiéis se dá pela rua Cruz e Souza. Mas desde que o contrato de aluguel foi encerrado, o espaço passou a ser ocupado por dependentes químicos e prostitutas, e segundo comerciantes, até mesmo crianças recém-nascidas já teriam sido vistas no local, demonstrando assim a necessidade de uma intervenção também no âmbito social. A comunidade representada na carta enviada à redação, cita que “no quadrilátero que envolve o referido imóvel localizam-se duas grandes concessionárias de veículos, três bancos, três lojas de pneus, um supermercado, uma cooperativa de consumo, três lojas de roupas, e vários outros comércios, além de moradias residenciais”
.Outras informações, tais como que a situação é de conhecimento das autoridades policiais, foram confirmadas por alguns dos comerciantes que aceitaram conversar com a reportagem, mas desde que suas fisionomias e seus nomes não fossem revelados. Segundo eles, o problema iniciado há menos de um ano, há dez meses aproximadamente, já resultou em ação policial no local. Porém, nada adiantou, pois em menos de quinze dias depois outras pessoas voltaram a habitar a área. Mas eles atentam que o problema não se limita à esfera policial, mas sim à social, entendendo que se tratam de pessoas miseráveis e doentes.De acordo com um comerciante, viciados e prostitutas dividem o mesmo espaço. “As garotas são vistas conversando com supostos clientes entre a rua Padre Madureira e a avenida São Paulo, e em seguida entram no imóvel. O problema é que, normalmente todos são dependentes químicos, só que ao contrário das mulheres que vendem o corpo para conseguir dinheiro e manter o vício, os homens partem mais para o furto”, relatou esse comerciante. Comentários sobre furtos não são raros, sejam em bares, residências, sendo que nem mesmo a igreja evangélica teria escapado da ação dos “nóias” (gíria utilizada para se referir aos usuários de entorpecentes).

Outro comerciante e um morador ouvidos pela reportagem, disseram que a “cracolandiazinha” (no diminutivo por não se comparar com a de São Paulo), é ocupada por todo tipo de gente, independente de sexo e idade, mas que o movimento aumenta sempre ao cair da tarde e principalmente a noite, já em torno das 22h. 

Em aproximadamente uma hora que ficou na rua Padre Madureira na quarta-feira ouvindo os relatos de alguns comerciantes e moradores, a reportagem constatou a existência de uma família, constituída por um casal e um menino, morando no local. Viu também quando um rapaz, citado como “nóia”, veio da rua João Ferreira da Silva e entrou no referido endereço que tem sido motivo de grande preocupação. Ainda segundo as pessoas que moram ou trabalham naquela região, no começo deste ano até fogo foi colocado no lugar, precisando chamar o Corpo de Bombeiros. Segundo consta, a polícia teria feito uma revista no local e retirado os invasores, e alguns destes, por bronca, teriam ateado fogo em alguns objetos nos fundos do terreno. O fogo foi pequeno, mas caso se alastrasse levaria risco aos imóveis vizinhos, que são antigos.

A empresa proprietária da área informou ontem que o imóvel já foi alugado, devendo em breve receber algum tipo de melhorias pelo locatário, não citando porém enquanto tempo isso deverá ocorrer.

Fotos comprovam invasão

As fotos feitas quinta-feira à noite comprovam que o imóvel é ocupado por diversas pessoas, havendo ao menos uma criança em torno de 12 anos de idade. Com base nas fotos pudemos conferir a existência de cinco pessoas no local, sendo uma mulher morena que vestia blusa rosa, outra morena com roupa preta de alças, um menino, um homem de cabelos grisalhos e outro que usava um boné branco.

Ainda segundo as fotos, pode-se afirmar que as pessoas estão morando no lugar, tendo em vista a existência de vassouras – numa das fotos a mulher de rosa aparece varrendo a frente de uma das edículas -, e roupas no varal. A porta aberta de uma edícula que fica mais para os fundos do terreno também é indicativo de pessoas ocupando aquele espaço. Além disso, um enfeite natalino mantido até agora no portão frontal do imóvel, confirma também a presença de pessoas.

Polícia alega que faz blitze

O capitão Ubiratã Marques da Silva, comandante da 4ª Companhia da Polícia Militar (unidade responsável pelo policiamento nos bairros da região da rua Padre Madureira), lembrou que já são feitas operações de abordagem no local que gerou as reclamações de moradores e comerciantes. Na noite da última sexta-feira, ao tomar conhecimento pela reportagem da carta dos moradores e comerciantes, ele também determinou a realização de operação de abordagem policial na região da rua Padre Madureira. 

