SUZANE VON RICHTHOFEN pelo jeito só ela vai ficar presa a vida toda.

O ministro Marco Aurélio, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou pedido para que Suzane Von Richthofen passe a cumprir pena de 39 anos de prisão em regime semiaberto. Ela foi condenada por participar do assassinato dos pais, em 2002. A defesa recorreu da decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que também negou o recurso.

O advogado de Suzanne pediu que ela fosse transferida da Penitenciária de Tremembé, a 147 quilômetros de São Paulo, para um centro de ressocialização. A defesa alegou que a condenada preenche todos os requisitos previstos na Lei de Execuções Penais para progredir de regime.

De acordo com o processo, Suzanne chegou a ficar no Centro de Ressocialização de Rio Claro, mas foi mandada para uma penitenciária de segurança máxima porque recebia regalias.

Na decisão, o ministro entendeu que a decisão do STJ, que manteve Suzane no regime fechado, está bem fundamentada. Ele decidiu que o pedido voltará ser analisado pelo plenário do Supremo.

“Em princípio, como fundamentada a decisão mediante a qual deixou de ser acolhido o pleito de inclusão da paciente em centro de ressocialização, ante o não preenchimento de critérios estabelecidos pelo Poder Público. Descabe, na via do habeas corpus, perquirir a problemática do implemento da justiça. Exige-se a configuração de ilegalidade”, relatou o ministro. ( mensaleiros mal foram presos e já tem semi aberto, um pode ir trabalhar num hotel a 20 mil reais ao mês, outro pode cumprir prisão domiciliar.

depois falam que a lei é igual pra todos , se fosse na CHINA, tanto SUZANE, quanto os mensaleiros já tinham ido pra vala, por isso somos piada no mundo .

mas afinal analisem comigo, se os irmãos CRAVILHOS já conseguiram o semi aberto pq SUZANE não ? é machismo ? só com ela ? amanhã NARDONI, ELIZE MATSUNAGA já estarão no semi e SUZANE pelo jeito vai ficar presa até ser uma velha doente, só ai ira prum asilo pra terminar sua pena.

pelo jeito é isso, já que traficantes, assassinas, gente pior que ela, entre e sai da cadeia em pouco tempo.) 

repórter é agredido por curintianos no ITAQUERÃO, querem esconder o que ?

O repórter da Folha Daniel Vasques foi agredido nesta quarta-feira por um grupo que acompanhava o ex-presidente Andres Sanchez, quando cobria o acidente no Itaquerão.

Ele tentava tirar fotos do caminhão esmagado e de um corpo preso que era retirado das ferragens em razão do desabamento da parte de uma cobertura quando foi expulso por funcionários do Corinthians e da Odebrecht e xingado pelo ex-presidente.

Os funcionários seguiram o jornalista no terreno da obra, tentando retirar o seu celular à força. Ameaçaram agredi-lo e quebrar seu telefone.

Já longe do local do acidente, ele foi cercado pelo grupo, sem a presença de bombeiros ou policiais. Os funcionários começaram a empurrá-lo e a dar socos na sua perna, na altura em que o celular estava guardado.

Andres, que havia ficado perto do caminhão, juntou-se em seguida ao grupo. As agressões persistiram de todos os lados.

Operários da Odebrecht que trabalham na obra intervieram para defender o jornalista e quase foram agredidos também.

Um policial militar chegou ao local e disse que o repórter teria de apagar todas as imagens.

Sob xingamentos e ameaças do grupo, o jornalista apagou fotos e vídeos de apenas um dos dois celulares que ele levava consigo, já que o grupo ignorava que ele portava dois celulares.

Em seguida, o jornalista foi expulso da área próxima ao canteiro de obras.

O Corinthians emitiu uma nota oficial (veja abaixo) lamentando o ocorrido. Em entrevista coletiva, Andres confirmou ter xingado o repórter, mas negou ter participado da agressão. “Eu não encostei nele em momento nenhum.”

Segundo Andres, o repórter invadiu uma área restrita, delimitada pelos bombeiros e policiais. “Ele mentiu, dizendo que era funcionário da Odebrecht para ter acesso ao local e foi retirado. Eu não encostei nele em momento algum. Não houve agressão e tenho testemunhas dos policiais e funcionários de que isso não aconteceu.”

O repórter diz que mostrou ao grupo o crachá que o identifica como repórter da Folha e que em nenhum momento afirmou que era funcionário da Odebrecht.

Reitera que, quando foi cercado pelo grupo, foi em um local do terreno onde não havia presença de policiais e bombeiros.

ABRAJI

A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) mandou uma nota lamentando a agressão, inclusive com uma crítica para a Polícia Militar.

“A Abraji lamenta a agressão contra o repórter da Folha de S.Paulo Daniel Vasques, que fotografava com o celular o acidente nas obras do Itaquerão, em São Paulo, nesta quarta-feira (27.nov.2013).

