Adolescente matou criança de 5 anos e foi namorar, diz Polícia Civil 

Menina Camila foi morta depois de desaparecer em Bom Sucesso (MG). 


Jovem de 17 anos, que confessou o crime, era vizinho da vítima. 


Samantha Silva e Lucas Soares Do G1 Sul de Minas 


O adolescente de 17 anos que confessou ter matado a menina Camila Graziele dos Santos Vitoriano, de 5 anos, foi namorar depois de abusar, matar e colocar o corpo da criança às margens de um córrego em Bom Sucesso (MG). 


A informação foi confirmada na tarde desta quinta-feira (29) durante uma entrevista coletiva do delegado responsável pelo caso, Emílio de Oliveira e Silva. 


O delegado também disse que o menor entregou a faca usada no crime, deu todos os detalhes de como tudo ocorreu e não demonstrou nenhum arrependimento. 


“Ele não só confessou, como descreveu detalhadamente como ele cometeu o crime, como ele a matou, como ele escondeu o corpo da menina. Ele relatou os fatos com clareza”, disse o delegado. 


Conforme o delegado, a menina Camila era colega de um sobrinho do adolescente, que morava a apenas 20 metros da casa dela. 


No dia em que a criança saiu de casa e foi chamar o colega para brincar, foi recebida pelo menor, que estava sozinho em casa. 


Ele então a levou para dentro da residência e a atacou. 


No momento em que ele tentava abusar dela, a menina gritou e ele usou um pedaço de madeira para agredí-la. 


Desacordada, a menina foi molestada. 


Os exames da perícia constataram que foi encontrado esperma no corpo da criança. 


No entanto, não houve penetração. 


Ainda segundo o delegado, conforme o relato do menor, após o abuso, ele decidiu matá-la com medo de que fosse denunciado. 


“Ele lavou o local da casa onde ele cometeu o crime com água e sabão, colocou o corpo em um saco e o levou para as margens do córrego. Depois disso voltou para casa e à noite saiu para namorar”, disse o delegado. 


Durante a coletiva, o delegado ressaltou que o adolescente é uma pessoa fria, que não demonstrou nenhum tipo de arrependimento. 


“Trata-se de uma pessoa calma, tranquila, que chega até a ser fria em alguns momentos”. 


Ainda conforme a polícia, a princípio, a família do menor não teria conhecimento do crime e também não desconfiou de nada. 


O adolescente ficará à disposição da Justiça. Por motivo de segurança, o local para onde ele foi levado não será divulgado. 


Cerca de 100 pessoas foram até o local da reconstituição, que começou pela casa do suspeito do crime, um adolescente de 17 anos, que era vizinho da menina. 


Segundo o pai da menina, Vânder Ferreira Vitoriano, o adolescente frequentava a casa da família. 


“Ele frequentava nossa casa e inclusive quando a Camila sumiu, a mãe dele esteve lá rezando junto conosco. Eu quero justiça. Eu nem sei o que é isso (o adolescente)”, disse o pai da menina se referindo ao suspeito que foi preso. 



Dentro de um carro da Polícia Civil, o suspeito quase não foi visto. 


Mesmo assim, a população se revoltou aos gritos de “assassino” quando o veículo passou pelo local. Depois de ir à casa, o suspeito foi levado pela polícia até o córrego onde o corpo da menina foi abandonado. 


Jornalistas e populares foram impedidos de acompanhar a reconstituição de perto e por isso, muita gente se aglomerou em cima de um morro para acompanhar a movimentação de longe. 


O crime 


Segundo a Polícia Civil, o adolescente matou a criança para evitar que ela o denunciasse por estupro. 


Ele era vizinho da garota e já estava sendo investigado por ter sido visto com ela antes do desaparecimento, que aconteceu no dia 16 de outubro. 


A confirmação de que o rapaz é o responsável pela morte da garota se deu a partir dos resultados dos exames de DNA feitos com materiais colhidos do corpo da criança e comparados com a saliva do suspeito. 


Diante das provas, o menor confessou o crime e contou que agiu sozinho, isentando a mulher que estava presa desde a data do crime e que teria sido vista com Camila. 


Ela foi liberada logo após ficar claro que ela não tinha relação nenhuma com o crime. 


O namorado dela, que à época havia sido detido, também não teve envolvimento com o crime. 


