GENOINO vai cumprir prisão domiciliar, que mamata né ?

A casa de Genoino, no Butantã, vai servir de prisão ao deputado

A casa de Genoino, no Butantã, vai servir de prisão ao deputado.

 Seis dias após ser preso em São Paulo para cumprir a pena de quatro anos e oito meses de detenção em regime semiaberto pela condenação no processo do mensalão, o deputado federal licenciado José Genoino (PT-SP) conseguiu, nesta quinta, o direito de voltar para casa.
 
A decisão foi tomada pelo presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Joaquim Barbosa, relator do mensalão, após o ex-presidente nacional do PT ser hospitalizado no Instituto de Cardiologia do Distrito Federal com suspeita de ter sofrido princípio de enfarte, segundo o advogado do petista,  Luiz Fernando Pacheco.
 
Nesta quinta, o DIÁRIO esteve na rua onde Genoino mora, localizada em um bairro de classe média, na região do Butantã, Zona Oeste da capital, e conversou com vizinhos e comerciantes sobre como era o dia a dia do mensaleiro, que pode ir para um hospital antes de voltar para casa. Isso porque,  em sua decisão, Barbosa determinou que o parlamentar siga cumprindo a pena em regime domiciliar ou hospitalar.
 
Após o tratamento inicial, uma junta médica vai  avaliar o estado de saúde do condenado para saber se ele terá condições de retornar ao presídio.
 
lágrimas/ Amiga de Genoino, a cabeleireira e podóloga Salete Souza, de 60 anos, acompanha a rotina do deputado há 11 anos. Pouco antes de saber da decisão do STF, ela não escondia a torcida pela saída dele da cadeia. “Eu me lembro de um dia ele levantar a camisa e mostrar a cicatriz da cirurgia no peito. Ele me disse que passou mal,  quase tinha morrido no hospital”, contou ao DIÁRIO.
 
O salão da cabeleireira fica em frente à residência do parlamentar. Por fora, a casa do petista aparenta ser pequena e simples. Na garagem, ontem, havia um automóvel da marca Renault  modelo Logan. A reportagem avistou uma mulher nos fundos do imóvel. Ao ver o jornalista, ela  se escondeu e não atendeu o toque da campainha.
 
“Ele é um homem reservado. Tinha hábitos simples como caminhar de manhã, levar e buscar os netos na escola, comprar pão na padaria. Não era de ficar batendo papo na rua”, relata Salete.
 
A amiga diz ainda que o petista preferia ir ao salão quando o movimento estava fraco. “Era para evitar situações desagradáveis. Tem gente que gosta dele, tem gente que o odeia.”
 
Orgulhosa por ter ganhado a biografia do deputado das mãos dele, Salete chorou ao saber que o ilustre vizinho poderia voltar para casa. “Ele está doente e precisa ser tratado. A família e os amigos vão ajudá-lo”,  disse.
 
Análise
 
Adriana Martorelli, advogada e presidente da Comissão de Política Criminal e 
Penitenciária da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) 
 
Foi justo para o Genoíno, mas é injusto para tantos outros presos
A decisão do STF é justa e legal. Genoino se enquadra nos requisitos necessários para receber esse benefício. Mas a sociedade clama por igualdade. Eu já presenciei mulheres grávidas e pessoas com doenças mentais, por exemplo, na prisão. Essa categoria também tem direito ao benefício. Mas o nosso sistema judiciário costuma ser injusto.
 
Os vizinhos do petista 
 
Amigos e desafetos contam como era a rotina do deputado antes de ele ser preso
 
Demagogia
O médico veterinário Américo Kume, de 73 anos, não faz questão de esconder sua aversão ao petista. Mesmo antes de aparecerem as denúncias do envolvimento de Genoino no  mensalão, as críticas já eram ácidas. “Cruzei com eles algumas vezes aqui no bairro. Vinha com um discurso de que os filhos dele só andavam de ônibus porque tínhamos de privilegiar o serviço público. Mas ele mesmo sempre andou de carro”, afirmou. Américo define o desafeto como demagogo.
 