O ex-presidente do Corinthians Andres Sanchez, um funcionário da Odebrecht e seguranças tentaram obrigar o jornalista a entregar o telefone com as fotos do acidente. Um policial militar que estava no local também pressionou Vasques a abrir mão do telefone. Intimidado, o profissional apagou as imagens e acabou expulso do canteiro de obras.

A Abraji lamenta este novo episódio de violência contra a imprensa. Ao agir dessa maneira, o ex-dirigente do Corinthians e o funcionário da Odebrecht atentam contra a liberdade de expressão e o direito à informação. Ao apoiá-los, o policial militar posiciona o Estado contra um direito fundamental do jornalista e da sociedade. Além de Daniel Vasques, que foi agredido, toda a sociedade sai prejudicada do episódio.”

NOTA OFICIAL DO CORINTHIANS

“A diretoria do Sport Club Corinthians Paulista vem público lamentar profundamente o acidente ocorrido há pouco na Arena Corinthians.

Não existem outra informações no momento.”

( mesmo que o cara tenha mentido e tentado ter acesso a uma área restrita não precisava agressão e ap-agar imagens registradas, alias restrita por que ?

se o acidente foi falha humana o que querem esconder ? ou tem mais coisa por ai que estão tentando esconder ? será que não havia total segurança pra se trabalhar ali ? restos do PALESTRA ITÁLIA, foram usados na construção do ITAQUERÃO, será ai o problema ?

agressão a um repórter que estava apenas trabalhando ? este é o CURINTIA que se diz soberano e quer mandar no pais ? 

CURINTIA ta igual a GLOBO, quer passar por cima de tudo pra se impor.) 

acidente no ITAQUERÃO não deve prejudicar o curintia na abertura da copa

Se depender de atraso na obra causado pelo acidente de ontem, a chance de o Itaquerão não receber jogos da Copa-14, entre eles a partida de abertura, é mínima.

A Folha apurou que a Fifa não tem um plano B e vai aceitar o atraso no cronograma de obras do estádio, que previa entrega em dezembro.

Ao saber que o acidente não afetou as estruturas do estádio corintiano, a previsão dentro da federação é que a obra atrase em 30 dias. Ou seja, deverá ser entregue no final de janeiro ou início de fevereiro, prazo aceito pela entidade, já que ocorreu esse imprevisto na construção.

A Copa só sai do Itaquerão, a reportagem apurou, se laudos da perícia após o acidente concluírem que não há segurança para a arena receber partidas de futebol.

  Editoria de arte/Folhapress  

A Fifa não tem outra opção senão fazer a abertura em São Paulo. E não há opção na cidade. A Arena do Palmeiras não deve ter o gramado ideal em junho. A reforma no Morumbi, a primeira opção para receber jogos na capital paulista, não foi finalizada.

A Fifa descarta tirar a abertura da Copa de São Paulo também porque fará nessa cidade, em junho de 2014, seu congresso anual, quando representantes das 209 associações filiadas estarão presentes. São Paulo é a única cidade, na avaliação da Fifa, com infraestrutura hoteleira para receber o evento.

A Fifa deve bancar o Itaquerão, segundo apurou a Folha, para que o assunto não seja protagonista na próxima semana na Costa do Sauípe, na Bahia, quando serão sorteados os grupos da Copa do Mundo, no dia 6.

No dia 8 de dezembro também recomeça a venda de ingressos, na etapa mais importante de todas, quando a procura é maior porque onde cada seleção vai jogar já estará definido. As pessoas, portanto, precisam saber que haverá jogos em Itaquera.

FALHA HUMANA

Falha humana é a explicação mais provável para o acidente de ontem no Itaquerão.

“As informações dão conta de que houve o tombamento do guindaste. Isso praticamente descarta falha mecânica”, diz Leonardo Roncetti, da TechCon Engenharia.

Segundo o especialista em içamento, o mais provável é que houve algum erro de planejamento da operação ou mesmo alguma falha na operação da máquina.

“De repente, não houve uma investigação aprofundada do solo onde a máquina ficou apoiada”. Segundo Rocetti, o guindaste é um dos três melhores do mundo. ( claro que o estádio vai sediar a abertura da copa, mas nem que fosse pra entregar o estádio pronto a poucoas dias do inicio da bagunça, imagine se SP iria ficar de fora, dar o gosto pra cariocada tb conseguir a abertura ?

imagine milhares de curintianos protestanto pq o ITAQUERÃO não iria mais sediar a abertura, teriamos de chamar  as forças armadas pra conter as bestas feras.)

ANA PAULA MACIEL, e seus relatos de horror na RÚSSIA.

Em 25 de outubro, dentro de uma cela na gelada Murmansk (Rússia), a brasileira Ana Paula Maciel, 31, ativista do Greenpeace, escreveu em um diário: “Ontem eu pensava qual seria a forma mais rápida de acabar com tudo isso, sou bióloga e sei muitas formas de acabar com a agonia de um ser vivo”.

