vai aos estádios, então veja estes preços cobrados pela FIFA, toma povinho no fuleco.

urinar : 10,00

cagar :20,00

urinar e cagar: 30,00

diarreia : 50,00 pois pra limpar da mais trabalho. ( não duvidem que isso possa acontecer)

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supermercado EXTRA vende carne maquiada a consumidores , se liguem ai.

vai comprar carne embalada ? olha ai amigo, se liga

Uma unidade do supermercado Extra em Cuiabá (MT), rede pertencente ao Grupo Pão de Açúcar, está sendo acusado de “maquiar” as carnes vendidas em bandejas de isopor. O professor universitário Haroldo Arruda Junior postou um vídeo no Facebook onde mostra que a carne de melhor qualidade é posicionada por cima, enquanto o resto do conteúdo da embalagem é composto de retalhos gordurosos.

O vídeo, de um minuto e meio, conta com mais de 8,5 mil compartilhamentos e 140 comentários. O professor alega ter comprado tiras de filé de alcatra, que custou aproximadamente 25 reais o quilo, para o preparo de estrogonofe. Mas ao abrir uma das embalagens, descobriu que apenas a parte visível era de boa qualidade. Logo depois gravou o vídeo abrindo a segunda embalagem, e comprovou o fato. Veja abaixo:
 
A redação do Administradores.com entrou em contato com a assessoria de imprensa local do Grupo Pão de Açúcar, que ficou de enviar um posicionamento sobre o assunto. Na postagem, Haroldo prometeu acionar o Procon do estado do Mato Grosso para denunciar o Extra.
 
Há duas semanas, em Mato Grosso do Sul, um funcionário da rede de supermercados foi acusado de racismo por um cliente negro — “por isso que não gosto de brasileiro, tampouco de preto”, teria dito um empregado. Segundo o G1, ao ser agredido, Germano Rodrigues Lima, de 51 anos, chamou o gerente do supermercado, e o atendente reiterou as palavras. Germano registrou um boletim de ocorrência na polícia. Na ocasião, a assessoria de imprensa do Extra lamentou o caso e disse que o fato foi isolado e que as providências necessárias já haviam sido tomadas.
 
Atualização 28.2.2014, às 9h27min
 
Em resposta ao caso, a assessoria do Extra informou que já entrou em contato com o cliente para efetuar a troca do produto, e que o ocorrido “não condiz com o padrão exigido pela companhia”. Confira abaixo a nota da rede.
 
Cuiabá, MT – 28 de fevereiro de 2014 – O Extra pauta suas ações no total respeito aos seus clientes e possui rigorosos procedimentos para garantir a qualidade dos produtos comercializados em suas lojas. A rede esclarece que o fato não condiz com o padrão exigido pela companhia. Por isso, está analisando o ocorrido e tomando todas as providencias necessárias para o que fato não volte a ocorrer. A loja informa ainda que, tão logo tomou ciência do fato, entrou em contato com o cliente para que seja realizada a troca do produto. A rede permanece à disposição.
 ( mas o supermercado é quem embala a carne não é ? , então…)  

DEBORAH COLKER x gol linhas aéreas (inteligentes ?)

A coreógrafa Deborah Colker afirmou nesta terça-feira que a tentativa da companhia aérea Gol de barrar ela e a família de um voo devido à uma doença de pele do neto foi uma ação “nitidamente discriminatória, preconceituosa” e que foi provocada pelo despreparo dos funcionários.
 
Théo, que fará 4 anos amanhã (21), estava com a avó, a mãe e o pai quando foi vetado num voo de Salvador para o Rio de Janeiro por ser portador de uma doença congênita chamada epidermólise bolhosa, que causa erupções na pele. A doença, porém, não é contagiosa.
 
