novos bárbaros tacam fogo em escola no PARQUE SÃO BENTO EM SOROCABA

Alunos do segundo ano do período noturno da Escola Estadual Dulce Esmeralda Basile Ferreira, localizada no Parque São Bento, zona norte de Sorocaba, atearam fogo em uma sala de aula na última quarta-feira (26) e fecharam a porta para impedir a saída dos colegas.

As chamas danificaram várias carteiras e cortinas, estragaram a pintura da parede e estouraram os vidros da janela. A fumaça deixou estudantes com olhos e gargantas irritados. Alunas do sexto ano afirmaram que não foi o primeiro caso semelhante na escola nos últimos dias, havendo, inclusive, um vídeo gravado por celular e postado no YouTube no dia 19 deste mês. Uma mãe que não quis ser identificada relatou que seu filho, aluno da mesma sala, mas de outro período, teve aulas fora da classe devido ao forte cheiro de queimado e ao trabalho de manutenção para raparar a pintura da parece devido aos danos provocados pelo fogo. 

A diretoria da escola não quis se manifestar sobre o ocorrido, mas a Secretaria de Estado da Educação informou em nota que a direção deu início à averiguação das ocorrências registradas imediatamente e, tão logo os autores do vandalismo sejam identificados, serão adotadas medidas disciplinares necessárias. Ainda de acordo com a Secretaria, nos os dois casos serão acompanhados pelos dois professores-mediadores da unidade. A nota também afirma que a equipe gestora da unidade providenciou reposição das carteiras e dos vidros e que a escola tem intensificado projetos de conscientização sobre a importância da preservação do patrimônio público e das boas práticas de cidadania. “O projeto articula um conjunto de ações, métodos e ferramentas que visam disseminar e articular práticas voltadas à prevenção de conflitos no ambiente escolar, à integração entre a escola e a rede social de garantia dos direitos da criança e do adolescente e à proteção da comunidade escolar e do patrimônio público”, informou a nota.

Na segunda-feira, uma reunião do Conselho da Escola, que tem representantes da direção, dos professores e dos pais, vai se reunir para examinar o caso.

Alunos do segundo ano do período noturno da Escola Estadual Dulce Esmeralda Basile Ferreira, localizada no Parque São Bento, zona norte de Sorocaba, atearam fogo em uma sala de aula na última quarta-feira (26) e fecharam a porta para impedir a saída dos colegas.

As chamas danificaram várias carteiras e cortinas, estragaram a pintura da parede e estouraram os vidros da janela. A fumaça deixou estudantes com olhos e gargantas irritados. Alunas do sexto ano afirmaram que não foi o primeiro caso semelhante na escola nos últimos dias, havendo, inclusive, um vídeo gravado por celular e postado no YouTube no dia 19 deste mês. Uma mãe que não quis ser identificada relatou que seu filho, aluno da mesma sala, mas de outro período, teve aulas fora da classe devido ao forte cheiro de queimado e ao trabalho de manutenção para raparar a pintura da parece devido aos danos provocados pelo fogo. 

A diretoria da escola não quis se manifestar sobre o ocorrido, mas a Secretaria de Estado da Educação informou em nota que a direção deu início à averiguação das ocorrências registradas imediatamente e, tão logo os autores do vandalismo sejam identificados, serão adotadas medidas disciplinares necessárias. Ainda de acordo com a Secretaria, nos os dois casos serão acompanhados pelos dois professores-mediadores da unidade. A nota também afirma que a equipe gestora da unidade providenciou reposição das carteiras e dos vidros e que a escola tem intensificado projetos de conscientização sobre a importância da preservação do patrimônio público e das boas práticas de cidadania. “O projeto articula um conjunto de ações, métodos e ferramentas que visam disseminar e articular práticas voltadas à prevenção de conflitos no ambiente escolar, à integração entre a escola e a rede social de garantia dos direitos da criança e do adolescente e à proteção da comunidade escolar e do patrimônio público”, informou a nota.

Na segunda-feira, uma reunião do Conselho da Escola, que tem representantes da direção, dos professores e dos pais, vai se reunir para examinar o caso. ( notem que no vídeo há um adulto entre a molecada, tem de investigar isso ai.)

soldado americano grava vídeo onde é atingido 4 vezes

Um soldado americano gravou na província de Kunar, no Afeganistão, um vídeo no estilo primeira pessoa que mostra um intenso tiroteio do seu grupo contra membros do Taleban.

