FABÍOLA GADELHA X seguranças truculentos de hospital

A jornalista Fabíola Gadelha brigou com seguranças de um Hospital Municipal de Campo Limpo, bairro carente localizado na zona sul de São Paulo. A confusão foi exibida na íntegra pelo “Cidade Alerta”, nesta quarta-feira (17)

A equipe da TV Record foi até o local para conversar com a direção do hospital sobre o atendimento a um recém-nascido, com problemas no coração. A família aguarda a transferência da criança, que precisa realizar uma cirurgia e corre risco de morte. Ao entrar no hospital, a jornalista e o cinegrafista foram impedidos pelos seguranças.

“Você não vai  me retirar daqui”, gritou a jornalista para o segurança, que, curiosamente, estava com a corda de um crachá com os símbolos da TV Bandeirantes e do canal Bandsports. “Tira a mão de mim”, prosseguiu. “Não empurre o meu cinegrafista. Vocês não vão nos barrar, não vão nos calar”, insistiu.

Houve muito bate-boca e troca de acusações sobre uma suposta agressão. Com o tumulto, sete seguranças foram chamados para fazer um paredão e expulsar o cinegrafista do local.

Irritado, Marcelo Rezende, do estúdio, não se controlou e soltou palavrão ao vivo. “Me dê a cara desse merd* aí”, disparou o apresentador, ao se referir ao homem que tentava impedir a equipe de fazer a reportagem.

A confusão só foi controlada minutos depois, quando a equipe da emissora foi atendida pela direção do hospital. A entidade prometeu dar a assistência necessária à criança.

( o hospital é público , afinal nós sustentamos isso tudo , inclusive o salário deste corno ai chamado segurança, gozado, falta médico sobra segurança, simplesmente sete ?

ai vão dizer ah é sensacionalismo, afinal quem vcs querem que vá lá tentar resolver ? a GLOBO que só vai filmar a frente e mandar uma nota na qual o hospital nunca responderá ?)

mais 5 médicos cubanos picam a mula e dão no pé pra MIAMI, e só avisam pelo zap zap.

Médico atuava em uma das salas da UBS Jardim dos Pássaros, em Guarujá (Foto: Prefeitura de Guarujá)Médicos cubanos atendiam nesta sala da UBS de Guarujá e ‘sumiram’ (Foto: Prefeitura de Guarujá)

Cinco médicos cubanos do programa ‘Mais Médicos’ que atuavam em postos de saúde deGuarujá, no litoral de São Paulo, deixaram a cidade na última semana. Na quinta-feira (11) eles avisaram as enfermeiras responsáveis pelas unidades, por meio do WhatsApp [aplicativo de mensagens], que não estavam mais no país e agradeceram o acolhimento. A prefeitura notificou o desligamento dos profissionais ao Ministério da Saúde na última segunda-feira (15).

Antes de saber do envio das mensagens, porém, a Secretaria de Saúde da cidade havia apurado com vizinhos e amigos,que os profissionais tinham partido para os Estados Unidos. O nome deles não foi revelado.

Unidade Básica de Saúde Jardim do Pássaros, em Guarujá, litoral de São Paulo (Foto: Prefeitura de Guarujá)Unidade Básica de Saúde Jardim do Pássaros, em
Guarujá, litoral de SP (Foto: Prefeitura de Guarujá)

“É importante deixar claro que eles não estavam ‘presos’ na cidade e têm o direito de ir e vir. O programa prevê três anos de contrato e no Carnaval eles sumiram. Nós já tínhamos procurado nos endereços que temos registrados e soubemos por vizinhos e conhecidos que eles foram para Miami (EUA). Depois nos comunicaram dos recados deixados para as enfermeiras”, revelou o secretário de Saúde de Guarujá, Marco Antônio Chagas Conceição.

Os cinco profissionais que deixaram a cidade trabalhavam nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) da Vila Alice (3), Santa Rosa (1) e um deles, que era da Unidade de Saúde da Família (Usafa) do Jd. Las Palmas, mas atuava no Jardim dos Pássaros.

Como fica?
Com a saída dos profissionais, o secretário afirmou que não pretende, pelo menos inicialmente, repor as vagas com novos profissionais. “Nosso objetivo não é pedir substituição agora, de imediato. Já remanejamos clínicos para atendimento na Vila Alice e Santa Rosa. E na Usafa entendemos que o número ainda é suficiente”, acrescentou Conceição.

Guarujá conta atualmente com 42 profissionais do programa ‘Mais Médicos’. Desde que o projeto do Governo Federal começou, a cidade já havia recebido 49 médicos. “Dois cubanos já tinham deixado a cidade no ano passado e agora mais cinco. Já são sete ao todo. É claro que nós lamentamos. Apesar deles [os últimos] estarem há pouco mais de um ano aqui, é uma pena porque eles fazem um atendimento mais humanizado e acolhedor”, disse.

