miss BRASIL plus size, vejam as candidatas cariocas

Veja as candidatas do Miss Plus Size Rio de Janeiro 201328

27.abr.2013 – A auxiliar de enfermagem Amanda Santana venceu a seletiva do Rio de Janeiro do Miss Brasil Plus Size, neste sábado (27), e será a representante-titular do Estado na etapa nacional do concurso, em São Paulo

A auxiliar de quimioterapia Amanda Santana venceu, neste sábado (27), a seletiva do Rio de Janeiro para o Miss Brasil Plus Size, na casa Magestade Show, na Lapa, e será a representante-titular do Estado na etapa nacional do concurso com outras quatro colocadas: Deborah Chagas (2ª), Marcia Carvalho (3ª), Iris Vieira (4ª) e Paula Figueiredo (5ª).

A etapa final do concurso acontecerá em São Paulo, ainda sem data definida, no segundo semestre do ano.

Amanda deixou 23 candidatas para trás e voltou para casa com a coroa e a faixa de nova representante número um da beleza ‘plus size’ no Estado fluminense. 

A bela já é modelo no mercado ‘plus’ brasileiro, e, em 2012, conquistou a coroa em outro concurso de beleza, o Miss Plus Size Carioca– este organizado por Eduardu Arauju, precursor do movimento de inclusão de modelos gordinhas na passarela e também no trabalho com modelos da maturidade.

“O nervosismo é o mesmo, parece que eu nunca participei de concurso nenhum, o frio na barriga é o mesmo. Estou muito feliz, realizada demais e muito grata a Deus”, contou ao UOL Tabloide. Já eleita, ela também agradeceu o apoio dos familiares.

“Recuperei minha autoestima”

Obesa mórbida na adolescência, Amanda contou ainda como o concurso foi importante para a reconstrução de sua autoestima.

“Eu não me aceitava, não gostava nem de me olhar no espelho. Emagreci um pouco, recuperei minha autoestima. Ser gordinha é ser bonita, sexy e saber que a gente pode ser amada e se amar como a gente é. Como eu me amo hoje”, declarou.

Miss Sênior

A seletiva do Rio de Janeiro do Miss Brasil Plus Size elegeu também a miss Sênior, Luciana Rocha, 36. 

Turismóloga, a bela veste manequim 48 e acredita que beleza não tem idade nem tamanho.

“O importante é ser feliz sempre, se amar, se aceitar e aproveitar cada instante da vida”.

Concurso é organizado por misses ‘plus size’ 

A seletiva do Miss Brasil Plus Size, etapa Rio de Janeiro, foi coordenada também por duas modelos ‘plus size’:  Cláudia Ferreira, produtora de eventos, e Renata Pacheco. Renata Issas é a organizadora e idealizadora do concurso nacional.

“Enfrentamos desafios todos os dias. Organizar e elaborar um evento como este de âmbito nacional não é uma coisa fácil. A seletiva foi realizada em grande estilo. As candidatas estavam bem preparadas e o mais importante, felizes com seus corpos e de bem consigo mesmas”, enfatizou Cláudia Ferreira.

Parte do júri do concurso foi composto por personalidades do samba e do jornalismo. A intérprete da escola de samba Mocidade Independente de Padre Miguel, Juliana Pagung, disse que ficou apreensiva durante a escolha.

“Foi muito difícil. A gente se coloca no lugar das meninas, fiquei com a mão gelada. Decidir sobre um sonho não tarefa fácil”, disse Juliana.( se vc prefere osso, as demais fotos das fofinhas vc confere ai no link abaixo)

http://noticias.uol.com.br/tabloide/ultimas-noticias/2013/04/27/rio-de-janeiro-elege-cinco-representantes-para-o-miss-brasil-plus-size.htm

( tradução: não de comida as modelos) 

THAIS BIANCA E GWYNETH PALTROW diferença entre BRASIL E EUA na questão de roupas.

