onde está EIKE BATISTA ? escondido embaixo da saia da LUMA ?

quem se lembra do PC FARIAS do governo COLLOR ?, foi preso na TAILÂNDIA, ai foi aquela negociação pra trazer o cara pra cá.

EIKE, pode estar na ESPANHA, caso seja preso lá, quanto tempo pra trazê-lo ? dizem que ele está negociando pra se entregar, que não quer ser preso, mas vamos esperar essa novela até onde vai.   

e dizem que ele sabia que ia ser preso, e fugiu, quem vazou pra ele teria sido um agente da PF, que coisa .

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SP, não sabe o que fazer com as pragas jovens que atormentam o trânsito da cidade.

As políticas de segurança viária adotadas no último ano em São Paulo não surtiram efeito entre a população de 18 a 24 anos, justamente a faixa etária que concentra a maioria das vítimas no trânsito.

Embora o total de mortes na cidade tenha caído 15% na comparação entre 2015 e 2016 (de 1.119 para 950 casos), nesse grupo o número se manteve estável: oscilou de 172 mortes, em 2015, para 173 no ano passado. Os dados são do Sistema de Informações Gerenciais de Acidentes de Trânsito do Estado de São Paulo (Infosiga), serviço do governo do Estado que coleta dados com base nos registros do Instituto Médico-Legal, em parceria com a consultoria Instituto Falconi e o Centro de Liderança Pública (CLP).

Em meio à polêmica sobre o aumento dos limites de velocidade nas Marginais do Tietê e do Pinheiros, os dados consolidados do Infosiga para 2016 mostram que a redução de mortes na capital aconteceu em ritmo maior do que na comparação do Estado como um todo, como os dados parciais do sistema já vinham apontando ao longo do ano passado. Enquanto a cidade teve a redução de 15%, na soma dos 645 municípios do Estado a queda foi de 5,6% (de 6.066 casos, em 2015, para 5.727 ano passado). “Se você tirar os jovens e refizer os cálculos, verá que a queda poderia ser ainda maior”, diz o engenheiro e consultor de mobilidade Horácio Augusto Figueira.

Uma das hipóteses para explicar a prevalência de jovens nos índices de mortalidade no trânsito seria a autoconfiança natural da idade. Outra seria a falta de habilidade ao volante. “Nessa faixa, as seguradoras já sabem e cobram mais caro das pessoas nesse perfil. Eles têm um comportamento mais lúdico, sentem a adrenalina, querem transgredir”, diz o mestre em Transportes pela USP Sergio Ejzenberg.

Diante da constatação de que só a redução dos limites não foi suficiente para evitar a morte dos mais jovens, os especialistas citam outras ações que o poder público deveria adotar. A primeira delas é a educação.

“Esses jovens são aquelas pessoas que acabaram de sair da autoescola. Mas elas têm compulsão. Compulsão por beber, por falar ao celular, por empinar a moto”, afirma o médico Dirceu Rodrigues Alves Junior, da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet). “A educação é essencial e deveria vir desde a escola, ao longo dos anos, da forma como o Código de Trânsito Brasileiro prevê.”

Horácio Figueira, que se mostra contra o aumento das velocidades nas Marginais, reconhece que o conjunto de ações adotadas pela Prefeitura para evitar as mortes nas vias expressas está correto. “A sinalização, a presença dos agentes, isso é o que tem de fazer. Mas deveria ser feito na cidade inteira”, afirma. A reportagem questionou a CET sobre eventuais expansões do programa dessas vias, chamado Marginal Segura, para outras áreas da cidade, mas não obteve resposta.

( falo mil vezes se for preciso , manda tudo pra fora das cidades, casas noturnas, funks, toda esta merda que a juventude consome, ai quem quer dirigir embriagado , drogado, fazer racha, faz fora da cidade.

ai vc se arrebenta por lá, ninguém vai lhe socorrer, assim como vc não quer que o estado se meta na sua vida.)

SP ignora a lei e continua com visita íntima

  • Internos no pátio do presídio de Franco da Rocha (Grande São Paulo)Internos no pátio do presídio de Franco da Rocha (Grande São Paulo)

A lei que proíbe a revista íntima nas unidades prisionais de São Paulo existe desde 2014, mas ainda não é cumprida no sistema penitenciário, no entendimento do Ministério Público estadual. Um relatório nacional da Secretaria de Direitos Humanos, da Presidência da República, divulgado no fim de 2016, aponta que “o procedimento de revista íntima ainda ocorre mesmo que possua uma proibição legal” em ao menos uma prisão na capital paulista.