 
“Houve um total despreparo, uma total falta de profissionalismo e uma total falta de cuidado de lidar com a família e uma criança de 4 anos que presenciou uma ignorância, estupidez total já dentro do avião”, afirmou Colker à Folha.
O avião sairia de Salvador em direção ao Rio de Janeiro, ontem, quando um comissário os abordou já dentro da aeronave e perguntou sobre a doença da criança, e exigindo um atestado para permitir a permanência do menino. Segundo Deborah, os detalhes da doença já tinham sido dados no momento do check-in.
 
“Tínhamos explicado no check-in que não é contagioso, é uma doença de pele e que ele já viajou de avião várias vezes. Na sexta-feira (16), ele foi para Salvador de Gol e agora estava voltando. Ele tem um pai baiano que mora no Rio e que tem uma filha que mora naquele Estado, então é normal pra ele viajar”.
 
Deborah ainda completou “na ida não precisou [de atestado]. Que abordagem é esse? Que critério é esse? Tinha uma médica no avião, veio um médico da Infraero e mesmo assim foram duas horas no avião. É preciso preparo [dos funcionário], principalmente no caso de uma companhia importante, séria”.
Em nota, a Gol afirmou que cumpriu rigorosamente as recomendações do Manual Médico da IATA (sigla em inglês da Associação Internacional de Transportes Aéreos) e da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). “Lamentamos profundamente os transtornos causados à família com relação à forma como foi conduzido o cumprimento de tais recomendações. A estes e aos demais passageiros, pedimos sinceras desculpas”, completou.
 
A Anac afirma que, pelo Código Brasileiro de Aeronáutica, o piloto é autoridade em voo. Pela norma, “o Comandante exerce autoridade sobre as pessoas e coisas que se encontrem a bordo da aeronave e poderá desembarcar qualquer delas, desde que comprometa a boa ordem, a disciplina, ponha em risco a segurança da aeronave ou das pessoas e bens a bordo e tomar as medidas necessárias à proteção da aeronave e das pessoas ou bens transportados.”
A agência afirmou ainda, em nota, que solicitou informações sobre o ocorrido à Gol e que caso seja constatada alguma conduta inadequada praticada será aplicada a medida cabível, que pode gerar multas de R$ 4.000 a R$ 10 mil.
 
Ela ainda “recomenda aos passageiros que apresentem algum quadro de enfermidade ou especial, como a gestação, que busquem as orientações necessárias para embarcar junto à companhia aérea ou com seus médicos, caso seja necessário. Cada companhia aérea possui políticas próprias que são elaboradas conforme as orientações dos órgãos de vigilância sanitária e do CFM (Conselho Federal de Medicina).”
 
PROCESSO
 
Deborah afirmou que vai processar a Gol pelo constrangimento sofrido durante a viagem. “Lógico que vamos recorrer à Justiça. Pretendo processá-los e que todo o dinheiro desse processo seja revertido à pesquisa genética e que siga de exemplo para que não aconteça com mais ninguém. Tenho essa obrigação ética como avó, como mãe.”
“Tinha dois policiais na porta do avião. A ideia era nos retirar da aeronave. Retirar o monstro de uma criança de quatro anos que tinha uma aparência estranha. Tenho que denunciar isso”, afirmou a coreógrafa.
“Ele falou ‘vó tava todo mundo falando de mim e olhando pra mim’. Ele é um guerreiro. Quem o conhece sabe que ele é uma criança exemplar”, completou Deborah, que destacou ainda que os passageiros que estavam no voo foram solidários e também reclamaram do comportamento da tripulação. 
( infelizmente melhor pra ela arrumar um atestado e esfregar na cara de todos que  barrarem a criança, a GOL arrumou uma dor de cabeça ao não saber tratar o assunto com discrição e inteligência.
 
se eu estivesse a bordo gravaria o barraco e pronto e dai ? democracia é isso, deveriam sim ter gravado e pronto.
 
o preconceito pode ser pra todo mundo até mesmo criança, lembrei por ex de um caso de uma criança anos atras impedida de estudar numa escola pq tinha AIDS, as pessoas retirando seus filhos da escola, lembro de uma senhora falando não é preconceito mas… e ficou no ar a explicação.
 