26.abr.2013 – Sem calcinha e sem sutiã, a ex-panicat Thais Bianca escolheu um look bem ousado para usar na noite de lançamento da “Playboy”, realizado em uma casa noturna em São Paulo. A beldade foi ao evento acompanhada do namorado, Douglas D’Amore ( ah é vulgar,quer se aparecer, ah ta deseperada, ah não tem cabeça, é quenga,quero ver quando não tiver mais este corpinho.)

24.abr.2013 – Gwyneth Paltrow ousou ao escolher um vestido do estilista inglês Antonio Berardi cheio de transparências, deixando parte de seu bumbum à mostra, para o lançamento de “Homem de Ferro 3”. A atriz, que acabou de ser eleita a mulher mais bela do mundo pela revista “People”, interpreta Pepper Potts na série de filmes do herói da Marvel  ( é chique, é famosa, ta em forma 40 anos e com dois filhos, é fashion, ela pode, é famosa, ta com tudo.) 

vem ai o BBB das cracolândias

A cracolândia da região central de São Paulo passará a partir de maio a ser monitorada por 220 câmeras, que funcionarão 24 horas por dia e serão operadas a partir de micro-ônibus com monitores.

A localização das câmeras, sem fio, será definida pelas secretarias de Segurança Pública dos Estados.

O mesmo acontecerá no Rio com a cracolândia do Parque União, na Avenida Brasil, zona norte.

As duas cidades serão as primeiras a receber os equipamentos que fazem parte do programa federal de combate à explosão do tráfico da droga, que se espalhou pelas cidades brasileiras.

Ainda este ano, as câmeras serão instaladas em mais 68 cidades, todas com mais de 200 mil habitantes.

A ordem dos municípios nos quais os equipamentos serão instalados ainda está sendo definida pelo Ministério da Justiça.

Os equipamentos serão doados pelo governo federal, mas serão operados pelas policias estaduais.

Editoria de arte/Folhapress

AÇÕES PONTUAIS

A ideia do ministério é mudar a formato de combate ao tráfico, deixando de lado as grandes operações e priorizando ações policiais pontuais, a partir da identificação de traficantes por meio das câmeras.

As ações governamentais permanentes nessas áreas passarão a ser apenas de profissionais de saúde e de assistência social, segundo o Ministério da Justiça.

“Tudo o que foi feito até agora não deu certo. Então resolvemos mudar. Não quero mais essa história de policial interferindo na cena”, afirmou a secretária nacional de Segurança Pública.

Na próxima semana, Regina Miki se reúne com representantes do governo de São Paulo para fechar detalhes do acordo para implementar o programa no Estado.

Cada kit –conjunto formado por um micro-ônibus com monitores e 20 câmeras– custa R$ 1,5 milhão. São Paulo será a cidade que mais receberá unidades de vigilância. Serão 11 no total. O Rio de Janeiro receberá nove.

A extensão do programa federal às demais cidades deve acontecer até o fim de 2014.

As câmeras serão móveis, podendo ser retiradas de um local e transferidas para outro, caso se verifique a migração da cracolândia.

“Elas são excelente ferramenta de investigação e vão auxiliar no combate ao tráfico de crack”, afirma Walmor Fernandes, diretor da Divisão de Segurança da empresa MTel, responsável pela instalação da tecnologia nos veículos e pela manutenção dos aparelhos em parte do país.

Imagens da cracolândia

BANCO DE DADOS

“Sou favorável ao monitoramento desde que tenhamos inteligência por trás disso. Não basta apenas olhar as imagens”, analisa o ex-secretário Nacional de Segurança Pública Ricardo Balestreri.

Segundo Balestreri, o levantamento precisa criar um banco de dados que possa ser usado para a identificação e prisão dos traficantes.

“Caso contrário, continuaremos jogando dinheiro fora”, afirma.( pra mim liberavam todas as drogas, sendo o estado a fornecer em ougares afastados.

as câmeras seriam apenas pra controlar o fluxo dos nóias, evitando que eles adentrassem o perímetro urbano pra fazer uma eventual besteira.)

ativistas do FEMEN jogam água em arcebispo em BRUXELAS

Ativistas seminuas do grupo feminista Femen invadiram uma conferência em uma universidade de Bruxelas. Durante o ato, manifestantes jogaram água no arcebispo de Mechelen-Bruxelas, Andre-Joseph Leonard. O religioso não reagiu e evitou olhar para as ativistas.

