crime violento no VITÓRIA REGIA 2, adolescente é morto e seu corpo é queimado e esquartejado .

( veja ai no link foto do acusado e do local do crime .)
 
A cabeça do adolescente Lucas Matheus Camargo, 17 anos, o Luquinha, assassinado em 17 de setembro e desenterrado pelo seu algoz no último domingo, foi encontrada ontem, na garagem da casa do pai do réu confesso Wellington Elias dos Santos, de 27 anos, no Jardim Santa Lúcia. A localização aconteceu um dia depois do autor do crime que chocou até mesmo a polícia, ter informado que o havia quebrado o crânio com a pá e ateado fogo. 
 

Segundo informações policiais, o crânio foi encontrado por volta das 13h, quando o pai de Wellington, Renato Elias dos Santos, mexia em algumas ferramentas na garagem de sua casa, na rua João Ruiz Martins, e resolveu olhar o que havia dentro de uma sacola plástica. Ao se deparar com o objeto macabro, imediatamente Renato acionou a Polícia Militar. A perícia compareceu ao local, e depois a parte restante da ossada do adolescente foi encaminhada para a funerária. Apesar de queimado, o crânio estava intacto.

Entretanto, apesar de confessar ter matado Lucas por asfixia na noite de 17 de setembro e enterrar o corpo em seu próprio quintal, na casa da rua Zemira Rosa, 65, no Parque Vitória Régia 2, Wellington poderia ter saído livre do Plantão Norte para sua residência não fosse o valor de R$ 50 mil arbitrado pelo delegado plantonista Frederico Urban Monteiro, pelo crime de ocultação de cadáver, que é passivo de fiança.
Isso porque como o réu confesso não estava em situação de flagrante pelo homicídio, sua prisão por esse crime só ocorrerá quando for decretada sua prisão temporária, que depois deverá ser revertida para preventiva. Mas no dia da localização dos restos mortais do garoto, que também residia no Parque Vitória Régia 2, a ocorrência era de ocultação de cadáver. E como não teve condições de pagar o valor arbitrado, Wellington segue preso no Centro de Detenção Provisória (CDP), no bairro da Aparecidinha.
Ontem, pela Polícia Civil, a natureza da ocorrência foi registrada como “Destruição, subtração ou ocultação de cadáver”, e pela Polícia Militar, como “Encontro de cadáver”.
A história do desaparecimento de Lucas chocou até mesmo a polícia pelo fato de que Wellington ter agido com frieza ao planejar desenterrar o corpo após dois meses para atear fogo na ossada e assim se livrar de qualquer prova contra ele. Segundo um policial militar que participou da prisão do acusado, “o crime chocou por revelar requintes de crueldade, tendo em vista que cada passo foi devidamente estudado, sem que o autor estivesse sob o uso de entorpecentes, e o que é pior, continuou a frequentar a casa onde o corpo estava sepultado”.
Por sair dos parâmetros de normalidade dos crimes registrados regularmente, o caso chegou também à imprensa paulistana, sendo divulgado pelo programa Brasil Urgente, apresentado por José Luiz Datena.
Entenda o caso
Passados 60 dias da morte de Lucas, pensando que só restasse os ossos do corpo da vítima, Wellington resolveu desenterrá-lo no domingo. A intenção era se livrar do corpo queimando a ossada e a jogando os restos mortais nas caçambas de entulhos instaladas no Parque Vitória Régia 2. Ainda no domingo, Wellington se desfez de algumas partes jogando-as numa caçamba da rua Mercedes Minhonha Marques. Na segunda-feira, novamente ele juntou num saco plástico mais um pouco de ossos e restos ainda não decompostos. Mas por considerar que a sacola estava pesada para ser levada até a caçamba, Wellington a deixou no quintal de sua casa.
Esse foi seu erro, pois o mau cheiro chamou a atenção da vizinhança e a polícia foi chamada. No quintal da casa, os PMs se depararam com os restos mortais na sacola e uma cova rasa aberta. Com a localização do RG de Wellington na residência, os policiais militares o localizaram na casa do pai, no Jardim Santa Lúcia, mesmo endereço onde ontem a cabeça foi encontrada.
Para a reportagem Wellington disse ter ficado sabendo que Lucas o teria ameaçado de morte por desavenças por causa de drogas, e que por isso resolveu matá-lo. Para isso, o atraiu na casa para fazerem uso de droga e o matou mediante asfixia.
 ( o caso pode ser escabroso pra provìncia de SOROCABA , mas é comum no pais todo, especialmente nas favelas  dominadas pelo tráfico.
 
 os pais não tem controle sobre seus filhos, logo quem entra na droga ou é isso ai ou cadeia.)
 
 
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