GENOINO esta livre de vez, toma BRASIL

  • Genoino obteve o benefício com base no indulto natalino decretado por Dilma

    Genoino obteve o benefício com base no indulto natalino decretado por Dilma

O STF (Supremo Tribunal Federal) extinguiu nesta quarta-feira (4) a pena do ex-presidente do PT José Genoino, condenado por corrupção ativa no processo do mensalão.

A decisão foi tomada por unanimidade e teve como base o indulto natalino decretado pela presidente Dilma Rousseff em dezembro de 2014. Em 2012, Genoino foi condenado a quatro anos e oito meses de prisão e cumpria parte de sua pena em regime domiciliar.

Em dezembro de 2014, a presidente Dilma assinou decreto de indulto natalino que previa o perdão a todos os condenados do país que estivessem cumprindo pena em regime aberto ou em prisão domiciliar.

O benefício só poderia ser concedido se ainda faltassem até oito anos para o cumprimento total da pena. Desde agosto de 2014, José Genoino cumpria sua pena em regime de prisão domiciliar.

O petista é agora um homem livre. Ele poderá dormir fora de casa, votar, frequentar bares e não precisará mais comparecer periodicamente à Justiça.

Apesar da extinção da pena, porém, Genoino não poderá voltar a disputar cargos eletivos imediatamente já que renunciou ao mandato de deputado federal em dezembro de 2013 para evitar a cassação. Segundo a Mesa Diretora da Câmara dos Deputados, ele só poderá voltar a disputar cargos eletivos em 2023.

No último dia 25 de fevereiro, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, deu parecer favorável à extinção da pena de Genoino por considerar que o ex-parlamentar se enquadrava nos critérios previstos no decreto.

O relator da ação penal 470, do caso mensalão, ministro Roberto Barroso, decidiu pela extinção da pena e submeteu sua decisão ao plenário do STF. Dos nove ministros presentes à sessão, todos votaram a favor do perdão da pena de Genoino.

Segundo julgamento no Supremo, o mensalão foi um esquema de corrupção em que agentes do governo federal recebiam apoio no Congresso Nacional para votações de interesse do Executivo por meio de pagamentos mensais a partidos e políticos.

O caso terminou com 37 pessoas condenadas entre políticos e empresários. Entre os políticos condenados estão o ex-ministro chefe da Casa Civil José Dirceu, o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares e ex-presidente do PR Valdemar Costa Neto.

( imagina se voltasse a disputar cargos, o povo bunda votava nele de novo, mas soltaram o homem agora em que o povinho banana nanica ta de bunda pra cima nas praias e ja bebendo por conta do fim de ano.

AH BRASIL.) 

Anúncios

bloqueio do WHATSAPP, qual o real motivo ? e veja como driblar a censura.

não adianta , bloquearem, povo malandro logo descobre como driblar a censura,m ou sei lá qual seja o real motivo.

 

Segundo informações do site Gizmodo, a proibição temporária do WhatsApp no país decorre de um processo de investigação judicial em São Paulo relacionado a um indivíduo acusado de latrocínio, tráfico de drogas e de ter ligação com uma facção criminosa de São Paulo.

Ainda de acordo com o site,

 

 o bloqueio acontece porque a polícia pediu ao Facebook, que é o dono do aplicativo, os dados de usuários do WhatsApp para investigar. O pedido, feito na 1ª Vara Criminal de São Bernardo do Campo, virou uma notificação judicial e não foi respondido.

Sem resposta, o Ministério Público, recorreu ao Marco Civil e solicitou o bloqueio dos serviços por 48 horas. 

 
 

O TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) não dá detalhes do processo, que corre em sigilo, mas o site Gizmodo Brasil revela em reportagem que teve acesso a um documento enviado às operadoras. Nele, é citado que a decisão tem relação com investigação de “facções criminosas”.

 

 

( a cada momento surge um motivo, mas o povo que sustenta tudo neste pais de merda , não trem o direito de saber o real motivo.

 

guerra de operadoras, o WATS é uma operadora sem licença ? afinal qual o verdadeiro motivo de tudo isso ?

 

o jeito é o pessoal ir driblando mesmo, como mostrei no link acima, cliquem, nele e driblem a censura .) 

ex militar se arrepende e confessa crimes na ditadura PINOCHET no CHILE

Image copyrightAP
Image caption
Pinochet era comandante do Exército e liderou o golpe de Estado que derrubou do poder e provocou a morte do presidente Salvador Allende, em setembro de 1973.

Os chilenos se surpreenderam por uma ligação a um programa de rádio em que um ex-militar relatou, com detalhes, os crimes que cometera durante a ditadura militar no país (1973-1990).

