SUZANE VON RICHTHOFEN casada com a ex de ELIZE MATSUNAGA.

sinceramente nunca entendi esta mania de lésbica querer ser macho da relação, não basta ser feminina ?  pra que cabelo curto, calça jeans, jeito de homem ? biologicamente é  mulher mas com cabeça de homem, SUZANE  RICHTHOFEN combina  mais com  ELIZE MATSUNAGA  , mas preferiu esta ai SANDRA REGINA RUIZ GOMES.

as duas agora ocupam a ala das casadas, já que SUZANE com certeza foi expulsa da ala evangélica claro , e o presídio ainda teve o concurso miss primavera 2014, 

e SANDRA era companheira de ELIZE, E SUZANE teria sido a pivô da separação, que coisa né ?

mas afinal que é SANDRA ? veja abaixo 

 

Sandra Regina Gomes foi condenada a 27 anos de prisão pelo sequestro e assassinato do menor Talisson Vinicius da Silva Castro, de 14 anos

A revista Marie Claire divulgou nesta quarta-feira (29), a primeira foto de Sandra Regina Ruiz Gomes, de 31 anos, companheira de Suzane Von Richthofen. Na imagem, Sandra aparece vestida com um smoking para o concurso Miss Primavera 2014 do presídio de Tremembé.


De acordo com uma matéria publicada pela Folha de São Paulo nesta quarta, Sandrão, como é conhecida no local, foi presa por ter participado do sequestro e assassinato de um garoto em Mogi das Cruzes, em São Paulo, junto a três homens, em outubro de 2003.



Sandra Regina Gomes foi condenada a 27 anos de prisão por sequestro e assassinato


A vítima foi o vizinho da própria Sandra, Talisson Vinicius da Silva Castro, de 14 anos. Segundo investigação da polícia e do Ministério Público, Sandra era a responsável por fazer ligações ameaçadoras à família, pedindo um resgate de R$ 40 mil, que acabou sendo reduzido para R$ 3 mil.


No entanto, quando a família efetuou o pagamento, o menino já estava morto com um tiro na cabeça. O corpo foi encontrado um dia depois do depósito em um terreno baldio, amordaçado com uma “echarpe feminina”, que a polícia acredita ser da companheira de Suzane, e amarrado pelos punhos e tornozelos com cadarços, além de um saco plástico preto encobrindo sua cabeça.


Quando condenada, Sandra pegou 27 anos de prisão, pena que posteriormente foi reduzida para 24 anos. No entanto, em 2011, no Centro de ressocialização de São José dos Campos-SP, Sandra agrediu um agente penitenciário e acabou sendo condenada a três meses e 15 dias de detenção.


No mesmo mês, a sequestradora, que tem fama de ser barra pesada, foi transferida para a penitenciária de Tremembé, onde está atualmente. 


Fraque e gravata borboleta


Suzane oficializou o relacionamento com Sandra e as duas estão morando juntas na cela das casadas, com mais oito casais. Apesar do histórico, Sandrão participa de eventos organizados para as detentas, como um concurso de beleza das presidiárias, onde ajuda a conduzir as candidatas pela passarela como mestre de cerimônia. Nestes eventos, utiliza traje à rigor com direito a gravata borboleta.


Ela se veste como homem no cotidiano. Até o começo deste ano, a sequestradora era companheira de Elize Matunaga, de 32 anos, condenada pela morte e esquartejamento do marido Marcos Kitano Matsunaga, de 41, em junho de 2012. Brigas e traições são proibidas para os casais na unidade de detenção.

 

bem a vida segue aqui, fora, deixemos elas que se entendam la dentro, trabalhem, paguem suas penas, e pronto, pelo menos não fazem facção, nem comandam crime nenhum aqui fora

juiz quer proibir o uso de balas de borracha pela PM em manifestações.


O juiz Valentino Aparecido de Andrade, da 10ª Vara da Fazenda Pública da Capital, acolheu pedido da Defensoria Pública do Estado de São Paulo para restringir a ação violenta da Polícia Militar durante manifestações de rua. Em decisão liminar, ele obrigou a PM a criar, em 30 dias, um plano de ação para manifestações. A PM afirma que irá recorrer.

O manual, que será público, terá de excluir o uso de balas de borracha e ordenar o uso de munição química, como sprays de pimenta e gás lacrimogêneo. Todos os policiais militares que participarem dessas operações terão de ter seu nome e sua patente identificados. ” O cidadão tem o direito de saber o nome do agente policial, assim de qualquer agente público com quem esteja a lidar”, lembra o juiz, na sentença.

O plano que a PM foi obrigada a cumprir terá de detalhar, de forma específica, quais serão os tipos de situação em que a multidão poderá ser dispersa e quais policiais poderão dar tal ordem. “Tudo de molde que se possa posteriormente controlar-se o ato administrativo praticado, inclusive por via judicial. Qualquer pessoa poderá ter acesso ao conhecimento de tais razões bem assim do nome do policial militar que tenha determinado a ordem de dispersão”, determinou a Justiça.