Durante os dois meses de prisão, Ana Paula, libertada na semana passada, escreveu detalhes da agonia que viveu, em um diário cujos trechos principais estão abaixo.

‘Não me arrependo do que fiz”, diz brasileira que foi presa na Rússia’
‘É muito bom vê-la e abraçá-la’, diz mãe de ativista brasileira ao chegar à Rússia

Acusada de vandalismo e pirataria por ter participado de um grupo que tentou barrar a exploração de petróleo no Ártico, ela não pode deixar a Rússia até o julgamento, que não tem data marcada. Ontem, a gaúcha Ana Paula reencontrou-se com a mãe, Rosângela, que a visitou em São Petersburgo.

26/9 – A primeira audiência

Nos acusaram de pirataria, com penas de até 15 anos, mesmo com o presidente deles [Putin] dizendo que não somos piratas. Agora sozinha na cela rezo para que minha mãe reze por nós. A pior parte de ser forte é que ninguém pergunta se você está bem. Vou manter esse diário até quando eu possa ter caneta.

29/9 – Justiça decreta prisão preventiva de dois meses

A última vez que vi no relógio eram dez horas [da noite], agora já não sei, é tarde. Me trouxeram um purê de batatas com beterraba, delicioso, pena que estava frio. A corte foi cansativa e cheia de emoções. Encontrei uma página em branco num livro e escrevi: “Save the Arctic” [Salvem o Ártico]. Não sei se isso vai me trazer problemas […] O banho é só duas vezes por semana, às 18h trazem a janta.

30/9 – Primeiro dia com a prisão decretada

Vieram me chamar para caminhar, pelo menos ar fresco. É sempre nessa caixa de concreto, 5 por 5 [metros], uma caixa de paredes sem sol. Quando me chamaram, acho que me senti como a Lilica e Laila [cachorras dela], quando vamos passear. Acabei de escutar notícia na rádio sobre nós. Acabei de jantar, deve ser seis horas, mais ou menos. “Greenpeace”, “Arctic Sunrise” [navio em que foram presos], “Murmansk”, foi o que entendi, o resto era em russo.

7/10 – As regras da prisão

Meu Deus, quando tudo isso vai acabar? Acordei cedo e não voltei a dormir. O regulamento parece aqueles manuais traduzidos por chineses, não dá para entender nada. Entendi que tinha que limpar a cela, embora tenha tirado toneladas de sujeira, não parece que limpei.

25/10 – Desabafo

Acho que os investigadores deveriam ter peso na consciência de fazerem inocentes passarem pelo terror psicológico da prisão. Estou cansada das inspeções, de sorrir para os guardas, de mostrar respeito pelas pessoas que não respeito. Cansada de andar com as mãos nas costas, das caixas escuras onde nos transportam, das algemas, de ser vigiada pelo olho da porta. Ontem eu pensava qual seria a forma mais rápida de acabar com tudo isso, sou bióloga e sei muitas formas de acabar com a agonia de um ser vivo, formas quase indolores e bem rápidas, o problema é que sou muito forte e corajosa.

Para se matar, é preciso coragem, mas para viver é preciso ainda mais. Na corte, me senti como uma atriz no teatro, porque a decisão já estava tomada antes mesmo de eu sair da prisão, desse buraco imundo, cheio de ratos e fantasmas.

12/11 – Transferência para São Petersburgo

Chegamos perto da uma da tarde, uma e meia já estávamos sendo transferidos para a nova prisão. O transporte de trem levou 27 horas. Não havia colchão e era bem difícil ir ao banheiro. Fomos para a cela, onde tenho duas companheiras. Somente queremos que isso acabe, por favor.

13/11 – Sem dormir

É proibido dormir depois das seis da manhã. […] Quero ver a regra, porque punir as pessoas por dormir é contra os direitos humanos. Minha companheira de cela já me disse que elas tomam um banho uma vez por semana. Hoje vieram perguntar se quero tomar banho de novo. Se elas não podem ir, eu não vou, afinal, qual a diferença entre nós? […] Peguei o papel com as regras do horário e clarifiquei com eles [guardas] que não era contra a lei dormir e que sempre vou tomar banho. Pedi para garantir os mesmos direitos para minhas companheiras.

20/11 – A inesperada saída

Nada de especial aconteceu [no mesmo dia é libertada].

( vcs conhecem aquela expressão é fácil tirar o pobre da loima , difícil é tirar a lama dele ? 

então, tiraram a antiga URSS da RÚSSIA  e das demais ex republicas, mas não tiraram a mente de muita gente  que ainda prefere viver naqueles tempos, pois um pais autoritário onde vc não pode se expressar claramente correndo o risco de ser preso.

o próprio PUTIN disse que eles não eram piratas, mas então ele não apita nada lá, faz o que no governo então ?)

má investigação, má vontade, levam pobres inocentes pra prisão

Maria Aparecida foi confundida com Aparecida. Moraes, com Morais. José da Silva, com outro de mesmo nome. Todos foram presos por crimes que não cometeram.