O soldado é baleado quatro vezes após ter sua posição identificada em uma colina, que tenta várias vezes subir e descer antes de ser atingido.

No vídeo, é possível vivenciar o pânico de estar no fogo cruzado das metralhadores calibre 7.62, além dos tiros atingirem o soldado.

Na página do vídeo, no YouTube, o soldado ainda escreveu:

“Eu levei um total de 4 tiros. Minha câmera no capacete foi atingida e eu logo me deitei no chão da montanha. Também foi atingido no lado do capacete, o que levou meu óculos voar longe e desproteger meus olhos. Estávamos patrulhando uma vila para conseguir informações quando tudo ocorreu. Só não comecei o vídeo antes do tiroteio por razões óbvias. Eu fui logo para perto da montanha disparar apenas para cobrir meu grupo”.

Graças às proteções corporais, o soldado não sofreu ferimentos graves, mas escapou com um vídeo e tanto para mostrar ao mundo.( encher o saco no pais dos outros da nisso.)

deputado quer proibir o filme TED, o urso de pelúcia maconheiro


O deputado federal Protógenes Queiroz (PC do B/SP) entregou nesta quarta-feira (26) o pedido de reavaliação da censura da comédia “Ted”, de Seth MacFarlane. 


O documento com a solicitação foi entregue ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. O momento foi registrado pelo próprio político por meio de uma imagem divulgada no microblog Twitter. 


Em reportagem do UOL, o Ministério da Justiça afirmou não haver necessidade de suspensão do filme, um pedido que chegou a ser citado por Protógenes, que se inconformou com o conteúdo do filme ao conferir a atração nos cinema ao lado do filho. 


O desconforto do político com o longa foi registrado no Twitter, o que gerou grande repercussão entre os usuários da internet. 


No Twitter, o deputado disse que o longa não deveria ser exibido nem para maiores de 18. 


“Fiquei chocado e indignado com esse filme. Ele passa a mensagem de que quem consome drogas, não trabalha e não estuda é feliz”, comenta. 


“Não poderia ser liberado nem para 16 nem para 18 anos. Esse filme não pode ser liberado para idade nenhuma. Não deve ser veiculado em cinemas”. 


 A classificação é feita a partir da ocorrência na obra de cenas e conteúdos de sexo e nudez, violência e uso de drogas. 


O escalonamento entre as seis faixas de classificação se dá de acordo com a intensidade, importância, impacto e o contexto em que tais cenas/conteúdos se apresentam.   ( ficou chocado princesa ? vai combater o que ta nas ruas, mas que mania de se incomodarem com filme, novela, programa de tv o escambau p…
 

a realidade tá é nas ruas, o deputadozinho de m… se incomodou com  uso de drogas, quando ali mesmo perto do congresso, os nóias e traficantes fazem a festa.

 agora que o filme vai decolçar, se poderia passar desapercebido,vai é bombar na net, pirataria, quem quiser assistir assiste onde quer, proibir no cinema não é obstáculo. 

não tem mais nada no BRASIL pra se fazer, então o deputado sustentado com nosso dinheiro , tem tempo pra pensar em besteiras.)

bilionário chinês oferece fortuna pra quem seduzir a filha lésbica dele.

Gigi Chao (d) teria se casado com sua namorada há sete anos, Sean Eav (e)

Gigi Chao (d) teria se casado com sua namorada há sete anos, Sean Eav (e)

Um dos mais conhecidos bilionários de Hong Kong está oferecendo um prêmio equivalente a R$ 132 milhões para qualquer homem que consiga seduzir sua filha lésbica e convencê-la a se casar.

O magnata Cecil Chao, de 76 anos, que fez sua fortuna no setor imobiliário e em transportes de carga, prometeu publicamente a recompensa após relatos de que a filha, Gigi Chao, teria formalizado uma união na França com a namorada de longa data.

O bilionário, que nunca foi casado, afirmou à BBC que a filha ainda é solteira e precisa de “um bom marido”.

A homossexualidade foi descriminalizada em Hong Kong somente em 1991, e as uniões de parceiros do mesmo sexo não são reconhecidas.

Candidatos

Gigi, uma empresária formada pela Universidade de Manchester, na Grã-Bretanha, teria formalizado uma parceria civil na França com sua namorada, Sean Eav, com quem se relaciona há sete anos, segundo relatos publicados na mídia de Hong Kong.

Mas seu pai insiste que a informação é falsa e afirma que sua oferta generosa já gerou várias respostas de possíveis candidatos.