Primeiro emprego
O economista Jaime Lira, de 60 anos, conheceu Genoino logo após o deputado ser solto da prisão, em 1977. Ele foi o responsável por arrumar o primeiro emprego ao petista, após a sua libertação. “Eu era estudante. Conversei com o Grêmio Politécnico da USP e ele foi lecionar história por lá”, disse. Segundo Lira, há seis anos Genoíno pediu para hospedar-se em sua casa de praia no Litoral Norte. “Ele mora há 40 anos no mesmo lugar. É lá que ele fez as suas campanhas eleitorais.”
 
Bate-boca no mercado
Há um mês, Genoino foi ao supermercado onde sempre fez suas compras pela última vez. Sua despedida, segundo a encarregada de caixa Adriana Pinheiro, não poderia ter sido pior. Ela conta que um  cliente reconheceu o deputado e, do lado de fora, xingou Genoino  de ladrão. “Ele abandonou as compras e foi tirar satisfação com a pessoa”, relata Adriana. Foi a segunda vez que ela ouviu a voz do petista. “A primeira foi quando ele me pediu para trocar uma lâmpada com defeito”, disse.
 
Bronca
A aposentada Olga Dias da Silva, de 73 anos, é dona de um brechó a poucos metros da casa de Genoino. Há 15 anos no mesmo ponto comercial, ela se acostumou a ver o deputado em suas caminhadas diárias pelo bairro. Das poucas vezes que conversou com ele, um encontro em especial não sai da sua memória. “Ele estava voltando da padaria, acho. Passou reto por aqui. Não deu nem bom dia. Perguntei se era porque as eleições já tinham acabado”, contou, aos risos.
 
PT manobra para aposentar deputado e evitar a cassação
 
Uma manobra de deputados do PT que integram a Mesa Diretora da Câmara adiou, para a próxima semana, o início do processo de cassação do mandato de José Genoino, que está afastado do cargo por conta do seu estado de saúde.
 
A manobra visa tão somente antecipar a avaliação do  pedido de aposentadoria por invalidez do mensaleiro preso e, assim, evitar a cassação.
 
Caso a Câmara conceda a aposentadoria a Genoino, ele vai receber até o final da vida R$ 26,7 mil mesmo sem trabalhar e, por pelo menos os próximos quatro anos e oito meses, preso.
 
O mensaleiro só tomou posse em janeiro, após a condenação pelo Supremo Tribunal Federal. Genoino era só o segundo suplente da coligação. Em setembro ele pediu a aposentadoria por invalidez após ser submetido, em julho, a uma cirurgia para correção de dissecção de aorta (quando a artéria passa a abrir em camadas, provocando hemorragias) no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.
 
( pois é, compensa ficar aposentado e recebendo este absurdo, até o fim da vida mesmo, pra que tentar voltar a politica ? 
 
GENOINO não tem do que reclamar, ficar em casa cheio de mordomias, alais uma casa simples pra quem é acusado de roubar tanto, podedria estar morando em um condomínio fechado por ex, no mais luxuoso.
 
mas quando tava solto tinha saúde né ? lembrei do PÃNICO que pegou GENOINO fumando cigarro, não faz muito tempo, só ficou doente quando foi preso é ? 
 

crime violento no VITÓRIA REGIA 2, adolescente é morto e seu corpo é queimado e esquartejado .

( veja ai no link foto do acusado e do local do crime .)
 
A cabeça do adolescente Lucas Matheus Camargo, 17 anos, o Luquinha, assassinado em 17 de setembro e desenterrado pelo seu algoz no último domingo, foi encontrada ontem, na garagem da casa do pai do réu confesso Wellington Elias dos Santos, de 27 anos, no Jardim Santa Lúcia. A localização aconteceu um dia depois do autor do crime que chocou até mesmo a polícia, ter informado que o havia quebrado o crânio com a pá e ateado fogo. 
 

Segundo informações policiais, o crânio foi encontrado por volta das 13h, quando o pai de Wellington, Renato Elias dos Santos, mexia em algumas ferramentas na garagem de sua casa, na rua João Ruiz Martins, e resolveu olhar o que havia dentro de uma sacola plástica. Ao se deparar com o objeto macabro, imediatamente Renato acionou a Polícia Militar. A perícia compareceu ao local, e depois a parte restante da ossada do adolescente foi encaminhada para a funerária. Apesar de queimado, o crânio estava intacto.

