mortes arrepiam SOROCABA , autoridades correm atras só por causa da copa.

logo pela manhã, umm triplo homicídio dentro de uma casa no Vila Nova Sorocaba – ERICK PINHEIRO

Sorocaba viveu ontem um dia sangrento com sete pessoas assassinadas e outras seis feridas em quatro atentados praticados, todos a tiros e com características de execução. Os crimes começaram a ser registrados já pela manhã com o triplo homicídio na Vila Nova Sorocaba, e no período da noite a violência se intensificou na cidade: um homem morreu e outro ficou ferido na Vila Hortência, e enquanto a Polícia Militar recebia informações de mais três pessoas baleadas no Jardim Itanguá, outras cinco também receberam tiros no Parque das Paineiras, e duas delas morreram no local e outra durante o socorro. Viaturas da Rota estiveram ontem à noite para reforçar o policiamento na cidade. Numa semana atípica, a partir de domingo foram registradas dez vítimas por assassinato, incluindo o soldado Sandro Luiz Gomes, vítima de um ataque criminoso na madrugada de domingo, quando, na Atividade Delegada, foi surpreendido durante patrulhamento na zona norte, próximo ao Jardim Paulista. 

Três homens foram executados a tiros no Jardim Nova Sorocaba na noite de segunda-feira, mas os corpos só foram encontrados ontem pela manhã, quando um vizinho avistou o portão aberto da casa de número 872 da rua Francisco Bueno de Camargo, entrou para verificar se havia algo de errado e viu os corpos estavam um ao lado do outro com tiros na cabeça, sugerindo execução. 

O triplo homicídio aconteceu 24 horas depois do duplo homicídio ocorrido no Jardim Casa Branca, que vitimou Renato Ferreira Gomes e Samuel Raimundo Soares, ambos com 26 anos de idade. A Polícia Civil não descarta a possibilidade de relação entre os casos, e acredita que a motivação dos crimes seja o tráfico de drogas. 

Os corpos de Tiago dos Anjos, 25 anos, Cleyton Alessander Ravira, 33, vulgo Véio, e Jonatas Ribeiro Gomes, 21 anos, foram encontrados por volta das 7h, mas de acordo com o mesmo vizinho que localizou as vítimas, tiros foram ouvidos na noite anterior, por volta das 23h. Entretanto, segundo ele, não foi possível perceber de que direção vinha o barulho dos disparos. 

Conforme relatado por policiais militares e civis que compareceram à cena do crime, os três homens foram mortos sentados no chão, encostados à parede da cozinha, e todos apresentavam perfurações na cabeça e tórax. Cápsulas de calibre 9 milímetros foram apreendidas no local. Do lado de fora da casa, próximo à porta, havia um cigarro de maconha. De acordo com a Polícia Técnica, os corpos foram encontrados enrijecidos, o que indica que as mortes tenham ocorrido na noite anterior. 

Moradores das proximidades e de outras localidades do bairro, se concentraram na frente da casa para acompanhar os serviços da polícia. Mas ninguém arriscava comentários sobre as vítimas, falando apenas que naquela mesma rua haveria várias “biqueiras” (pontos de tráfico) e que acreditavam que o crime pudesse ter relação com drogas. Dos três mortos, conforme o que se apurou até ontem, apenas Cleyton Ravira teria antecedente criminal, sendo inclusive procurado pela Justiça por acusação de furto, segundo informou o capitão Rogério Lima, comandante da 2ª Companhia de Policiamento. 

Um cunhado do Cleyton disse ter ouvido falar sobre os tiros tão logo chegou do trabalho segunda-feira à noite, mas que jamais imaginaria que ele fosse uma das vítimas, tanto que, ainda na noite de segunda-feira foi ao velório de um amigo. Para policiais militares, ele disse que a mãe do Cleyton havia comprado uma casa e se mudado para o Parque São Bento, e posteriormente se mudado para Piracicaba, mas que o filho não quis acompanhá-la. Uma moradora que não quis se identificar, e que mora há 11 anos no Nova Sorocaba, reclamou que o bairro não é mais um local tranquilo para se viver, e que a causa estaria no tráfico de drogas. 

