cuiabano tenta apagar a tocha, não deve ter conseguido, que pena, vamos lá BRASIL.

Cuiabano tenta apagar tocha olímpica com balde d’água durante revezamento; vídeo
Um cuiabano tentou apagar a tocha olímpica durante o revezamento que aconteceu na última quinta-feira (24), pelas ruas de Cuiabá e Várzea Grande. Um vídeo mostra o momento em que a pessoa – não identificada – tentou jogar um balde d’água no símbolo olímpico. As imagens não mostram se, de fato, ele teve sucesso.
As imagens mostram o comboio da tocha olímpica passando por uma das vias de Cuiabá, quando de repente um jato d’água cai pelo local em que o objeto estava passando. A água teria sido jogada de um balde, de cima de um prédio. A pessoa responsável pelo ato não foi identificada.

segundo homem, atirador da boate gay de ORLANDO seria uma biba enrustida, matou por vingança, a louca

  • Homem disse ter encontrado Mateen entre 15 e 20 vezes; eles teriam se conhecido em um aplicativo gayHomem disse ter encontrado Mateen entre 15 e 20 vezes; eles teriam se conhecido em um aplicativo gay

Um homem que não teve o nome revelado e pediu disfarce no rosto disse, em entrevista à TV Univisión (emissora latina dos EUA), que foi amante de Omar Mateen, atirador que matou 49 pessoas na boate Pulse, em Orlando.

No depoimento, ele afirma que Mateen não cometeu o ato por terrorismo, mas sim por vingança contra os porto-riquenhos.

O suposto amante revelou uma história contada pelo atirador a ele: em uma relação sexual com dois porto-riquenhos, Mateen teria descoberto que um deles era portador de HIV.

O entrevistado completou declarando que a esposa do atirador sabia que ele era gay e que mantinha o casamento com ele por fachada.

De acordo com o depoimento, Mateen e o entrevistado se conheceram por meio de um aplicativo gay e se encontraram entre 15 e 20 vezes.

( só investigar o aplicativo e pronto, ta confirmado o que já estavam falando , o cara não saia do armário, por causa da religião, família, seu pai o xingando de ser gay, e um casório de fachada.

por seu um mal resolvido , 50 pessoas que nada tinham a ver com isso pagaram com a vida

onça é assassinada por causa da tocha olímpica em MANAUS

 

Onça mascote do Exército foi morta com um tiro de pistola após avançar sobre soldado; ela havia sido acorrentada e apresentada ao público durante cerimônia

A morte de Juma, a onça que participou de uma cerimônia com a tocha olímpica em Manaus, revela o drama de uma espécie ameaçada de extinção e gera questionamentos sobre a manutenção de animais selvagens em centros do Exército na Amazônia.

Juma foi abatida com um tiro de pistola no Centro de Instrução de Guerra na Selva (Cigs) logo após ser exibida no evento olímpico. Como outra onça, apelidada de Simba, ela havia sido acorrentada e apresentada ao público durante a cerimônia.

O Exército mantém várias onças em cativeiro na Amazônia. Os felinos – bem como animais de outras espécies – costumam ser adotados pelo órgão ao serem encontrados em cativeiro ou em poder de caçadores.

Muitas onças, como Juma, se tornam mascotes dos batalhões e passam por sessões de treinamento.

Em Manaus, os felinos são presença frequente em desfiles militares, prática condenada por biólogos e veterinários.

Em 2014, durante gravação de um documentário em Manaus, militares do Cigs mostraram Juma, a mascote do centro, à BBC Brasil. Na época, explicaram que a onça havia sido resgatada com ferimentos após sua mãe ter sido morta. Foi levada para o centro e ali cresceu sob os cuidados de tratadores.

O destino trágico de Juma chama a atenção para a situação cada mais precária da espécie, listada como ameaçada no Brasil pelo Ibama em 2003.

É um animal que exige extensas áreas preservadas para sobreviver, caçando espécies como capivaras e até jacarés. Ela vem sendo ameaçada pelo desmatamento, não apenas na Amazônia como também no Pantanal e no Cerrado, para abrir espaço para a expansão da atividade agropecuária.