Entretanto, apesar de confessar ter matado Lucas por asfixia na noite de 17 de setembro e enterrar o corpo em seu próprio quintal, na casa da rua Zemira Rosa, 65, no Parque Vitória Régia 2, Wellington poderia ter saído livre do Plantão Norte para sua residência não fosse o valor de R$ 50 mil arbitrado pelo delegado plantonista Frederico Urban Monteiro, pelo crime de ocultação de cadáver, que é passivo de fiança.
Isso porque como o réu confesso não estava em situação de flagrante pelo homicídio, sua prisão por esse crime só ocorrerá quando for decretada sua prisão temporária, que depois deverá ser revertida para preventiva. Mas no dia da localização dos restos mortais do garoto, que também residia no Parque Vitória Régia 2, a ocorrência era de ocultação de cadáver. E como não teve condições de pagar o valor arbitrado, Wellington segue preso no Centro de Detenção Provisória (CDP), no bairro da Aparecidinha.
Ontem, pela Polícia Civil, a natureza da ocorrência foi registrada como “Destruição, subtração ou ocultação de cadáver”, e pela Polícia Militar, como “Encontro de cadáver”.
A história do desaparecimento de Lucas chocou até mesmo a polícia pelo fato de que Wellington ter agido com frieza ao planejar desenterrar o corpo após dois meses para atear fogo na ossada e assim se livrar de qualquer prova contra ele. Segundo um policial militar que participou da prisão do acusado, “o crime chocou por revelar requintes de crueldade, tendo em vista que cada passo foi devidamente estudado, sem que o autor estivesse sob o uso de entorpecentes, e o que é pior, continuou a frequentar a casa onde o corpo estava sepultado”.
Por sair dos parâmetros de normalidade dos crimes registrados regularmente, o caso chegou também à imprensa paulistana, sendo divulgado pelo programa Brasil Urgente, apresentado por José Luiz Datena.
Entenda o caso
Passados 60 dias da morte de Lucas, pensando que só restasse os ossos do corpo da vítima, Wellington resolveu desenterrá-lo no domingo. A intenção era se livrar do corpo queimando a ossada e a jogando os restos mortais nas caçambas de entulhos instaladas no Parque Vitória Régia 2. Ainda no domingo, Wellington se desfez de algumas partes jogando-as numa caçamba da rua Mercedes Minhonha Marques. Na segunda-feira, novamente ele juntou num saco plástico mais um pouco de ossos e restos ainda não decompostos. Mas por considerar que a sacola estava pesada para ser levada até a caçamba, Wellington a deixou no quintal de sua casa.
Esse foi seu erro, pois o mau cheiro chamou a atenção da vizinhança e a polícia foi chamada. No quintal da casa, os PMs se depararam com os restos mortais na sacola e uma cova rasa aberta. Com a localização do RG de Wellington na residência, os policiais militares o localizaram na casa do pai, no Jardim Santa Lúcia, mesmo endereço onde ontem a cabeça foi encontrada.
Para a reportagem Wellington disse ter ficado sabendo que Lucas o teria ameaçado de morte por desavenças por causa de drogas, e que por isso resolveu matá-lo. Para isso, o atraiu na casa para fazerem uso de droga e o matou mediante asfixia.
 ( o caso pode ser escabroso pra provìncia de SOROCABA , mas é comum no pais todo, especialmente nas favelas  dominadas pelo tráfico.
 
 os pais não tem controle sobre seus filhos, logo quem entra na droga ou é isso ai ou cadeia.)
 
 

mensaleiros, o dia a dia na cadeia.

Banho frio, beliche com colchão de espuma e almoço servido em marmitex de alumínio e colher de plástico.

Essas são as condições da cadeia provisória em que estão os condenados no julgamento do mensalão que já começaram a cumprir pena.

Desde anteontem, os ex-integrantes da cúpula petista José Dirceu, José Genoino e Delúbio Soares e outros seis réus homens, entre eles o empresário Marcos Valério, estão num pequeno prédio sob controle da Polícia Federal dentro do Complexo Penitenciário da Papuda.

Já a banqueira Kátia Rabello e Simone Vasconcellos, ex-funcionária de Valério, ficaram em unidade da PF no centro de Brasília. Todos aguardam a definição da Justiça sobre os locais definitivos onde cumprirão pena.