Médico deixou o programa mais médicos do Governo Federal (Foto: Reprodução / Facebook)Profissional deixou o programa mais médicos do
Governo Federal (Foto: Reprodução / Facebook)

Outros casos
Essa não é a primeira vez que profissionais do programa deixam a região. Em fevereiro de 2014 um médico cubano que atendia em Pariquera-Açu, no Vale do Ribeira, interior do Estado, abandonou o trabalho e seguiu para os Estados Unidos da Amécia (EUA)

Já em setembro uma médica cubana fez o mesmo caminho do colega de profissão e também fugiu para os EUA. Yaumara Perez Garriga trabalhava em São Vicente.

( toma BRASIL, os caras vem pra cá conseguem juntar algum e fugirem pra MIAMI, ou seja meus caros, vcs pagaram as viagens dele pra fora, sim dos seus impostos, a coisa era ssim, o médico recebia seu salário, mais da metade ia pra CUBA pro regime FIDEL CASTRO.

o restante ficava pro médico que deve ter juntado e ó , pernas pra que te quero , a saúde que sempre foi uma mierda, fica mais ainda.)

 

deputado fundamentalista Anderson Ferreira x feministas

Grupo que prepara ação pela legalização do aborto em casos de microcefalia foi o mesmo que conseguiu que Supremo autorizasse aborto em caso de anencefalia

© Copyright British Broadcasting CorporationGrupo que prepara ação pela legalização do aborto em casos de microcefalia foi o mesmo que conseguiu que Supremo autorizasse aborto em caso de anencefaliaO deputado Anderson Ferreira (PR-PE), um dos principais expoentes da bancada conservadora do Congresso, disse que apresentará nesta terça-feira um projeto de lei específico sobre abortos em casos de gestantes infectadas por zika – doença que vem sendo associada ao aumento do nascimento de bebês com microcefalia.

Em entrevista à BBC Brasil, Ferreira explicou que seu objetivo é tentar eliminar qualquer “brecha” que dê espaço para que o Supremo Tribunal Federal (STF) legalize a interrupção da gravidez nesses casos.

O movimento é uma reação a iniciativa do grupo feminista Anis, que pretende apresentar em breve ao STF uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) com objetivo de legalizar o aborto de fetos afetados por zika.

“Eu acho que o movimento feminista está indo na contramão da sociedade, aproveitando de um momento de epidemia no nosso país para fincar uma bandeira pró-aborto. Isso é inadmissível. Como parlamentar, fico indignado”, disse Ferreira – também autor da polêmica proposta de Estatuto da Família, que tramita na Câmara e busca limitar a definição de família a casais heterossexuais.

O deputado estuda propor um aumento de pena para o crime de aborto em casos de microcefalia e quer também obrigar o Estado a pagar um benefício para as famílias que tiverem um bebê afetado por zika durante a gestação.

Atualmente, no Brasil, só é permitido interromper uma gravidez em caso de risco à vida da mãe, quando a concepção foi resultado de um estupro ou quando o feto é anencéfalo.

O grupo que prepara a ação pela pela legalização do aborto em casos de microcefalia foi o mesmo que conseguiu em 2012 que o STF liberasse abortos de fetos anencéfalos (sem cérebro).

Agora, a Anis argumenta que a mulher não deve ser punida por uma falha das autoridades em controlar o mosquito transmissor da doença,Aedes aegypti, o mesmo da dengue. Além disso, também sustenta que a ilegalidade do aborto e a falta de políticas de erradicação doAedes ferem a Constituição Federal em dois pontos: direito à saúde e direito à seguridade social.

Para Ferreira, a mulher não tem direito a escolher sobre a interrupção da gravidez porque “sua vida não está acima da do feto”. E cita argumento religiosos para justificar sua visão: “Não cabe a ela escolher quem vive ou quem deixa de viver. Isso cabe a Deus”, defende.

BBC Brasil – Qual o objetivo de criar uma lei específica sobre aborto em casos de microcefalia?

Anderson Ferreira – Veja só, aborto é crime no nosso país. O movimento feminista está tentando criar uma interpretação junto ao Supremo por meio de uma Adin (para liberar o aborto em casos de microcefalia). Então, vou criar um projeto de lei que deixe claro que o caso de interrupção da gravidez na microcefalia é crime, para não deixar fresta.

Eu estou sentado com uma equipe jurídica para ter todo um embasamento constitucional nesta questão. Estamos estudando propor aumento de pena e também obrigar o governo a pagar um benefício às famílias que tiverem esse problema de uma criança com microcefalia.

BBC Brasil – Então o objetivo é não deixar brechas para que o Supremo possa de alguma forma permitir esse procedimento?

Ferreira – Isso. Por meio de uma Adin, mesmo caminho que tomaram na questão dos (fetos) anencéfalos.