Tiro de pistola

Em nota enviada ao site da agência local de notícias Amazônia Real, o Comando Militar da Amazônia (CMA) diz que, após a solenidade olímpica na segunda, Juma escapou dentro do zoológico do centro do Exército. O órgão afirma que um grupo de veterinários e militares tentou recapturá-la com tranquilizantes, mas que, mesmo atingido, o animal avançou sobre um soldado.

“Como procedimento de segurança, visando a proteger a integridade física do militar e da equipe de tratadores, foi realizado um tiro de pistola no animal, que veio a falecer”, diz o órgão.

Segundo o Amazônia Real, dois militares seguravam a corrente presa a Juma durante todo o evento. O site diz que muitas pessoas tiraram fotos com a onça na cerimônia. Ela teria fugido logo após a exibição, quando militares tentavam colocá-la numa caminhonete.

O Exército diz que abriu um processo administrativo para investigar a morte do felino. Segundo o Amazônia Real, o Instituto de Proteção Ambiental do Estado do Amazonas (Ipaam) não havia autorizado a participação de Juma no evento e poderá multar a corporação.

Indomesticável

Para João Paulo Castro, biólogo com mestrado em comportamento animal pela Universidade de Brasília, Juma pode ter fugido após se estressar durante o evento:

Não é saudável nem recomendável submeter um animal a uma situação como essas, com barulho e muitas pessoas em volta. Muitas vezes a onça já vive numa situação precária e estressante no cativeiro, o que é agravado num cenário de agitação

Castro diz que muitos batalhões do Exército na Amazônia mantêm onças em cativeiro. Ele afirma ter visitado um centro que mantinha um felino em Cruzeiro do Sul (AC) em condições “bem toscas”.

Segundo Castro, é um erro tratar onças como animais domesticáveis. Ele afirma que são necessárias várias gerações em cativeiro para que uma espécie se acostume a conviver com humanos.

O biólogo diz que, idealmente, onças apreendidas devem ser devolvidas à natureza ou levadas a refúgios, onde possam ficar soltas em amplos espaços.

Segundo ele, a soltura de felinos é um processo complexo, mas há casos bem sucedidos pelo mundo – como o de tigres devolvidos a florestas na Ásia.

Horas antes da morte de Juma, a BBC Brasil pediu ao Exército detalhes sobre a manutenção de animais selvagens em dependências do órgão na Amazônia. Não houve resposta até a publicação desta reportagem.

Um veterinário de Manaus que já trabalhou com o Exército e pediu para não ser identificado defendeu o órgão das críticas. Segundo ele, ao cuidar de animais resgatados, a corporação assume uma função que deveria ser de outros órgãos públicos.

Ele diz que os militares são muito cuidadosos com os animais e que a burocracia impede que muitos sejam devolvidos à natureza.

O veterinário afirma ainda que grande parte das onças resgatadas chegam ao órgão ainda filhotes e se tornam dependentes dos cuidadores, o que torna difícil sua soltura.

( virou festa do caqui, e ainda tem noia que quer intervenção militar nesta pocilga aqui, a onça escapou como ? não tinha ninguém pra vigiar ? tranquilizante não funcionam direito ?

a ai assassinam o animal, deixasse ela quieta na jaula, por causa desta merda de tocha.)

goleiro BRUNO se casa com dentista, e ai ninguém fala nada ?

O goleiro Bruno Fernandes se casou, no sábado (18), em cerimônia realizada dentro da APAC (Associação de Proteção e Assistência ao Condenado) de Santa Luzia, cidade localizada na região metropolitana de Belo Horizonte.

Bruno cumpre pena de 22 anos por ter sido condenado, em 2013, pela morte de Eliza Samudio, sua ex-amante. Eliza desapareceu em 2010. O jogador se casou com a dentista carioca Ingrid Calheiros, com quem iniciou relacionamento amoroso durante o processo sobre o caso.

Outro casamento de um colega de presídio de Bruno foi feito na mesma ocasião. Segundo a assessoria do TJ-MG (Tribunal de Justiça de Minas Gerais), que mantém parceria com as APACs, a cerimônia foi realizada pela Igreja Quadrangular [evangélica] e tem “efeito civil”.