Estado diz lamentar falhas e quer acabar com erros
Motoqueiro fica dez meses preso e perde o emprego
Eletrecista, negro, é confundido com homem loiro

Somente em São Paulo, segundo levantamento feito pela Folha, ao menos 56 pessoas foram vítimas desse tipo de equívoco desde 1994.

Foram horas, dias e até anos de reclusão por terem nomes e sobrenomes parecidos com os dos verdadeiros suspeitos, embora não tivessem feições, nomes dos pais nem documentos semelhantes.

  Márcio Neves/Folhapress  
Jurandir Xavier da Cruz, 58, preso em virada do ano porque criminoso falsificou seu RG
Jurandir Xavier da Cruz, 58, preso em virada do ano porque criminoso falsificou seu RG

Somados os períodos atrás das grades, essas pessoas permaneceram presas injustamente por sete anos, oito meses, 18 dias e 14 horas.

Há casos ainda de pessoas encarceradas porque tiveram o documento roubado. Cumpriram pena no lugar do ladrão que lhes subtraiu o RG.

A reportagem chegou aos 56 casos a partir de ações no Tribunal de Justiça de SP e da análise dos 96 acórdãos em que aparecem os termos “homonímia” e “preso”.

O número pode ser ainda maior. Isso porque o levantamento só inclui quem processou o governo do Estado, responsável pelas polícias que efetuaram as prisões.

O valor total das indenizações definidas pela Justiça nesses processos foi de R$ 1,7 milhão. Na maioria dos casos, porém, não houve pagamento porque o Estado ainda recorre da decisão, embora admita falhas nas prisões.

Em algumas situações, há erros crassos, como confundir um “Barboza” com outro “Barbosa”, com “s”.

Num outro episódio, a polícia se valeu apenas do apelido para efetuar a prisão. Eronildo Furtuoso Correa, o Nildo, ficou nove meses na cadeia em 2007 no lugar de outro Nildo -Leonildo. “Minha vida até hoje não entrou no eixo”, disse Eronildo.

Ele e outras vítimas desses erros relataram à Folha que ainda hoje têm problemas emocionais e que nunca mais recuperaram o emprego.

Maria Aparecida Radiuc, 58, ficou seis dias presa em 2001 ao ser confundida com a cunhada, Aparecida Radiuc, suspeita de sequestro de um bebê. “No caminho, só gritavam: ‘Cadê o bebê? Onde o deixou’? Eu não entendia nada”, disse ela.

Cida diz que o delegado a agrediu, batendo forte em suas costas. “Na cadeia, as presas gritavam: Vai morrer!”

A maioria aguarda indenização. José Francelino da Silva, não mais. Preso por 26 horas em 2009, morreu sem reparação financeira.

Para Martim Sampaio, diretor de Direitos Humanos da seção paulista da OAB, as prisões ocorrem por um erro “abominável”, a falta de um sistema eficiente de checagem de dados pessoais.

“A maioria dos presos neste país é pobre e tem nomes simples, como Souza, Silva. E a polícia não verifica direito. Simplesmente prende.”

INDENIZAÇÃO

As indenizações não seguem nenhum padrão. O TJ, por exemplo, condenou o governo paulista a pagar R$ 20 mil a um PM que ficou preso 12 horas. Já para um homem detido por dez dias, a indenização foi de R$ 5.000.

Juiz no fórum de Santana, Enéas Garcia afirmou que o TJ tem trabalhado para tratar casos de homonímia com mais rapidez, mas reconhece sobrecarga de processos.

Sobre valor, diz que não há uma tabela de indenizações.

 ( cada policial, delegado, promotor, juiz, desembargador o diavbo, é sustentado pela maioria pobre deste pais, não é rico que sustenta não.

portanto a obrigação é investigar a fundo pra ver se apessoa certa esta sendo presa e não um laranja inocente, só pra dizer que estão combatendo o crime que não se combate mérda nenhuma.) 

videomonitoramento flagra traficante e mãe consumindo droga perto do filho na zona norte de SOROCABA

A Guarda Civil Municipal (GCM) deteve em flagrante, nesta quinta-feira (21), no Parque Vitória Régia, um homem que traficava no Parque Municipal “Amadeo Franciulli”. O fato ocorreu após o sistema de videomonitoramento captar as imagens de algumas pessoas fumando sob uma árvore, na presença de uma criança aparentando cerca de um ano de idade. A central do sistema fica no Centro de Operações e Inteligência (COI).