O protesto foi contra a homofobia, de acordo com agências internacionais. No fim da manifestação, o arcebispo beijou uma imagem da Virgem Maria ao deixar a sala. 

Nascido na Ucrânia e com filiais em vários países (incluindo o Brasil e nações de maioria islâmica), o Femen costuma fazer campanhas pelos direitos das mulheres e de minorias. Uma de suas bandeiras é a defesa do casamento gay. O grupo também já realizou atos contra os casos de pedofilia na Igreja.( a igreja se mete em tudo, então…é que os grupo assim como nós estamos cansados de ficar esperando , ficam só nas palavras , claro que agressão não é o caminho, mas tb p… cansa esperar algo)

babaca mata ex namorada e se mata em SOROCABA

O auxiliar de produção Fabrício Vinícius Mendes de Almeida, 25 anos, matou a namorada Jheniffer Cristina Silva Farias, 18, e tirou a própria vida. O crime passional aconteceu ontem de manhã no Jardim Refúgio. A estudante foi morta com um tiro na boca e ele com um tiro do lado direito da cabeça. Os dois namoravam havia dois anos. Romperam e reataram o relacionamento várias vezes. 

Fabrício trabalhava numa avícola e ontem, em vez de ir para o emprego, foi à casa de uma amiga de Jheniffer, na rua Romeu Micheletti, onde a namorada tinha passado a noite. Ele chegou às 6h30 e chamou-a do portão. A amiga da estudante atendeu e avisou Jheniffer, que diante da insistência, saiu na calçada para conversar com Fabrício. 

Os dois discutiram e depois de aproximadamente cinco minutos a amiga de Jheniffer ouviu barulho do primeiro disparo. Logo em seguida o segundo. Ela saiu da casa e viu Jheniffer caída na calçada e ainda com vida. Fabrício estava caído no asfalto, a cerca de 50 metros, segundo o soldado Júlio César Alves, que foi um dos primeiros a chegar ao lugar do crime. 

O auxiliar de produção deu um tiro na boca de Jheniffer, se afastou e atirou em si próprio, na têmpora direita. Ele morreu ali mesmo. A arma, uma pistola modelo Beretta calibre 22, ficou ao lado do corpo de Fabrício. 

A estudante foi socorrida por ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Levada ao Hospital Regional, não resistiu ao grave ferimento e morreu ainda de manhã. 

Não se sabe o que Fabrício falou para Jheniffer antes de atirar nela. E como os dois morreram nunca se saberá. A amiga estava dentro da casa e não ouviu sobre o que falaram. Jheniffer havia terminado o namoro, mas Fabrício insistiu em retomar o relacionamento. 

Em março, ela procurou a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) e registrou um boletim de ocorrência de ameaça e lesão corporal contra ele. De acordo com a delegada Ana Luiza Salomone, Jheniffer teve algumas escoriações e passou por exame de corpo de delito no IML. 

A pistola usada no crime, de numeração raspada, foi apreendida no 3º Distrito Policial, assim como o telefone celular de Fabrício. Pode haver no celular mensagens de texto trocadas entre ele e Jheniffer que serão analisadas pela Polícia Civil. As mensagens deverão ajudar a entender o que aconteceu para a atitude extrema de Fabrício. 

O delegado Silvio Miguel Marques Vicentin, do 3º DP, disse ontem que o inquérito será encaminhado à DDM pelo fato de a vítima ser mulher e o crime ter ocorrido por motivo passional. A autoria está definida e os laudos da perícia no local do crime e dos exames nos corpos serão anexados ao inquérito quando ficarem prontos. 