O delegado Acácio Aparecido Leite, da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), disse que não ignora a possibilidade desse caso estar relacionado ao duplo homicídio do Jardim Casa Branca, e que embora não descarte nenhuma linha de investigação, que uma das principais seria a de desentendimento por causa de drogas. Entretanto, ele pede a colaboração da comunidade para passar informações pelos telefones 3224-1595 (DIG) e 197 (Polícia Civil). 

Noite violenta 

Num intervalo de pouco mais de três horas, quatro pessoas foram mortas e outras seis ficaram feridas ontem à noite. O primeiro caso da noite aconteceu por volta das 19h30 na rua Assis Machado, na Vila Hortência. O aposentado Sidnei Antonio de Oliveira, 48 anos, morreu e o vigilante Valderci Inácio Cassiano, 65 anos, ficou ferido, após serem baleados pelo garupa de uma moto de cor escura, cujo modelo e placa não foram anotados. De acordo com um morador e vizinho da vítima, que residia naquela mesma rua, teriam sido disparados cinco tiros. 

Conforme o que foi apurado pela polícia, Sidnei conversava com Valderci que fazia vigilância numa obra da rua Assis Machado, quando surgiu a moto e parou próximo das vítimas. O garupeiro desceu e sacou a arma e atirou pelo menos cinco vezes, segundo um vizinho que só teve tempo de ver a moto retornando dando meia-volta em baixa velocidade. 

Sidnei, que era aposentado por conta de uma cirurgia coronária feita há três anos, ainda correu para o autoposto existente no cruzamento com a Nogueira Padilha, onde morreu ao lado de um carro que era abastecido. Foi inclusive o motorista desse carro que acionou o socorro, e conforme disse, a única coisa da qual se lembrava era do aposentado pedindo socorro. Mas surgiram versões de que além de pedir ajuda, a vítima também teria gritado “assalto”. Já o vigilante foi ferido com um tiro nas costas, ao tentar fugir da mira do atirador. Mas segundo informações policiais, não corria risco de morte. 

O delegado Acácio Aparecido Leite também compareceu a esse local de crime, mas não comentou sobre o crime. Pelo trabalho pericial, Sidnei teria sido alvejado com pelo menos três tiros, sendo dois na barriga e um no ombro. O delegado pede para que também nesse caso as pessoas colaborem por meio de denúncias. 

No Parque das Paineiras, o crime também teria sido praticado, por volta das 23h, por dois ocupantes de uma moto. Fábio Lourenço e Agostinho da Cruz Silva, morreram na calçada de uma lanchonete na esquina das ruas Jayme dos Santos e Eliza Stefano Lamos, cujo dono também foi baleado. 

Pouco antes do atentado no Paineiras, três pessoas foram baleadas na viela Santa Catarina, no Jardim Itanguá. As informações iniciais eram de que os atiradores teriam chegado a pé. As vítimas foram socorridas para o Hospital Regional, e até o fechamento desta edição, por volta de 2h, não havia confirmação sobre o estado das vítimas do Jardim Itanguá e do Paineiras.

 

( se não fosse pela copa do mundo, ninguém daria a minia pra estes casos, nem ficaríamos sabendo de alguns deles  , isso se não houver outros que não estão sendo divulgados.

agora a prefeitura e autoridades tem de correr atras pra garantir a paz nos dias do mundial )

acorda SOROCABA

violência dispara em SOROCABA as vésperas do mundial, prefeito preocupado ( isso por causa da copa né ?)


O primeiro trimestre deste ano registrou 31 pessoas assassinadas em Sorocaba, o que dá uma média de um caso a cada três dias. De acordo com dados da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP/SP), referente ao período de janeiro a março, esse número é 121,4% maior do que o registrado no 1º trimestre do ano passado, quando 14 homicídios ocorreram na cidade. Somente o total de casos ocorridos no mês de março deste ano, que foram 17, superam os registrados nos três primeiros meses de 2013 (14) e também de 2012, com 15 ocorrências. Segundo o presidente da Comissão de Segurança Pública da 24ª Subseção da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Sorocaba, o advogado Claudinei Fernando Machado, essa situação demonstra uma ausência de ações mais efetivas de combate à criminalidade por parte do Governo do Estado.