Ubiratã acrescentou, no entanto, que este não é só um problema de polícia: “É um problema social que deve ser visto por várias outras situações.” Explicou que a polícia faz a abordagem, verifica se não há prática de ordem criminal e, na quando não encontra problema, mesmo assim as dificuldades relatadas pelos moradores e comerciantes continuam e por isso existe a necessidade da presença de outros setores competentes para atendimento ao caso.

Ele disse ter ficado surpreso com a atitude de pessoas que primeiramente procuram a imprensa quando, no seu entender, deveriam ir até às autoridades competentes para pedir solução para tais problemas. “A população deveria ter um contato com a gente (Polícia Militar)”, disse. ( fica dificil mesmo confiar em policia, já que primeira emnte, um boletim de ocorrência demora, a policia não vai ficar toda hora indo la, e nem tem efetivo pra fazer patrulhamento direto , afinal SOROCABA não para de crescer, a PM não cobre tudo, então o jornal é mais importante pra denunciar.

aquilo lá vai crescendo sem controle e ai ? , terão de fazer igual em SP um dia ? ai os viciados irã se espalhar em outras areas ? pra começar , quem é o dono do imovel ? retoma, vende, faz algo, por enquanto da pra sufocar quem ta lá e forçar a saida deles , mas tem de agir logo, não deixa aquilo crescer demais.

conheça a origem de VAL MARCHIORI

Lúcio Flávio Moura/UOL 

O cenário onde a empresária Valdirene Aparecida Marchiori nasceu – graças ao trabalho de uma parteira – e viveu até a adolescência permanece intacto mesmo depois de quase quatro décadas. Uma pequena casa de madeira construída nos anos 1930, encravada em um pequeno vale bem longe do luxo e da civilização.

Para chegar lá, é preciso colocar o carro em uma estrada de terra estreita, lamacenta nas baixadas, onde os bois e as vacas desfilam lentamente, controlando sem querer a velocidade dos apressadinhos. “A gente brincou muito por aqui”, lembra o primo Adelino Marchiori Neto, 42, agricultor que vive com a mulher, dois filhos e uma família de desconfiados vira-latas que anuncia alto a chegada dos forasteiros.“De vez em quando, ela vem aqui com um destes carrões que pobre como a gente nem sabe a marca. Mas ela fica pouco”, diz o primo. Pudera. O banheiro não tem conforto algum e, na geladeira, a bebida mais borbulhante que ela poderia encontrar é a tubaína do próximo almoço. “Ele sempre foi ambiciosa, vaidosa, sempre gostou muito de se arrumar pra ir à cidade, participar deste negócio de miss, de ser admirada”, conta.

CARRO DE RICO

Lúcio Flávio Moura/UOL
De vez em quando ela vem aqui com um destes carrões que pobre como a gente nem sabe a marca. Mas ela fica pouco

Adelino Marchiori, primo de Val Marchiori

Adelino diz que viu apenas um episódio de “Mulheres Ricas”, porque “passa muito tarde pra quem mora na roça”. “Achei engraçado pra caramba. Ela se sente muito à vontade naquele luxo! Toda vida ela quis ser melhor que os outros.”O sítio fica próximo da BR-369, no trecho entre as cidades de Arapongas e de Apucarana. A localidade mais próxima é a pequenina Caixa de São Pedro, uma comunidade rural de poucas ruas no município de Apucarana, para onde Val se mudou aos 12 anos com o pai Benedito e a madrasta Marineia.“Ela era boa aluna. Limpava a casa e ajudava a cuidar dos irmãos mais velhos, mas sempre teve este temperamento, sempre teve nariz empinado”, confessa Marineia, que voltou a viver na localidade depois que Val saiu de Apucarana para viver em Londrina, onde ela catapultou sua condição social.

Em Caixa de São Pedro, os moradores misturam orgulho e constrangimento com a atuação de Val em rede nacional. Lá, a simplicidade é um valor sagrado e as frequentes alfinetadas da conterrânea nos mais humildes e nas outras “ricas” não pegam nada bem.

Nas ruas e nos poucos pontos comerciais o programa é muito comentado, é claro, mas, de preferência quando nenhum Marchiori está por perto. “Como em qualquer lugar, a gente fica chateada com a maneira que ela trata os mais humildes. Não precisa disso, né?”, diz uma vizinha de seu pai, que se ausenta muito da comunidade por ter rotina de caminhoneiro.Não é difícil achar gente que cobra mais generosidade de Val com suas raízes. Uma das mais insatisfeitas é uma mulher que se identificou apenas como Maria e que diz ter sido a primeira patrocinadora da carreira da socialite. “Na época que ela começou a participar de concurso de miss na região, eu levava ela pra cima e pra baixo de carro, hoje ela nem me cumprimenta”, conta a mulher, que também foi proprietária de uma boate em Apucarana onde Val era habitué na adolescência e onde “partia os corações dos marmanjos”.  