“Note-se que nenhuma dessas medidas estará a obstaculizar que a ré, por sua Polícia Militar, mantenha a ordem pública em face de protestos. Tais medidas buscam apenas garantir o legítimo exercício do direito fundamental de reunião, em sua convivência com o dever do Poder Público de garantir a ordem pública, observando-se a justa proporção entre tal direito e tal dever”, escreveu o juiz Andrade, na sentença.

A ação, assinada por quatro defensores públicos, pedia que o uso de balas da borracha fosse banido. “Ela foi atendida parcialmente”, destaca o coordenador do núcleo de diretos humanos da Defensoria, Rafael Lessa.

O processo, que até o momento tem cerca de 1,2 mil páginas, reuniu exemplos dos diversos abusos cometidos pela PM durante as manifestações de junho do ano passado. Foram casos em que a PM lançou bombas e atacou manifestantes que não estavam cometendo atos de vandalismo nem outros crimes.

“O que se viu, em 2013, foi uma absoluta e total falta de preparo da Polícia Militar, que, surpreendida pelo grande número de pessoas presentes aos protestos, assim reunidas em vias públicas, não soube agir, como revelou a acentuada mudança de padrão: no início, uma inércia total, omitindo-se no controle da situação, e depois agindo com demasiado grau de violência, direcionada não apenas contra os manifestantes, mas também contra quem estava no local apenas assistindo ou trabalhado, caso dos profissionais da imprensa”, escreveu o juiz, depois de ler a ação.

Nenhum PM foi sequer identificado até hoje pela Corregedoria da PM por causa dos abusos já identificados por órgãos externos, como a Promotoria de Justiça Militar do Ministério Público Estadual. Os dois únicos processos relacionados aos protestos já apreciados pela Justiça Militar até hoje são referentes a oficiais que descumpriram ordens de dispersar a multidão (que foram absolvidos porque a Justiça entendeu que as ordens eram ilegais) e um coronel que saiu do plantão mais cedo — este, condenado.

Antes de emitir a liminar, a Justiça solicitou parecer do Ministério Público Estadual sobre o caso. O promotor de Justiça Saad Mazloum, da 9ª Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social, primeiro tentou argumentar que a Defensoria não tinha competência para propor tal ação.

Ao analisar o pedido para criação das regras que garantissem o cumprimento da lei por parte da PM, Mazloum afirmou que “não se pode admitir é que, a partir de situações excepcionais, sejam padronizadas e burocratizadas as ações dos agentes da Polícia Militar, colocando em risco a ordem e a segurança públicas, e bem assim a vida e a segurança da população e dos próprios policiais militares”.

A Procuradoria-Geral do Estado, que defende o governo nesses casos, também questionou a competência da Defensoria. O juiz Andrade, no entanto, afirmou que a Defensoria podia, sim, propor a ação.

Se a PM não elaborar o plano, será condenada ao pagamento diário de multa de R$ 100 mil. A decisão, liminar, ainda poderá ser revertida durante a análise do mérito da ação e o Estado de São Paulo também poder recorrer da sentença.

Em nota, a PM comentou o caso da seguinte forma: ” A Polícia Militar de São Paulo atua dentro dos estritos limites da lei e segundo padrões reconhecidos internacionalmente. A decisão judicial é provisória e será enfrentada por recurso próprio”

 

( legitimo: afinal se o cidadão sustenta o policial e esta se manifestando ordeiramente, não pode ser tratado como malandro,baderneiro e portanto não pode ser alvejado por bala de borracha, spray ou cassetete.

é que tem PM que abusa , seja por estar estressado de tanta ocorrência, mas isso não é desculpa , se o pais fosse de primeiro mundo mundo, não precisariam atuar tanto. )

 

candidata a miss bum bum solta o verbo , é tudo armação.

FAMOSIDADES: Denúncia: Miss Bumbum Pará diz que posto é comprado: "Custou R$ 100 mil"

 

Miss Bumbum Pará, Juliana Bittencourt resolveu colocar a boca no trombone há dois dias da divulgação das 15 participantes mais votadas pelo público na internet. A loira afirmou que a organização vendeu os três primeiro lugares para as candidatas que aceitaram pagar R$ 100 mil ao donos da empresa que gerenciam o evento.

“Não sei quais serão as posições, mas é certo que Indianara Carvalho, Claudia Alende e Rebeka Francis ficarão entre as três primeiras colocadas. O concurso já está decidido porque elas pagaram o que eles queriam”, revelou ao Famosidades.

Juliana descobriu a “fraude” quando recebeu uma ligação de Felipe Almeida, integrante da equipe que gerencia o concurso, oferecendo a vaga. “Ele me pediu R$ 100 mil para ficar entre as três primeiras colocadas na final, mas não aceitei. Ofereci R$ 70 mil, ele ficou de ver com o ‘responsável’ e me retornar. Depois, ele me ligou dizendo que aceitava só os R$ 70 mil.”