O aumento no número de casos de homicídio foi grande entre fevereiro e março de 2014, conforme mostram os dados da SSP/SP. Há dois meses aconteceram 6 assassinatos em Sorocaba, subindo para 17 no mês passado. Em janeiro foram contabilizados 6 casos.

Além dos homicídios propriamente ditos, as tentativas de homicídio também cresceram na cidade. Se comparados os dados dos três primeiros meses de 2013 e 2014, o aumento foi de 32%. Foram 22 registros no ano passado e 29 neste ano. Em 2012 foram 28.

A Polícia Civil foi procurada, porém informou que a Secretaria de Segurança Pública do Estado não autoriza que os seus representantes comentem sobre as estatísticas de criminalidade. A pasta, então, foi contata, via assessoria de imprensa, mas não respondeu aos questionamentos até o fechamento desta edição. A reportagem também fez solicitação de entrevista à Polícia Militar, mas não houve retorno.

OAB: ausência do Estado

Para Machado, esse crescimento nas ocorrências de homicídio e de outros tipos de crime refletem uma “ausência” do Estado, que não investe o quanto deveria em ações que visam diminuir a criminalidade nas cidades paulistas. “Se o Estado se fizesse presente, aumentando o policiamento ostensivo, que deve ser exercido de forma mais atuante, isso poderia diminuir”, analisa. Ele menciona uma possível falta de policiais, tanto militares quanto civis, em número suficiente para atuar numa cidade do porte de Sorocaba. “Nosso batalhão de Polícia Militar possui uma dotação funcional aquém da quantidade de policiais necessários. A Polícia Civil possui uma parcela de participação nisso. Os órgãos competentes deveriam pensar em uma forma de não sobrecarregar esses profissionais, porque profissional sobrecarregado não consegue dar conta do serviço, aumentando a chance de impunidade”, afirma.

Segundo o presidente da Comissão de Segurança Pública da OAB, a falta de esclarecimentos de homicídios também ajuda a acentuar o número de ocorrências. “Casos não solucionados rapidamente tendem a cair na lista de casos não esclarecidos. Como temos poucos profissionais no setor de investigação de casos envolvendo morte, não seria o caso da administração pública aumentar a equipe responsável pela solução de casos de autoria desconhecida? Isso ajudaria a diminuir a sensação de impunidade”, explica.

Outros crimes também apresentaram aumento

Os números de crimes violentos, como os roubos, também apresentaram aumento em Sorocaba. Os casos roubos de veículos, por exemplo, cresceram 24,1% entre 2014 e 2013, considerando os três primeiros meses de cada ano. Entre janeiro e março deste ano, foram 239 ocorrências desse crime, ante 174 em 2013. Já os roubos em geral tiveram aumento de 16,3%. Foram 562 entre janeiro e março de 2014 e 483 no mesmo período do ano passado. 

Conforme demonstram as estatísticas da Secretaria de Segurança Pública do Estado, os furtos em geral e especificamente de veículos também registraram aumento. Entre janeiro e março de 2013 foram 2.006 casos, subindo para 2.068 em 2014. Ou seja, um crescimento de 3%. Já o aumento de furtos de veículos foi ainda maior, de 7%. Foram registrados 683 no primeiro trimestre do ano passado e 732 neste ano. 

Dois crimes apresentaram queda em seus registros. No caso dos flagrantes de tráfico de entorpecentes, houve diminuição de 24,1% entre 2013 e 2014, já que foram 307 ocorrências no ano passado e 233 neste ano. Os registros de estupros caíram 40%, na comparação dos primeiros três meses de 2013 e 2014. Aconteceram 50 no ano passado e 30 neste ano.

Primeiro assassinato do ano foi em 5 de janeiro

O primeiro caso de homicídio de 2014 em Sorocaba foi registrado no dia 5 de janeiro, conforme mostra notícia publicada pelo jornal Cruzeiro do Sul. Naquele dia, o ajudante geral Renato José Florêncio, de 28 anos, foi morto a tiros no bairro de Aparecidinha. Ele era evadido da penitenciária Danilo Pinheiro (P-1), no bairro do Mineirão, desde a saída temporária do dia dos pais do ano passado. Ele cumpria pena por dois roubos no regime semiaberto. O corpo de Renato foi encontrado por populares por volta das 21h, na rua Oscar Mascarenhas. A Polícia Militar foi chamada e já encontrou a vítima sem vida, com perfurações no peito e cabeça. 