CONSELHO DE MÃE

Lúcio Flávio Moura/UOL
Eu gosto do modo como ela se veste, se expressa. Gosto que ela tenha ambição. Ela sempre dizia que iria chegar ao topo. Mas a Tata (apelido familiar) também tem que olhar para quem veio de baixo. Sempre digo isso a ela.

Vera Lúcia de Deus, mãe de Val Marchiori

Vovó coruja, mãe conselheira
A avó materna de Valdirene, a gaúcha Maria Rodrigues dos Santos, 77, é uma das poucas pessoas a que Val Marchiori se apegou na vida. A aposentada vive numa casa aconchegante em Arapongas e tem todas as despesas pagas pela neta. Ela fica ansiosa para receber a visita da socialite, que passa rapidamente no Norte do Paraná para monitorar os negócios de tempos em tempos.Mas dona Maria não gosta de dar entrevista, respeita uma das vontades da neta. Na mesma casa, vive a mãe, Vera Lúcia de Deus, 56. “A Val é superpreocupada com a saúde da avó. Sempre telefona e pergunta”.
Quando a socialite encosta o carro importado na rua Sanhaço, no Jardim Centauro, já sente o cheiro dos quitutes que mãe e avó prepararam. Um festim decora a mesa, conta a mãe, e Val esquece a dieta sofisticada, até o inseparável champanhe. Bolinho de queijo, cural, bolo de milho. E cocada. Muita cocada. “Ela adora doce”.Apesar de exaltar todas as qualidades da filha, a mãe não deixa de falar baixinho – segura de que dona Maria não esteja ouvindo –  quando comenta a participação da filha na TV. “Não acho que ela precisa ficar exigindo bebida cara. Eu gosto do modo como ela se veste, se expressa. Gosto que ela tenha ambição. Ela sempre dizia que iria chegar ao topo. Mas a Tata (apelido familiar) também tem que olhar para quem veio de baixo. Sempre digo isso a ela.”
Uma coleção de amantes no interiorEm Londrina, onde conheceu o empresário Evaldo Ulinski, pai dos seus filhos, Val Marchiori deixou lembranças nas altas rodas. Ninguém declara nada publicamente, a não ser o próprio Ulinski e a mulher Nylcéia, que não poupam ataques contra a índole da socialite, a quem chamam de “prostituta de luxo”.

ROTINA ATRIBULADA

Naquela época, no início dos anos 90, ela já tinha uma vida confortável. Morava num apartamento de três quartos, com direito a uma espaçosa suíte. Ela falava de outros dois namorados, além do que tinha dado o apartamento: um empresário do Rio Grande do Sul e um cantor sertanejo muito famoso. Ela tinha uma rotina de garota de programa

Amiga de Val que não quis se identificar


Na cidade, não é segredo que ela ganhou uma confortável casa do empresário antes mesmo de ser mãe. O imóvel fica num endereço elegante próximo ao lago Igapó, cartão-postal da cidade, e o que se comenta é que, por muitos anos, teria sido o ponto de encontro do casal, que hoje se enfrenta judicialmente – ela diz que teve um relacionamento estável com ele por sete anos enquanto ele alega ter estado com ela apenas uma vez.Antes mesmo de conhecer Ulinski, Val morou em um apartamento que recebeu de presente de outro namorado, também um empresário casado, segundo relato de uma amiga que frequentava a casa assim que ela chegou a Londrina.“Naquela época, no início dos anos 90, ela já tinha uma vida confortável. Morava num apartamento de três quartos, com direito a uma espaçosa suíte. Ela falava de outros dois namorados, além do que tinha dado o apartamento: um empresário do Rio Grande do Sul e um cantor sertanejo muito famoso. Ela tinha mesmo uma rotina de garota de programa de luxo.” ( lendo isso, me lembre da piada da moça pobre que volta pra casa dos pais rica, com todo luxo,ai os pais perguntam :

-filha mas vc saiu daqui com uma mão na frente, outra atras, como vc apareçe rica deste jeito ?  eis que ela responde:
-fácil, tirei  a mão da frente!   http://celebridades.uol.com.br/noticias/redacao/2012/01/30/conheca-a-casa-de-val-marchiori-antes-do-champanhe-e-do-salto-alto.htm ( veja aqui mais fotos da casa onde ela nasceu.)