Ainda conforme o tribunal, foram convidados parentes e amigos dos noivos, além de voluntários da APAC. O setor informou que eles foram previamente selecionados por meio de uma lista apresentada à direção da unidade. O casamento duplo teve acompanhamento de uma banda de louvor. Não foram permitidas fotos do ato.

Após o evento, foi servido um almoço aos participantes. A refeição, preparada anteriormente pelos voluntários e recuperandos do regime semiaberto, não teve o cardápio divulgado.

Segundo o TJ-MG, já foram realizadas nesta unidade quatro cerimônias de casamentos que contaram ao todo com a participação de 17 casais. As visitas íntimas a confinados nessa APAC ocorrem quinzenalmente.

APAC

Desenvolvido no Estado em parceria com o TJ-MG (Tribunal de Justiça de Minas Gerais) e a FBAC (Fraternidade Brasileira de Assistência aos Condenados), a APAC é uma entidade civil de direito privado, com personalidade jurídica própria.  Segundo o TJ, as associações são dedicadas “à recuperação e à reintegração social dos condenados a penas privativas de liberdade”.

O método, criado pelo advogado paulista Mário Ottoboni, 84, baseia-se em 12 pilares, tendo entre eles o trabalho, a família e a religião.

Nessas unidades prisionais, os internos são corresponsáveis pela administração, limpeza e segurança da unidade e pela preparação da comida, entre outras atividades.

As regras têm de ser seguidas por todos. Caso o recuperando cometa uma falta considerada grave [ex: facilitar a entrada de aparelhos celulares e drogas, agressão física e fuga], ele retorna para o sistema prisional tradicional.

( e a SUZANE leva marretadas por ser mulher né, amanhã o BRUNO  sai e fica de boa, SUZANE ficará marcada pra sempre, este é o machismo escarrado do pais.

e cadê as entidades defensoras da mulher, feministas radicais, femistas, e ai ? vão falar algo ?)

bandidinho de 11, diz que policial plantou arma

SÃO PAULO – O menino de 11 anos que participou do furto de um carro que terminou em perseguição policial e na morte de um amigo, de 10, afirmou em conversa com integrantes da Ouvidoria da Polícia e do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (Condepe) que viu o mesmo policial militar que atirou no colega tirar uma arma da cintura e levá-la para dentro do carro onde estava o garoto já morto.
A informação deve ser incluída no próximo depoimento à polícia.Segundo o advogado do Condepe, Ariel de Castro Alves, a informação só veio à tona agora porque o menino e a família estão integrados ao Programa de Proteção a Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte (PPCAAM). “Agora, o garoto estando sob proteção e em local seguro desde quinta, poderá prestar depoimentos sem medo de retaliações”, disse.O garoto deu até hoje três versões para o caso.
Na primeira, gravada em vídeo a pedido dos policiais militares, diz que houve tiroteio entre o amigo e os PMs e o menino abaixava o vidro do veículo, atirava, e levantava de novo. Quando o carro bateu e parou, após a perseguição se estender por aproximadamente 300 metros, o menino de 10 anos ainda atirou e morreu no revide.
Na segunda versão, no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), ele confirmou o tiroteio, mas disse que, quando o veículo parou, um policial se aproximou e atirou no amigo. Depois, ele saiu do carro, foi dominado, levou tapa e foi ameaçado de morte.
 

ctv-hcd-menino-10-anos11: Cena da morte. Defensor procurou peritos particulare© Fornecido por Estadão Cena da morte. Defensor procurou peritos particulare

No terceiro depoimento, na Corregedoria da PM, acompanhado por uma psicóloga e em uma espécie de brinquedoteca, ele afirmou que nenhum dos dois estava armado e a arma foi “plantada” pelos policiais.

O laudo necroscópico constatou pólvora e chumbo nas mãos do menino de 10 anos, uma indicação de que ele atirou. No entanto, não encontrou os mesmos materiais na luva de motoqueiro que usava na mão direita. Os peritos do Instituto de Criminalística identificaram vestígios no veículo furtado de disparos de fora para dentro e não encontraram sinais de tiros dentro do carro. Seis PMs que participaram da ocorrência estão afastados das ruas.

