sem sistema, quem foi na lotérica hj tomou na tarraqueta

Foto: mais uma foto da imensa fila pra vcs terem ideia, um dia sem sistma gera isso.

fui encarregado hjd e fazer o jogo da mega da virada pra minha irmã e amiga dela, colei as 7 da manhã na lotérica , era o primeiro da fila, mas qual não foi a terrivel surpresa as 8 ? o SISTEMA CAIU .


segundo a moça , os sistema sobrecarregou opor culpa do povinho mesmo, afinal foram milhões de apostas, numa grana que será que alguém verá ?


as 9 como já tinha de trabalhar , deixei a fila e claro que ali fiquei de olho pra ver se ia dar algum rolo, mas a  da tarde, tudo fechou normalmente, todos foram pra suas casas, frustrados.


Foto: sem sistema até agora na lotérica, quero ver na hora de fechar o caos que pode virar.

o problema é que não ha investimento nesta área, como querem fazer copa, se temos uma das piores internet do mundo ? e um sistema que cai sempre ? como o caso de hj em todo o pais ?

fica a dica meu amigo , ano que vem aposte dias antes, não deixe pro ultimo dia, senão,pra vc que acredita em loterias. 

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empresa responsável pelo PÁTIO CIANÊ, já teve problemas antes



Um saldo de nove pessoas mortas, entre elas uma criança, todas vítimas de desabamentos em obras da construtora Fonseca & Mercadante, no período de 64 dias. Semanas antes que a parede do futuro Shopping Pátio Cianê ruísse em cima de oito pessoas e matasse sete delas, em outras duas obras da mesma empresa na cidade carioca também houve desabamentos. Dois operários morreram soterrados num desses casos na capital carioca e em outro não houve vítimas. Por meio da assessoria de imprensa, a construtora Fonseca & Mercadante informou que em 19 anos realizou mais de 250 obras, sendo que seis shoppings foram entregues e dois estão em construção, e lamentou ter enfrentado os dois incidentes no Rio de Janeiro.

Segundo notícias veiculadas pela imprensa carioca, as vítimas do desabamento no Rio de Janeiro foram operários que trabalhavam na construção do Shopping Metropolitano Barra, na Barra da Tijuca/Jacarepaguá, na zona oeste carioca. No dia 9 de novembro a queda de uma laje matou dois deles soterrados. Um mês antes, no dia 6 de outubro, um muro já havia desabado sobre sete residências em outra obra da Fonseca & Mercadante, na construção do Park Shopping Campo Grande, no bairro Campo Grande, subúrbio do Rio de Janeiro. No acidente de Campo Grande não houve feridos.

O delegado do Distrito Policial de Jacarepaguá, Maurício Mendonça, investiga o acidente na Barra da Tijuca e disse que provavelmente alguém será indiciado por homicídio sem a intenção (culposo). “Se o laudo pericial confirmar que o erro foi de execução eu deverei indiciar o engenheiro responsável pela execução do projeto.” O delegado explicou que o inquérito continua em andamento porque ele aguarda a conclusão do laudo da polícia técnica, que dará mais detalhes sobre o fato. Ele crê que o laudo fique pronto na próxima quinzena e entre as hipóteses da linha de investigação estão a de que a laje que soterrou os trabalhadores teria caído sozinha, devido a um possível erro de projeto. Outra hipótese é que o desabamento teria sido causado pela manobra de um guindaste.

A Secretaria de Saúde e Defesa Civil do Município do Rio de Janeiro informou que no caso do desabamento da laje, a avaliação técnica da Defesa Civil apontou provável erro operacional pontual na montagem de uma parte da estrutura pré-moldada, não afetando o restante da obra. Os responsáveis técnicos foram orientados. No caso em que o muro caiu na construção do outro shopping carioca, a Defesa Civil divulgou que o estabelecimento já está em funcionamento. Segundo o setor, o incidente foi em um muro isolado da obra do prédio, o que não comprometeu a estrutura do prédio. A avaliação técnica indicou que pode ter havido pressão do aterro sobre o muro. O problema foi corrigido e o muro foi demolido e reconstruído.

Versão

Em nota, a assessoria de imprensa da construtora Fonseca & Mercadante destacou que desde que a empresa começou a operar, entre as mais de 250 obras realizada, seis são shopping centers já concluídos e outros dois estão em construção para alguns dos principais empreendedores do mercado. Alegou que ganhou destaque pela competência e qualidade na prestação de seus serviços. Porém, não respondeu se os desabamentos em três diferentes obras, num intervalo de praticamente dois meses, deu-se por problemas de engenharia, no material de construção, na mão de obra contratada ou se foi coincidência.