A loira teria desistido de pagar pelo resultado por não ter nenhuma garantia de que ficaria entre as três finalistas. “Depois que voltei atrás, eu cai da nona posição para o 24º lugar. Ou seja, até mesmo a enquete feita no site é fake”, afirmou.

A catarinense disse ainda que pagou R$ 7 mil pela vaga de Miss Bumbum Pará. A modelo não conseguiu concorrer pelo seu estado natal porque não aceitou pagar uma quantia maior. “O Felipe me procurou me oferecendo a vaga no concurso. Me pediu R$ 10 mil e eu neguei. Depois, me procurou novamente com um valor mais baixo dizendo que só haviam sobrado quatro estados e que eu poderia escolher”, explicou.

Juliana ameaçou os organizadores de tornar pública a “sujeira” do concurso e recebeu uma carta do advogado da empresa responsável pelo evento lembrando que caso ela viesse a público falar do concurso teria que pagar uma multa de R$ 20 mil por violar uma cláusula do contrato. “Documento que nenhuma de nós temos cópia”, ressaltou.

A beldade afirmou que tem prova das acusações que fez, já que gravou boa parte das conversas que teve com Felipe. “Acredito que serei expulsa do concurso como a Lívia [Santos, Miss Bumbum Tocantins]”, especulou.

Aliás, Juliana garantiu que Lívia não foi eliminada da disputa por ter recebido votos “através de recurso de informática” como fora divulgado oficialmente. Na verdade, a modelo não pagou o valor combinado da inscrição.

© Divulgação Denúncia: Miss Bumbum Pará diz que posto é comprado: “Custou R$ 100 mil”

“Eles fizeram isso para aparecer. A maioria das notícias que saiu na imprensa sobre as candidatas são falsas. Eles nos obrigam a mentir para os jornalistas para ter espaço na mídia”, acusou.

De acordo com Juliana, a Miss Bumbum Bahia, Yara Muniz, nunca foi expulsa de casa pelo marido; a Miss Bumbum Rondônia, Rebeka Francis, não é evangélica; e as candidatas Ana Paula Xavier e Thaynara Ferreira não são lésbicas.

“Esse namoro foi criado para bombar na imprensa. Eu mesma fui obrigada a dizer que pesava 83 quilos, pesando 67 quilos, para depois vender uma matéria de que eu havia perdido mais de 30 quilos. Queriam que eu conseguisse pesar 58 quilos para isso”, contou.

 

( qual vantagem de ter de pagar 100 mil, é ter sde se submeter a tudo depois de ganhar ? e quem não tem 100 mil, se a moça tem isso no banco, pra que pagar por um concurso deste tipo ?  

dar 100 mil pra urubus ficarem admirando bundas e bundas , ficar mostrando isso pra todo o pais,só pra ser a próxima  ANDRESSA URACH ? uma sub-celebridade ? não obrigado, preferível guardar esta grana pro dia de amanhã isso sim.

teto de vidro todos tem, então não xinguem o NORDESTE.

nordestino tem em todo lugar, em SP já são maioria, lembram da gremista crucificada por todos ? eo RS elegeu um deputado racista, já falei disso aqui, basta conferir, elegeram TIRIRICA, BOLSONARO, FELICIANO, temos bancada da bala e evangélica e ainda criticam os nordestinos ? 

em regiões no norte nordeste, tem os coronéis, voto do cabresto, o povo não tem muita informação, pois se for preciso , cortam o sinal de tv pra não verem por ex reportagens sobre a seca.

vc que tem internet, pode falar, redes sociais, etc, pense em quem não tem nada disso.

fundamentalistas do PT atacam a revista VEJA, partido promete destrinchar a mesma.

 um grupo de cerca de 200 pessoas, segundo a Polícia Militar (PM), fez um protesto, nesta sexta-feira, em frente ao Grupo Abril, em protesto pela reportagem da revista Veja desta semana, que afirma ter o doleiro Alberto Youssef dito, em deleção premiada, que Dilma Rousseff e Luiz Inácio lula da Silva sabiam de um esquema de corrupção na Petrobras.

O grupo jogou lixo do lado de dentro do prédio, fez pichações e colocaram uma faixa com o escrito: “Veja mente! Pig”. Os manifestantes também gritaram que a revista prega o ódio contra os nordestinos. A PM foi chamada e por volta das 20h o protesto acabou.

Cerca de 200 pessoas protestaram contra a revista Veja e fizeram pichações

Foto: Reprodução

( imagine então segunda feira o que pode acontecer se o PT ganhar domingo , a revista poderá até ser fechada e o prédio derrubado pela horda petista, nunca vi isso, no tempo da ditadura existia o censor, que determinava o que podia ser publicado sob pena de prender todos que desobedecessem , mas isso ai, é radicalismo ao extremo.
não deve ? responda de boa, pode condenar até ai tudo bem, mas ataques ? só faltam dizer que foram militantes do PSDB , disfarçados de petistas que fizeram isso pra culpar o partido.
POBRE BRASIL, mas tb onde ta o povo ? ah tem futebol a tarde na tv né ?