Reconstituição. Nesta sexta-feira, 17, dois PMs foram ouvidos no DHPP e reiteraram a versão de que o menino de 10 anos morreu após confronto com os agentes. A Polícia Civil marcou a reconstituição do crime para o próximo domingo, por volta das 19 horas, no mesmo local dos fatos. O menino sobrevivente não vai participar. Mas as declarações prestadas na delegacia serão consideradas pela delegada.O advogado dos policiais, Marcos Manteiga, disse que seus clientes estarão presentes e peritos particulares também vão acompanhar a reconstituição. “Quero garantir a lisura nos trabalhos.”

Ele informou que protocolou na Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa e na OAB-SP cópia da reclamação apresentada à Secretaria de Segurança Pública com relação a supostas arbitrariedades cometidas pela Corregedoria da PM contra seus clientes.

( cada hora é uma coisa, os direitos dos manos tiram proveito do caso , e fazem de tudo pra botar a culpa na policia, o cara plantou a arma ? precisava o moleque ter de dizer isso ? as investigações nada apontaram ? o corporativismo protegeu os policiais. ?

qual a verdade ? só falta juntar este moleque e e fulaninha carioca do suposto estupro dos 33 (que só 7 foram indiciados) e mandar os dois pra SUÍÇA onde ta o do bandido do caso JOÃO HÉLIO.

vamos ver se este bostinha cria juízo pelo menos, espertinho ele é pois soube dar três versões para o caso.)

jacarés, leões, sofrem nas mãos de humanos que se dizem racionais , ah tá

Equipes de busca pelo menino de dois anos de idade levado por um jacaré na Flórida dizem ter encontrado um corpo que acreditam ser o da vítima.

A criança, retirada “intacta” por mergulhadores da água, ainda precisa ser identificada, mas investigadores dizem estar confiantes de que seja a vítima que estavam procurando.

O xerife do condado de Orange County, Jerry Demings, identificou o menino como Lane Graves, do Estado de Nebraska.

A criança foi arrastada para a água por um jacaré na terça-feira à noite sob os olhos da família, que passava férias no Disney Grand Floridian Resort and Spa, em Orlando. Desde o ataque, cinco animais foram mortos pelas autoridades.

O pai do menino chegou a entrar na água e para tentar salvar o filho, mas não conseguiu, disse o xerife.

Desfecho

Na quarta-feira, a polícia já dizia “não haver dúvidas” de que o menino estivesse morto.

“Nós sabemos que, neste momento, estamos trabalhando para recuperar o corpo do menino”, afirmou Jeff Williamson, porta-voz do escritório do xerife do condado de Orange.

“Em nome de todos que estão envolvidos nesse esforço, digo que nosso objetivo final é dar à família um desfecho, recuperando (o corpo) de seu ente amado”, acrescentou.

Os pais e os três filhos estavam relaxando à beira da Lagoa dos Sete Mares quando o incidente ocorreu. O menino estava brincando na água rasa, apesar de placas alertando para o risco de jacarés.

O Grand Floridian é resort de luxo de propriedade da Disney e fica localizado perto do parque Magic Kingdom.

Um porta-voz disse que a empresa está “devastada” pelo incidente.

Os jacarés são encontrados em todo o Estado da Flórida. Os répteis habitam pântanos, manguezais e lagoas da região.

Segundo especialistas em vida selvagem, 22 pessoas morreram em ataques no Estado desde 1948.

( culpa mesmo é quem liberou a área pra constuir hotel ali, se fosse uma base militar por ex, algum soldado teria sido prego pelo jacaré ?, os pais que deem graças de não serem indiciados pelo ocorrido.

já que quem pagou o pato mesmo foram os 5 jacarés abatidos pra saber se um deles é o responsável por ter pego e menino)

Leões foram 'presos' no Estado de Gujarat, na Índia

  • Leões foram ‘presos’ no Estado de Gujarat, na Índia

Autoridades na Índia anunciaram a captura de 18 leões numa tentativa de encontrar o animal suspeito de matar três pessoas.