 O caso 


A menina Camila Graziele Santos Vitoriano, desapareceu no dia 16 de outubro, na porta de casa, em Bom Sucesso (MG) e foi encontrada dias depois por um tio e dois moradores que faziam buscas na região. Ela estava dentro de um saco à beira de um córrego próximo da casa da família. As roupas que a menina usava quando desapareceu estavam dentro de uma sacola junto à vítima. 


A polícia acredita que o corpo tenha sido colocado perto do córrego há poucos dias, já que a área foi uma das primeiras onde os moradores realizaram buscas. 


 O laudo sobre a morte de Camila afirma que ela teve hemorragia interna, traumatismo craniano e 12 perfurações feitas com faca. 


Até então, a polícia suspeitava que a menina havia sido sequestrada. 


As hipóteses mais prováveis eram de tráfico de crianças, transplante de órgãos, trabalho escravo ou adoção ilegal.  


Moradores da pequena cidade de pouco mais de 17 mil habitantes se mobilizaram espalhando cartazes com a foto da menina pelo comércio da cidade e nas redes sociais. 


Apesar da suspeita de que a menina tivesse sido sequestrada, a polícia concentrava as buscas pela zona rural do município. 


 O corpo da menina foi enterrado no dia 23 de outubro, em Bom Sucesso. 


Centenas de pessoas com faixas e camisetas seguiram em cortejo pedindo por justiça pela morte da garota.   ( e como sempre entra o popularesco e famigerado DI MENOR. 

até quando não vão enxergar que não tem esta pocaria de de menor, que eles fazem a mesma coisa de quem tem mais de 18 ? 

se estes desqualificado saísse com uma moça de 22 anos, iriam dizer : AH ELA ABUSOU SEXUALMENTE DELE   hahahahahahahah.  )

 

presídio federal de PORTO VELHO, um pesadelo pra bandido

Os repórteres do Jornal Nacional entraram na penitenciária federal onde estão alguns dos bandidos mais perigosos do Brasil, em Rondônia. Rodrigo Alvarez, Marcos Di Gênova e Wílson Araújo mostram por que o presídio que não tem registro de maus-tratos, de doenças contagiosas ou de superlotação é o pesadelo dos criminosos.

A penitenciária para onde foram os presos transferidos de São Paulo é um lugar onde criminoso jamais é chamado pelo apelido. Não tem direito a cigarro, não fala no celular e só tem as algemas abertas depois de se ajoelhar na cela, com as mãos imóveis, para o lado de fora.

Você vai ler nessa reportagem, pela primeira vez, os procedimentos da Penitenciária Federal de Porto Velho. A rotina de alguns dos homens mais perigosos do Brasil.

Os internos passaram as últimas 22 horas trancados, e finalmente saem das celas. Eles se cumprimentam. Estão livres. Duas horas de banho de sol. Só que com chuva, não tem sol, mas isso não muda nada.

São no máximo 13 presos em cada uma das 16 alas. Ao todo, 208 vagas.

E tem gente nova na enfermaria. O nome é Roberto Soriano. O apelido, Betinho Tiriça. Ele é acusado de 10 tipos de crimes, sem nenhuma condenação. Segundo a polícia, o homem foi flagrado duas vezes dando ordens para matar PMs em São Paulo.

A chegada nunca é tranquila.

“Dá insônia, dá crise de ansiedade. Se conseguir conversar com algum interno e vovê perguntar: ‘o que você sente aqui?’ A maioria deles é assim, tristeza”, detalha um enfermeiro.

Todo preso que entra no Sistema Penitenciário Federal passa por 20 dias de isolamento. O interior da cela é praticamente só concreto, em Porto Velho. Não tem tomada, não entra equipamento eletrônico, não entra televisão, rádio, nada. Os presos não controlam a luz, não controlam também o chuveiro. O único privilégio que dá para dizer que eles têm é uma entrada de luz constante.

Na cela um, sem direito a banho de sol, Francisco Antônio Cesário da Silva recebe livros. Fora da prisão ele é o Piauí, chefe do crime na favela paulistana de Paraisópolis, com uma longa ficha que vai de assassinato a falsificação de identidade. Além de uma condenação por sequestro.

Na prisão anterior, segundo a polícia, mandava ordens para matar policiais. Agora não manda nada. Faz requerimentos oficiais.

Na tarde desta terça, a Justiça Federal decidiu prorrogar o isolamento de Piauí e Tiriça por mais 10 dias. Com isso, eles perdem o direito à visita íntima.

