revista VOGUE KIDS é acusada de fotos sensuais com adolescentes , ta mas e nas ruas ?

A Justiça de São Paulo determinou a interrupção da distribuição e o recolhimento da revista Vogue Kids, encartada na edição de setembro da revista Vogue, neste sábado (13). A publicação, que é de responsabilidade da editora Globo, foi muito criticada nas redes sociais pelo conteúdo publicado no encarte, que traz fotos de meninas menores de idade em poses sensuais e, em alguns casos, com pernas abertas.
Segundo informações do jornal Folha de S.Paulo, a ação foi acatada pelo Juiz Auxiliar da Infância e Juventude do TRT (Tribunal Regional do Trabalho). O Ministério Público decidiu fazer a denúncia após entender que a publicação do ensaio “Sombra e Água Fresca” violou o princípio da proteção integral à criança, previsto pela Constituição.
 
“São garotas em poses sensuais e (existe) uma clara ‘adultização’ precoce dessas crianças”, afirma a psicóloga Laís Fontenelle, em entrevista à colunista Giovanna Balogh, do blog Maternar da Folha. Laís é integrante do Instituto Alana, uma das organizações que se revoltaram com o ensaio publicado pela revista.
De acordo com a especialista, é saudável quando crianças brincam com as roupas, sapatos e maquiagens dos pais e mães, mas não faz bem quando a indústria passa a incentivar o comportamento precoce. “Assim como essas fotos, que mostram a menina tirando a blusa”, opinou a especialista.
 
O advogado de família Danilo Montemurro afirmou à colunista da Folha que os pais das crianças podem virar réus por terem autorizado as fotos. “Além da exposição sexualizada, as crianças foram expostas como adultos. Isso fere o artigo 17 do ECA, que preserva o direito da identidade do menor”, disse ele.
 
 
Em nota enviada ao BOL, a assessoria de imprensa da Vogue afirmou o seguinte sobre o caso:
 
A Vogue Brasil, responsável pela publicação de Vogue Kids, em razão de recentes discussões em redes sociais envolvendo a última edição da revista, mais especificamente o ensaio de moda intitulado “Sombra e Água Fresca”, vem esclarecer que jamais pretendeu expor as modelos infantis a nenhuma situação inadequada. Seguimos princípios jornalísticos rígidos, dentre os quais o respeito incondicional aos direitos da criança e do adolescente. Como o próprio título da matéria esclarece, retratamos as modelos infantis em um clima descontraído, de férias na beira do rio. Não houve, portanto, intenção de conferir característica de sensualidade ao ensaio. Respeitamos a diversidade de pontos de vista e iremos nos aprofundar no entendimento das diversas vozes nesse caso, buscando o aperfeiçoamento das nossas edições. Repudiamos, porém, as tentativas de associar a Vogue Kids ao estímulo de qualquer prática prejudicial aos menores. Lamentamos que o açodamento e a agressividade imotivada de algumas pessoas tenham exposto desnecessariamente as menores que participaram do ensaio, que são nossa maior preocupação nesse episódio. A missão da Vogue Kids foi e continuará a ser a de tratar a infância com o respeito que ela merece, abordando com respeito e sensibilidade questões contemporâneas e que vão muito além dos editoriais de moda.
 
 
 
queria saber dos pais e das próprias meninas suas opiniões sobre isso, quer dizer que a justiça determina e pronto,  afinal que idade tem estas modelos ?
 
estranho quer dizer que nas ruas pode tudo ? drogas, bebidas, prostituição, sim pq bater na revista é fácil, todos arrotam exploração infantil, erotização precoce  , blá, blá, blá , coisa e tal.
 
mas e nas ruas ? nas favelas, grotões de miséria espalhados pelo pais, máfias, turistas que vem aqui pra turismo pedófilo , ninguém faz nada ?  acham que prendendo um pedófilo pobre aqui outro ali, combate alguma coisa ?  
 
elas posaram com o consentimento dos pais, e simplesmente estranhos que elas não conhecem decidiram que suas fotos são sensuais demais e a revista deve responder por isso , mas estes mesmos estranhos nada fazem contra a exploração nas ruas que muitas vezes presenciam.
 
se é pra dar uma de guardião de crianças que façam por completo, deveriam  acabar com esta porra de 18 anos, pois não tem, idade hj em dia pra se pagar numa arma, traficar, assaltar, matar , estuprar etc.
 
e estas ai pelo jeito são adolescentes , da mesma idade que vão aos bailes funks proibidões e ninguém diz nada.
 