A construtora destacou ainda que em ambos os casos no Rio de Janeiro as obras tiveram prosseguimento, com a inauguração do Park Shopping Campo Grande e que a outra, no Shopping Metropolitano, segue conforme cronograma. Mencionou ainda que segue confiantes que, no caso de Sorocaba, as autoridades conduzirão com a necessária competência técnica o processo instaurado. “Lamentavelmente, em 2012, enfrentou dois incidentes no Estado do Rio de Janeiro. Em ambos os casos adotou postura ética e transparente, respeitando os stakeholders (partes interessadas ou intervenientes) e prestando todas as explicações às autoridades competentes. Enquanto as investigações não forem concluídas, acreditamos inoportuno qualquer manifestação à respeito.”, consta em trecho na nota. ( quando vc vai contratar qualquer empresa, ou profissional , vc tem de saber a ficha completa, pra ver se tal pessoa, empresa etc já teve algum problema com outros clientes.

quando vc vai contratar um empregado, babá, empregada pra sua casa tem de pedir referências não tem ? pois é, faltou isso ai pra prefeitura.)

PÁTIO CIANÊ, vigilância redobrada agora.

A menos que o projeto para construção do Shopping Pátio Cianê não tenha cumprido as especificações nele previstas, a Prefeitura de Sorocaba não tinha, mesmo, obrigação de fiscalizar as obras. Essa é a interpretação de especialistas consultados ontem pelo Cruzeiro do Sul. As opiniões, entretanto, conflitam com a de advogados conforme os quais uma das competências do poder público é a de cuidar para que empreendimentos não coloquem em risco o interesse coletivo.


Para o engenheiro e ex-secretário de Edificações e Urbanismo, Adalberto Nascimento, é preciso relativizar a discussão. “Formalmente, legalmente, desconheço a existência de norma que obrigue o procedimento fiscalizatório. O município precisaria de um batalhão para dar conta da demanda que tem e, até por isso, não parece sensato lhe impor essa responsabilidade”, respondeu. Nascimento entende, por outro lado, que certas situações não precisariam ser fiscalizadas para que tivessem sua gravidade reconhecida. 

“Quer me parecer que, ali (no espaço fábrica) aconteceu um tremendo cochilo, uma falha até grosseira em termos estruturais. Se, como foi noticiado, o telhado do barracão e o mezanino foram retirados, e não se considerou que esse prédio fica num local sujeito a trepidações do lado de fora, por conta do tráfego de veículos, e do lado de dentro, em razão do andamento dos serviços com o uso de bate-estaca, isso para não falar das condições do clima, chuva e vendaval, é evidente que a parede não suportaria muito tempo”. 

Adalberto reforçou que a Prefeitura deve intervir quando os serviços forem conduzidos em desacordo com aquilo que foi mencionado no setor competente da Prefeitura. “Se alguém obtém autorização para levantar um prédio com cinco andares, mas constrói outro com seis, é claro que está irregular. Nesse caso, o município deve agir, embargar a obra e tomar todas as providências. Internamente, porém, quem deve atentar para essas ocorrências é o responsável técnico que assinou a planta”.

Esse também é o entendimento do ex-prefeito José Theodoro Mendes. Também professor de Direito, Theodoro considera que os fatos podem ser melhor esclarecidos a partir do acesso à planta e ao memorial descritivo da construção. “Ali, naquele documento, estão detalhados os pormenores do empreendimento. Logo, não há como reconhecer se caberia, ou não, à Prefeitura fiscalizar”. Theodoro disse, ainda, que legislação alguma prevê essa obrigação.
 
“A Constituição fala em uso do solo, o que é bem diferente, a Lei Orgânica e o Código de Obras também não definem essa responsabilidade”. O consultor Luiz Antonio Barbosa reforça a posição. “Tecnicamente o município pode e deve fiscalizar obras públicas; em se tratando de projeto privado, a atuação só se justificaria a partir de uma denúncia que justificasse qualquer tomada de medida”. 

Atuação preventiva
 
Desde abril deste ano vigora a lei que estabeleceu a Política Nacional de Proteção e Defesa Civil que, entre outras disposições, determina que cabe aos municípios “identificar e mapear as áreas de risco de desastres”, além de “promover a fiscalização das áreas de risco de desastre e vedar novas ocupações nessas áreas”, e “vistoriar edificações e áreas de risco e promover, quando for o caso, a intervenção preventiva e a evacuação da população das áreas de alto risco ou das edificações vulneráveis”.

A legislação foi editada justamente para desenvolver a cultura de prevenção de desastres. “E a forma mais usual de se prevenir é fiscalizando. Ainda mais se os riscos estão evidentes, como no caso do telhado removido que deixou a parede de um prédio quase centenário praticamente solta. Tanto assim que o pior acabou acontecendo; a estrutura caiu e determinou a tragédia da qual todos ficamos sabendo”, comenta o advogado Marcos Alberto Morais.

Em nota, a Secretaria da Comunicação, informou que a Defesa Civil atua preventivamente para detectar riscos decorrentes de construções irregulares ou perigosas. “A Coordenação da DC, continua o comunicado, esclarece, ainda, que a construtora estava regularmente autorizada pela Prefeitura a realizar a obra, com o acompanhamento de um responsável técnico (engenheiro civil, no caso). ( como sempre um empurra pro outro o abacaxi.