O ajudante geral Michel Elias da Silva de Athaíde, de 19 anos, foi detido quando abordou duas das mulheres que formavam o grupo. Com ele, foram encontradas 53 porções de cocaína R$ 570 entre cheque e dinheiro. O rapaz foi encaminhado ao Plantão Policial da Zona Norte, onde foi autuado em flagrante pelo crime de Tráfico de Drogas e encaminhado ao Centro de Detenção Provisória de Sorocaba. O Conselho Tutelar foi chamado para as providências. As imagens foram disponibilizadas ao Conselho.

( olha ai policia, tinha de revistar estes carrinhos de bebês tb, vai saber se não tem droga escondida ali, as vezez nem bebê tem, olho vivo.) 

pequeno protesto em frente ao PÁTIO CIANÊ, inaugurado ontem.

Representantes de uma das sete famílias que perderam parentes no acidente provocado pela queda do muro lateral do Pátio Cianê Shopping, em dezembro do ano passado, fizeram um protesto em frente ao empreendimento, que foi inaugurado nesta quinta. A chuva, conforme os manifestantes, impediu que um número maior de pessoas engrossasse o ato. Terezinha Maria Marquine Airola, que perdeu duas filhas e um neto, contou que recebeu assistência durante dois meses, mas a ajuda foi suspensa depois desse período sem maiores explicações.

Ela ingressou com ação no qual reclama indenização pelos danos que alega ter sofrido, mas reclama do “descaso”. “Não fomos procurados mais, nem retornaram nossos contatos. Simplesmente nos ignoram. Não é justo passarmos por tanto sofrimento. Estamos todos muito abalados e não podemos passar por essa situação. Acho que um pouco de respeito seria necessário, até em nome da dignidade”, disse. A reportagem tentou contato com a administração do shopping e encaminhou e-mail procurando saber do posicionamento sobre o protesto. Até o fechamento da edição, porém, não obteve retorno. 
Sete pessoas morreram no acidente ocorrido no dia 20 de dezembro de 2012. Em junho deste ano, a mesma família reclamou de ter de passar por uma “maratona” para ter acesso ao tratamento de saúde que ajudaria a superar os danos físicos e emocionais causados pela tragédia. 

Na ocasião, a construtora que executou as obras do complexo informou, por meio de nota, que disponibilizou psicólogos, transporte e o necessário para agilizar cuidados médicos e questões logísticas. Acrescentou que advogados constituídos pela famílias estavam em contato com o seu departamento jurídico para concluir procedimentos judiciais.

( se já não estão nem ai,pois pelo jeito o mau tempo será o principal culpado daquele dia.

tem de fazer protestos diários, e cadê  as demais famílias ? desistiram ? esperam receber um cheque cala a boca e pronto ?)

GENOINO vai cumprir prisão domiciliar, que mamata né ?

A casa de Genoino, no Butantã, vai servir de prisão ao deputado

A casa de Genoino, no Butantã, vai servir de prisão ao deputado.

 Seis dias após ser preso em São Paulo para cumprir a pena de quatro anos e oito meses de detenção em regime semiaberto pela condenação no processo do mensalão, o deputado federal licenciado José Genoino (PT-SP) conseguiu, nesta quinta, o direito de voltar para casa.
 
A decisão foi tomada pelo presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Joaquim Barbosa, relator do mensalão, após o ex-presidente nacional do PT ser hospitalizado no Instituto de Cardiologia do Distrito Federal com suspeita de ter sofrido princípio de enfarte, segundo o advogado do petista,  Luiz Fernando Pacheco.
 
Nesta quinta, o DIÁRIO esteve na rua onde Genoino mora, localizada em um bairro de classe média, na região do Butantã, Zona Oeste da capital, e conversou com vizinhos e comerciantes sobre como era o dia a dia do mensaleiro, que pode ir para um hospital antes de voltar para casa. Isso porque,  em sua decisão, Barbosa determinou que o parlamentar siga cumprindo a pena em regime domiciliar ou hospitalar.
 
Após o tratamento inicial, uma junta médica vai  avaliar o estado de saúde do condenado para saber se ele terá condições de retornar ao presídio.
 
lágrimas/ Amiga de Genoino, a cabeleireira e podóloga Salete Souza, de 60 anos, acompanha a rotina do deputado há 11 anos. Pouco antes de saber da decisão do STF, ela não escondia a torcida pela saída dele da cadeia. “Eu me lembro de um dia ele levantar a camisa e mostrar a cicatriz da cirurgia no peito. Ele me disse que passou mal,  quase tinha morrido no hospital”, contou ao DIÁRIO.
 
O salão da cabeleireira fica em frente à residência do parlamentar. Por fora, a casa do petista aparenta ser pequena e simples. Na garagem, ontem, havia um automóvel da marca Renault  modelo Logan. A reportagem avistou uma mulher nos fundos do imóvel. Ao ver o jornalista, ela  se escondeu e não atendeu o toque da campainha.
 