HIPOCRISIA A GENTE VÊ POR AQUI.)

foto da menina de 13 anos,agredida por criminosa de 16 em SOROCABA

Reprodução/Facebook

esta é a menina de 13 anos agredida em SOROCABA no JD SÃO GUILHERME, está internada num hospital toda machucada,, brutalmente espancada pelo motivo de ser bonita, o caso está mais abaixo ai no blog, apenas estou mostrando, como ela era antes da covardia a que foi vitima. 

mas eu queria ver a cara da agressora, será que é tão feia assim ? mas infelizmente amanhã ela encontra um zé mané pra lhe fazer filhos, pra dar a eles que ex de vida ?

mas deve encontrar macho em outras partes da cidade, pois pelo jeito o tal bairro não tem homens né ?

tarados de plantão vejam o elenco da fazenda 7

No time feminino, estão Babi Rossi (ex-panicat), Rebeca Gusmão (ex-nadadora), Bruna Tang (ex-modelo), Ingrid Migliorini (que ganhou fama por ter leiloado sua virgindade), MC Bruninha (funkeira), Neném (da dupla com Pepê), Andréia Sorvetão (ex-paquita) e Cristina Mortágua (ex-modelo).

Já no grupo masculino estão os cantores Leo Rodriguez, Ovelha (sucesso nos anos 80 com o refrão chiclete “ou, ou, ei, ei, sem você não viverei”), Felipeh Campos (o Pablo do programa ‘Qual é a Música?’, do SBT), Marlos Cruz (ex-marido da atriz Maytê Piragibe), Oscar Maroni (Dono da boate de saliência Bahamas), Robson Caetano (ex-atleta) e um dos integrante da banda Cine. A última vaga da atração pode ser ocupada por Tony Salles (marido de Scheila Carvalho), Marcello de Camargo (filho da apresentadora Hebe Camargo) ou Rafael Cortez (apresentador), que é um dos mais cotados, pois é contratado da emissora. 

( claro que vcs já podem esperar os vídeos de banho das candidatas aqui no blog né ? RAFAEL CORTEZ  se entrar já pode esperar gozação do ex colegas do CQÇ heheheheh)

bandida vagabunda de 16, agride uma de 13 só por ser bonita

Em frente a hospital, pai da vítima mostra revolta com o que classifica de tentativa de homicídio.

Uma estudante de 13 anos foi brutalmente espancada na saída da escola, no início da tarde de ontem, por uma adolescente de 16 anos, que contou com a ajuda de outros colegas que não deixaram que pessoas que passavam pelo local evitassem a agressão. O caso aconteceu por volta das 12h na EE Hélio Del Cístia, no Jardim São Guilherme, e segundo o pai da vítima, o motivo da agressão é a beleza da filha.

A adolescente sofreu ferimentos no rosto e perdeu vários dentes. “Além de tapas e socos, a agressora pisou e chutou a cabeça da minha filha”, afirmou o pai, que estava visivelmente revoltado com o que ele classificou de “tentativa de homicídio”.

O pai da garota, que é microempresário, informou que costuma buscar a filha na escola, mas que ontem se atrasou por 15 minutos. “Quando cheguei na escola encontrei minha filha com rosto cheio de hematomas e com vários dentes quebrados. Fiquei chocado porque percebi que nenhuma providência havia sido tomado para socorrê-la. Eu e minha cunhada a levamos para o hospital no carro particular. A direção da escola não acionou o serviço de socorro”, acusou o pai.

Ele contou ainda que a filha sofre assédio por ser bonita, o que pode ter gerado ciúmes por parte da agressora. “Me contaram que ela (a agressora) chutava a cabeça da minha filha e dizia que nunca mais ela iria ficar bonita”, afirmou o pai.

Outro fato que deixou o pai da vítima transtornado foi tomar conhecimento, por intermédio de testemunhas, que a agressora recebeu ajuda de outros adolescentes. “Me contaram que eles fizeram uma roda para impedir que outras pessoas se aproximassem. Uma tremenda covardia”.