BBC Brasil – O movimento feminista argumenta que é uma questão de direito à escolha. Por que o senhor acha que a mulher não deve ter esse direito?

Ferreira – Porque não cabe a ela escolher quem vive ou deixa de viver. Isso cabe a Deus. A partir do momento que você faz uma escolha como essa, no caso uma seleção dos seres humanos que vêm à Terra, o que estão querendo fazer é uma pré-seleção. Então, se a criança vai ter algum tipo de deficiência, a mãe ter o direito de interferir nessa gravidez ou não. Isso eu acho que está acima de todos nós.

Eu defendo a vida. Então, não poderia deixar de maneira alguma uma interferência do Supremo junto ao Poder Legislativo, porque somos eleitos representantes legais do povo e temos autonomia de legislar.

Acho que o movimento feminista está tomando um caminho perigoso porque hoje a grande maioria da sociedade não comunga desse pensamento, e o Parlamento também não comunga. O movimento feminista, para você buscar os direitos das mulheres, é um movimento digno, mas não poderia aproveitar de um momento como esse, um momento de epidemia no mundo, não só no Brasil, para tentar fincar uma bandeira indo de encontro com o todo o princípio da vida.

BBC Brasil -O movimento feminista sustenta que o Estado é laico e que o argumento religiosos não poderia ser usado porque não há provas da existência de Deus. É uma questão de fé individual.

Ferreira – A minha argumentação, dentro do meu projeto, em nenhum momento é uma argumentação religiosa. Eu estou defendendo com o Código Penal e a Constituição brasileira.

Defendo os meus princípios, eu sou cristão e não abro mão da minha fé. Interfere no meu caráter e nas minhas escolhas como parlamentar, mas eu defendo os meus princípios com a Constituição e com o Código Penal. Então, não é por eu ser cristão que eu estou indo na contramão da sociedade.

Eu acho que o movimento feminista, ele sim é que está indo na contramão da sociedade, aproveitando de um momento de epidemia no nosso país para fincar uma bandeira pró-aborto. Isso é inadmissível.

BBC Brasil – Há uma leitura jurídica de que uma das funções do Supremo é justamente garantir os direitos das minorias. A gente sabe que historicamente nem sempre o que a maioria crê em determinado momento é o certo. A escravidão já foi permitida, por exemplo. Não pode haver uma evolução de entendimento?

Ferreira – É que essa evolução de entendimento tem que ser feita nas devidas casas. Só cabe ao Legislativo elaborar leis que regem a sociedade, e ao Judiciário cabe interpretar o que é constitucional.

BBC Brasil – O movimento argumenta que o Estado não está sendo eficiente no combate ao mosquito e está deixando as mulheres numa situação vulnerável, que lhes causa sofrimento. O senhor não se sensibiliza também com a condição das mulheres?

Ferreira – Tanto nos sensibilizamos que estamos acolhendo dentro do nosso projeto a previsão de um benefício que possa dar assistência a esse tipo de família. Mas eu não posso ser um assassino para querer tirar a vida por conta que nasce com esse tipo de problema.

BBC Brasil – Outro argumento do movimento feminista é essa questão de que, na prática, quem tem uma renda mais alta consegue fazer aborto no país e que a criminalização prejudica principalmente as mulheres mais pobres.Muitas morrem ao fazer procedimentos inseguros.

Ferreira – Se tem dinheiro para fazer clandestino, está sendo um criminoso. O aborto é crime. A gente não pode entrar nesse mérito. Então vão dizer: “olha, cocaína é crime, mas tem quem use cocaína porque é o valor de uma droga cara”. Então por isso vai liberar a cocaína? Não tem muito sentido.

A obrigação do governo é dar assistência a essas famílias, obrigação de governo não é matar. A gente vai voltar aqui à época de Hitler, para fazer a seleção de um ser humano que tem que formar a nossa sociedade?

BBC Brasil – Mas o movimento feminista não trata a questão como eugenia, mas como direito à escolha da mulher sobre o seu corpo e sua vida.

Ferreira – Mas como eu posso ter a escolha de tirar a vida de outro ser humano?

BBC Brasil – Na visão desse movimento trata-se de um potencial de uma vida, que ainda não está desenvolvida.

Ferreira – Há casos de adoções. Você não tem obrigação para criar essa família. O que eu não posso é comungar com uma linha de raciocínio de um movimento feminista de dizer que o direito à vida da mulher está acima de outra vida. Então, se tem um vizinho que me incomoda, eu não posso conviver com ele, eu vou matar ele porque o meu direito está acima de todos?

BBC Brasil – Mas o vizinho tem uma vida autônoma fora do corpo da mulher. É totalmente diferente de um feto.