Além disso, a Promotoria de Justiça de Direitos Humanos investiga denúncias de violações de direitos em unidades prisionais paulistas. De acordo com os promotores, apesar de proibido pela lei 15.552, visitantes de presos são obrigados a tirar a roupa e a fazer sequências de agachamentos, com o objetivo de verificar se carregam dentro do corpo objetos ilícitos, como drogas, por exemplo. A lei nomeia esse procedimento de “revista íntima”, enquanto a promotoria se refere à prática como “revista vexatória”. 

Um documento entregue à Corregedoria Geral da Justiça em julho de 2016, assinado por promotores e defensores públicos estaduais, afirma que a realização da revista vexatória (expressão usada no texto) é confirmada “por todas as direções de unidades prisionais do Estado de São Paulo, com exceção daquelas que possuem scanners corporais”.

Parentes de presos, três mulheres ouvidas pela reportagem contaram, sob a condição de anonimato, que, a cada visita, elas ficam nuas e têm de se agachar três vezes de frente e de costasElas afirmaram que não reclamam porque temem que os familiares detidos sofram retaliações.

A apuração das denúncias foi iniciada em agosto de 2014. Apesar dos indícios coletados desde então, em queixas feitas à promotoria e visitas feitas a unidades prisionais por integrantes do Núcleo Especializado de Situação Carcerária da Defensoria Pública, a SAP (Secretaria da Administração Penitenciária) não reconhece que a revista íntima seja mantida. Mas justifica que, para poder identificar se visitantes levam objetos ilícitos dentro do corpo, seria necessário instalar scanners corporais (equipamentos de varredura visual detalhada) nas unidades prisionais.

Segundo a secretaria, esses aparelhos têm alto valor de mercado, ao custo de R$ 18 mil mensais cada, valor que o Estado não teria como arcar.

Em parceria com o Núcleo Especializado de Situação Carcerária, o Ministério Público pediu à Corregedoria Geral da Justiça no meio do ano passado que determinasse a todos os juízes corregedores de unidades prisionais que reconhecessem “a autoaplicação da lei e sua preponderância sobre qualquer medida normativa do Poder Executivo”, proibindo a realização de revista íntima em todos os estabelecimentos prisionais do Estado.

A corregedoria tenta, há cinco meses, esclarecer a situação com a SAP. Ofícios foram enviados à secretaria desde agosto de 2016, e até a segunda semana de janeiro de 2017 não havia retorno por parte do governo do Estado.

A reportagem do UOL fez três tentativas de obter da Secretaria da Administração Penitenciária esclarecimentos específicos sobre a imposição de desnudamento e agachamentos a visitantes, mas não teve resposta exata para este questionamento.

A secretaria informou, sem citar o termo “íntima” (como está na lei), que “a revista em visitantes de presos é rigorosa, no entanto, não é constrangedora nem vexatória”. Conforme mensagem enviada à reportagem, a secretaria afirma que “o rigor na revista se faz necessário, com o objetivo de evitar a entrada de drogas e celulares nas prisões, ocultados em seus próprios corpos (partes íntimas). Informamos que todos os finais de semana ocorre a prisão de visitantes, que tentam introduzir drogas nos presídios.”

Também não houve posicionamento da SAP sobre as afirmações dos promotores de Justiça e defensores públicos quanto ao não cumprimento da lei em todo o Estado, assim como não houve resposta sobre o motivo de a SAP ainda não ter respondido à Corregedoria Geral de Justiça.

O que diz a lei

A lei 15.552 foi publicada no “Diário Oficial” há quase dois anos e meio, em 13 de agosto de 2014, e “proíbe a revista íntima dos visitantes nos estabelecimentos prisionais” de São Paulo.

Conforme publicado em seu texto, é considerado revista íntima “todo procedimento que obrigue o visitante a despir-se; fazer agachamentos ou dar saltos; submeter-se a exames clínicos invasivos”.