Em fevereiro, no dia 14, o policial militar aposentado Adilson Lopes, 50, foi morto com vários tiros nas costas, pernas e braços, em frente a uma padaria do Jardim Prestes de Barros. A Polícia levantou que o policial aposentado conversava com um conhecido em frente à padaria, quando um Celta passou por duas vezes pela rua e na terceira parou. De dentro do carro saiu um homem que usava capuz para cobrir o rosto, que se aproximou de Adilson e o mandou virar de costas. Nesse momento, o conhecido que conversava com Lopes entrou na padaria pensando que se tratava de um assalto e ouviu o barulho dos disparos do lado de fora.

Já no mês passado, quatro pessoas foram assassinatos em um período de 24 horas na cidade. Na manhã do dia 18, o estudante universitário Eliezer Cleber Albertini da Silva, 19, e um colega não identificado na época foram encontrados mortos dentro de um carro no bairro do Éden, na Estrada dos Sete Alqueires. Os dois foram executados com tiros de pistola 9 milímetros dentro do Audi A3 pertencente ao estudante. Ele, que estava no banco do motorista, apresentava uma perfuração na nuca, duas no lado esquerdo da cabeça e uma no lado direito, e outra atrás de um dos ouvidos. Já o rapaz desconhecido foi encontrado com uma perfuração no pescoço, outra na parte traseira da cabeça, uma no ombro e outra numa das laterais da cabeça. 

Na noite daquele mesmo dia, Ivan de Souza Oliveira, e Anderson Lapa dos Santos, ambos com 25 anos de idade, estavam dentro de uma lanchonete na rua Quirino de Mello e foram surpreendidos por quatro homens ocupando duas motocicletas. Segundo o que foi apurado na ocasião do registro do homicídio, os criminosos já teriam chegado atirando, e as vítimas, mesmo feridas, tentaram se salvar saindo correndo pela rua. Os dois rapazes correram para lados opostos, mas ambos foram atingidos e morreram no local. 

E, ao que tudo indica, as estatísticas de homicídios do mês de abril também serão expressivas. Entre domingo e ontem, quatro pessoas foram mortas em Sorocaba. Um dos casos causou bastante comoção na cidade, que seria o assassinato do soldado Sandro Luiz Gomes, 35, que foi baleado por criminosos na zona norte. Ele foi sepultado ontem.

 

( o prefeito CARAMUNZZIO ta preocupado com o aumento da violência as vésperas da copa do mundo,afinal receberemos  ARGÉLIA, JAPÃO RUSSIA (ITU) e HONDURAS (PORTO FELIZ)  leia no lik ao lado    http://redebomdia.com.br/noticia/detalhe/67171/violncia-dispara-s-vsperas-do-mundial .

pra piorar ainda tem a ameaça do PCC de promover um novo salve geral como em 2006, pelo jeito farão acordo com a bandidagem logo .)

PM é assassinado na zona norte de SOROCABA, e alguma coisa vai mudar ?

Um policial militar morreu e outro ficou ferido na madrugada de ontem, após sofrerem um atentado quando patrulhavam pela zona norte, nas imediações do Jardim Paulista. A viatura em que estavam foi alvejada por 16 tiros, e os PMs, que estavam na Atividade Delegada, não tiveram tempo de reação. Ainda na madrugada, cerca de meia hora antes do ataque, a casa de um policial militar, na Vila Haro, também foi alvejada por disparos. Os tiros que tiraram a vida do soldado Sandro Luiz Gomes, de 35 anos, partiram de um VW Crossfox já apreendido, que tinha a cobertura de um Ford New Fiesta branco, também apreendido. Em ambos os veículos havia ainda garrafas plásticas com gasolina. Este é o terceiro caso de policial militar assassinado em Sorocaba nos últimos três meses, o que significa uma morte por mês.

Em nota, a corporação lamentou o ocorrido, classificado como “ato de covardia”. O comando do 7º Batalhão da Polícia Militar do Interior (7º BPM/I) também preferiu não traçar nenhum paralelo entre as duas ocorrências. O policial morto atuava na Banda do Comando de Policiamento do Interior (CPI/7), e desenvolvia projetos sociais por meio de fanfarras com crianças carentes. A corporação não descarta nenhuma possibilidade, como a de algum ataque por parte de facção criminosa.