“É um incentivo para atrair alguém que tenha talento, mas não o capital para iniciar seu próprio negócio”, afirmou Chao.

“Não me importa que ele seja rico ou pobre. O importante é que ele seja generoso e de bom coração”, explicou.

“Gigi é uma mulher boa, com talento e beleza. Ela é dedicada aos pais, é generosa e faz trabalho voluntário”, disse.

Vida social agitada

Apesar da busca pública por um marido para a filha, Chao diz que não tentará forçará Gigi a se casar contra sua vontade.

Gigi Chao disse ter achado a polêmica campanha feita pelo pai “divertida” e afirmou que não pensará mais no assunto até um candidato apto se apresentar.

Cecil Chao é conhecido em Hong Kong por sua vida social agitada e comumente aparece nas colunas sociais ao lado de belas mulheres jovens.

Segundo o diário South China Morning Post, ele já se vangloriou uma vez de ter se relacionado com mais de 10 mil mulheres. ( o cara pega 10 mil mulheres e ainda quer que a filha mude de time ?

tipico machão, ai quando ver que não vai conseguir fará o que ? estupro corretivo ? deixa a filha ser feliz do jeito dela, se ela é do ramo, não existe homem que vai mudar isso, ainda mais se ela já esta casada com a namorada .)

Ex-policial Florisvaldo de Oliveira, conhecido como cabo Bruno

 Ex-policial Florisvaldo de Oliveira, conhecido como cabo Bruno

 

O ex-policial militar Florisvaldo de Oliveira, 53, foi assassinado no fim da noite desta quarta-feira (26) em Pindamonhangaba, no Vale do Paraíba, em São Paulo. Conhecido como Cabo Bruno, ele estava em liberdade havia pouco mais de um mês depois de cumprir pena por dezenas de homicídios cometidos na década de 80 na capital paulista.

De acordo com a Polícia Militar, ele chegava em casa com a família, por volta das 23h45, na rua Doutor Álvaro Leme Celidônio, no bairro Quadra Coberta, quando foi surpreendido por dois homens armados.

“Ele havia participado de um culto em Aparecida com a esposa, um genro e uma filha. Os parentes contaram que ele desceu do carro para abrir o portão da garagem de casa quando foi atingido por vários disparos”, informa o investigador Marcelino Salvador, da delegacia do município.

Os tiros atingiram principalmente a cabeça e o tórax da vítima. Ele morreu no local do crime. Cerca de 20 cápsulas de bala de diferentes calibres foram recolhidas pela polícia para perícia. “Pela quantidade de disparos é possível que ele tenha sido vítima de execução, mas isso só vai poder ser confirmado depois das investigações”, afirma.

Testemunhas contaram à polícia que os criminosos correram até um carro prata que estava estacionado nas proximidades e fugiram. Ninguém ficou ferido, e nada foi roubado. O corpo do ex-policial foi encaminhado ao Instituto Médico Legal de Pindamonhangaba.

Liberdade

Depois de sair da prisão, Florisvaldo de Oliveira passou exatos 34 dias em liberdade até perder a vida. Saiu da Penitenciária de Tremembé na tarde do dia 23 do mês passado. Ele  foi beneficiado por um decreto assinado pela presidente Dilma Rousseff em 2011 que concede liberdade a quem cumpriu mais de 20 anos de prisão e tenha tido bom comportamento.

Cabo Bruno foi expulso da PM e preso em 1983. Chegou a fugir três vezes. Ao todo, passou 27 anos atrás das grades acusado de liderar um grupo de extermínio nos anos 80 que atuava na zona sul de São Paulo e que tinha o apoio de comerciantes da região. Ele dizia ter cometido pelo menos 50 assassinatos. Florisvaldo foi condenado pela Justiça a 117 anos de prisão.

Religioso

O ex-policial militar, considerado o justiceiro mais temido da capital paulista na década de 80, morreu três dias depois de ter sido empossado pastor da Igreja Refúgio em Cristo, em Taubaté.

Florisvaldo de Oliveira começou sua vida religiosa ainda na prisão, em 1991, quando se tornou evangélico. Ajudou a construir duas capelas na Casa de Custódia de Taubaté. 

( quem matou o filho dele na década de 90 ? até hj ninguém descobriu e agora ta ai, adiantou se converter a religião ? adiantou matar aqueles 50 ? fim é isso ai.)

mulher de malandro é isso, apanha mas não larga dele

Um homem foi preso em flagrante na segunda-feira (24), em Palhoça, na Grande Florianópolis, por lesão corporal contra a mulher, que está grávida.