O homicídio seguido de suicídio abalou as famílias de Jheniffer e de Fabrício. Ela tem parentes em Registro, no Vale do Ribeira, onde deve ser sepultada hoje. Fabrício morava no mesmo bairro onde cometeu o crime.( estes caras que falam que pegam todas, pq matam por causa de uma então ?

a maioria é tudo garganta, desconfiem sempre, quando o cara ficar arrotando que pega todas .)

filha do vice governador de SP sofre tentativa de assalto, mas e dai ?

A filha do vice-governador de São Paulo, Guilherme Afif Domingos (PSD), foi alvo de um ataque ontem ao tentar escapar de um assalto no Morumbi, zona oeste da capital paulista. Seu carro blindado foi atingido por dois tiros.

Filha de Afif tem carro baleado em tentativa de roubo
Meu neto contou os tiros, diz Afif sobre tentativa de assalto
Morador reclama de assaltos em série nas ruas do Morumbi

Após o assalto, o vice-governador afirmou que o Estado vive uma “epidemia de insegurança”. Afirmou que ele e “pessoas próximas” já foram alvo de criminosos.

Alessandro Shinoda – 14.set.2010/Folhapress
Vice de Alckmin, Guilherme Afif Domingos (PSD), afirma que violência é 'epidêmica' em São Paulo após filha sofrer ataque
Vice de Alckmin, Guilherme Afif Domingos (PSD), afirma que violência é ‘epidêmica’ em São Paulo após filha sofrer ataque

O secretário de Estado da Segurança Pública, Fernando Grella Viera, declarou neste mês que se sentia seguro na cidade de São Paulo.

Maria Cecília Domingos Sayoun, 33, levava o filho de dois anos para a escola, por volta das 7h40, quando foi abordada por dois homens.

Segundo seu depoimento, um dos criminosos entrou na frente do veículo, enquanto o outro, ao lado do carro, anunciou o assalto. Os dois portavam revólveres.

A abordagem ocorreu no cruzamento da rua Dr. Flávio Américo Maurano com a Dr. Getúlio de Paula Santos, a cerca de 1 km da entrada do Palácio dos Bandeirantes, sede do governo estadual e próximo de uma ladeira conhecida como reduto de crimes.

Segundo o depoimento da vítima, quando notou que o criminoso saiu da frente do carro, ela acelerou o jipe Land Rover e fugiu do local.

Os assaltantes atiraram e dois disparos atingiram o veículo –um no capô e outro no para-brisa, na altura da cabeça da motorista. Nenhuma bala atravessou a blindagem.

Após a tentativa de assalto, ela voltou para sua casa, também no Morumbi, e depois foi com o marido registrar um boletim de ocorrência no 89º DP (Jardim Taboão). O carro passou por perícia no local e foi liberado.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública, a vítima foi orientada a ir a outra delegacia para tentar reconhecer os criminosos por meio do banco de fotos da polícia.

Até a conclusão desta edição, ninguém foi preso.

ROUBO DE CARROS

A região onde ocorreu o crime vive um aumento nos assaltos. Em janeiro e fevereiro foram registrados 170 casos no 89º DP, aumento de 25% em relação ao mesmo período do ano passado. Considerando somente os roubos de veículos, o crescimento foi de 44%.( ih mas isso ai é de praxe, lembrai da ministra do supremo ELLEN GRACIE que já fi assaltada no RJ EM 2006 , mudou algo ?

que o MORUMBI ,bairro de rico tem assaltos diretos não é novidade, bandido tem medo, não sei como o palácio do governo nunca foi assaltado.

mais fácil é a filha do vice pegar o caminho do aeroporto e ir morar fora, depois dessa.)

pilula do dia seguinte vai ter acesso mais fácil, se liga mulherada

 