Tudo começou no último dia 9 de dezembro, com uma insuspeita chamada ao programa popular El Chacotero Sentimental (“O piadista sentimental”, em tradução livre), da rádio Coração, de Santiago.

Leia também: Dilma aceitou ‘mentiras descaradas’ de militares em comissão, diz escritor

O ouvinte ligou para falar sobre um romance e logo começou a confessar mortes de presos políticos pouco após o golpe de Estado do general Augusto Pinochet.

O homem sugere usar uma identidade falsa ao hesitar a informar seu nome, que diz ser Alberto. Começa a falar sobre a atração que sentia por uma italiana que conhecera aos 18 anos, e da relação que não conseguiu concretizar porque teve que cumprir serviço militar obrigatório.

Em tom descontraído, ele começa a contar ao apresentador Roberto Artiagoitía como participou do assassinato de presos políticos depois do golpe que derrubou o governo de Salvador Allende (1908-1973).

Ele continua o relato, animado ao falar sobre a italiana, e diz que havia integrado um pelotão especial em que “levávamos vários desses sujeitos ao pampa (do norte do país) e metíamos uma bala na cabeça deles, dinamitávamos e ‘paf’, não sobrava nem a sombra”.

Diz ter escrito um livro sobre seu período como militar chamado “Desperdício militar obrigatório” – a polícia depois descobriu um blog anônimo com afirmações do mesmo teor, que associou a “Alberto”. Afirma ainda que os desaparecidos na ditadura não foram localizados porque “estão totalmente desintegrados”.

Dois dias depois, a polícia prendeu “Alberto”, na verdade Guillermo Reyes Rammsy, taxista de 62 anos e morador de Valparaíso, a 116 km de Santiago.

‘Bom soldado’

Os crimes que Rammsy confessou ocorreram no norte de Chile, região em que ele prestou serviço militar obrigatório.

Image copyrightRadio Corazon
Image captionO apresentador Roberto Artiagoitía, conhecido como El Rumpy, disse que o relato do ex-militar foi ‘arrepiante’

“Chorei na primeira vez, mas o tenente dizia: ‘Bom soldado, bom soldado, soldado valente’. Logo, ‘pum, pum’ outra vez. Na segunda vez eu gostei, curti, era melhor que maconha.”

Leia também: Acusado por 40 mil mortes, ‘Pinochet da África’ vai a julgamento

Questionado pelo apresentador, o ex-militar disse considerar que não merece punição. Justificou-se dizendo que “foi obrigado” a cometer os crimes, porque se não tivesse cumprido ordens teria sido morto pelos militares.

Sobre a italiana que citou na ligação, ele conta ainda que participou da morte do marido da mulher, e que acabou contando a ela quando ambos tiveram um romance anos depois.

Estima-se que cerca de 3 mil pessoas tenham sido mortas durante a ditadura de Pinochet.

‘Minha especialidade era ser franco-atirador’

O apresentador Roberto Artiagoitía, conhecido como El Rumpy, afirmou ao jornalLas Últimas Noticias que o relato do ex-militar foi “arrepiante e de muita frieza”.

Rammsy disse que durante o golpe foi transferido de Iquique, no norte do Chile, a Santiago.

“Soube quão má pode ser uma pessoa. Matei mais de dez pessoas, minha especialidade era ser franco-atirador”, afirmou no ar.

Image copyrightAP
Image caption
Organizações de direitos humanos ainda lutam por justiça aos mortos e desaparecidos durante a última ditadura chilena

A polícia começou a investigação na rádio, onde requisitou a gravação e detalhes das declarações.

O mandado de prisão foi emitido pelo juiz especial para processos de direitos humanos Mario Carroza. Após a detenção, o ex-militar foi interrogado pelo juiz na presença de um advogado.

O juiz decretou prisão domiciliar e denunciou o ex-militar por dois homicídios registrados no centro de presos políticos de Pisagua, no norte do país. O magistrado disse ainda que considerará a atitude de colaboração do militar ao julgar o caso.

( e vc meu amigo ainda quer a volta dos militares ? quer eleger BOLSONARO presidente ? o tal militar chileno depois de anos resolve confessar tudo que fez.

arrependimento, crise consciência, depressão, doença grave, vai morrer e ai resolve contar tudo, afinal qual foi ? imagine se  a moda pega ? haja tatas confissões e lugares pra pessoa desabafar. 

 

filme operações especiais, que tipo de policia vc quer afinal ?