os pais adotivos entraram na justiça, ela ganhou o direito de estudar, mas morreu pouco tempo depois, mas valeu a luta.
 
portanto dona DEBORAH infelizmente a luta da senhora da sua filha , vai longe.)

quinta feira ferve em SOROCABA, URBES X MANIFESTANTES contra aumento da passagem

No início da movimentação, o grupo desceu pela rua São Bento e seguiu até a rua Alváro Soares, sentido terminal – Por: Thiago Consiglio/Cortesia
Mais fotos…

 

O terceiro e maior protesto contra o aumento da tarifa de ônibus para R$ 3,15 e passe livre para estudantes parou ontem as principais ruas do centro de Sorocaba. O manifesto prejudicou o trânsito e culminou com dois momentos de tumulto, um no terminal Santo Antônio e outro na praça Coronel Fernando Prestes. O objetivo era invadir o terminal, mas foram impedidos por barreiras da Guarda Civil Municipal (GCM) com reforço da Força Tática da Polícia Militar. Os jovens tentaram usar três entradas para ocupar o terminal, mas em todas elas encontraram barreiras de guardas e policiais e também grades. Após o término do protesto e dispersão dos manifestantes, dois deles, identificados como W.M., de 15 anos, e J., de 17 anos, foram detidos por policiais militares por portarem (segundo os PMs) duas pedras e um soco inglês.O protesto começou às 15h10 com passeata que começou na praça Frei Baraúna e percorreu as principais ruas do centro (São Bento, 15 de Novembro, Souza Pereira, Álvaro Soares). Como era horário de pico, o trânsito ficou lento. Durante a passeata, organizadores calcularam os participantes em 200 a 300 pessoas. A GCM avaliou em 130 pessoas. Uma hora depois, chegaram ao terminal Santo Antônio. Quarenta guardas municipais, com apoio da PM, formaram barreiras que impediram a entrada dos jovens pela via de acesso usada pelos ônibus. O tumulto começou quando entraram no corredor que leva às bilheterias e ao conjunto de catracas que dá entrada ao terminal. Na correria, jovens chutaram a parede da bilheteria e o tapume da obra de um shopping. Funcionários da Urbes fecharam a bilheteria enquanto os jovens passavam. Os vidros da bilheteria foram pichados com a inscrição R$ 3,15. No conjunto de catracas, manifestantes e guardas ficaram frente a frente, e os jovens gritavam palavra de ordem na cara deles.

Frustrados na primeira tentativa de invadir o terminal, os jovens correram para a segunda entrada de ônibus, na avenida Afonso Vergueiro, mas também foram impedidos pela barreira de GCMs e viaturas da Força Tática. Houve mais uma tentativa, em outra entrada dos ônibus na Afonso Vergueiro, mas novamente foram detidos pela bloqueio de guardas. Houve bate-coca com dois passageiros que reclamaram do protesto porque ele era a causa de atraso nos horários dos ônibus. Os jovens permaneceram na praça da bandeira, onde fecharam o trânsito da Afonso Vergueiro nos dois sentidos. Hostilizaram uma equipe de cinegrafista e repórter da TV TEM, chegando a tapar a lente da câmera com um pano. Tentaram impedir o avanço de um ônibus, outro momento de tensão. Formaram uma roda ocupando as duas pistas da Afonso Vergueiro. Insistiram para falar com um representante da Urbes, mas não conseguiram.

Nesse momento, já era por volta das 20h e os líderes do protesto procuraram uma forma de terminar a manifestação. Temiam perder o controle dos ânimos. Jovens picharam ônibus que estavam estacionados ao longo da avenida. A reportagem do Cruzeiro do Sul presenciou três jovens conversando sobre a possibilidade de atearem fogo a ônibus, e a intenção não foi levada adiante. Alguns líderes avaliaram que, se ficassem ali, iriam “tomar borrachada” da polícia. O professor Guilherme Riscali propôs que todos subissem até a praça Coronel Fernando Prestes, onde encerrariam o protesto. Inicialmente, ele não encontrou apoio nessa ideia. Mas depois, apoiado por outros líderes, conseguiram fazer com que os manifestantes subissem até a praça Coronel Fernando Prestes.