“Ele é um homem reservado. Tinha hábitos simples como caminhar de manhã, levar e buscar os netos na escola, comprar pão na padaria. Não era de ficar batendo papo na rua”, relata Salete.
 
A amiga diz ainda que o petista preferia ir ao salão quando o movimento estava fraco. “Era para evitar situações desagradáveis. Tem gente que gosta dele, tem gente que o odeia.”
 
Orgulhosa por ter ganhado a biografia do deputado das mãos dele, Salete chorou ao saber que o ilustre vizinho poderia voltar para casa. “Ele está doente e precisa ser tratado. A família e os amigos vão ajudá-lo”,  disse.
 
Análise
 
Adriana Martorelli, advogada e presidente da Comissão de Política Criminal e 
Penitenciária da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) 
 
Foi justo para o Genoíno, mas é injusto para tantos outros presos
A decisão do STF é justa e legal. Genoino se enquadra nos requisitos necessários para receber esse benefício. Mas a sociedade clama por igualdade. Eu já presenciei mulheres grávidas e pessoas com doenças mentais, por exemplo, na prisão. Essa categoria também tem direito ao benefício. Mas o nosso sistema judiciário costuma ser injusto.
 
Os vizinhos do petista 
 
Amigos e desafetos contam como era a rotina do deputado antes de ele ser preso
 
Demagogia
O médico veterinário Américo Kume, de 73 anos, não faz questão de esconder sua aversão ao petista. Mesmo antes de aparecerem as denúncias do envolvimento de Genoino no  mensalão, as críticas já eram ácidas. “Cruzei com eles algumas vezes aqui no bairro. Vinha com um discurso de que os filhos dele só andavam de ônibus porque tínhamos de privilegiar o serviço público. Mas ele mesmo sempre andou de carro”, afirmou. Américo define o desafeto como demagogo.
 
Primeiro emprego
O economista Jaime Lira, de 60 anos, conheceu Genoino logo após o deputado ser solto da prisão, em 1977. Ele foi o responsável por arrumar o primeiro emprego ao petista, após a sua libertação. “Eu era estudante. Conversei com o Grêmio Politécnico da USP e ele foi lecionar história por lá”, disse. Segundo Lira, há seis anos Genoíno pediu para hospedar-se em sua casa de praia no Litoral Norte. “Ele mora há 40 anos no mesmo lugar. É lá que ele fez as suas campanhas eleitorais.”
 
Bate-boca no mercado
Há um mês, Genoino foi ao supermercado onde sempre fez suas compras pela última vez. Sua despedida, segundo a encarregada de caixa Adriana Pinheiro, não poderia ter sido pior. Ela conta que um  cliente reconheceu o deputado e, do lado de fora, xingou Genoino  de ladrão. “Ele abandonou as compras e foi tirar satisfação com a pessoa”, relata Adriana. Foi a segunda vez que ela ouviu a voz do petista. “A primeira foi quando ele me pediu para trocar uma lâmpada com defeito”, disse.
 
Bronca
A aposentada Olga Dias da Silva, de 73 anos, é dona de um brechó a poucos metros da casa de Genoino. Há 15 anos no mesmo ponto comercial, ela se acostumou a ver o deputado em suas caminhadas diárias pelo bairro. Das poucas vezes que conversou com ele, um encontro em especial não sai da sua memória. “Ele estava voltando da padaria, acho. Passou reto por aqui. Não deu nem bom dia. Perguntei se era porque as eleições já tinham acabado”, contou, aos risos.
 
PT manobra para aposentar deputado e evitar a cassação
 
Uma manobra de deputados do PT que integram a Mesa Diretora da Câmara adiou, para a próxima semana, o início do processo de cassação do mandato de José Genoino, que está afastado do cargo por conta do seu estado de saúde.
 
A manobra visa tão somente antecipar a avaliação do  pedido de aposentadoria por invalidez do mensaleiro preso e, assim, evitar a cassação.
 
Caso a Câmara conceda a aposentadoria a Genoino, ele vai receber até o final da vida R$ 26,7 mil mesmo sem trabalhar e, por pelo menos os próximos quatro anos e oito meses, preso.
 
O mensaleiro só tomou posse em janeiro, após a condenação pelo Supremo Tribunal Federal. Genoino era só o segundo suplente da coligação. Em setembro ele pediu a aposentadoria por invalidez após ser submetido, em julho, a uma cirurgia para correção de dissecção de aorta (quando a artéria passa a abrir em camadas, provocando hemorragias) no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.
 
( pois é, compensa ficar aposentado e recebendo este absurdo, até o fim da vida mesmo, pra que tentar voltar a politica ? 
 
GENOINO não tem do que reclamar, ficar em casa cheio de mordomias, alais uma casa simples pra quem é acusado de roubar tanto, podedria estar morando em um condomínio fechado por ex, no mais luxuoso.
 
mas quando tava solto tinha saúde né ? lembrei do PÃNICO que pegou GENOINO fumando cigarro, não faz muito tempo, só ficou doente quando foi preso é ? 
 

crime violento no VITÓRIA REGIA 2, adolescente é morto e seu corpo é queimado e esquartejado .