O acesso das mulheres à chamada “pílula do dia seguinte” na rede pública de saúde ficará mais fácil a partir deste mês. Em atitude inédita, o Ministério da Saúde distribuiu cerca de 175 mil cartilhas em todo o País com orientações claras a médicos e enfermeiros dos postos de saúde, hospitais e maternidades públicos sobre a distribuição do contraceptivo emergencial. Em Sorocaba, o material ainda não foi entregue, mas deve chegar às mãos dos profissionais da área da saúde nos próximos dias. Cada unidade receberá de um a dois exemplares do livreto.
Com a cartilha, o governo federal pretende reforçar que os comprimidos podem ser entregues gratuitamente à população sem a exigência de receita médica, conforme previa um protocolo escrito entre o fim do ano passado e o início deste ano. A prescrição, no entanto, continua sendo obrigatória para a venda nas farmácias particulares apesar de, na prática, não ser exigida. Na hora da retirada do medicamento na rede pública, a mulher deve consultar-se com um profissional da saúde, que avaliará a sua situação e necessidade de uso. Menores de idade não precisam estar acompanhadas de um responsável para ter acesso ao hormônio, mas receberão orientações e informações mais completas sobre planejamento reprodutivo.Antes do novo protocolo, a receita médica era exigida nas unidades de saúde antes da mulher retirar a pílula. O problema é que as consultas marcadas com ginecologistas podiam levar até dois meses, sendo que o remédio só tem efeito contraceptivo até o quinto dia após a relação sexual desprotegida. A pílula de emergência vem sendo distribuída pelo Sistema Único de Saúde (SUS) há oito anos. Entre 2011 e o ano passado, foram distribuídas 793 mil cartelas da pílula em território nacional. A previsão é de que, neste ano, sejam entregues cerca de 1 milhão de cartelas pelo ministério. O hormônio ainda está em processo de compra.

A pílula do dia seguinte funciona como um método contraceptivo denominado “de emergência”, não devendo ser utilizada como uma opção habitual de prevenção contra uma gravidez indesejada e doenças sexualmente transmissíveis. O medicamento, explica o professor titular de Ginecologia da Faculdade de Ciências Médicas e Saúde da PUC-SP, Luiz Ferraz de Sampaio Neto, pode agir de diferentes maneiras no corpo da mulher. “Cada uma das ações pode ser mais ou menos importante de acordo com o intervalo de tempo da ingestão do medicamento, o coito desprotegido e a ovulação da mulher”, lembra.

A mais importante das ações é a interferência da ovulação: atrasando-a, adiantando ou impedindo que ocorra naquele ciclo. O remédio também pode atuar espessando o muco cervical que obstrui o canal do colo do útero, dificultando a entrada dos espermatozóides no órgão; interferindo na contratilidade das tubas uterinas e nos movimentos dos cílios do revestimento delas, que são muito importantes no processo reprodutivo; e modificando o revestimento do útero (chamado de endométrio), o que atrapalha a ascensão dos espermatozóides até as tubas. A dose preconizada da pílula é, segundo o especialista, de 1,5 gramas e ela deve ser tomada o mais rápido possível após a relação sexual desprotegida. “Mas há alguma eficácia em até 72 horas após a relação”, destaca. Se o hormônio for ingerido em doses exageradas de uma única vez, a mulher pode apresentar efeitos colaterais como náuseas, vômitos, sensação de cansaço, dores abdominais, dor nas mamas e possíveis interferências na menstruação.

Como a dose única é muito elevada, a ingestão não deve ser repetida dentro do mesmo ciclo mestrual. “E, mais do que isso, não é um método para uso constante mas, sim, para uma eventualidade.” O grau de eficácia do medicamento varia de acordo com o período de ingestão após a relação sexual. Quando utilizada de maneira adequada, explica o especialista, a pílula fornece cerca de 70% de proteção. Os outros métodos hormonais, como as pílulas convencionais, injeções, anel vaginal ou adesivos, tem de 99,2% a 99,7% de eficácia, se usados corretamente.

Popularização

Assim como os outros métodos hormonais, a pílula do dia seguinte é contraindicada para pacientes com antecedente pessoal de tromboembolismo (trombose venosa), tumores hormônio-dependentes (nas mamas, por exemplo), cirrose hepática, insuficiência renal, hipertensão arterial grave, entre outras circunstâncias menos habituais. O medicamento é recomendado, de acordo com Luiz, sempre que houver uma falha no uso de outro método, isto é, se a camisinha não for usada ou tiver se rompido, se a mulher descobrir que não havia usado a pílula anticoncepcional normalmente ou se não tiver optado por nenhum outro método de prevenção. “Também é indicada em casos de estupro”, ressalta.