Na caminhada, pela rua Padre Luiz, um grupo tentou queimar o colchão que foi encontrado na calçada e pertenceria a um morador de rua. Rapidamente, os líderes, preocupados em evitar tumulto, apagaram o fogo. Uma pedra foi ateada contra o ponto de ônibus existente atrás da Catedral, mas não acertou o alvo. Para surpresa de todos, um novo tumulto ocorreu na chegada à praça Coronel Fernando Prestes, quando um policial militar se encontrou por instantes, sozinho, no meio de vários jovens. O policial foi protegido pela chegada de outros PMs e o momento de tensão foi contido em meio a empurrões.

Após a dispersão, às 21h05, os dois adolescentes detidos foram acompanhados por pelo menos 15 testemunhas, participantes do protesto. Eles ficaram indignados com a detenção dos jovens, que foram levados à delegacia da avenida General Carneiro.
 
Apoio e críticas

As pessoas que estavam fora do protesto se dividiram entre apoiar os jovens, de um lado, e criticá-los, de outro. “A criançada não pensa muito em quem está prejudicando”, disse o técnico de enfermagem Márcio (não deu nome completo), de 38 anos, que completou: “Tem pessoas que vêm do serviço depois de trabalhar 12 horas, pegar criança em creche.” O aposentado Miguel C. Neto, de 65 anos, apoiou os jovens: “Será que Sorocaba está acordando? Eu nunca vi essas coisas. Porque Sorocaba morreu e esqueceu de deitar. Eu sou da época em que as pessoas brigavam, hoje não fazem nada.”

( vem cá,  alguém achava que o terminal não ia ser fechado pela GCM e força tática ? uma afinal tiveram tempo de agir e já previam pra onde a manifestação iria , a URBES não é boba.

manifestação tem de ser ordeira e pacífica, quem usa de baderna , depredação e até queimar ônibus perde a razão, isso é coisa de bandido, maloqueiro de periferia, depois quer busão pra trabalhar e outras coisas ai não tem , pq ? ah foi queimado.

quer mostrar força ? não ande de ônibus, hj tem balada não tem ? então de milhares de jovens usarem o coletivo pra ir na bagunça de que adianta protestar ?

a URBES da aquela desculpa de sempre, ah subiram os insumos, como óleo diesel, aumento do combustível, folha de pagamentos dos funcionários, enfim as despesas de uma empresa , mas o salário do trabalhador não acompanha isso, é coisa de anos e anos, desde 1500.)

manifestantes x aumento do ônibus em SOROCABA.

Mais fotos…

Em meio a protestos marcados por badernas e excessos, a nova tarifa do transporte coletivo de Sorocaba, reajustada em 5,49% e com isso agora fixada em R$ 3,15, começou a vigorar ontem. Estudantes secundaristas, universitários e representantes de movimentos sociais como o “Domínio Público” e o “Linha 7” ocuparam a via de acesso ao Terminal Santo Antonio e, ali, buscaram conscientizar os usuários.

Com faixas, narizes de palhaço e apitos eles ocuparam a rua e impediram a passagem dos ônibus. Dessa forma, muitos carros saíram com atraso. A Guarda Civil Municipal (GCM) e a Polícia Militar (PM) acompanharam à distância o movimento, mas não houve necessidade de intervenção. Representantes de entidades que convocaram o ato disseram que muitos dos jovens que lá estavam souberam da mobilização pela rede social Facebook.

“Não temos controle sobre quem veio até aqui. Nossa intenção foi protestar contra uma situação vergonhosa que se arrasta há 16 anos. Temos, sim, críticas, pontos discordantes, mas não compactuamos com o que algumas pessoas fazem”, disse Igor Tanaka. Entre tantas palavras de ordem sobraram até ofensas de ordem pessoal dirigidas ao prefeito Antonio Carlos Pannunzio (PSDB) e ao presidente da Urbes, Renato Gianolla.