( veja ai no link foto do acusado e do local do crime .)
 
A cabeça do adolescente Lucas Matheus Camargo, 17 anos, o Luquinha, assassinado em 17 de setembro e desenterrado pelo seu algoz no último domingo, foi encontrada ontem, na garagem da casa do pai do réu confesso Wellington Elias dos Santos, de 27 anos, no Jardim Santa Lúcia. A localização aconteceu um dia depois do autor do crime que chocou até mesmo a polícia, ter informado que o havia quebrado o crânio com a pá e ateado fogo. 
 

Segundo informações policiais, o crânio foi encontrado por volta das 13h, quando o pai de Wellington, Renato Elias dos Santos, mexia em algumas ferramentas na garagem de sua casa, na rua João Ruiz Martins, e resolveu olhar o que havia dentro de uma sacola plástica. Ao se deparar com o objeto macabro, imediatamente Renato acionou a Polícia Militar. A perícia compareceu ao local, e depois a parte restante da ossada do adolescente foi encaminhada para a funerária. Apesar de queimado, o crânio estava intacto.

Entretanto, apesar de confessar ter matado Lucas por asfixia na noite de 17 de setembro e enterrar o corpo em seu próprio quintal, na casa da rua Zemira Rosa, 65, no Parque Vitória Régia 2, Wellington poderia ter saído livre do Plantão Norte para sua residência não fosse o valor de R$ 50 mil arbitrado pelo delegado plantonista Frederico Urban Monteiro, pelo crime de ocultação de cadáver, que é passivo de fiança.
Isso porque como o réu confesso não estava em situação de flagrante pelo homicídio, sua prisão por esse crime só ocorrerá quando for decretada sua prisão temporária, que depois deverá ser revertida para preventiva. Mas no dia da localização dos restos mortais do garoto, que também residia no Parque Vitória Régia 2, a ocorrência era de ocultação de cadáver. E como não teve condições de pagar o valor arbitrado, Wellington segue preso no Centro de Detenção Provisória (CDP), no bairro da Aparecidinha.
Ontem, pela Polícia Civil, a natureza da ocorrência foi registrada como “Destruição, subtração ou ocultação de cadáver”, e pela Polícia Militar, como “Encontro de cadáver”.
A história do desaparecimento de Lucas chocou até mesmo a polícia pelo fato de que Wellington ter agido com frieza ao planejar desenterrar o corpo após dois meses para atear fogo na ossada e assim se livrar de qualquer prova contra ele. Segundo um policial militar que participou da prisão do acusado, “o crime chocou por revelar requintes de crueldade, tendo em vista que cada passo foi devidamente estudado, sem que o autor estivesse sob o uso de entorpecentes, e o que é pior, continuou a frequentar a casa onde o corpo estava sepultado”.
Por sair dos parâmetros de normalidade dos crimes registrados regularmente, o caso chegou também à imprensa paulistana, sendo divulgado pelo programa Brasil Urgente, apresentado por José Luiz Datena.
Entenda o caso
Passados 60 dias da morte de Lucas, pensando que só restasse os ossos do corpo da vítima, Wellington resolveu desenterrá-lo no domingo. A intenção era se livrar do corpo queimando a ossada e a jogando os restos mortais nas caçambas de entulhos instaladas no Parque Vitória Régia 2. Ainda no domingo, Wellington se desfez de algumas partes jogando-as numa caçamba da rua Mercedes Minhonha Marques. Na segunda-feira, novamente ele juntou num saco plástico mais um pouco de ossos e restos ainda não decompostos. Mas por considerar que a sacola estava pesada para ser levada até a caçamba, Wellington a deixou no quintal de sua casa.
Esse foi seu erro, pois o mau cheiro chamou a atenção da vizinhança e a polícia foi chamada. No quintal da casa, os PMs se depararam com os restos mortais na sacola e uma cova rasa aberta. Com a localização do RG de Wellington na residência, os policiais militares o localizaram na casa do pai, no Jardim Santa Lúcia, mesmo endereço onde ontem a cabeça foi encontrada.
Para a reportagem Wellington disse ter ficado sabendo que Lucas o teria ameaçado de morte por desavenças por causa de drogas, e que por isso resolveu matá-lo. Para isso, o atraiu na casa para fazerem uso de droga e o matou mediante asfixia.
 ( o caso pode ser escabroso pra provìncia de SOROCABA , mas é comum no pais todo, especialmente nas favelas  dominadas pelo tráfico.
 
 os pais não tem controle sobre seus filhos, logo quem entra na droga ou é isso ai ou cadeia.)
 
 

mensaleiros, o dia a dia na cadeia.