Os nove homens foram acomodados em celas de seis metros quadrados com beliche de ferro e estrado de madeira e colchão de espuma. Cinco deles ficaram em uma mesma cela e quatro, em outra, segundo a Folha apurou.

Editoria de Arte/Folhapress

Nas celas também há uma pia, um cano com água fria que é usado para banhos e a chamada bacia turca no lugar da privada -a instalação sanitária fica rente ao chão.

No café da manhã a refeição para todos os presos foi pão com manteiga, café e leite. No almoço foi servido marmitex com arroz, feijão, carne, legumes e verduras. Eles fizeram a refeição usando colheres de plástico flexível.

CONSULTA

Em sua primeira noite na cela, Genoino foi atendido por um médico particular a pedido da família em torno das 2h. Pálido e “visivelmente cansado”, segundo laudo do cardiologista Daniel França Vasconcelos, o ex-presidente do PT relatou dores no peito e nas pernas (leia texto nesta página).

Genoino estava em pé e bastante inquieto quando o médico entrou na cela. Após uma hora e meia de consulta, com a pressão controlada por medicamentos, o petista conseguiu dormir ao menos três horas seguidas.

Para passar o tempo, ele tem se dedicado à leitura da biografia de Getúlio Vargas, presente do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu.

Em torno do meio-dia de ontem, Genoino recebeu a visita de um advogado de Brasília que representa o seu defensor, que o informou sobre o pedido feito ao Supremo Tribunal Federal para que possa ele cumprir pena em regime domiciliar em razão dos problemas de saúde.

“Sou um preso político e estou muito doente. Se morrer aqui, o povo livre deste país que ajudamos a construir saberá apontar os meus algozes”, disse o petista ao advogado. Ele relatou a visita à família, que reclama de não ter conseguido entregar nem uma carta ao deputado.

ALGEMAS

No périplo aéreo que 9 dos 11 presos fizeram a bordo de uma avião da PF anteontem, todos viajaram algemados. O procedimento é necessário devido a norma que trata do transporte aéreo de presos.

A aeronave veio a São Paulo para buscar Dirceu e Genoino. Depois, seguiu para Belo Horizonte, onde recolheu outros sete presos, e chegou a Brasília no fim da tarde.

O voo aconteceu em absoluto silêncio. Os condenados não conversaram e cada um viajou sentado ao lado de um policial federal. Não houve lanche e nem água foi oferecida aos presos.

APREENSÃO

Apesar de o prédio em que estão no momento ser totalmente separado das penitenciárias, aFolha apurou que os presos do mensalão ficaram bastante apreensivos com a possibilidade de serem enviados para o sistema comum da Papuda, onde ficam os presos do regime fechado.

A informação de que eles seriam misturados aos demais presos do complexo circulou entre os condenados na forma de boato, mas foi suficiente para que alguns deles solicitassem contato com seus advogados numa tentativa de evitar a situação.

Outro pedido dos presos foi relativo à necessidade de tomarem remédios. Por isso, alguns advogados, como os de Genoino e de Delúbio enviaram documentos ao STF e à Papuda para tentar liberar o ingresso dos medicamentos.

Delúbio recebeu ontem sua mulher no presídio. A visita foi curta e, apesar de ainda não estar tomando seus remédios para diabetes, ele afirmou que, “dentro do possível”, está bem.

O juiz de execução penal de Brasília, Ademar Silva Vasconcelos, deve formalizar hoje o ingresso dos condenados no sistema prisional.

Assim que isso acontecer, os advogados farão pedidos à Justiça para tentar transferir seus clientes para unidades prisionais em seus Estados de origem.

( se todos os presos comuns sofrem nas masmorras do BRASIL, dormindo até pelados ao relento, não seria diferente pra estes ai.

ta ruim ? melhora pra todos, o preso tendo pelo menos o minimo de condições , banho de agua fria, quantos nem água tem ? nem casa ? nada, o GENOINO mal foi preso e já querem que cumpra prisão domiciliar em casa, oras se fosse assim, todos os presos doentes tb deveriam cumprir, ai todos alegariam doenças.

mas resta saber quanto tempo ficarão presos ai quero ver.)

CAMPOLIM de bairro chique a degradante, ta igual períferia.