Operações Especiais (Nacional)

 

 

 

 

 

 

 

antes de ler isso , se vc apenas curte filme de ação ou policial só pelos tiros e não pela estória então nem leia adiante, seja alienado mesmo que o PT agradece tá ?

a grande pergunta do filme é , que tipo e policia vc quer ? sim pq uma equipe de policiais civis 100% honestos, são enviados a uma cidade do interior do RJ, apara combater os bandidos e resolver o caso de duas crianças mortas em confronto.

a princípio aplaudidos por todos , pois começam a caçar os responsáveis, mas e quando não aceitam fazer parte do esquema do prefeito e dos outros poderosos da cidade ?

quando começam a fuçar em tudo onde não deveriam a ponto de interferir na vida de todos ?, e ai que as pessoas começam a se revoltar, sendo usadas como massa de manobra, o filme é uma dura reflexão da realidade, não um filminho policial qualquer, assistam pra vcs verem do que estou falando.

suposta carta de desabafo de TEMER e DILMA teriam vazado.

CARTA-TEMER

Presidente nacional do PMDB, o vice-presidente da República, Michel Temer, enviou uma carta à presidente Dilma Rousseff nesta segunda-feira (7) na qual apontou episódios que demonstrariam a “desconfiança” que o governo tem em relação a ele e ao PMDB.

Tenho mantido a unidade do PMDB apoiando seu governo […]. Isso tudo não gerou confiança em mim. Gera desconfiança e menosprezo do governo”
Trecho da carta de Michel Temer

A mensagem, segundo a assessoria da Vice-Presidência, foi enviada em “caráter pessoal” à chefe do Executivo e, nela, Temer não “não propôs rompimento” com o governo ou entre partidos, mas defendeu a “reunificação do país”.

Temer havia passado os últimos dias sem se pronunciar sobre o acolhimento pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), de pedido de abertura de processo de impeachment. Nesta segunda-feira, ele participou de evento público em São Paulo, mas não se manifestou sobre o caso. O PMDB, principal partido da base, está dividido em relação ao apoio ao processo de impeachment.

Num dos trechos da carta, Temer escreve que passou o primeiro mandato de Dilma como um “vice decorativo”, que perdeu “todo protagonismo político” que teve no passado e que só era chamado “para resolver as votações do PMDB e as crises políticas”. Depois, lista fatos envolvendo derrotas que sofreu com atos da presidente.

Na carta, ele cita inclusive o caso de Eliseu Padilha, ex-ministro da Aviação Civil que pediu demissão nessa segunda-feira após dias de especulação. Na coletiva de imprensa na qual explicou os motivos da saída do governo, Padilha mencionou, entre outros fatores, a indicação de um técnico para o comando da Agência Nacional de Aviação Civil, feita por ele e barrada pelo governo. Temer citou o caso.

Leia abaixo a íntegra da carta obtida pela GloboNews:

São Paulo, 07 de Dezembro de 2.015.

Senhora Presidente,

“Verba volant, scripta manent” (As palavras voam, os escritos permanecem)

Por isso lhe escrevo. Muito a propósito do intenso noticiário destes últimos dias e de tudo que me chega aos ouvidos das conversas no Palácio.

Esta é uma carta pessoal. É um desabafo que já deveria ter feito há muito tempo.

Desde logo lhe digo que não é preciso alardear publicamente a necessidade da minha lealdade. Tenho-a revelado ao longo destes cinco anos.

Lealdade institucional pautada pelo art. 79 da Constituição Federal. Sei quais são as funções do Vice. À minha natural discrição conectei aquela derivada daquele dispositivo constitucional.

Entretanto, sempre tive ciência da absoluta desconfiança da senhora e do seu entorno em relação a mim e ao PMDB. Desconfiança incompatível com o que fizemos para manter o apoio pessoal e partidário ao seu governo.

Basta ressaltar que na última convenção apenas 59,9% votaram pela aliança. E só o fizeram, ouso registrar, por que era eu o candidato à reeleição à Vice.

Tenho mantido a unidade do PMDB apoiando seu governo usando o prestígio político que tenho advindo da credibilidade e do respeito que granjeei no partido. Isso tudo não gerou confiança em mim. Gera desconfiança e menosprezo do governo.

Vamos aos fatos. Exemplifico alguns deles.

1. Passei os quatro primeiros anos de governo como vice decorativo. A Senhora sabe disso. Perdi todo protagonismo político que tivera no passado e que poderia ter sido usado pelo governo. Só era chamado para resolver as votações do PMDB e as crises políticas.

2. Jamais eu ou o PMDB fomos chamados para discutir formulações econômicas ou políticas do país; éramos meros acessórios, secundários, subsidiários.

3. A senhora, no segundo mandato, à última hora, não renovou o Ministério da Aviação Civil onde o Moreira Franco fez belíssimo trabalho elogiado durante a Copa do Mundo. Sabia que ele era uma indicação minha. Quis, portanto, desvalorizar-me. Cheguei a registrar este fato no dia seguinte, ao telefone.