O uso do hormônio é mais comum entre adolescentes, apesar de não haver contraindicação formal para mulheres mais velhas. “As situações que se associam à necessidade do uso da pílula do dia 
seguinte são mais comuns no tipo de atividade sexual que os iniciantes na sexualidade tem”, explica o professor. O método deveria, de acordo com ele, ser mais popularizado. “É muito menos grave para a mulher usar esta pílula com doses elevadas de hormônio quando for necessário, do que enfrentar uma gestação indesejada ou, pior ainda, se submeter a um abortamento provocado.”
Vale lembrar ainda que a pílula do dia seguinte não funciona como um método abortivo. Ela interfere apenas na fecundação e, segundo o especialista, ainda não existem evidências científicas de que rompa a formação do ovo. “A informação deveria ser mais propagada, pois é uma excelente prestação de serviço para quem um dia estiver na situação de ter tido uma relação sem proteção e não quiser correr o risco de engravidar”, conclui. (Supervisão: Aldo Fogaça)

Algumas farmácias não exigem receita médica
Nas duas ocasiões em que uma estudante de 23 anos, que preferiu não ser identificada, precisou apelar para a pílula do dia seguinte na cidade, não encontrou dificuldades. “Foi fácil de encontrar: fui à farmácia e simplesmente pedi a pílula do dia seguinte”, lembra. Por mais que ela já fosse maior de idade na época, não foi necessário apresentar receita médica ou qualquer documento de identidade para levar o medicamento para casa. “O acesso é simples, ela é comercializada em farmácias sem prescrição alguma.”

Qualquer pessoa, acredita a sorocabana C.C.M., de 17 anos, garante a pílula do dia seguinte facilmente. Na única situação em que comprou o contraceptivo de emergência, a estudante foi até uma farmácia próxima à casa do namorado e pediu ao farmacêutico. “Não apresentei nem documento e nem receita. Eu apenas pedi e venderam pra mim”, conta. O fato de C.C.M. ser menor de idade também não se mostrou uma barreira a ser superada. A jovem comprou o medicamento mesmo sem a autorização de um responsável.
O estagiário E.M.D.B., de 24 anos, é outro que não teve problemas ao necessitar do medicamento. “Já precisei da pílula em duas ocasiões distintas, mas com a mesma pessoa. Encontrei facilmente, na primeira farmácia que fui já comprei”, explica. Tratava-se, de acordo com ele, de um caso emergencial, já que o período de 72 horas para o uso estava se esgotando. “Recorri à farmácia mesmo, na época nem sabia que havia distribuição em postos de saúde”, conta o estagiário.

Na hora da compra, E.M.D.B. esperava por uma enxurrada de perguntas além da exigência de documentos de identidade e prescrição médica. “Pelo contrário, o farmacêutico não perguntou nada e vendeu normalmente como se fosse um analgésico. Não sei como funciona a legislação nesse sentido, mas se torna banal o uso da pílula, sendo que existem riscos à saúde da mulher se tomar com frequência”, destaca. 

A facilidade com que se consegue o contraceptivo de emergência preocupa o estagiário. “Se fala muito em educação sexual com campanhas para o uso de preservativos, mas talvez os órgãos competentes da área devam se preocupar com isso também ou, ao menos, informar os procedimentos e riscos do uso desse artifício para a prevenção de uma gravidez”, conclui. Opinião semelhante tem uma engenheira, de 23 anos, que também não quis se identificar. “Comprei a pílula uma vez sem receita e documento, tem em qualquer farmácia”, explica. Algumas farmácias particulares da cidade foram procuradas, mas optaram por não se pronunciar sobre o assunto.

( tem de distribuir até nas escolas assim como a camisinha para os meninos, já que transar, todo mundo quer e pra evitar a bomba atômica  de filho indesejável.)