Banho frio, beliche com colchão de espuma e almoço servido em marmitex de alumínio e colher de plástico.

Essas são as condições da cadeia provisória em que estão os condenados no julgamento do mensalão que já começaram a cumprir pena.

Desde anteontem, os ex-integrantes da cúpula petista José Dirceu, José Genoino e Delúbio Soares e outros seis réus homens, entre eles o empresário Marcos Valério, estão num pequeno prédio sob controle da Polícia Federal dentro do Complexo Penitenciário da Papuda.

Já a banqueira Kátia Rabello e Simone Vasconcellos, ex-funcionária de Valério, ficaram em unidade da PF no centro de Brasília. Todos aguardam a definição da Justiça sobre os locais definitivos onde cumprirão pena.

Os nove homens foram acomodados em celas de seis metros quadrados com beliche de ferro e estrado de madeira e colchão de espuma. Cinco deles ficaram em uma mesma cela e quatro, em outra, segundo a Folha apurou.

Editoria de Arte/Folhapress

Nas celas também há uma pia, um cano com água fria que é usado para banhos e a chamada bacia turca no lugar da privada -a instalação sanitária fica rente ao chão.

No café da manhã a refeição para todos os presos foi pão com manteiga, café e leite. No almoço foi servido marmitex com arroz, feijão, carne, legumes e verduras. Eles fizeram a refeição usando colheres de plástico flexível.

CONSULTA

Em sua primeira noite na cela, Genoino foi atendido por um médico particular a pedido da família em torno das 2h. Pálido e “visivelmente cansado”, segundo laudo do cardiologista Daniel França Vasconcelos, o ex-presidente do PT relatou dores no peito e nas pernas (leia texto nesta página).

Genoino estava em pé e bastante inquieto quando o médico entrou na cela. Após uma hora e meia de consulta, com a pressão controlada por medicamentos, o petista conseguiu dormir ao menos três horas seguidas.

Para passar o tempo, ele tem se dedicado à leitura da biografia de Getúlio Vargas, presente do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu.

Em torno do meio-dia de ontem, Genoino recebeu a visita de um advogado de Brasília que representa o seu defensor, que o informou sobre o pedido feito ao Supremo Tribunal Federal para que possa ele cumprir pena em regime domiciliar em razão dos problemas de saúde.

“Sou um preso político e estou muito doente. Se morrer aqui, o povo livre deste país que ajudamos a construir saberá apontar os meus algozes”, disse o petista ao advogado. Ele relatou a visita à família, que reclama de não ter conseguido entregar nem uma carta ao deputado.

ALGEMAS

No périplo aéreo que 9 dos 11 presos fizeram a bordo de uma avião da PF anteontem, todos viajaram algemados. O procedimento é necessário devido a norma que trata do transporte aéreo de presos.

A aeronave veio a São Paulo para buscar Dirceu e Genoino. Depois, seguiu para Belo Horizonte, onde recolheu outros sete presos, e chegou a Brasília no fim da tarde.

O voo aconteceu em absoluto silêncio. Os condenados não conversaram e cada um viajou sentado ao lado de um policial federal. Não houve lanche e nem água foi oferecida aos presos.

APREENSÃO

Apesar de o prédio em que estão no momento ser totalmente separado das penitenciárias, aFolha apurou que os presos do mensalão ficaram bastante apreensivos com a possibilidade de serem enviados para o sistema comum da Papuda, onde ficam os presos do regime fechado.

A informação de que eles seriam misturados aos demais presos do complexo circulou entre os condenados na forma de boato, mas foi suficiente para que alguns deles solicitassem contato com seus advogados numa tentativa de evitar a situação.

Outro pedido dos presos foi relativo à necessidade de tomarem remédios. Por isso, alguns advogados, como os de Genoino e de Delúbio enviaram documentos ao STF e à Papuda para tentar liberar o ingresso dos medicamentos.

Delúbio recebeu ontem sua mulher no presídio. A visita foi curta e, apesar de ainda não estar tomando seus remédios para diabetes, ele afirmou que, “dentro do possível”, está bem.

O juiz de execução penal de Brasília, Ademar Silva Vasconcelos, deve formalizar hoje o ingresso dos condenados no sistema prisional.

Assim que isso acontecer, os advogados farão pedidos à Justiça para tentar transferir seus clientes para unidades prisionais em seus Estados de origem.

( se todos os presos comuns sofrem nas masmorras do BRASIL, dormindo até pelados ao relento, não seria diferente pra estes ai.

ta ruim ? melhora pra todos, o preso tendo pelo menos o minimo de condições , banho de agua fria, quantos nem água tem ? nem casa ? nada, o GENOINO mal foi preso e já querem que cumpra prisão domiciliar em casa, oras se fosse assim, todos os presos doentes tb deveriam cumprir, ai todos alegariam doenças.

mas resta saber quanto tempo ficarão presos ai quero ver.)