Guardas florestais do Estado de Gujarat testarão as pegadas dos leões para compará-las com os rastros encontrados nos locais de ataques. O “culpado” receberá uma sentença de “prisão perpétua” em um zoológico; os outros serão devolvidos ao santuário na Floresta de Gir.

Seis ataques foram registrados nas proximidades do santuário, o único habitat para o leão asiático.

O chefe da Guarda Florestal de Gujarat, JA Khan, disse que os leões foram “presos” nos últimos dois meses e ficarão em jaulas individuais enquanto os testes forem realizados.

“Acreditamos ter encontrado o culpado, mas ainda precisamos esperar o resultado dos testes de nove animais”, explicou.

O especialista em vida selvagem Ruchi Dave disse à BBC que os testes consistiram em análise de pegadas e exame dos excrementos dos animais.
“Também estamos estudando seu comportamento. Leões que atacam humanos normalmente mostram atitude mais agressiva em sua presença”, explicou Dave.

Outro especialista, Revtubha Raizada, explicou que a “prisão perpétua” para o leão culpado se justifica pelo fato de que o animal seria perigoso demais para viver solto.

Mas alguns zoólogos creem que o aumento da população de leões em Gir está por trás desse comportamento.

Govind Patel, ex-diretor da reserva, disse ao jornal “Indian Express” que Gir deveria acomodar apenas 270 leões –a população superava 520 indivíduos em maio de 2015– e que alguns bandos teriam de ser instalados fora do santuário.

A Suprema Corte da Índia recentemente obrigou Gujarat a transferir alguns espécimes para outras regiões, para evitar que doenças ou desastres aniquilassem a população. Mas as autoridades do Estado ainda não cumpriram a determinação judicial.

( o pais tem quase 2 bilhões de pessoas e querem o quê, reclamam de 3 que foram mortos, onde estavam quando o leão atacou ? ataques são frequentes por lá, pq a população procria feito coelhos, coitado dos leões que levam a culpa.)

estudante louca,não foi estuprada no RS, e um inocente foi espancado.

Uma estudante universitária de 19 anos mentiu que sofreu um estupro, após descer de um ônibus da linha T1, em Porto Alegre, de acordo com a Polícia Civil. O caso veio à tona no começo de maio, quando a jovem fez uma publicação nas redes sociais relatando o abuso. No post, ela ainda divulgou um desenho de um suposto autor do abuso. Confundido com o suspeito descrito pela jovem, um homem chegou a ser espancado por populares e precisou ser encaminhado para o hospital, com traumatismo craniano. 

Após a confissão da estudante, a polícia a indiciou por falsa comunicação de crime, com uma pena prevista de um a seis meses de detenção.

A delegada Tatiana Barreira Bastos, responsável pela investigação, afirmou ao G1 que foram encontradas inconsistências no primeiro depoimento da universitária. Por isso, ela voltou à delegacia no final da tarde de quarta-feira (8) e admitiu que o caso não ocorreu, sem dar justificativas. O caso ganhou  repercussão nas redes sociais e ficou conhecido como “estupro do T1”.

A partir do cartão de ônibus da universitária, a polícia descobriu o percurso feito por ela e o horário do embarque e desembarque da jovem no coletivo. “Ela desce em outra parada, em outra região da cidade, por exemplo. Além disso, foram horários diferentes.” Segundo a polícia, as imagens do ônibus mostram que ela desce sozinha do ônibus. Na postagem, ela dizia que um homem desceu junto, com uma faca em punho, e a levou até um praça, onde foi violentada. “Ela não foi abordada. O que não existe é um manÍaco atacando mulheres”, reforça a delegada.

Polícia Civil divulgou retrato falado de suspeito de estupro (Foto: Polícia Civil/Divulgação)Polícia Civil divulgou retrato falado do suposto autor
de estupro (Foto: Polícia Civil/Divulgação)

Segundo a polícia, o desenho foi retirado da internet. “Verificamos que o retrato falado não foi feito por ela, estuprador não existe. Ela pegou uma imagem pronta”, conta a delegada. O exame do corpo de delito, realizado após o relato, ainda não foi entregue à polícia. Para a polícia, um arranhão no seio teria sido provocado por ela. “Ela mesma reconhece isso. Disse ter ficado muito nervosa.”