Um dos gritos ouvidos que mais chamaram a atenção repetia a frase “puxa, mas que vergonha! O busão está mais caro do que a maconha!”. Além do barulho, os manifestantes também desferiram chutes e socos na divisória de metal colocada sobre a calçada pela empresa que constrói o Shopping Pátio Cianê. A confusão que por pouco não provoca um confronto entre polícia e participantes da atividade foi, mesmo assim, apoiada por quem anda de ônibus.

Anderson Luiz Ramos disse que considera um absurdo ter de pagar tão caro por um transporte ruim como o oferecido na cidade. “Para ajudar, agora os motoristas deram de sair com pressa do local de parada e quase provocam acidentes. Eu tenho problema na perna e, esses dias, por pouco não me machuquei. A gente reclama e ainda ouve desaforos. Mas, não dá para concordar com essa bandalheira de subir o ônibus. Nosso salário não chegou a tanto. Pobre só sai perdendo mesmo”.

A aposentada Nilza Meira de Souza, 72, apesar de não pagar passagem, disse estar condoída com o drama daqueles que ainda pagam. “Eu só tenho esse benefício por causa da idade. Mesmo assim, viajo mal acomodada, sem conforto nenhum, como se estivesse numa lata de sardinha. Nem a lei que garante o assento preferencial eles cumprem. Tenho de, nessa altura da vida, pedir para ocupar uma cadeira. É demais”, reclamou.

Roseli Aparecida Santos era mais uma entre muitos inconformados. “É triste conviver com isso. Na eleição, prometem tanta coisa, dizem que vão olhar pela gente. Depois, é o mesmo sofrimento de sempre. Imagine eu que tenho de pagar por mim e uma irmã. Nem fiz as contas, mas, com certeza, vai pesar no final do mês. Isso sem falar que não vale o preço cobrado. Como passageiros, somos levados como lixo. Aliás, acho que até lixo é melhor acomodado”.

Nervosa e revoltada, Selma Rodrigues conversou com a reportagem caminhando apressada. “Nem me peça para falar o que eu tenho vontade, porque senão vou dizer desaforo. Eu estou por conta com esse governo. A saúde é uma droga, falta creche, a violência aumenta a cada dia. A cidade está paralisada, a dengue aumenta a cada dia. Para ajudar, a passagem aumenta. Olha, eu vou parar por aqui para não explodir. É uma vergonha, uma roubalheira!”.

Com o aumento que entrou em vigor ontem, a tarifa social passou de R$ 2,95 para R$ 3,15; o vale-transporte de R$ 3,15 para R$ 3,35 e a tarifa estudante, de R$1,50 para R$ 1,55. Para praticar a mudança de valores, a Urbes considerou a elevação dos custos operacionais do transporte, diante do aumento salarial e benefícios concedidos aos motoristas (variação de 9,74%) e, ainda, a reposição da variação de preços de insumos que compõem tais custos, como combustíveis e lubrificantes (15,91%), materiais de rodagem (10,51%), capital imobilizado e veículos (6,48%) e despesas administrativas e operacionais (7,99%).
 
Também foram considerados os impactos das medidas do Governo Federal, que desoneraram os custos dos encargos de INSS incidentes sobre a folha de pagamento (5,17%), e a desoneração das alíquotas do PIS e do Cofins (3,65%), que passaram a vigorar a partir de 1º de junho.( primeiramente protesto com baderna não combina, manifestar sim, mas na ordem, depois não venha  gritar que a policia excedeu.

afinal policial já é estressado por natureza, com tanta coisa pra lidar, a turma reclama, mas e na hora de ir ao cinema, baladas etc, pegam o busão , então só andem se for realmente necessário, qualquer pum já pega ônibus. 

demora, anda super lotado ? bem SOROCABA cresce sem controle populacional, e a frota de carros só aumenta, qualquer zé ruela agora quer ter carro, isso ninguém fala né ?)

leite contaminado, se liguem galera.