Já no hospital, o pai da adolescente agredida pediu providências das autoridades competentes. “Espero que façam justiça, já que não poderão devolver o que tiraram da minha filha. Agora ela está lá no quarto, em estado de choque e com alguns movimentos comprometidos. Eu e minha mulher só podemos orar pela recuperação da nossa filha”.

Em respeito ao Estatuto da Criança e Adolescente (ECA), o Cruzeiro do Sul não publica o nome dos envolvidos na ocorrência, para preservar a integridade das adolescentes. Como a reportagem só teve conhecimento do ocorrido no início da noite, não foi possível realizar contato com a escola. Porém, a direção da unidade de ensino será procurada pelo jornal para apresentar sua versão sobre os fatos.

 

( e isso por causa de q ? de macho ? a agressora fez isso por falta de pinto ? que não tava arrumando um maloqueiro pra comê-la ? quem tem confiança em si não fica se importando se o outro(a) é mais bonito , agora quem não tem atitude e capacidade apela pra violência como no caso ai.

e o ECAAAAAAAAAAAA, protege a vagabunda agressora, e a agredida ? tb é de menor  e ai ? então o infrator tem direitos, mas o menor vitima não tem, e teve gente que assistiu a agressão e nada fez, ficou com medo de bandidinhos de periferia.

agora vai este pai tentar fazer algo contra a agressora, ai vem policia ECAAAA, direitos dos manos, querer prendê-lo , bando de FDPS , abutres, agora nem filha(o) bonito vc pode ter mais, em determinados lugares, depois que a periferia é discriminado, ainda reclamam.)

vale ( cultura ?) será usado em baile funk, mas tinha de ser coisa do PT.

O cartão vale-cultura

A ministra da Cultura, Marta Suplicy, afirmou nesta terça-feira (9) que o vale-cultura, benefício de R$ 50 dado aos trabalhadores que ganham até cinco salários mínimos para ser gasto com produtos culturais, também poderá ser usado em bailes funk.

“O vale-cultura poderá ser usado em bailes funk, desde que haja música ao vivo. As operadoras têm que credenciar os equipamentos culturais. Da nossa parte (o credenciamento de baile funk) não tem problema nenhum. É cultura”, ressaltou a ministra em entrevista à Agência Efe.

Com potencial de investimento de R$ 25 bilhões, o benefício é distribuído atualmente para mais de 223 mil pessoas e tem sido usado principalmente na compra de livros, jornais e revistas.

Por meio deste programa, o Ministério da Cultura também espera fomentar o mercado cultural no país a médio e longo prazo, principalmente entre os setores que hoje sofrem com as distorções da Lei Rouanet.

“Nós achamos que, com o vale, as peças de teatro vão poder ousar mais, já que, até agora, o financiamento que nós tínhamos era via Lei Rouanet”, destaca a ministra ao reconhecer os “desvios” que a lei apresenta atualmente.

“Desta forma, com o vale-cultura, eu acredito que o teatro vai poder inovar, ser mais vanguarda, poder ousar, porque vai ter um público e isso vai ser muito interessante”, ressaltou a ministra da Cultura ao pontuar que se trata de um resultado para apresentar resultados “dentro de alguns anos”.

Críticas 

Criada na década de 90, a lei Rouanet tem sido criticada por favorecer grandes produções devido ao retorno publicitário que as empresas alcançariam ao apoiar artistas já renomados, como a baiana Claudia Leitte, que cantou na abertura da Copa deste ano e já teve um de seus shows apoiados pela lei.

“Quando eu fui olhar os beneficiados pela Lei Rouanet não vi temáticas negras e criadores negros. Então, o nosso primeiro gesto foi criar um edital para criadores negros”, revelou a ministra ao abordar um dos diversos editais criados pelo Governo Federal para fomentar a cultura local e periférica.

Entre eles está o “Conexão Cultura Brasil”, programa de bolsas de intercâmbio que serão distribuídas a artistas e produtores culturais com ou sem formação acadêmica.