O ataque aconteceu em torno das 3h, quando o soldado Sandro e o sargento Antonio Correa Júnior, que atuava no setor administrativo do CPI-7, trafegavam pela avenida Itavuvu, no sentido centro-bairro. Pouco antes da entrada para o Parque das Paineiras, a viatura foi alvejada na parte traseira por cinco disparos, e em seguida, teve sua lateral esquerda (do lado do motorista) atingida por mais 11 disparos, sem nenhuma chance de reação por parte dos PMs, que não chegaram a revidar.
O soldado Sandro, que dirigia a viatura, foi o mais ferido, especialmente na cabeça, enquanto o sargento Júnior teve mais sorte, sendo atingido por um tiro de raspão no pescoço. Os dois policiais foram socorridos inicialmente para a Unidade Pré-Hospitalar (UPH) Zona Norte, e posteriormente para o Hospital Regional, onde o soldado acabou falecendo. O sargento não corre risco de morte, e teve alta médica ainda ontem.

Ainda na madrugada, pouco tempo depois do ataque, o Crossfox prata, com placas de São Paulo, foi encontrado abandonado na avenida Itavuvu, altura do número 8000, com várias perfurações no lado direito do parabrisa, e que, segundo informações colhidas por policiais militares junto à equipe da Polícia Técnica, os tiros partiram de dentro para fora, ou seja, os criminosos teriam atirado pelo próprio vidro.

Dentro do carro, além de projéteis e estojos foram também apreendidas duas garrafas plásticas com gasolina, um boné laranja e uma camiseta azul. Entre o local da emboscada e o interior do Crossfox, foram recolhidos 33 estojos e oito fragmentos de munições cujos calibres não foram apurados. Outra informação que consta no boletim de ocorrência registrado no Plantão Norte como homicídio qualificado e tentativa de homicídio qualificado, é a de que os ocupantes do carro teriam fugido a cavalo. A estratégia seria a de, no caso de uma perseguição, fugir por onde viaturas não pudessem transitar.

O segundo carro envolvido no crime, o Ford New Fiesta branco, igualmente com placas de São Paulo, foi localizado em torno das 11h também na avenida Itavuvu, no bairro Altos da Itavuvu. Em seu interior foram apreendidas dez munições calibres 9 milímetros, das quais metade estava, deflagradas e outra metade intacta. As munições estavam distribuídas entre os assoalhos dianteiro e traseiro do lado do passageiro. Outra evidência do envolvimento desse carro com o crime é que dentro dele também havia duas garrafas plásticas, das quais uma com gasolina e outra com forte odor do mesmo produto. O carro apresentava irregularidades nas placas e o número do chassis suprimido. A numeração do chassis existente nos vidros também estava remarcada.

O crime movimentou todo policiamento, incluindo também o helicóptero Águia, da Polícia Militar, na busca pelos criminosos. Entretanto, de acordo com o capitão Vanclei Franci, chefe da Seção de Assuntos Civis do 7º Batalhão, nenhuma ação específica havia sido determinada, além de reforço policial pela Companhia da Força Tática na zona norte, com atenção voltada para a região do Habiteto.
No período da manhã, o oficial se manifestou pelo ocorrido por meio de uma nota enviada à toda imprensa, na qual lamentou a morte do soldado Sandro Luís Gomes durante a ação de criminosos, destacando que “o policial (Sandro) era um instrumento de proteção à sociedade que buscava trazer conforto, tranquilidade e segurança para o lar das pessoas”. O oficial também destacou que a sociedade precisa se unir para evitar que atos como este ocorram, e pede para que as pessoas não se corrompam diante de tais situações para que a lei seja cumprida e que os culpados paguem pelos crimes cometidos.

Foto: SEXTA FEIRA OLHA QUEM PEDIU PARA TIRAR ESSA FOTO COMIGO ,ENGRAÇADO QUE QUANDO VI A FOTO FALEI SANDRO TEM UMA LUZ NO MEIO DA GENTE ELE VIU RIU E EU FALEI É A LUZ DE"<br />
 DEUS"

o PM assassinado em foto com colega .

