aluna abusada em sala de aula e secretário diz que não é caso de policia ?

Callegari diz que envolvidos foram chamados para uma conversaCallegari diz que envolvidos foram chamados para uma conversa.

O secretário municipal de Educação, Cesar Callegari, defendeu, nesta quinta-feira, que o caso de abuso sexual da menina de 11 anos  por outros sete colegas dentro de uma  sala de aula da Escola Municipal Plínio Ayrosa, na Freguesia do Ó, na Zona Norte, seja resolvido na base da conversa e com medidas psicopedagógicas. Para ele, o fato não é um caso policial.  “Não pode ser tratado com uma medida policialesca. Ela não foi estuprada”, afirmou o secretário.

Agressores de menina têm de 11 a 15 anos 

Estudante sofre abuso na frente da professora

A delegada Magali Celeghin Vaz, da 4 DDM (Delegacia da Mulher), responsável pelo inquérito, discorda. Para ela, o fato de uma aluna ter sido violentada sexualmente em uma escola municipal é sim um caso a ser investigado e os responsáveis devem ser punidos, porque houve  uma conduta ilegal. “Se eles fossem maiores de idade seria uma contravenção penal. Por ser menores, cometeram um ato infracional. O caso não pode ser tratado apenas como um trâmite administrativo.”
Na quinta-feira da semana passada, a aluna, de 11 anos, teve a blusa e o sutiã arrancados por duas meninas e cinco meninos no fundo da sala. Todos pegaram nos seios da garota. Um dos alunos tentou colocar a mão dentro da calça dela, mas ela gritou e conseguiu fugir. 
Desde que o caso veio à tona, na terça-feira, a Secretaria Municipal de Educação tenta minimizar o que aconteceu. Na primeira vez em que o  DIÁRIO questionou a pasta sobre o abuso, a assessoria de imprensa disse se tratar de uma  “brincadeira de mau gosto” de crianças.
 Depois, a nota da pasta afirmou que “todos” os envolvidos eram alunos do 5º ano e têm “na faixa dos 10 anos”.
Ao ser confrontada com a informação de que pelo menos dois dos envolvidos têm  14 anos ou mais, a assessoria admitiu não saber a idade exata dos envolvidos.
Callegari afirma que as famílias dos alunos foram chamadas para uma conversa e a menina está sendo atendida pelo Conselho Tutelar.
Procedimento já foi instalado, diz Callegari Sobre os procedimentos adotados pela Secretaria Municipal de Educação em relação a professora e a direção da escola, o secretário explicou que “um procedimento de averiguação preliminar foi instaurado”.
 

( senhor secretário, acontece que tudo agora é considerado estupro.pela nova lei, não é preciso haver penetração pra ser considerado estupro, o simples tocar, tentar agarrar, já é.

exageros ? não sei, do jeito que tá um dia se vc simplesmente olhar pra uma mulher na rua, e ela não gostar já vai ser considerado estupro, podem esperar, mas vamos o caso ai, é sim caso de policia, pois imagine estes de menores  poderiam por ex estuprar a menina dentro do banheiro da escola e ai ?

só conversar não adianta é preciso energia com estes delinquentes, pois senão farão pior na próxima, tinha até menina envolvida no abuso, imagina o que ela deve fazer sozinha em casa .

enquanto sexo for considerado tabu e não acabarem com o machismo, teremos casos como estes ai.)


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