Também fica determinado que todo visitante será submetido à revista mecânica, “por meio da utilização de equipamentos capazes de garantir segurança ao estabelecimento prisional, tais como: ‘scanners’ corporais; detectores de metais; aparelhos de raio-X; outras tecnologias que preservem a integridade física, psicológica e moral do visitante revistado”.

Durante a revista nos aparelhos, se houver suspeita de que o visitante esteja portando objetos ou substâncias ilícitas, deve ser feita uma nova revista, de preferência com equipamento diferente. Se a suspeita persistir, o visitante poderá ser barrado. Caso ainda insista na visita, será encaminhado a um ambulatório onde um médico realizará os procedimentos adequados para averiguar a suspeita.

Se o visitante for flagrado com objetos ilícitos, “será encaminhado à delegacia de polícia para as providências cabíveis”.

Como previsto no artigo 6º, “as despesas resultantes da execução desta lei correrão à conta de dotações orçamentárias próprias”.

O prazo para a regulamentação da lei era de 180 dias a partir de sua publicação e venceu em fevereiro de 2015.

Reprodução/Assembleia Legislativa de São Paulo

Detalhe da lei 15.552, que proíbe a revista íntima em presídios paulistas

O que a investigação constata

A Promotoria de Justiça de Direitos Humanos começou a receber, em agosto de 2014, queixas sobre humilhações praticadas em unidades prisionais como a de Franco da Rocha (na Grande São Paulo). Também chamou a atenção dos promotores uma denúncia citada em reportagem da “Folha de S.Paulo” sobre abusos sofridos por visitantes de presos.

Os primeiros relatos tratavam de casos ocorridos antes da sanção da lei pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB), mas novos exemplos surgiram mesmo depois de a proibição da revista íntima entrar em vigor.

No mês em que a lei foi publicada, alguns presídios na região oeste do Estado resguardaram os visitantes de tirar a roupa e de fazer agachamentos, mas muita gente foi barrada ao passar vestida por detectores de metal, e o contato com os parentes presos não pôde ser feito.

Na época, o governador Alckmin afirmou em entrevista que scanners corporais seriam alugados e que a revista íntima seria abolida quando estes entrassem em operação nos presídios do Estado onde fossem mais necessários.

A promotoria, então, quis saber da SAP (Secretaria da Administração Penitenciária) mais detalhes sobre o uso de scanners prometido pelo governador.

Em janeiro de 2015, a SAP respondeu que os equipamentos disponíveis nos presídios – detectores de metais e raio-X – “são instrumentos destinados a coibir o ingresso de serras, armas, aparelhos de telefonia celular” e também para a “inspeção de materiais trazidos pelos visitantes”. De acordo com a secretaria, estes equipamentos “não apresentam tecnologia capaz de identificar drogas introduzidas nos corpos dos visitantes”.

A SAP afirmou ainda que scanners corporais eram necessários nos estabelecimentos destinados ao cumprimento de pena em regime fechado e que estudos sobre a viabilidade de sua implantação mostravam que não seria possível compra-los, por conta de seu alto valor de manutenção, sendo a locação a alternativa adequada.

Reprodução/Band

Scanner corporal usado em prisão no Rio de Janeiro

R$ 18 mil por equipamento

A solução apresentada pela secretaria no início de 2015 foi gastar R$ 18 mil por mês com cada scanner corporal, em um sistema de aluguel dos equipamentos. Considerando o número de presos na época (218.165) sob sua custódia, seriam necessários, de acordo com a SAP, 189 equipamentos para atender a lei estadual, com despesa de R$ 3,4 milhões ao mês.

“Como os contratos dessa natureza geralmente são firmados por um período mínimo de 30 meses, esta secretaria teria de dispor da importância de R$ 102.060.000,00”, informou ao MP.

A SAP justificou que, em agosto de 2014, enviou ao Ministério da Justiça um pedido de repasse de verbas para poder arcar com o aluguel dos scanners, que foi negado pelo governo federal.

Segundo estudos feitos pela secretaria, cada scanner seria usado para a realização de até 300 visitas, com duração de 40 segundos por pessoa. Sendo assim, seriam necessários de 1 a 3 scanners por unidade prisional.