“Deveria ser acabado, proibida a visita íntima nas prisões federais. Se não for o único ponto vulnerável no local hoje, é o principal disparado”, afirma o diretor do presídio, Jones Ferreira Leite.

Os mais comportados têm quatro horas-extras por semana, em um programa de reinserção social.

“Aquele que chega com problema de comportamento ou acusado de casos graves, de atentados contra autoridades policiais, eles têm que observar a recuperação dos demais. Então ele vai ver isso e vai querer também participar”, fala o juiz corregedor Marcelo Lobão.

As videoconferências com parentes que moram longe também são só para os bem comportados.

Um dos presos condenado por dois assassinatos, agora tem uma novidade para a família. “O excelentíssimo juiz federal daqui assinou o meu retorno. Fiquei sabendo hoje”, conta ele.

O retorno é para uma prisão comum em Alagoas. A mãe se ajoelha e agradece a Deus.

O presídio federal não oferece riscos ao interno. É limpo, tem atividades educacionais, mas o preso lá fica longe da família e dos comparsas e acaba desarticulado.

Mesmo que seja para uma prisão superlotada e arriscada, a saída da Penitenciária de Porto Velho é sempre comemorada.

http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2012/11/jn-visita-presidio-onde-estao-alguns-dos-bandidos-mais-perigosos-do-pais.html  ( veja ai no link o vídeo sobre a matéria,  olha o lugar é quase perfeito, só faltava os caras trabalharem o dia todo, pra pagar a estadia e tb indenizar as famílias das vitimas,a alem de garantir uma poupança, isso claro para os que um dia podem sair.)  

mais 6 Ônibus incendiados em SOROCABA e ta tudo bem né ?

Os atos de vandalismo contra ônibus em Sorocaba continuaram neste final de noite de segunda-feira (26) e início de madrugada desta terça (27). Desta vez, seis ônibus foram incendiados na garagem da antiga TCS, situada na altura do número 5.000 da avenida Ipanema. O local abriga o patrimônio da extinta empresa, destinado a leilão

Quatro deles ficaram totalmente destruídos. Os outros dois ficaram parcialmente queimados. Todos os veículos pertencem à Breda Turismo. Cinco viaturas do Corpo de Bombeiros foram deslocadas para combater o fogo.

Segundo os bombeiros, ainda não é possível saber se o ato de violência tem ligação com alguma organização criminosa da cidade. Os vândalos teriam entrado no local através de um terreno situado nos fundos da garagem.

A perícia técnica ainda vai determinar que tipo de combustível os invasores teriam utilizado para colocar fogo nos ônibus.

Durante o fim de semana, Sorocaba registrou dois casos de ataques a ônibus do transporte coletivo municipal. Os últimos incidentes deste tipo foram em 2006, quando o PCC (Primeiro Comando da Capital) comandou ataques na cidade.Porém, o modo como os atos criminosos foram praticados desta vez sugerem que a ação pode ter sido praticada por vândalos, segundo a polícia.É fogo/ No primeiro caso, um grupo de jovens ateou fogo nos bancos de um ônibus no Jardim Bonsucesso, nas proximidades do Parque Vitória Régia, zona norte. O veículo teve algumas poltronas queimadas e ninguém ficou ferido.

Já na noite de anteontem, guardas civis municipais que patrulhavam as imediações da avenida Itavuvu, também na zona norte, se depararam com uma fumaça densa e cheiro de queimado. Foi assim que, por volta das 22h30, eles encontraram um motorista de 33 anos ao lado de um ônibus completamente destruído pelas chamas, na rua Otto Alfred Geislee,  Jardim Maria Antônia Prado.

O Corpo de Bombeiros foi acionado e fogo  contido. Além da perda total do veículo, a fiação elétrica da rua  ficou comprometida.
O motorista contou que três jovens, aparentando menos de 18 anos, exigiram que ele abrisse as portas do coletivo  que estava estacionado no ponto final. Um deles estava armado.

O trio, que estava encapuzado, exigiu que o motorista descesse sem olhar para trás e ateou fogo no ônibus. Ninguém ficou ferido.
Investigação/ Os dois casos registrados no fim de semana foram atendidos pela Guarda Civil Municipal e registrados no Plantão Policial Norte.
Por se tratar de incêndio criminoso, uma equipe pericial do Instituto de Criminalística avaliou a cena dos  crimes. Tudo foi registrado.

