lei para de menor devem ser revistas, e precisava dizer isso ? ta na cara né ?

Jovem de 17 anos, N.S. era especialista em furtar eletroeletrônicos de escolas e lojas. Em 19 de fevereiro, entrou na Oficina do Saber do Mineirão e limpou o local. Em 25 de março, levou computadores do Sabe Tudo da Vila Paineiras, entre outros.

Violou a MG Cell, em março, na rua Padre Luiz, e a Velox Informática e Games, na madrugada de 4 de abril, na Vila Barão, de onde furtou cinco XBox, um Playstation, um Nintendo 3DS, um Playstation 2, 15 aparelhos celulares Nextel e três GPS. 

O comerciante Evandro Oliveira da Silva, 36, lamenta o prejuízo provocado pelo garoto. “Ele teria levado a loja inteira senão fosse uma viatura da polícia, que o assustou”, conta. “O meu prejuízo foi incalculável. Quase fui à falência”, completa. Mas o que mais revolta o comerciante não é o crime em si, mas a impunidade.

N.S. cumpria medida socio-educativa na Fundação Casa, mas ganhou o benefício da liberdade assistida. “Ele sumiu de casa. Depois que assinei os papéis, não soube mais dele. Ele só me dá dor de cabeça”, diz a mãe do jovem, no 5º Distrito Policial, cuja identidade não foi divulgada pela polícia.

Ela foi informada que o filho foi detido pela Guarda Civil Municipal em uma padaria, após ser reconhecido. Suas imagens foram gravadas pelas câmeras de vigilância do Sabe Tudo. 

Casos
A apreensão não assusta o menor infrator, afirma o delegado da Diju (Delegacia da Infância e Juventude), Carlos Alberto Pupin. Em 2012, houve mais de 32 ocorrências por furto e roubo na cidade. No ano passado, foram 90 boletins pelo crime de furto e 23 por roubo. Muitos deles, infrações repetidas pelos mesmos jovens. “Verificamos que eles não ficam preocupados e com receio. Sabem que serão soltos logo depois da presença da mãe”, diz o delegado. “Em geral, cometem os crimes para comprar droga. Só polícia e justiça não resolvem o problema da criança e do adolescente. É preciso prevenção, dar a ele capacitação e lazer para que desperte o jovem para o trabalho.”

Para mostrar que o jovem não se importa com a apreensão, Pupin conta  a história de D.M.G. Aos 16 anos, furtou uma lavanderia na rua Lituânia, Jardim Pagliato, em 6 de abril, às 11h29. Foi liberado após a mãe se apresentar na delegacia. Dois dias depois, às 10h42, assaltou o apartamento de um médico, na rua 7 de Setembro. Tudo em 48 horas.

Outro adolescente, F.D.S. assaltou dois comércios em menos de dois dias. Furtou  uma loja em Araçoiaba da Serra, foi apreendido, liberado após a presença da mãe e, dois dias depois, furtou uma harpa em um comércio da rua Estela Campolim. Se fosse maior, seria preso com base no artigo 155 do Código Penal. “Apreensão e medida socioeducativa não bastam. Precisamos de políticas públicas que desestimulem a entrada do adolescente no crime”, diz Pupin. “O Estado deve analisar o que levou o jovem ao crime e não a consequência.”

Interno só é liberado após os 21 anos
O jovem participa de atividades socioeducativas na Fundação Casa. Os casos são reavaliados a cada seis meses. O período máximo de internação não pode exceder três anos, manda o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente). Depois da liberdade semi-assistida, a compulsória é dada aos 21 anos de idade.

225 casos envolvendo menor, em tráfico de drogas, foram registrados em 2011; neste ano, foram 53.

Menor não é internado após primeiro ato
Após o ato infracional, a autoridade pode aplicar advertência; obrigação de reparar o dano; prestação de serviços à comunidade; liberdade assistida; semi-liberdade ou internação.

Infrator provoca tumulto e crimes
Menores provocam transtornos no trânsito, comércio, a transeuntes e à saúde pública

O número de crimes cometido por jovens delinquentes é alto. Suas infrações provocam prejuízos a comerciantes, prejudicam o trânsito, fazem mal à saúde pública (tráfico de entorpecentes), violam a infância de crianças e adolescentes (estupro) e matam (homicídio e tentativa). 

Seis menores estupraram uma menina de 13 anos em um terreno do bairro Wanel Ville, zona oeste. Atraída por um deles, a menor teve de fazer sexo anal e oral com o grupo. O caso ainda não foi esclarecido. 

Entre os casos de tráfico envolvendo adolescentes, a história de L., 17 anos, impressiona. Ele foi detido em 14 de janeiro no Parque Laranjeiras. Controlava a distribuição de drogas no bairro. Havia mais de 3 mil flaconetes no forro, no quarto e em uma edícula da casa que ocupava. “Ele comercializava cocaína há nove meses. 

Recebia o entorpecente, preparava e depois distribuía para que os outros vendessem nas ruas do bairro”, diz o sargento José Roberto Marchetto, policial militar que deteve o rapaz. O menor lucrava R$ 2 mil por semana, segundo investigadores. Ele cumpre medida socio-educativa na Fundação Casa.

Um mês atrás, o BOM DIA viu o rapaz em uma viatura da GCM – apreensão que não provocou efeito algum no garoto. 

Em 18 de janeiro, um jovem de 17 anos avançou o sinal vermelho com seu Logus, na avenida Ipanema, capotou e foi parar 50 metros à frente. Poderia ter matado pedestres, segundo a PM. O adolescente foi liberado pela polícia, depois que a mãe foi retirá-lo.( esta bosta de 3 aninhoas de nada adianta, deixa ele 10, 15,20 anos la dentro.

o envelhecimento dentro da cadeia, deve provocar temor em alguns de menores, só fato de saberem que se forem presos irão mofar, perder a juventude presos, não adianta medidinhas que nada resolvem.

este ECAAAAAAAAAAA mais defende estes manos, é uma industria que ganha com a miséria e a violência, este poviho que nada faz, só sabe votar errado.) 

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