Em novembro de 2014, um segundo pedido de verbas foi feito ao Ministério da Justiça, desta vez para o aluguel de 54 equipamentos de varredura corporal, num total de cerca de R$ 29 milhões. Conforme a solicitação feita pela SAP, eles seriam instalados em 25 unidades prisionais de regime fechado na região metropolitana de São Paulo, em duas penitenciárias de segurança máxima (nas cidades de Avaré e Presidente Venceslau) e em um centro de readaptação penitenciária em Presidente Bernardes.

A SAP explicou à promotoria que ainda não tinha recebido resposta do governo federal, mas que havia aberto um processo de licitação para a implantação de cinco scanners nos Centros de Detenção Provisória de Pinheiros, na capital.

Inquérito Civil

Após o recebimento pela promotoria de mais relatos sobre o descumprimento da lei, foi instaurado um inquérito civil público em agosto de 2015, e no fim daquele ano, houve uma reunião com representantes da Secretaria da Administração Penitenciária.

A SAP negou a prática de “revista vexatória” (expressão usada nos documentos pela promotoria), informou que seus pedidos de verbas ao governo federal não tinham sido atendidos e que cinco scanners corporais haviam sido instalados nos Centros de Detenção Provisória de Pinheiros, na capital. No entanto, disse que não existia um projeto para a implantação de scanners corporais no restante dos presídios do Estado.

Em 2016, a Promotoria de Justiça de Direitos Humanos reuniu novos indícios de que revistas com desnudamento e agachamentos continuavam em prática. O Núcleo Especializado de Situação Carcerária da Defensoria Pública apresentou casos em, ao menos, estes municípios paulistas: Americana, Taquarituba, Valparaíso, Álvaro de Carvalho, Guarulhos, Dracena, São Bernardo do Campo, Suzano, Franco da Rocha, Piracicaba e São Paulo.

A Pastoral Carcerária também confirmou que recebia denúncias sobre práticas abusivas semelhantes.

Um relatório nacional da Secretaria de Direitos Humanos, da Presidência da República, divulgado no fim de 2016, aponta que “o procedimento de revista íntima ainda ocorre mesmo que possua uma proibição legal” na Penitenciária Feminina de Sant’Ana, na capital.

“Esse procedimento consiste em desnudar-se e agachar-se três vezes de frente, depois três vezes de costas. Informou-se que só é utilizado o espelho [para verificar as partes íntimas] em caso de suspeita ou de denúncia”, descreve o relatório, que sugere à direção da unidade prisional que “adote de imediato a lei estadual que põe fim à revista íntima aos visitantes e que resulta numa prática vexatória e violadora de direitos humanos”.

Orientação geral a juízes corregedores

Em ação conjunta com o Núcleo Especializado de Situação Carcerária da Defensoria Pública, a promotoria encaminhou à Corregedoria Geral de Justiça um pedido para que determinasse a todos os juízes corregedores de unidades prisionais do Estado que reconhecessem que a lei deve ser aplicada automaticamente e que predomina sobre qualquer medida normativa do Poder Executivo.

O documento afirma que a realização da revista vexatória (expressão usada no texto) é confirmada “por todas as direções de unidades prisionais do Estado de São Paulo, com exceção daquelas que possuem scanners corporais (Centros de Detenção Provisória de Pinheiros e Penitenciária 2 de Presidente Venceslau) e daquelas em que foi concedida ordem judicial para cessação da prática ilegal (Penitenciárias 1 e 2 de Itirapina e Penitenciária de Dracena)”. 

Entre outubro de 2014 e maio de 2016, defensores públicos visitaram os 41 Centros de Detenção Provisória do Estado, cerca de metade das unidades prisionais femininas e ainda diversas outras masculinas, onde “foi possível confirmar que a revista vexatória é prática disseminada em todas as unidades prisionais paulistas”.

De acordo com o inquérito civil em curso no Ministério Público, a SAP ainda não respondeu aos pedidos de informações feitos pela corregedoria a partir de agosto de 2016.

Decisões na Justiça a favor da lei

Pelo menos em duas regiões do Estado de São Paulo a Justiça já autorizou visitantes a ingressarem em presídios sem passar pelo procedimento de tirar a roupa e agachar repetidas vezes.

Em Tupi Paulista (680 km da capital), uma mulher, parente de um preso, denunciou humilhações à Defensoria Pública e conseguiu autorização da Corregedoria Geral da Justiça para fazer a visita sem passar por revista íntima, em outubro de 2016.

