elemento mata e debocha do crime cometido em baile funk de SOROCABA

O desempregado Luiz Henrique dos Santos Silva, 21 anos, foi quem matou, na madrugada de sexta-feira passada, o auxiliar de produção Tiago Pedroso, 24 anos. A autoria do crime, ocorrido na porta da casa noturna Estação Class, que fica sob o viaduto Jânio Quadros, após uma discussão iniciada no interior do estabelecimento, foi esclarecida pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG). O acusado, que já teve a prisão temporária decretada, está foragido.

De acordo com o delegado Acácio Aparecido Leite, as investigações feitas a partir do momento do crime, quando uma das equipes de homicídio esteve no local, apontaram Luiz Henrique como o autor. Porém, sua identificação também pela rede social, fez com que a polícia percebesse comentários alusivos ao crime. Para isso, o acusado se utiliza também de trechos de algumas letras de rap, das quais uma faz apologia ao crime e exaltação à facção Primeiro Comando da Capital (PCC).

Durante as investigações ficou evidente que a morte de Tiago foi mesmo decorrente de uma briga, por motivos ainda ignorados, iniciada dentro da casa noturna. Com o desentendimento contido no interior do estabelecimento, todos os frequentadores saíram para a rua, quando então aconteceu o desfecho fatal. Aparentemente a vítima foi morta por um disparo que teria atingido seu braço, que parecia estar quebrado, perfurando seu coração. Mas apenas o laudo pericial apontará o número de disparos, bem como a causa-mortis.

Imagens captadas pelo sistema de videomonitoramento do Terminal Santo Antonio mostram o momento em que centenas de pessoas saem correndo pela avenida, provavelmente após o disparo já ter ocorrido. Na sequência, aparece o carro guiado pelo acusado, um Ford Ecosport preto, trafegando em direção à praça da Bandeira, mas que ao chegar em frente ao Terminal de Ônibus, retorna até próximo ao local do crime e foge pela contramão da rua lateral da casa noturna, acessando o viaduto Jânio Quadros.

Ontem pela manhã, investigadores foram até a casa do acusado, no Jardim São Guilherme, para o cumprimento do mandado de prisão temporária por 30 dias, mas ele está foragido. O delegado Acácio disse que agora a polícia quer esclarecer a motivação do crime, mas que para isso é preciso localizar Luiz Henrique. A arma utilizada no homicídio também não foi apreendida. Ainda de acordo com o delegado, é possível que Luiz Henrique tenha saído da boate e ido até o carro buscar a arma. O delegado pede para quem tiver alguma informação sobre o paradeiro de Luiz Henrique, para avisar pelo 197. Não é preciso se identificar.

Apesar de nunca antes ter sido condenado, em 5 de março de 2011 Luiz Henrique foi averiguado por tráfico, sendo porém liberado. O rapaz que o acompanhava na ocasião, ficou preso pela venda de drogas. A vítima, que morava no Jardim Paulista, em Votorantim, não tinha antecedente criminal. No entendimento do delegado Acácio Leite, o fato do acusado postar comentários voltados para o ato criminoso não significa audácia, mas sim a sensação de impunidade: “quando eles acham que serão pegos? Eles se acham acima do bem e do mal”, disse.
 
Comentários

Para a polícia, os comentários feitos pelo acusado nas últimas horas, sugerem que ele estaria interessado em saber das investigações, como também demonstraria cansaço de ficar fora de circulação, sem ir para a rua. Tais comentários são “eu vou beber, dá um rolê, ver as notícias da TV….”: “tédiooooo – Q vontade de ir pa rua”.

Porém, em dois de seus comentários, Luiz Henrique se utilizou de letras de rap. Num deles, parte da letra utilizada é da música “Fórmula Mágica da Paz”: “Morrer é um fator, Mas conforme for, Tem no bolso na agulha e mais 5 no tambor….”, e por conta própria ele acrescentou “Quem pode mais saca primeiro…”

Em outro trecho, o acusado de matar o auxiliar de produção escreveu um trecho da música “Dia de Operação”, que faz apologia à violência: “”Não mexo contigo; Não mexa comigo; Desfez o acordo, toma CLACK BUM….”  (  a musica formula mágica da paz é contra  violência, curtir rap qualquer um curte, mas seguir a letra fielmente são outros 500.

quem pode mais saca primeiro, o cara atira num outro desarmado, queria ver ele enfrentar alguém tb armado, no baile funk do HABITETO por ex, ai o bicho pegava pra ele ,desempregado mas tem carro e grana pra baile funk, de onde vem a bufunfa ?
a policia tem obrigação moral de pegar este cara e botar em cana, que tal no presídio do MINEIRÃO onde o cara arrancou o coração do outro, ai queria ver a valentia dele la dentro, pois não teria o CLACK BUM.)
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Um comentário em “elemento mata e debocha do crime cometido em baile funk de SOROCABA”

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