“O esforço todo foi na direção de dar oportunidade para aqueles que têm talento e não chegam lá, não só porque não têm recurso para pagar uma universidade, uma passagem e se manter lá fora, mas também porque não tem nenhum diploma”, ressaltou a ministra.

Neste aspecto, Marta Suplicy também falou sobre a importância do Mercosul para o governo e para o Ministério da Cultura, que aposta em uma maior integração cultural com os países do bloco.

“Nós damos um foco grande ao Mercosul porque o Brasil hoje tem uma relevância muito grande e somos muito demandados também. E nós temos tido presença em todos os festivais tidos como os mais importantes” disse Marta à Efe.

Somente neste ano, pelo menos dois grandes festivais de artes cênicas no continente contaram com participantes apoiados pelo Ministério da Cultura: O Festival de Teatro de Bogotá, realizado em abril, e o Festival Internacional de Artes Cênicas de Santiago a Mil, no Chile.

“Nós levamos seis peças de teatro para o festival de Bogotá e traduzimos 14 peças de teatro que foram encenadas lá por atores colombianos”, destaca a ministra, cujo ministério ainda apoiará dois eventos: um de música, em Compostela, e outro de Arte Contemporânea, em Madrid, ambos na Espanha.

A iniciativa faz parte dos dois pilares que têm centrado as iniciativas do Ministério da Cultura: divulgação de aspectos desconhecidos da cultura brasileira em outros países e o fomento a iniciativas culturais populares.

“Quem decide o que as pessoas querem ver não somos nós do ministério e nem o governo, mas nós temos a obrigação de levar (aos outros países) aquilo que nós temos que fazer um esforço para conhecerem”, destacou Marta ao citar o fomento de uma exposição sobre Cândido Portinari no Grand Palais de Paris.

“Isso ninguém iria patrocinar. Nós fomos atrás de abrir espaço no Grand Palais e de levar patrocínios brasileiros para chegarmos lá e mostrar nosso maior pintor. E foi um êxito enorme”, concluiu a ministra.

 

( o dona MARTA , claro que uma pessoa da favela não vai num museu ver arte né ?  por isso cada um decide onde vai usar seu vale ( cultura ?) , pra isso que a senhora foi eleita ?

o pai trabalha o dia todo, não vai ao bale funk, mas seus filhos vão , ai sabem o que vão encontrar lá né ? não é funk de cultura, e sim o popular proibidão, ai viram drogaditos, bandidinhos e não sabe pq .)

outra minicracolândia se forma na região central de SOROCABA.

Mais um ponto na região central de Sorocaba concentra usuários e o tráfico de entorpecentes, mas segundo a Polícia Militar, esse não é um problema para ser solucionado exclusivamente por tal corporação. Conhecido por abrigar moradores de rua, o cruzamento da avenida Dom Aguirre com a Ponte de Pinheiros, na região da Praça Dom Tadeu Strunck, também é considerada uma minicracolândia pelas pessoas que passam no local. Em plena luz do dia, da aquisição do dinheiro no semáforo à compra dos entorpecentes e seu consumo, tudo ocorre a poucos metros de distância e nas vistas de quem tiver interesse em observar. A Prefeitura deixou de responder com quais ações sociais atuará naquele local para resolver o problema e relatou sobre a atuação da Guarda Civil Municipal.

No domingo passado, o Cruzeiro do Sul mostrou haver outra minicracolândia a quatro quarteirões dali, em uma praça em frente à rodoviária. Naquela ocasião, a Polícia Militar (PM) negou que existisse na cidade qualquer local que concentrasse dependentes para o consumo de drogas. A nova versão da PM é que são “locais pontuais (…) que não apresentam indicadores relevantes de delitos.” Já sobre o tráfico praticado pelos que levam as drogas no local de consumo, o tenente-coronel Marcos Antonio Ramos alega que a responsabilidade de prender traficantes é das polícias Civil e Federal.