Na região de Rio Claro (190 km da capital), a Defensoria Pública conseguiu cinco mandados de segurança individuais, no primeiro semestre de 2015, para que parentes de presos fossem liberados da revista íntima.

Em junho de 2015, a Justiça concordou com uma ação civil pública movida pela defensoria e liberou da revista íntima todos os visitantes das Penitenciárias 1 e 2 de Itirapina.

Autor da ação, o defensor público Vinícius da Paz Leite diz que a lei 15.552 não condiciona o fim da revista íntima à compra de equipamentos.

“A Corregedoria do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo deveria unificar esse entendimento em nível estadual, responsabilizar o Estado e determinar que cessem as revistas vexatórias em todos os presídios, esse é o ideal”, afirma.

A SAP não respondeu aos pedidos da reportagem por comentários sobre a viabilidade de abolir revistas íntimas sem a utilização de scanners corporais nem sobre a condição de eliminar a revista íntima com a compra desses aparelhos.

( mas só fazem isso com pobres, vejam se os que parentes dos políticos presos na lava jato passam por isso por ex ?

a filha do JOSÉ DIRCEU, não passa por isso e entra direto , furando a fila de visitas , isso é apenas um caso heim ?)

apresentador demitido se desculpa com LUDMILLA, mas dispara, ela vive de processos

Slide 1 de 6: Marcão, ex-apresentador do 'Balanço Geral DF', pediu perdão para Ludmilla, mas disparou: 'Vive de processos'

Marcão, demitido da Record TV Brasília após chamar Ludmilla de “pobre macaco”, pediu desculpas para a funkeira, mas alegou que não ter tido a intenção de ofender a cantora. “O que é racismo? Em momento algum cometi um ato racista. Até porque a minha filha é fã da Ludmilla. E no aniversário da minha filha, eu dancei Ludmilla”, frisou em entrevista nesta quinta-feira (19) para a rádio Gaúcha. “Eu peço perdão para ela e para os seus fãs”, afirmou.

Em vários momentos, o apresentador se defendeu, novamente, alegando ter usado um “vício de linguagem”. “Se eu tivesse citado uma pessoa branca, não tinha acontecido nada disso. As pessoas editaram o vídeo da maneira delas para tentar denegrir a minha imagem”, apontou. “Se você andar no Centro-Oeste, Nordeste, Norte, vai ver que todo mundo fala que quando uma pessoa subiu na vida e quer fazer graça, eles falam assim: ‘rapaz, você era pobre macaco e agora está querendo aparecer nas costas das pessoas?'”, explicou.

Ao comentar a frase de Marcão, a funkeira afirmou que era um “desrespeito absurdo”. Já o ex-comandante do “Balanço Geral DF” disse ter recebido apoio após sua demissão, algo não assinado por ele. “Sou uma pessoa íntegra. Jamais teria coragem de humilhar ou ter ato racista. Todas as pessoas que usaram da maldade contra mim vão pagar e vão pagar caro”, disparou o apresentador. A polêmica começou quando Marcão comentou a suposta recusa de Ludmilla em tirar fotos com fãs fato negado pela cantora.

‘Vive de processos’, disparou apresentador

No início da entrevista, Marcão disse que a intérprete de “É Hoje” tem feito poucos shows. “Na realidade, hoje no país tudo o que você fala no é motivo para as pessoas falarem que é bullying, que é racismo, tudo isso. Na realidade, o que houve foi o seguinte: durante o programa (‘Balanço Geral DF’) houve, como sempre houve em outras ocasiões assuntos ligados a Ludmilla”, iniciou.

“A Ludmilla entrou com ação contra outra pessoa porque a pessoa falou que o cabelo dela era preto. Ela vai lá e processa a pessoa. A Ludmilla entrou com ação contra outra pessoa porque falou que o short dela era preto. Aí ela vai lá e processa a pessoa. Ela tá vivendo hoje de processos e não de shows. Até porque está muito em baixa para a cantora. E mais um ato que nem sabemos se o nome dela é Ludmilla ou Kátia”, acrescentou se referindo quando a funkeira se passou por outra pessoa temendo ser vítima de arrastão em praia do Rio.

( quando ela foi chamada de piranha , escrota na praia , pq não procurou a família dos moleques pra meter um processo tb ? ah pq eram de favela, família pobre, arrancar o quê deles ? 