De acordo com a delegacia de Palhoça, ele pagou a fiança de um salário mínimo e foi liberado. A mulher agredida chegou a ser encaminhada para o hospital.

Câmeras de monitoramento flagraram a tentativa de fuga da mulher (assista vídeo ao lado). Nas imagens, o marido aparece e começa a agredi-la. A filha dela entra no pátio, vê a mãe apanhando do padrasto e sai para pedir ajuda.


A câmera que filmou a agressão é do sistema de monitoramento do proprietário do residencial, no Bairro Passa Vinte. Não foi a primeira vez que as câmeras flagraram as agressões do homem contra a mulher. Em uma gravação feita em agosto, a mulher é espancada até a chegada de um vizinho.

Monitorando a chegada da polícia, ele continua a bater na mulher por quase meia hora. O homem ainda discute com vizinhos que presenciavam o espancamento. As agressões só param quando uma guarnição da Polícia Militar chegou ao local.

Parecendo intimidado pela testemunha, o agressor foi até em casa pegar uma faca. Depois, empinou a moto em cima da companheira e eles continuaram brigando com a moto ligada. A mulher chegou a ser prensada contra o muro.

Depois, eles caíram no chão, ela pegou a faca, mas continuou apanhando. Os vizinhos chamaram a polícia, mas após a agressão ela subiu na moto e fugiu com o marido, possivelmente para evitar que ele fosse preso em flagrante.( pois é, ela não pensa na filha, de-repente morre e ai ?)

alunos X câmeras no colégio.

Um dos mais tradicionais colégios de São Paulo, o Rio Branco decidiu instalar câmeras de segurança dentro das salas de aula, o que causou protesto dos estudantes –107 deles foram suspensos.
A direção da escola, localizada em Higienópolis (centro), diz que pretende aumentar a segurança na instituição. E, indiretamente, melhorar a disciplina das turmas.
A escola foi fundada em 1946 e cobra mensalidades de R$ 1.900 no ensino médio.
Os estudantes não foram avisados da mudança e dizem que ficaram assustados com os equipamentos. E afirmam que protestaram porque não receberam explicações.
Anteontem, após notarem as câmeras, estudantes do ensino médio decidiram ficar sentados no pátio, até que a diretora se manifestasse –o que não ocorreu.
Depois, os pais de 107 estudantes foram informados que os alunos haviam sido suspensos por um dia.
“Ficamos assustados com as câmeras, ninguém explicou o motivo. Mas o pior foi a suspensão e a falta de diálogo”, disse um estudante, que não quis se identificar.
A instalação das câmeras e a suspensão dividiu a opinião dos educadores ouvidos pelaFolha.
  Marcelo Justo/Folhapress  
Câmera de gravação instalada no laboratório de Biologia do Colégio Rio Branco, em Higienópolis (centro)
Câmera de gravação instalada no laboratório de Biologia do Colégio Rio Branco, em Higienópolis (centro)
SEGURANÇA
Responsável por fiscalizar os colégios particulares, a Secretaria de Estado da Educação informou não ter conhecimento de lei que proíba a instalação das câmeras.
A diretora do colégio, Esther Carvalho, diz que os equipamentos serão instalados em todas as salas, do ensino fundamental ao superior.
O objetivo principal, afirma, é zelar pelo patrimônio dos alunos e do colégio, apesar de não haver registro de furtos ou violência nas salas.
Segundo a diretora, as câmeras poderão inibir também a indisciplina das turmas.
Sobre a suspensão, ela afirmou que os estudantes realizaram protestos três vezes em um período de três semanas. Os alunos disseram que recorrem ao artifício por não serem ouvidos na instituição.
A Folha conversou com quatro mães de alunos do ensino fundamental do colégio. Todas apoiaram a instituição.
“Dentro da escola acontece muita coisa em que fica a versão de um contra outro. Agora poderemos saber”, afirmou Cristiane Fittipaldi.
Editoria de Arte/Folhapress

( naturalmente os chateados com isso são os nóias, os que vão na escola pra fazer bagunça, bater papo furado, ficar tuitando, facebokeando no celular, combinar coisa errada como drogas, alcoolismo etc.

já teve aluna em outra escola protestando por câmeras no banheiro, mas e ai prefere o quê ? vc prefere o quê , sua filha estuprada num banheiro pq não tinha câmera ? seu filho sendo aliciado pra droga pq não tem câmera na escola ?)