sorocabano seria o terceiro mais infiel do estado de SP

Não cobiçar o homem ou a mulher do próximo e não cometer adultério. Estes são dois dos dez mandamentos seguidos pelos cristãos e respeitados por parte da sociedade.

No país que vive a cultura monogâmica – na qual o indivíduo tem um único parceiro – algumas pessoas buscam variedade, prazer e satisfação nos braços de outra pessoa. E, segundo a pesquisa do site Ashley Madison, o sorocabano é o terceiro que mais trai no Estado de São Paulo.

O Ashley Madison é um site de relacionamentos exclusivo para pessoas casadas. Feita em abril deste ano, a pesquisa utilizou dados e respostas dos usuários. “Em Sorocaba, os homens traem mais, geralmente por sexo, guiados pela vontade de experimentar coisas novas na cama, insatisfação com a performance da parceira ou até mesmo falta de vontade com ela”, explica Eduardo Borges, representante brasileiro do site. Segundo a pesquisa, as mulheres costumam trair por vingança, falta de atenção e pela busca do prazer sexual.
De olho/ Um detetive de 28 anos – que atua na região de Sorocaba – conta que, assim como mostra a pesquisa, os homens são mais infiéis do que as mulheres. “Eles traem em plena luz do dia ou aproveitam viagens de negócio”, esclarece. Apesar de investigar qualquer tipo de incidente, o detetive explica que mais da metade dos casos que atende são referentes a relações extraconjugais.
“O homem é descuidado, conta aos amigos, encontra a amante em lugares públicos, por isso é muito rápido e fácil de pegar”, conta o detetive, que trabalhou em casos de repercussão na cidade. As mulheres costumam ser mais cuidadosas e difíceis de flagrar. “Em geral, a mulher é quem mais contrata nossos serviços. Elas são mais desconfiadas e, na maior parte das vezes, a suspeita era infundada”, destaca.
vício/ Aos 12 anos, o jovem – que optou por não se identificar – teve sua primeira relação sexual com uma mulher mais velha. Hoje, aos 24 anos, ela conta que desde então sente prazer em tudo que vê. “Olhava mulheres na rua e, sem elas notarem, me masturbava”, explica o rapaz que gostava de espiar as vizinha, as primas e até mesmo as professoras.
Há três anos ele se casou e, apesar de manter relações sexuais frequentes com sua mulher, o desejo continuava incontrolável. “Deixava minha mulher dormindo e saia para olhar mulheres, ter relações sexuais e participar de orgias.”

Sua mulher só descobriu após realizar exames e saber que possuia uma doença venérea. “Hoje estou internado para tratar minha compulsão e tentar recuperar minha vida, minha mulher e minha filha”, conclui.

Barraco sexualHá dois anos, Vivian Oliveira, 36, descobriu que sua melhor amiga, Juliana Cordeiro, 35, era amante do seu marido, Cícero Oliveira, 56. Vivian reuniu provas do adultério e filmou sua conversa com Juliana, no dia em que leu algumas das mensagens picantes trocadas entre o casal pela internet. Na época, ela disponibilizou virtualmente o material para alguns amigos, que acabaram espalhando o caso pela internet. O incidente tornou-se conhecido em todo o país.
39 anos é a idade média dos homens sorocabanos que decidem trair suas mulheres, segundo a pesquisa
Desejo excessivo por sexo pode ser sinal de doença
Fazer algo constantemente por gratificação emocional como prazer ou alívio. Este tipo de hábito pode caracterizar uma compulsão. “Este distúrbio se caracteriza pela necessidade física e psiquica de sentir ou fazer determinada coisa. Algumas pessoas desenvolvem compulsão pela busca desenfreada do prazer sexual”, esclarece Ana Leda Bella Gonçalves, psicóloga. Ela trabalha no Centro Terapêutico Araçoiaba, que trata dependência química e todos os tipos de compulsões.
“Em 60% dos casos, sexo e drogas estão associados ao uso de algum tipo de substância entorpecente”, diz a psicóloga, que explica a diferença entre ato e relação sexual: “Na relação sexual, há uma troca, um se importa com o que o  outro está sentindo. Já no ato sexual, a pessoa busca apenas o prazer sexual imediato e nada mais.”
A grande dificuldade em iniciar o tratamento é a conscientização. “Poucos entendem que são compulsivos ou buscam ajuda para reduzir esta busca desenfreada pelo prazer”, diz Ana Leda que, durante o tratamento percebe que muitos conseguem se curar. “Mostramos que a busca pela satisfação sexual atrapalha a vida social daquela pessoa, que existem outras prioridades”, finaliza. ( doença é pra minorias, a maioria trai é pq tem disponibilidade no mercado, consegue encontrar mulher que acaba dando mole pro cara.
39 anos é idade média ? hummmmmmm sei não, tem cara que começa bem cedo, no namora ainda e depois continua no casamento.

 

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