Alterações/ Nas noites de sexta, sábado e domingo, viaturas da  GCM (Guarda Civil Municipal) escoltaram os ônibus dos terminais até os pontos finais dos bairros mais distantes.

O comandante da GCM, Carlos Eduardo Paschoini, explicou  que essas ações preventivas poderão se estender durante a semana.

“Continuaremos a proteger os pontos finais dos ônibus em horários determinados. Se necessário, realizaremos o acompanhamento individual”, complementa.

Ele avalia os incidentes como isolados. “Os autores não foram localizados e, até o momento, os incidentes estão sendo avaliados como isolados.”
Esta é a mesma avaliação feita pela Polícia Militar, que tem atuado com patrulhamento intensificado em algumas partes de Sorocaba. “A Polícia Civil está trabalhando para identificar os responsáveis pelos ataques aos ônibus que são considerados casos isolados”, reforça o capitão da PM Vanclei Franci.

A Urbes informa que o transporte coletivo está atendendo a população normalmente.

Boatos de ataques interrompem rotinaDesde o início do mês os boatos de possíveis ataques feitos pela facção criminosa da capital paulista têm se intensificado em Sorocaba. Com isso, os veículos de comunicação e os números emergenciais que atendem a cidade recebem centenas de relatos de crimes e de situações hostis envolvendo toque de recolher.Porém, os comandos da Polícia Militar e da Guarda Civil Municipal pedem cautela aos moradores. “Durante os últimos dias tivemos muitos boatos que, em sua grande maioria, se mostraram infundados”, afirma  o capitão da PM Vanclei Franci em entrevista   concedida na manhã de ontem.
Ele explica ainda que todas as informações são devidamente checadas. “Temos de tratar com muita cautela todas as informações, pois tais boatos têm o único propósito de espalhar o medo entre os sorocabanos.”Já  o comandante da GCM, Carlos Eduardo Paschoini, avalia que muitos aproveitadores estão tentando intimidar a população. “Os moradores não precisam ficar preocupados, pois as forças policiais estão trabalhando de forma integrada para deixar a comunidade mais segura, tanto de forma ostensiva quanto preventiva”, diz.

A PM finaliza destacando que a atuação integrada (PM, Polícia Civil, GCM e Urbes) está trazendo resultados satisfatórios. “As informações estão chegando e estamos trabalhando intensamente”, conclui o capitão da PM.

Um criminoso completoNa manhã de ontem, Eliazar de Oliveira, 53 anos, foi encaminhado ao Centro de Detenção Provisória após ter sido indiciado por tráfico de entorpecentes e posse ilegal de arma de fogo. Ele foi preso na noite de anteontem, na Vila Haro, zona leste de Sorocaba.O setor de inteligência da Dise (Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes) averiguou informações sobre a provável venda de drogas em uma casa da rua José do Patrocínio.Com isso, a  polícia  seguiu ao endereço e observou,  mais uma vez, a movimentação na casa. O acusado foi abordado no portão da casa e permitiu a entrada dos policiais, alegando que não havia nada ilícito.
Na residência foram apreendidos um liquidificador industrial, uma balança de precisão, flaconetes vazios, três revólveres, munições, dois coletes balisticos e 570 flaconetes de cocaína prontos para venda, além de R$ 90. “A casa funcionava como uma refinaria”, conta  o delegado responsável pela Dise, Alexandre Banietti.

A Polícia Civil irá investigar também a procedência dos coletes balisticos e das armas. “Uma das possibilidades é que os coletes tenham sido roubados ou furtados e que ele poderia alugar ou guardar os equipamentos para outros criminosos que praticam roubos.”
Eliazar tem passagens  por tráfico de drogas, rapto consensual, homicídio e porte de arma de fogo.


90% dos boatos seriam mentira, diz polícia; os demais estão sendo devidamente averiguados 
Teorias não são descartadasTanto o capitão da PM quanto o comandante da GCM dizem não descartar possibilidade de ataques envolverem membros de facções criminosas, porém a possibilidade seria mínima e está sendo investigada pelo setor de inteligência da Polícia Civil. Moradores podem colaborar com informações no 181, 190, 197 e 199.( os autores não são pegos e mesmo que sejam, a verdade mesmo não seria divulgado a população pra não causar pânico , ou seja, preferem que fiquemos sem saber se SOROCABA corre risco de guerra entre policia e PCC.
só vemos ter certeza se estourar de vez tiroteios em toda a cidade, e houver o medo e terror nas ruas, bem pais de banana nanicas, povo submisso é isso )