Tiros em casa de PM

Também na madrugada de ontem, por volta das 2h30, um policial militar lotado no 7º Batalhão, teve a casa, no bairro da Vila Haro, atingida por dois disparos de arma de fogo. Segundo informações passadas pela própria corporação, os tiros atingiram a parede próximo da porta central, e o portão. Ninguém ficou ferido.

Para a reportagem do Cruzeiro do Sul, capitão Vanclei se limitou a informar que as investigações eram feitas pelo policiamento velado da PM e Polícia Civil, sem passar mais detalhes. Ele porém disse que não descarta nenhuma hipótese, como a de algum ataque por conta de alguma facção criminosa, mas que tudo seria investigado.
O oficial disse também que não tinha condições de afirmar se o ataque que matou um policial e feriu outro pode ter alguma relação com os tiros disparados contra a casa do policial militar.

É o terceiro assassinato de PM este ano em Sorocaba


Com a morte do soldado Sandro Luiz Gomes, 35 anos, sobe para três o número de policial militar assassinado em Sorocaba nos últimos três meses, o que significa um caso por mês. Os dois primeiros casos ocorreram em 14 de fevereiro e em 2 de março, respectivamente, no Jardim Prestes de Barros e Vila Angélica.

Na primeira ocorrência, o PM aposentado Adilson Lopes, 50 anos, foi morto a tiros em frente a uma padaria na rua Emerenciano Prestes de Barros, no Jardim Prestes de Barros. Em torno de 20h o policial, que conversava com um conhecido, foi surpreendido por um homem que tinha o rosto coberto por um capuz e desceu de um Chevrolet Celta e o mandou virar de costas. Lopes foi morto com tiros de calibre ponto 40 que o atingiram nas costas, pernas e braços. O PM estava desarmado. No segundo caso, em 2 de março, o soldado Alexandre Pontes Rodrigues, 27 anos, foi morto em frente a uma barraca de pastel na feira livre da Vila Angélica. O PM teria sido transferido da capital para trabalhar administrativamente na sede do CPI/7. Ele foi surpreendido por dois homens que chegaram gritando e, em seguida, mandaram que ele colocasse a pistola no chão e a chutaram para ele não pegá-la. Na sequência deram em torno de seis tiros.

Em 2013

Em 31 de agosto do ano passado, o policial militar Kleber de Salles Coelho, 32, foi morto em assalto a uma padaria no bairro Cajuru. Ele era dono de um cybercafé vizinho à padaria. Imagens de câmera da padaria ajudaram no esclarecimento do crime. Os três acusados queriam dinheiro para dar continuidade a um churrasco numa casa no Jardim Portal do Éden, em Itu, apuraram policiais da Delegacia de Investigações Gerais (DIG).


Os três estão presos. São Kelvin Matheus Damião da Silveira Rosa, David Henrique Carriel Bellon e Jocielson dos Santos de Jesus, vulgo Neguinho. Kelvin é quem teria feito os disparos contra o policial. 

PM morto tinha projetos sociais

O soldado Sandro Luiz Gomes, de 35 anos, estava na corporação há 11 anos, e paralelo ao seu trabalho na Banda do Comando de Policiamento do Interior (CPI/7), onde tocava trompete, desenvolvia projetos sociais com as fanfarras que dirigia em Sorocaba e em Porto Feliz.

De acordo com informações passadas pelo CPI-7, nos seus momentos de folga ele coordenava a Fanfarra Isabel Lopes Monteiro (FILM), cujo nome é o mesmo da escola estadual situada no Jardim Marcelo Augusto, região da Vila Helena, para mais de 100 crianças. Além disso, de acordo com um amigo dele, que preferiu não se identificar, Sandro levava a fanfarra para se apresentar também em Porto Feliz no Natal e Ano Novo, em eventos na praça central, como forma de chegar aos menos favorecidos.
Seu gosto pela música também o fez participar, com a FILM, de diversos concursos de fanfarras, chegando inclusive a conquistar títulos nacionais. O soldado era separado e cuidava das filhas de 14, 11 e 9 anos de idade.