A delegada acredita que a mulher esteja sofrendo “abalos psicológicos”. Por isso, após o depoimento, familiares dela encaminharam a estudante para internação em um hospital. Ela vai responder por falsa comunicação de crime, com uma pena de um a seis meses, o que é considerado crime de menor potencial ofensivo.

Tatiana diz que a polícia estava há duas semanas no caso. “Fizemos muitas diligências e talvez dez pessoas tenham sido ouvidas.” Entre os ouvidos está a psicóloga de uma igreja, frequentada pela estudante. “Ela nos disse que a jovem tem histórico de mentiras, o que a gente já desconfiava.” Durante o andamento do inquérito, dois homens suspeitos foram reconhecidos por ela, mas foram liberados

( isso tudo pq a delegada não é uma feminista ou femista radical, do contrário a lorota contada pela moça seria verdadeira, o coitado espancado e internado no hospital seria taxado de estuprador e o caso encerrado.

mas a delegada agiu certo, foi a fundo e descobriu a farsa, e graças a policia que investigou com vontade, agora quero ver se algum linchador que participou do espancamento vai na delegacia se confessar, ah vai .

que isso sirva de alerta pras feministas ( não todas) e femistas , que moderem seus atos e discursos, tudo por causa daquela infeliz do RJ do estupro coletivo, mas logo ninguém mais fala de custura de estupro, afinal é só assunto da moda.)

bandido de 10 anos, mãe acusa policia de execução

Mãe menino

A doméstica Cintia Ferreira Francelino, 29, chegou no Instituto Médico-Legal (IML) Oeste, na Vila Leopoldina, Zona Oeste de São Paulo, acompanhada de quatro familiares, só um deles sem calçar chinelos. Passou pela porta, foi até o balcão e disse, com lábios tremendo: “Meu filho”. O atendente pediu para ela aguardar.

Ela é mãe do menino de 10 anos morto por policiais militares enquanto tentava fugir com um carro furtado de um condomínio da Vila Andrade, na zona sul, na quinta-feira (2). Segundo o boletim de ocorrência, o menino atirou contra os policiais. Outra criança de 11 anos estava no carro e sofre ferimentos leves.

Moradora de uma favela perto da avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini, no Campo Belo (Zona Sul), a mãe questionava: “Como ele [o policial que deu um disparo na cabeça do menino] não viu que era uma criança, meu Deus? Ele não tem filho?”

A mãe contou que o filho morava com a avó paterna e que havia abandonado a escola neste ano. “Ele estava andando muito na rua, mas não tinha arma. Quero que façam exame da digital na mão dele”, afirmou, referindo-se ao exame residuográfico, capaz de detectar registros de pólvora e indicar se ele chegou a fazer disparos com revólver. Ela disse acreditar que os policiais tenham plantado a arma na criança.

Chorando muito, ela falou com jornalistas em espasmos de desabafo, enquanto aguardava a liberação do corpo. Ao ser informada de que a demora se devia ao fato de que o projétil que atingiu o garoto ainda estava sendo retirado, parou de falar, começou a derramar lágrimas e saiu para fumar.

O desespero da mãe era acompanhado da revolta dos familiares que a ajudavam. Um tio do menino, que não quis dar o nome, também falou. “A gente sabe como é as coisas onde a gente mora. Todo mundo sabe. Todo mundo ali sabe que ninguém daria uma arma para um menino de 10 anos”, disse. “Tem consequência. Então, não tinha como ele ter uma arma.”

A família contou que o menino tinha uma caixa de engraxates e que, às vezes, ia até o aeroporto ver se conseguia algum dinheiro. “Os meninos lá só querem ficar na lan house, por isso ele queria dinheiro”, afirmou o tio.

Embora tenha reconhecido que o menino não estudava e vivia na rua, a mãe negou que ele já tivesse cometido crimes. Há, entretanto, dois boletins de ocorrência registrando furtos anteriores praticados pelo filho, em janeiro e em abril deste ano.