 
Gradil de pista de caminhada foi arrancado durante o conflito
 
 
Uma confusão generalizada na madrugada de hoje, no Parque Campolim, terminou com duas viaturas da Polícia Militar depredadas e atos de vandalismo na praça Carlos Alberto de Souza. O tumulto, registrado por volta da 1h, teria sido decorrente da ação de policiais militares na tentativa de abrir o acesso da avenida Caribe, que teria sido fechado pelos jovens, que toda sexta-feira costumam se reunir no local. Segundo informações de pessoas que estavam nos bares e restaurantes da região, a ação teria assustado muita gente, inclusive pelo uso de bombas de gás lacrimogêneo pela PM. Mas ninguém teria ficado ferido. A partir da próxima semana, a Polícia Militar promete implementar ações ainda mais efetivas para coibir o abuso por parte dos frequentadores do local. De acordo com o capitão Renê Sérgio Calazans, comandante da 1ª Companhia, que abrange o bairro e suas adjacências, as viaturas teriam sido acionadas para liberar o trânsito na confluência das avenidas Caribe com Antonio Carlos Cômitre e tão logo as equipes chegaram, pedras teriam sido arremessadas por populares. Duas viaturas de sua Companhia teriam sido danificadas, uma com os para-brisas dianteiro e traseiro quebrados, e outra com avarias na lataria. A partir disso, viaturas da Força Tática foram chamadas para dar apoio à ocorrência. Capitão Calazans disse não ter a confirmação do uso de bombas de gás lacrimogêneo para conter os agressores.

O comandante da Força Tática, capitão Fernando de Agrella, confirmou, por telefone, que realmente foram utilizadas munições químicas (granadas de efeito moral e gás lacrimogêneo), tendo em vista que o arremesso de pedras e também de garrafas continuaram mesmo com a chegada das viaturas. Ainda segundo ele, o uso de munições químicas foi necessário para poder dispersar a multidão que se encontrava na praça, uma vez que devido ao grande número de pessoas ali concentrada, não era possível identificar quem fazia os arremessos e atos de vandalismo em geral. Ninguém foi detido.
Ainda na tarde de ontem era possível ver o resultado da confusão na praça, com gradil derrubado, garrafas e estilhaços por toda praça do Parque Carlos Alberto de Souza.
  
EU QUERIA SABER QUE TIPO DE GENTE MORA NO CAMPOLIM .
o pessoal não tem poder, grana, nome , influência na cidade ? não mora nenhum coronel, doutor, barão, nenhuma das familias poderosas da cidade mora lá ?
pra permitir esta baderna pelo jeito não , este vai ser o futuro do lugar amanhã ? virar uma cracolãndia, pois se os moradores não impoem respeito, apenas de morarem em casas enórmes e luxuósas.
o CAMPOLA perdeu moral faz tempo, imaginem ano que vem com carnaval, e copa ?

caso JOAQUIM, mãe a padrasto em cana e o espetáculo da mídia.

Agora surge a versão que a morte do menino Joaquim possa ter sido acidental por excesso de insulina ou esquecimento em aplicá-la…

primeiramente nunca se pode esqueçer de medicar um filho doente, a cada momento surge um fato, a mãe era ameaçada de morte pelo padrasto que não aceitava o fato do menino ser de outro, tinha ciúmes do pai da criança etc e tal.

Imagens de duas câmeras de segurança, o rastro seguido por um cão farejador e os depoimentos da mãe do menino Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, encontrado morto em um rio neste domingo, 10, após seis dias de desaparecimento, reforçam as suspeitas da Polícia Civil de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, sobre o envolvimento do padrasto Guilherme Rayme Longo, de 28 anos, no crime. Longo e a mãe de Joaquim, a psicóloga Natália Mingone Ponte, de 29 anos, estão presos.

A principal suspeita da polícia é uma possível superdosagem de insulina na criança, que era diabética. Em depoimento prestado após a prisão, no domingo, a mãe mudou a versão sobre o relacionamento com Longo e revelou ameaças e conflitos envolvendo a criança. De acordo com o que Natália afirmou ao delegado Paulo de Castro, o companheiro disse que chegou a autoaplicar duas doses da insulina usada pelo menino.