Sua morte provocou centenas de manifestações de pesar no facebook do jornal Cruzeiro do Sul. Grande parte dos comentários lembrava sua dedicação aos estudantes, além da indignação pelo ato criminoso.
O velório do soldado Sandro Gomes acontece na Ossel Central, na rua Mascarenhas Camelo, na Vila Carvalho, e o sepultamento está previsto para as 11h, no cemitério Memorial Park. 

( que todo policial , deveria acordar de vez e abrir os olhos, que tipo de governo é esse ? que tipo de ordens recebe, ao reprimir manifestações, deveria pensar , este povo quer melhorias que eu tb me beneficiaria.

afinal, quando fica doente onde se trata ? é atendimento padrão FIFA ? e quando se aposentar, que tipo de aposentadoria recebe ?  depois de velho não adianta ficar se arrependendo de coisas erradas que fez , dos abusos , então pare e pense agora.

claro que amanhã o caso será apenas mais um nas estatísticas, será  apenas mais um JOÃO NINGUÉM assassinado, é isso que querem ? mesmo que prendam os responsáveis e dai ? muda alguma coisa ? )

coronel reformado do exército é assassinado por conta de seu passado obscuro.

Paulo Malhães, em depoimeno na Comissão da Verdae Foto: Pedro Kirilos / O Globo
Bernardo Costa
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O coronel reformado do Exército Paulo Malhães foi encontrado morto na manhã desta sexta-feira dentro de sua casa, num sítio do bairro Marapicu, zona rural de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. O militar da reserva teve atuação de destaque na repressão política durante a ditadura militar. No mês passado, em depoimento à Comissão Nacional da Verdade, ele assumiu ter participado de torturas, mortes e desaparecimentos de presos políticos – entre eles o ex-deputado Rubens Paiva.

 

O quarto onde Malhães foi assassinado
O quarto onde Malhães foi assassinado Foto: Luiz Roberto Lima / Extra

 

Segundo investigadores da Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense, que acabam de realizar uma perícia no local, três homens invadiram a residência de Paulo Malhães na tarde desta quinta-feira. Ele ficou em poder dos bandidos de 13h às 22h, segundo o relato de testemunhas, entre elas a viúva do ex-coronel, Cristina Batista Malhães:

– Eu fiquei amarrada e trancada no quarto, enquanto os bandidos reviravam a casa toda em busca de armas e munição. Não era segredo que ele era colecionador de armas – disse Cristina, enquanto era conduzida para a Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) para prestar depoimento.

 

O corpo do ex-militar é retirado do sítio
O corpo do ex-militar é retirado do sítio Foto: Luiz Roberto Lima / Extra

 

O caseiro também foi conduzido para a delegacia. Ele também ficou trancado em outro cômodo da casa, amarrado.

Segundo o delegado Fábio Salvadoretti, da Divisão de Homicídios, não havia marcas de tiros no corpo de Paulo Malhães, apenas sinais de asfixia.

– A princípio, ele foi morto por asfixia. O corpo estava deitado no chão do quarto, de bruços, com o rosto prensado a um travesseiro. Ao que tudo indica ele foi morto com a obstrução das vias aéreas.

A perícia foi feita no local. Policiais apreenderam na casa um rifle e uma garrucha antigas e colheram impressões digitais, que serão analisadas.

 

Policiais da Divisão de Homicídios cercam o local
Policiais da Divisão de Homicídios cercam o local Foto: Luiz Roberto Lima / Extra

 

Família surpresa

De acordo com parentes de Malhães, ele morava no sítio há cerca de 30 anos. Um genro do coronel, que se identificou apenas como Nelson, disse que a família não tem ideia do que pode ter motivado a morte do militar. Ainda segundo o genro, os familiares desconheciam sua atuação durante a ditadura.

– Aquilo foi uma surpresa para a gente. Não sabíamos que ele tinha sido um torturador. Ficamos sabendo pela televisão, e depois disso nunca nos sentimos à vontade para perguntar. Ele sempre foi muito reservado, e nunca comentou nada. Também não sabíamos se estava sendo ameaçado – relatou Nelson.

Também estão no sítio, junto com o genro, duas irmãs de Malhães e um filho do militar. A família deve se reunir no fim da tarde desta sexta-feira para fazer uma nota para a imprensa sobre o caso.