Ferreira – Sim, mas eu não tenho um convívio dentro de uma sociedade? Então quando a criança nascer, que ela possa ter o direito de adoção. Ela não é obrigada a criar, se ela não quiser. Agora, para ela criar ela teria que ter uma ajuda do Estado. É isso que eu estou propondo.

( meu caro deputado pq mulher rica não é punida então se fizer aborto pq tb corre risco de ter um filho com microcefalia ? h ele tem dinheiro, poder então pra ela não da em nada, só pobre que toma na tarraqueta, seria essa sua resposta ?

agora vejamos, já trabalhamos pra pagar bolsa família( esmola) pra muitos ai, teremos de pagar ajuda para mulheres que tiveram bebês com micro ? ajuda do estado com nossos impostos ?   

pq o senhor não propõem que seja liberado vasectomia e laqueadura sem limite de idade e vantagens pra quem evitar filho então, já que é contra aborto ? DNA público pra facilitar na caça aos irresponsáveis que fazem filhos e pulam fora .

se o pobre ver que terá muito mais vantagens se não fizer filho ele vai querer deputado, quem não quer mais vantagens ?

mas não , prefere manter o machismo travestido de religião pra continuar sub-julgando as mulheres .)

modelo protesta contra DILMA na avenida e é expulsa

<p>Ju Isen causou uma verdadeira confusão no Sambódromo do Anhembi, São Paulo, durante o desfile da Unidos do Peruche, neste sábado (6). A modelo desfilou como Madrinha das Passistas, mas acabou sendo expulsa do local por ter tirado a roupa.</p><p>Famosa por ter ficado nua durante protestos contra o governo federal, a loira decidiu causar polêmica também na Passarela do Samba, após ter sido impedida de exibir o corpo com um tapa-sexo com uma caricatura da presidente Dilma Rousseff.</p><p>Enquanto a comunidade evoluia no Sambódromo, a moça decidiu tirar toda a fantasia, deixando os organizadores bastante insatisfeitos. Paulo Sérgio Ferreira, presidente da Liga Independente das Escolas de Samba fez questão de retirá-la do local.</p><p>Na confusão, Ju afirmou que saiu machucada e que pretende processar a escola da Zona Norte. O presidente da Peruche adiantou que vai verificar o que aconteceu, mas que reprova sua atitude. "O que ela fez não foi legal. Tem um monte de criança, um monte de gente. Isso só acaba denegrindo a imagem do Carnava", disse ao "G1".</p><p>E garantiu que também pretende tomar medidas contra a Isen: "Tenho quase certeza que faremos isso. Não pode fazer esse tipo de situação que ela fez. Não combina com o Carnaval". </p>

Ju Isen causou uma verdadeira confusão no Sambódromo do Anhembi, São Paulo, durante o desfile da Unidos do Peruche, neste sábado (6). A modelo desfilou como Madrinha das Passistas, mas acabou sendo expulsa do local por ter tirado a roupa.

Famosa por ter ficado nua durante protestos contra o governo federal, a loira decidiu causar polêmica também na Passarela do Samba, após ter sido impedida de exibir o corpo com um tapa-sexo com uma caricatura da presidente Dilma Rousseff.

Enquanto a comunidade evoluia no Sambódromo, a moça decidiu tirar toda a fantasia, deixando os organizadores bastante insatisfeitos. Paulo Sérgio Ferreira, presidente da Liga Independente das Escolas de Samba fez questão de retirá-la do local.

Na confusão, Ju afirmou que saiu machucada e que pretende processar a escola da Zona Norte. O presidente da Peruche adiantou que vai verificar o que aconteceu, mas que reprova sua atitude. “O que ela fez não foi legal. Tem um monte de criança, um monte de gente. Isso só acaba denegrindo a imagem do Carnava”, disse ao “G1”.

E garantiu que também pretende tomar medidas contra a Isen: “Tenho quase certeza que faremos isso. Não pode fazer esse tipo de situação que ela fez. Não combina com o Carnaval”.

( primeiramente um tapa sexo seria dificil todos notarem que contra DILMA, mas como ela já havia anunciado que entraria , e pelo jeito o carnaval foi tomdo pelos petistas, pois não se pode protestar.

nudez ? oras todos ficam nus, bebedeira, estão usando camisinha, beijo na boca tb pode transmitir o ZIKA e ai , todo mundo ta ligado ?

será que não teremos nenhuma grávida do carnaval mês que vem ? heim ? a modelo não pode protestar, ah mas é festa, carnaval, oras o povo samba o ano todo todo por este governo de bosta que ta ai, ah a escola pode perder pontos, se for perder então é gente que não sabe julgar o carnaval, que alias todo ano é polêmico, escolas que se dizem roubadas, jurados corruptos etc

a modelo quis se promover, se aparecer, e os idiotas deram motivo, não souberam agir na surdina, expulsam a pontapés e agressões, querem o quê ?

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