A maior parte das pessoas que foram ouvidas pela reportagem e trafegam pelo local disseram ficar inseguras com tal situação. Durante a tarde da última segunda-feira, a reportagem registrou a movimentação do tráfico que atende os dependentes à luz do dia sem qualquer incômodo. Entre os consumidores, há aqueles que compram a droga com o dinheiro das esmolas que recebem dos motoristas parados nos semáforos. Outros, habitualmente vestidos com roupas em melhor estado de conservação, chegam com o dinheiro em mãos, para adquirir e consumir naquele mesmo local público a sua porção de entorpecente. Parte dos usuários não disfarçam e acendem o seu cachimbo ao lado da ciclovia. Outros buscam abrigo no interior da tubulação de concreto existente sob a ponte, ou no quiosque com bicicletário construído pela Prefeitura, mas que nunca foi ativado.

Um homem que fumava o cachimbo próximo à ciclovia recebeu um casal que chegou com dinheiro e o levou para consumir a droga atrás do quiosque. Quando chegou a vez da mulher usar o cachimbo, a fim de garantir mais tranquilidade a ela, o mesmo homem que a recebeu criava uma barreira visual ao lado do rosto, para que a mulher consumisse o entorpecente sem mais preocupação em ser reconhecida. Um dos que saiu de dentro da tubulação de concreto sob a ponte, com um grupo de ao menos outras três pessoas, foi até a via, recebeu um pequeno pacote de outro pedestre, mostrou para os demais que se encontravam no ponto de consumo, e voltou a pedir esmolas aos motoristas.

Uma jovem que trabalha como caixa em um estabelecimento comercial nas imediações, A.F.R., 19 anos, declarou que os dependentes a procuram para trocar por cédulas as moedas que conquistaram pedindo esmolas nos semáforos. “Eles sempre querem notas de R$ 10. Tem dia que alguns chegam a arrecadar R$ 50”, afirmou. Ela passa por eles diariamente para ir e voltar do trabalho e afirma que permanecem naquele local durante todo o dia. Declara que apesar da persistência nunca deu dinheiro a eles, o que leva a fazer com que alguns a xinguem. Afirma que quando a polícia chega eles deixam o local, mas basta a viatura sair para que retornem.

O estudante A.P.N., 15 anos, diz que são praticamente sempre os mesmos. Os vê pedindo dinheiro e usando crack. Quando passa, o abordam pedindo um real, mas diante da negativa reduzem os valores, solicitando 50 centavos ou 20 centavos. Como nunca contribui, afirma ter mais medo de ser agredido quando passa no período noturno, por volta das 21h30. Outra estudante, T.R.T., 23 anos, costuma passar pelo local às 19h e às 23h. Segundo ela, consomem cocaína e crack e é comum vê-los brigando entre si.

Polícia Militar


Em atenção aos questionamentos da reportagem desse periódico, esclarecemos que o 7º BPMI é a Unidade responsável pelo policiamento ostensivo em toda a cidade de Sorocaba, e vem realizando essa atividade com sucesso e grande eficiência.
A missão da Polícia Militar é proteger pessoas, preservar vidas, combater o crime e fazer cumprir a lei.
Diariamente são estudados os delitos ocorridos e os locais de maior incidência criminal, através de ferramentas de TI, como Infocrim, Copom on line, Fotocrim, entre outras, e por informações colhidas da própria sociedade, como nas reuniões de Conseg, disque denúncia 181, entre outras.

O policiamento ostensivo é direcionado a estes locais buscando a redução criminal, e caso o delito ocorra, aumentam as chances de prisão visto a proximidade do policial com o autor do crime.

No que se refere aos locais mencionados pelo repórter, são locais pontuais com a presença de usuários de entorpecentes, os quais pedem dinheiro nos semáforos para conseguir comprar o entorpecente que será utilizado logo a seguir. Não apresentam indicadores relevantes de delitos.

Cumpre esclarecer que a legislação atual não prevê a aplicação de pena privativa de liberdade aos usuários de entorpecente. As penas previstas são advertência sobre as consequências do uso de entorpecentes, prestação de serviços a comunidade e comparecimento a programa ou curso educativo. 

A própria legislação vigente prevê a necessidade de reinserção social dos usuários. 

A própria sociedade entendeu que o usuário é uma vítima e deve ser tratada pelo sistema de saúde, e não pela área policial.

Desta forma, fica claro que o usuário de entorpecente não pode ser o mote principal e prioritário no direcionamento das viaturas policiais.

Somente com a junção de todos os atores responsáveis é que será possível reduzir o problema apontado. Atribuir a uma única instituição essa responsabilidade é desconhecer as causas e soluções do problema ou se está agindo de má fé.