 

Malhães morava há 30 anos no sítio em que foi encontrado morto
Malhães morava há 30 anos no sítio em que foi encontrado morto Foto: Luiz Roberto Lima / Extra

 

Revelações sobre torturas

Em depoimento à Comissão Nacional da Verdade (CNV), há exatamente um mês, Malhães confessou ter se envolvido em torturas, mortes e ocultação de corpo de vítimas da ditadura. Foi a primeira vez que o coronel assumiu, em público, que fez parte da equipe de repressão que operou, nos anos 1970, na Casa da Morte, que funcionava em Petrópolis, na Região Serrana do Rio.

Em seus relatos, Malhães detalhou como a repressão fazia para impedir a identificação daqueles que eram mortos. De acordo com o coronel reformado, os dentes da pessoa eram quebrados e os dedos, cortados. Assim, não era possível fazer a identificação pela arcada dentária e as digitais, já que na época não havia exame de DNA.

O militar admitiu ainda, em seu depoimento, ter recebido uma ordem de seu comando para ocultar o corpo do ex-deputado Rubens Paiva. Mas Malhães alegou, no entanto, que a operação foi executada por outro oficial do Centro de Informações do Exército (CIE).

— Eu deveria ter feito, sim, mas tive outra missão. Eu disse (à imprensa) que foi eu porque acho uma história muito triste quando uma família leva 38 anos para saber o paradeiro de uma pessoa. Não estou sendo sentimental, não — declarou à época.

( depois de velho é isso ai, bate o arrependimento, o coronel poderia não ter dito nada e se recusado a colaborar com a tal comissão, que por enquanto só v~e o lado dos militares , falta interrogar tb a esquerda , mas ai seria difícil, até a DILMA teria de falar, mas vcs acham que ela vai ?

com certeza ai foi queima de arquivo, vingança por ele ter falado, roubaram a casa pra dirfarçar e notem que o homem tinha armas , mas elas não o salvaram.

quem dera se todos se arrependessem publicamente, ou se arrependem só no pensamento mesmo ? depois que ta velho acabado, ai pensa em tudo que fez de errado e ai ? que os jovens de hj pensem no que fazem, os militares que ainda estão na ativa pensem muito, isso vale pra todos, desde o simples vigia de uma rua, passando pelo policial militar ou civil, até chegar nos mais graúdos .)

 

pai tenta tira filha da rua e é agredido pelos nóias amigos dela

é o que eu digo tem de vigiar desde cedo, especialmente os meninos, estes sim que começam na droga geralmente e depois viciam as meninas, acho que é assim, só se mudou, mas sabem como é né ?

esta coisa ah ele pode tudo pq é hominho, ah tem de acabar, droga deve ser liberada fora das cidades, ai cada um cada um que se exploda.

casal vai pichar, mas acabam sendo pichados tb.

Foto: Esses 2 da foto estão totalmente pichados com o próprio spray! No feriado de Páscoa, esse casal foi p/ Prainha Branca (Guarujá) e pichou a palavra ''ABC'' em uma pedra gigantesca q tem no principal pico da Ilha, um pico irado!

O que eles não contavam é que no país da impunidade a população local iria capturá-los e pichá-los com seu próprio spray, esse é o Brasil da Copa, onde pessoas vem ao litoral pra pichar e causar um dano ambiental achando que isso aqui é terra sem lei, dessa vez provaram do próprio veneno.

Enviado por Cláudio Damasceno 

Curta TV Revolta

foram pichar e se ferraram kkkkkkkkkkkk  

No feriado de Páscoa, esse casal foi p/ Prainha Branca (Guarujá) e pichou a palavra ”ABC” em uma pedra gigantesca q tem no principal pico da Ilha, um pico irado!

( o povo não teve dúvidas, pegaram osa dois e … mas podem notar que no FACEBOOK mostra a cara dos dois, em outros sites suas caras foram censuradas , pq ?)

sargento e PM soltam o verbo e ai ? vão censurá-los ?

 

este homem tb será censurado ? o sargento sofrerá retaliação por parte dos direitos dos manos ? 

 

e vejam este outro que da lição de moral  numa ocorrência , tb será censurado e punido ?