Joaquim desapareceu de casa na madrugada do dia 4. O casal afirmou para a polícia, no dia do desaparecimento, que eles estavam na residência onde moram há quatro meses e que ela foi dormir e o padrasto ficou acordado para pôr a criança na cama, por volta da meia-noite.

Longo, usuário de drogas, declarou que saiu naquela madrugada para comprar cocaína, ficou fora por cerca de 40 minutos, não encontrou a droga e voltou para casa, de acordo com a polícia. “Ele disse que encontrou o portão aberto, mas entrou e não deu conta do sumiço da criança”, afirmou o delegado. Segundo a versão do casal, a mãe percebeu o desaparecimento por volta das 7 horas, quando foi aplicar uma dose de insulina na criança. O casal acompanhou as buscas da polícia durante toda semana.

Corpo

O corpo do menino foi encontrado no domingo boiando no Rio Pardo, em Barretos. Exame feito pelo Instituto Médico-Legal (IML) comprovou que Joaquim foi jogado no rio já sem vida, pois não havia água nos pulmões.

A mãe, que conheceu Longo na clínica de recuperação onde ele estava internado, defendeu a inocência do companheiro até a prisão, no domingo. Nos novos depoimentos, colhidos na noite do domingo e na tarde desta segunda-feira, Natália revelou que o casal brigava e que o companheiro via a criança como um empecilho na vida deles.

Nos depoimentos, Natália afirma que Longo tratava a criança como “um pedacinho do Arthur”, o pai biológico da criança, Arthur Paes. E que ela pensava em se separar, mas teria sofrido ameaças. “Se você for embora, eu te acho até no inferno”, teria dito o padrasto.

Um cão farejador da polícia identificou rastros do padrasto em um trajeto de sua casa até um ponto na beira do Rio Pardo, onde a polícia acredita que a criança tenha sido jogada. Imagens de duas câmeras de segurança obtidas pela polícia, e mantidas em sigilo, mostram sem identificar uma pessoa passando pelo local com um pano escuro e voltando sem nada.

Natália e Guilherme estão em prisão temporária, decretada desde este domingo, depois que o corpo de Joaquim foi encontrado no Rio Pardo, próximo a um rancho, em Barretos. Há hematomas no corpo. “Não podemos atribuir sem o laudo da criminalística esses hematomas no corpo a uma agressão. Eles podem ter ocorrido depois que o corpo foi jogado no rio”, explica o delegado.

A polícia também não descarta a participação da mãe na morte da criança. “Ela ainda é suspeita”, disse o delegado. O advogado de Longo, Antonio Carlos de Oliveira, não teve acesso ao inquérito policial e disse que não poderia comentar o caso. Ele vai pedir à Justiça acesso aos documentos.( claro que mesmo que a mãe possa supostamente ser inocente, vão enfiar os dois na cadeia, pra que prender um se podem prender dois ?

agora levar um cara viciado em drogas pra casa é viagem demais, e o cara não aceitar o menino pelo fato de não ser dele, é sinal pra qualquer mulher mandar o cara passear.

agora mais um caso pra ser explorado a exaustão com informações a conta gotas pela mídia.)

vândalos danificam sistema elétrico em prédio da saúde em SOROCABA.

A Vigilância em Saúde já solicitou ao Governo do Estado a reposição das doses – Zaqueu Proença/Secom

Mais fotos…

A ação de vândalos deixou sem energia o prédio da Vigilância em Saúde de Sorocaba, o que resultou na perda de vacinas que estavam armazenadas em refrigeradores. Com isso, o órgão ligado à Secretaria da Saúde de Sorocaba (SES) estima que poderá faltar doses nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) nos próximos dias. De acordo com a SES, tudo indica que o transtorno foi provocado no início da noite de domingo (10).

O relógio de medição de energia e disjuntores do prédio, localizado no Jardim Zulmira, foram depredados. O imóvel conta com sistema de geradores, que não foi suficiente para evitar a perda da maior parte das vacinas.

A Guarda Civil Municipal (GCM) e a Polícia Civil já foram notificadas dos fatos e a Vigilância em Saúde já solicitou ao Governo do Estado a reposição das doses. Mesmo assim, pode haver desabastecimento de algumas vacinas, dependendo dos estoques existentes em cada UBS, divulgou a secretaria.

( espero que estes canalhas não tenham filhos, pra que não fiquem doentes e precisem de uma vacina.)