PANNUNZIO embora esteja contente disso não ter acontecido já no seu governo, deve ficar atento pra que outro acidente não ocorro no local com novas vitimas. 

agora sim a prefeitura deve ficar atenta as obras no local pra se prevenir.)

motorista que atropelou idosa no PARQUE MANCHESTER é encontrado

Jeferson não tem habilitação e fugiu do local do acidente – Por: Aldo V. Silva
 
A família da aposentada Lindalva Fernandes Silva Rocha, 61 anos, achou o motorista que a atropelou e matou e indicou a polícia o endereço. O porteiro Jeferson Mendes dos Santos, 28 anos, não tem carteira de habilitação e havia escondido o carro, o Santana Quantum, na chácara onde mora a irmã, no distrito de George Oeterer, em Iperó. 

Jeferson chegou algemado ao 4º Distrito Policial. Foi interrogado, indiciado por homicídio culposo com agravante de fugir sem prestar socorro e não ficou preso. Os filhos de Lindalva não concordam que ele responda ao processo em liberdade e consideram o atropelamento um crime e não acidente.

Lindalva morreu atropelada na rua Amélio José de Arruda, Parque Manchester, no início da madrugada do dia 25, terça-feira. Ela tinha ido cumprimentar ex-vizinhos na noite de Natal e foi atingida pelo Santana, cujo motorista a teria arrastado por cerca de 30 metros. Havia pessoas nas calçadas que viram o atropelamento. Jeferson estaria em alta velocidade e não parou para prestar socorro. Ele disse ontem à delegada Marta Ayres Cardum que ficou com medo de ser linchado. 

Pedaços do para-choque do Santana ficaram no local do atropelamento e foram recolhidos. No choque, o radiador do carro estourou, mas Jeferson pôde dirigir até chegar em casa no Jardim Itanguá. 

A família de Lindalva passou então a procurar o carro e o motorista. Ninguém anotou a placa, mas a descrição do veículo ajudou na busca. Segundo o filho da vítima, Walfrido Rocha, o primeiro passo foi procurar por imagens de câmeras de segurança nas imediações, mas não deu resultado.

Um policial amigo da família ajudou na investigação paralela e foi feito contato com lojas de autopeças e pessoas que poderiam saber quem era o dono do Santana Quantum azul metálico. Jeferson comprou um radiador para consertar o carro e levá-lo até George Oeterer. Essa informação permitiu à família de Lindalva saber onde Jeferson morava e avisaram a Polícia Militar.

De acordo com o sargento Carlos Silva, perguntado sobre o carro, Jeferson disse que havia vendido havia uma semana. O sargento insistiu e questionou-o novamente, de como podia ter feito isso se atropelou Lindalva com o Santana na terça-feira. Ele então confessou, conforme Silva.

Antes de indicar aos PMs onde estava o Santana, em Iperó, Jeferson levou-os a outros lugares. Percebendo que a estratégia não daria certo, decidiu finalmente mostrar o lugar onde escondeu o carro. 
Jeferson não tem antecedente criminal e no interrogatório afirmou que está arrependido, não bebeu e que não parou após o atropelamento por medo de que pudessem agredi-lo. Ele disse à delegada Marta que soube da morte de Lindalva pelo noticiário e pensou em se apresentar à polícia.

O porteiro também disse que não jogou a garrafa de vinho espumante pela janela, mas jogaram a garrafa no carro. Segundo a delegada, testemunhas do atropelamento serão ouvidas semana que vem e a versão apresentada por Jeferson poderá ser confrontada. A filha de Lindalva, Viviane, tinha ido com ela ao Parque Manchester.

Parentes revoltados com caso

Filhos e outros parentes de Lindalva Fernandes Silva Rocha estiveram ontem à tarde em frente ao 4º Distrito Policial, no bairro Trujillo, e ficaram decepcionados com o fato de Jeferson Mendes dos Santos não ter ficado preso. Para o filho da vítima, Walfrido Rocha, houve uma sucessão de irresponsabilidades do porteiro e que configuram crime de trânsito.

“Não foi uma mera fatalidade. Num acidente, o motorista para e não continua acelerando, arrastando a pessoa por mais de 30 metros”, diz Walfrido. “O que ele fez não se faz com um cachorro”, compara. “Até quando se atropela um cachorro o motorista para. E há pessoas que levam o animal ao veterinário.”

Walfrido ressalta que Jeferson nem podia estar dirigindo, por não ter habilitação. Além de dirigir com velocidade incompatível e na noite de Natal, em que havia pessoas e crianças nas ruas, ele não parou nem se apresentou depois à polícia, diz Walfrido. “Ele ainda consertou o carro e o escondeu.”

A família pretende promover uma campanha, pela internet e outros meios, a fim de não deixar impune a morte de Lindalva. Segundo Walfrido, a família deve contratar um advogado de acusação para acompanhar o processo. ( pobre nunca tem mel, quando tem se labuza, o cara tava correndo com tudo, ai é natural querer fugir pq tava com medo de ser linchado, claro, vinha com tudo.)