O problema se inicia com a desestruturação familiar, afinal, a prevenção no que se refere ao uso de entorpecente se inicia ainda na família. Famílias bem estruturadas tem menos chance de ter filhos envolvidos com entorpecente.

A educação também é fundamental na minimização deste problema. Escola em período integral, escola profissionalizante, matérias voltadas à prevenção, entre outras medidas seriam bem vindas.

Nesta seara, o 7º Batalhão disponibiliza o Proerd, programa de combate ao uso das drogas voltado a jovens, e que desde 1997 até 2013 já formou 150.224 crianças. 

Também temos que mencionar a saúde pública, pois, como já mencionado anteriormente, o usuário deve ser tratado como doente, e não criminoso. 

Não podemos deixar de destacar que os usuários mencionados pelo repórter, conseguem seu dinheiro pedindo esmola em semáforos. Os que dão dinheiro aos mesmos, achando que os estão ajudando, na verdade estão colaborando com a permanência deles nas ruas, em situação cada vez mais vulnerável.

Ainda nas imediações dessas localidades temos a distribuição gratuita de alimentação, através de algumas igrejas e ONGs, que atraem para o centro muitos dos usuários.

Finalizando o raciocínio, temos a figura do traficante. A responsabilidade para prender os traficantes é de competência da Policia Civil e da Policia Federal. 

Mesmo não sendo esta a missão da Policia Militar, este Batalhão apreendeu uma quantidade relevante de entorpecentes, conforme números abaixo.

Somente neste ano, o COPOM atendeu a 480.293 chamadas pelo número de emergência 190, que foram efetivamente atendidas pela PM e os policiais militares realizaram mais de setenta mil abordagens a pessoas, que resultaram em 893 presos em flagrante e 411 adolescentes apreendidos por ato infracional.

Esmiuçando um pouco esses números, tivemos 239 pessoas presas por tráfico, resultando na apreensão de mais de duas toneladas de maconha e setenta e sete quilos de cocaína e crack.

Somente na área central de Sorocaba, neste ano, foram presas cento e trinta e quatro pessoas e vinte e nove adolescentes infratores por delitos diversos, além de dezoito condenados recapturados. Nessa região, foram apreendidos um quilo e setecentos gramas de maconha, quase um quilo entre cocaína e crack e seis armas de fogo.

Semanalmente são presas média de três pessoas por porte de entorpecente. Como alegar que a Policia Militar não está presente ou se furta a tentar resolver o problema? A parte dela é feita, com prontas respostas em toda a cidade.

São presas em Sorocaba, por dia, uma média de cinco pessoas, o que equivaleria a quase lotar a capacidade máxima prevista nos três estabelecimentos prisionais e nas Fundações Casa, existentes em Sorocaba, em apenas um ano. 

Ocorre que a legislação branda não mantém estes criminosos encarcerados, recolocando-os nas ruas imediatamente ou em pouco tempo após sua prisão, os quais, em grande parte, voltam a reincidir em seus delitos, agravando a sensação de insegurança da sociedade. E esta sociedade passou, inconscientemente ou conscientemente, a atribuir à Polícia Militar a responsabilidade exclusiva de trazer solução a um problema que é mundial. Se o problema fosse de fácil solução, potências mundiais como os EUA já o teriam exterminado em suas cidades, no tanto, gastam anualmente bilhões de dólares para tão somente controlá-lo. 

A atribuição da responsabilidade tão somente à PM evidencia uma visão míope da problemática, não levando em consideração todos os verdadeiros responsáveis pela sua solução. Isto gerará consequências no futuro, quando então, provavelmente não teremos mais tempo hábil de solucionar os problemas, tais as dimensões que tomarão se não tratá-lo de forma ampla. 

Apesar disso, a Polícia Militar continuará cumprindo a missão de combater a criminalidade em Sorocaba, retirando do convívio da sociedade, pelo tempo que a lei permitir, as pessoas flagradas no cometimento das infrações penais. 

(MARCOS ANTONIO RAMOS – TENENTE CORONEL PM COMANDANTE)

 
( já de a ideia de como resolver, batem cabeça pq querem)