A mãe disse ainda que o pai da criança, de quem é separada, estava viajando – sem dar detalhes, disse que a família mantinha bom relacionamento.

Até o início da tarde desta sexta-feira (3), o corpo estava no IML. A família ainda não sabia onde seria o enterro.

Outro lado

De acordo com a PM, policiais faziam patrulhamento por volta das 19h15 na altura do número 835 da rua José Ramon Urtiza quando viram um carro furtado na região. O motorista teria fugido da abordagem, e os PMs iniciaram perseguição, que só terminou após o veículo colidir duas vezes em um ônibus.

Quando os policiais cercaram o veículo, o garoto de 10 anos teria reagido, atirando. No revide, ele acabou baleado e morreu antes que o resgate fosse acionado. 

O caso foi levado ao 89º Distrito Policial (Portal do Morumbi), mas é investigado pelo Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP).

Em nota, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) de São Paulo afirmou que a polícia comunicou a ocorrência ao Conselho Tutelar e à Vara da Infância e da Juventude e que o DHPP instaurou inquérito de morte decorrente de oposição à intervenção policial.

A SSP informou ainda que a Corregedoria da PM abriu inquérito administrativo e acompanha as investigações, “como é de praxe em toda ocorrência envolvendo policiais”.

( assim cono a garota do J , o menino tinha sub vida de risco , sabe que policia mata mesmo, seja em defesa ou até abuso por parte de alguns.
esta mãe sozinha não evitou a tragédia que poderia um dia acontecer , é o retrato de um pais falido, e o de 11 onde tá ? criou juízo ou ta na nóia de novo ?)

MC BIEL , e repórter que o acusa de assédio, anonima x fama

Contra o cantor Biel, de 20 anos, foi registrada denúncia de assédio sexual na 1ª Delegacia da Mulher de São Paulo. A denunciante é uma repórter de 21 anos do Portal iG, que pediu para não ser identificada. No relato ela conta que foi chamada de “gostosinha” e que o artista ainda disse que “a quebraria no meio”, sugerindo uma relação sexual. Os assédios ocorreram em maio, em dois momentos ligados ao lançamento do novo CD dele, em coletivas com jornalistas em São Paulo. Outros profissionais testemunharam; áudios e vídeos foram entregues à delegacia como provas.

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Fotos: Reprodução/Internet

Segundo matéria do iG, no áudio ouve-se Biel dizer à repórter “Idade não significa nada. Se te pego, te quebro no meio”, quando ela, acompanhando entrevista de outro repórter, comenta que eles têm quase a mesma idade. Já no vídeo, num dado momento ela coloca a sentença mais buscada no Google em referência a ele, a pergunta “Biel é bi?” – ao que ele solta: “Por quê? Você quer que eu te mostre com atos e ações?”; e depois completa: “Eu sou heterossexual. Eu gosto é de boceta”. Em outro momento refere-se a ela como “cuzona”, depois de pedir que atendesse seu celular e avisasse ao amigo que estava numa coletiva. Em seguida, numa conversa em vídeo com o tal amigo, fala sobre ela: “Mano, que ‘ramelona’ essa mina, mas dá um desconto porque ela é gostosinha”.

A repórter, constrangida durante todo o tempo, decidiu denunciar após receber apoio de outros jornalistas que presenciaram. “Quero que nenhuma outra mulher passe por isso, e nem eu, de novo”, falou ao iG. Biel já depôs. O próximo passo é ouvir as testemunhas. Na sequência, o Ministério Público formalizará denúncia à Justiça. O presidente da Warner Music, Serio Affonso, ao saber do ocorrido, entrou em contato com o portal e classificou como “lamentável” e “fora do contexto atual de lutas pelos direitos das mulheres” a postura do artista da gravadora.

( isso foi em maio, primeiro lança o CD, shows, faturam e só depois o caso é divulgado, estranho ? é BRASIL mesmo, afinal a repórter denunciou, logo depois do suposto ocorrido.

só não deve aparecer em programas de tv sob o risco de ser taxada de oportunista e ser caçada pelas fãs do cara, agora vamos ver no que dá pois o cara tem grana, e é famoso, quem vence ? )