LUDMILLA vive de processos mesmo, a patrulha do politicamente curreto ainda acaba com este pais, gente sem talento, golpista, oportunista, procura intriga em tudo, só pra tentar ganhar algum , quanto ao apresentador, ele alega linguagem regional, mas sabe como é meu caro amigo, tem de ter cuidado coma  palavras , se é linguagem regional, não da pra usar no país todo, ainda mais com uma KATIA, que só conhece o RJ.) 

censura volta a rondar a net, querem te limitar

Resultado de imagem para limite de internet

O modelo de franquias de dados na banda larga fixa pode se tornar uma realidade em 2017, disse o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC) Gilberto Kassab. Segundo o ministro, o governo e Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) estão discutindo uma flexibilização dos planos de banda larga fixa, abrindo a possibilidade para que as operadoras criem planos com limite no uso de dados – como já acontece na banda larga móvel.

Segundo Kassab, em entrevista ao site Poder 360, a proposta é para que exista “equilíbrio” no uso de internet, “porque as empresas [operadoras] têm seus limites”. Para o ministro, a discussão sobre o tema vai ser definida pela Anatel, apenas no segundo semestre de 2017 – segundo ele, é preciso esperar a definição do cenário de telecomunicações com a nova lei das teles para que o tema das franquias de banda larga fixa seja discutido. A reportagem procurou a Anatel e o MCTIC para detalhar a declaração do ministro Gilberto Kassab, mas não obteve retorno até a publicação da reportagem.

As declarações do ministro reacendem um debate que parecia já ter sido encerrado. Segundo apurou o Estado no início de janeiro de 2017, a Anatel não tinha planos de retomar a discussão sobre franquia da banda larga fixa. A agência reguladora criou um grupo de trabalho para analisar a questão na época da polêmica, mas não deu prazo para a conclusão do estudo.

Atualmente, os brasileiros podem usar a banda larga fixa com tráfego de dados ilimitado. Com o modelo de franquias, as operadoras poderão criar diferentes planos baseados não só na velocidade da conexão, mas também no tráfego de dados utilizado pelos usuários – caso o usuário ultrapasse o limite contratado, terá de pagar valor adicional para continuar navegando.

Contexto. Em 2016, o assunto provocou polêmica, depois que a operadora Vivo, em fevereiro, disse que passaria a usar o modelo de franquias na internet fixa a partir de janeiro de 2017. Em abril, o então presidente da Anatel João Rezende se manifestou a favor do modelo, dizendo que a era da internet ilimitada havia chegado ao fim. Dias depois, pressionado por entidades de defesa do consumidor, pelo então ministro das Comunicações André Figueiredo e pela Ordem dos Advogados do Brasil, Rezende acabou voltando atrás.

Durante a discussão, que rivalizou em popularidade nas redes sociais com o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, a Anatel proibiu as operadoras por “prazo indeterminado” de limitar o uso de banda larga fixa, até que a questão fosse julgada por seu conselho. Uma consulta pública também foi aberta na época para discutir o assunto.

Desde então, o assunto foi pouco discutido – até porque, meses depois, Rezende acabou deixando o comando da agência reguladora, sendo substituído em 11 de outubro por Juarez Quadros.

Nesta semana, na última terça-feira, 10, a consulta pública foi renovada até o dia 30 de abril, por conta da grande quantidade de inscritos interessados em debater o tema – foram mais de 13 mil inscritos e 2 mil contribuições, a maioria criticando o modelo de franquias na banda larga fixa.

( quem gosta disso são os reacionários, especialmente os que querem a presidência em 2018, menos criticas e podem até haver censura de novo como era nos anos 60,70, ESTAMOS REGREDINDO.)

mais bandidos são massacrados no norte ,33 vagabundos mortos em RORAIMA.

Penitenciária Agrícola de Monte Cristo

Logo após o massacre no complexo penitenciário Anísio Jobim do Amazonas, a capital de Roraima, Boa Vista, registra 33 mortos na Penitenciária Agrícola de Boa Vista (Pamc). A maioria das vítimas foi decapitada, teve o coração arrancado ou foi desmembrada. Os corpos foram jogados em um corredor que dá acesso as alas.