4. No episódio Eliseu Padilha, mais recente, ele deixou o Ministério em razão de muitas “desfeitas”, culminando com o que o governo fez a ele, Ministro, retirando sem nenhum aviso prévio, nome com perfil técnico que ele, Ministro da área, indicara para a ANAC. Alardeou-se a) que fora retaliação a mim; b) que ele saiu porque faz parte de uma suposta “conspiração”.

5. Quando a senhora fez um apelo para que eu assumisse a coordenação política, no momento em que o governo estava muito desprestigiado, atendi e fizemos, eu e o Padilha, aprovar o ajuste fiscal. Tema difícil porque dizia respeito aos trabalhadores e aos empresários. Não titubeamos. Estava em jogo o país. Quando se aprovou o ajuste, nada mais do que fazíamos tinha sequência no governo. Os acordos assumidos no Parlamento não foram cumpridos. Realizamos mais de 60 reuniões de lideres e bancadas ao longo do tempo solicitando apoio com a nossa credibilidade. Fomos obrigados a deixar aquela coordenação.

6. De qualquer forma, sou Presidente do PMDB e a senhora resolveu ignorar-me chamando o líder Picciani e seu pai para fazer um acordo sem nenhuma comunicação ao seu Vice e Presidente do Partido. Os dois ministros, sabe a senhora, foram nomeados por ele. E a senhora não teve a menor preocupação em eliminar do governo o Deputado Edinho Araújo, deputado de São Paulo e a mim ligado.

7. Democrata que sou, converso, sim, senhora Presidente, com a oposição. Sempre o fiz, pelos 24 anos que passei no Parlamento. Aliás, a primeira medida provisória do ajuste foi aprovada graças aos 8 (oito) votos do DEM, 6 (seis) do PSB e 3 do PV, recordando que foi aprovado por apenas 22 votos. Sou criticado por isso, numa visão equivocada do nosso sistema. E não foi sem razão que em duas oportunidades ressaltei que deveríamos reunificar o país. O Palácio resolveu difundir e criticar.

8. Recordo, ainda, que a senhora, na posse, manteve reunião de duas horas com o Vice Presidente Joe Biden – com quem construí boa amizade – sem convidar-me o que gerou em seus assessores a pergunta: o que é que houve que numa reunião com o Vice Presidente dos Estados Unidos, o do Brasil não se faz presente? Antes, no episódio da “espionagem” americana, quando as conversar começaram a ser retomadas, a senhora mandava o Ministro da Justiça, para conversar com o Vice Presidente dos Estados Unidos. Tudo isso tem significado absoluta falta de confiança;

9. Mais recentemente, conversa nossa (das duas maiores autoridades do país) foi divulgada e de maneira inverídica sem nenhuma conexão com o teor da conversa.

10. Até o programa “Uma Ponte para o Futuro”, aplaudido pela sociedade, cujas propostas poderiam ser utilizadas para recuperar a economia e resgatar a confiança foi tido como manobra desleal.

11. PMDB tem ciência de que o governo busca promover a sua divisão, o que já tentou no passado, sem sucesso. A senhora sabe que, como Presidente do PMDB, devo manter cauteloso silencio com o objetivo de procurar o que sempre fiz: a unidade partidária.

Passados estes momentos críticos, tenho certeza de que o País terá tranquilidade para crescer e consolidar as conquistas sociais.

Finalmente, sei que a senhora não tem confiança em mim e no PMDB, hoje, e não terá amanhã. Lamento, mas esta é a minha convicção.

Respeitosamente,

\ L TEMER

A Sua Excelência a Senhora

Doutora DILMA ROUSSEFF

DO. Presidente da República do Brasil

Palácio do Planalto

( estranho como uma carta vaza ? seria este o conteúdo verdadeiro ? o cara escreve e depois reclama de vazamento.

mais fácil assumir de vez que esta contra ela, que prefere mudar de lado pra não afundar tb, mas politico é assim mesmo, vai pela maré .

TEMER não é bobo, mas agora vamos ver se caso ela não cair ai… ?)

 

BRASIL carangueja, voltamos a era das urnas de papel.

idade da pedra

pois é voltamos pra trás, ah mas a urna eletrônica era fraudada e o voto no papel tb não poderia ser ?

no caminho para serem apuradas as urnas não poderiam ser trocadas ? quem garante ? mas de qualquer forma voltamos a idade da pedra.

urna impressa

tb poderíamos ter adotado este modelo, a pessoa vota e tem seu voto impresso, pra ter certeza que seu voto foi correto, ou isso tb poderia ser adulterado ? nada é 100% ainda em disputa por poder, num pais onde o povo deveria ter o poder, mas é banana e prefere delegar isso a meia dúzia que os rouba desde 1500.

agora voltam aquelas longas filas, até vc marcar com x no papel o seu candidato, isso por esta pocilga BRASIL não tem grana para as urnas 2016.

TOMA NA CABEÇA POVO.