O número de mortos foi confirmado pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejuc) em nota, que informou que Agentes do Bope (Batalhão de Operações especiais da Polícia Militar) estão no local para conter a situação.

Em entrevista a uma rádio local, o secretário de Justiça e Cidadania de Roraima, Uziel de Castro Júnior, disse acreditar que os crimes tenham sido cometidos por membros do Primeiro Comando da Capital (PCC). Ele falou também que tem um projeto para abrir mais de mil vagas neste ano no sistema prisional.

Este é o terceiro maior massacre em presídios, em número de mortes, na história do Brasil, atrás apenas do ocorrido no Carandiru, em São Paulo, em 1992, quando 111 presos foram mortos e de Manaus onde foram mortos 60 presos esta semana.

Os detentos quebraram os cadeados e invadiram a Ala 5, cozinha e cadeião onde ficavam os presos de menor periculosidade. De acordo com informações de agentes penitenciários, não houve fugas.

Policiais militares do Batalhão de Operações Especiais (Bope) e agentes penitenciários do Grupo de Intervenção Tática (GIT) entraram na unidade, que hoje abriga 1.200 presos, o dobro da capacidade.

Na manhã desta sexta-feira, 05, equipes do Instituto Médico Legal (IML) foram à penitenciária para fazer a remoção dos corpos.

Em outubro, na mesma penitenciária, uma rebelião provocada por briga entre o Comando Vermelho (CV) e o PCC deixou pelo menos 10 presos mortos. Três das vítimas teriam sido decapitadas, e sete teriam tido os corpos queimados em uma grande fogueira no pátio da unidade.

Todos os mortos seriam integrantes da facção Comando Vermelho, que domina cerca de 10% do presídio. Os outros 90% são controlados pelo grupo rival Primeiro Comando da Capital.

Até junho passado, PCC e CV eram aliados na disputa pelo controle do tráfico na fronteira com o Paraguai.

( bandido mandar em presídio já vem de anos e anos, basta vcs saberem o que houve nos anos 70, quando misturaram presos políticos com presos comuns, os presos comuns aprenderam táticas de querrilha , foi ai que surgiu o COMANDO VERMELHO, do presídio da ilha grande RJ.

e tb nunca esquecer o inferno de SP 2006, o salve geral , lembram ? agora fica a mídia desviando assuntos do pais pra isso ai, claro que não deixa de ser um problema tb, mas não pode ficar falando só nisso, e tratando bandido como coitadinho, morreu ? ah mas quem mandou ir preso né ? e muitas vezes é preso que já este preso, mas voltou ao sistema carcerário pq voltou ao crime.)

 

deputado quer acabar com seu 5 contra 1 ,se liga meu .

  • Deputado Marcelo Aguiar afirma que "a pornografia veio substituir a prática sexual com outra pessoa"Deputado Marcelo Aguiar afirma que “a pornografia veio substituir a prática sexual com outra pessoa”

O deputado federal Marcelo Aguiar (DEM-SP) propôs uma lei que tem como objetivo diminuir o número de “masturbação” na internet. O PL 6.449/2016, que tramita na Câmara dos Deputados, quer obrigar as operadoras a criarem sistemas de filtro para interromper automaticamente todos os conteúdos de sexo virtual, prostituição e sites pornográficos.

O projeto defende que “a pornografia veio substituir a prática sexual com outra pessoa”. O deputado defende na PL, ainda, que “os jovens são mais suscetíveis a desenvolver dependência e já estão sendo chamados de autossexuais – pessoas para quem o prazer com sexo solitário é maior do que o proporcionado, pelo método, digamos, tradicional”.

Na justificativa do projeto, o deputado ainda comenta pesquisa: “Estudos atualizados informam um aumento no número de viciados em conteúdo pornô e na masturbação devido ao fácil acesso pela internet e à privacidade que celular e o tablet proporcionam”.

Marcelo Aguiar é pastor, tem carreira sertaneja gospel e foi eleito em 2010 com 98.842 votos. Em 2014, ele obteve 65.970 votos e ficou como primeiro suplente da bancada. O deputado tomou posse em fevereiro de 2015.

( tanta coisa acontecendo e vem um mané se preocupar com a bronha dos outros.

mas tb ,culpa do povo que elege gente louca,demente ,machões , reacionários , fanáticos,que só sabem fazeres política um circo de horrores .)