Após a deflagração da operação “Leite Compen$ado”, como foi denominada a ação do Ministério Público (MP) do Rio Grande do Sul que detectou a adulteração do produto de pelo menos quatro marcas, a Fundação Procon-SP divulgou um comunicado na última quarta-feira orientando o consumidor a ficar atento e não consumir os respectivos lotes alterados. O órgão informou ainda que caso possua o produto em questão, o consumidor deve trocá-lo ou procurar o ressarcimento junto ao estabelecimento onde o leite foi adquirido mediante a apresentação de nota fiscal. Há ainda a orientação para que nenhum leite da marca Latvida, empresa que foi interditada pela Secretaria da Agricultura do Rio Grande do Sul, seja consumido. Os produtos comprometidos receberam um tipo de fertilizante que contém formol, substância apontada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como causadora de câncer.

O órgão divulgou todos os lotes apontados como de risco das quatro marcas condenadas. Os lotes L05KM3, L13KM3, L18KM3, L22KM4 e L23KM1 do leite Italac Integral e L12KM1 do Italac Semidesnatado, lote TAP1MB da marca Líder/Bom Gosto UHT integral (esses primeiros também comercializados em boa parte do Estado de São Paulo), lote 3ARC UHT integral da marca Mumu e o lote fabricado em 16 de fevereiro de 2013 com validade até 16 de junho de 2013 da marca Latvida UHT desnatado não devem ser consumidos, e podem ainda ser trocados. De acordo com as marcas, os lotes comprometidos já foram retirados das prateleiras dos estabelecimentos.

Na tarde de ontem, alguns dos principais estabelecimentos comerciais e supermercados de Sorocaba foram visitados e somente em uma grande rede foi encontrado à disposição o leite da marca Italac, o que gerou uma reação negativa por parte de alguns consumidores. Um deles, enquanto fazia compras, chegou a questionar um funcionário do supermercado sobre a procedência do leite. “Não é esse que está ruim?”, disse o homem. Questionado, ele afirmou que não tinha coragem de adquirir o produto. A mesma reação teve uma mulher ao notar as caixas da marca empilhadas. “Mesmo que tenha acontecido longe eu não tenho confiança em comprar”, afirmou.

Embora de fato a operação e investigações tenham decorrido no sul do País, muita gente tem se mostrado receosa quanto ao consumo de leite também em outras regiões. Até mesmo quem não consome leite de caixa regularmente mostrou preocupação com o fato, como a aposentada Maria Arantes. “Só consumo leite em pó, mas vou alertar minha filha para não comprar dessas marcas mais. Dá medo”, conta. A mesma opinião é compartilhada pelo funcionário público Claudinei Godoy, que apesar de não ter o costume de utilizar as marcas comprometidas, teme pela qualidade do produto. 

“Eu não consumia nenhuma dessas marcas. Mas fico com medo não só em relação a essas marcas, mas também pelas demais. Nessas, o problema foi descoberto, vai saber o que pode ter em outras diferentes”, alerta. Ele acredita que quem faz o uso do leite comprometido deve interromper o consumo, a exemplo do que fez há alguns meses quando foi flagrada uma situação semelhante envolvendo o leite de soja da marca Ades. “Eu consumia bastante, mas depois daquilo, parei”, revela.

A costureira Magali Salla de Lima conta que já chegou a consumir o leite Italac por algum período, mas ultimamente só tem comprado outras marcas. “Cheguei a comprar muitas vezes. Mas prefiro marcas que já estão no mercado há mais tempo”, diz. Ela acredita que mesmo que os lotes comprometidos tenham sido retirados dos estabelecimentos, é necessário tomar cuidado. “Não dá para comprar. O certo é pelo menos dar um tempo e parar de consumir por enquanto”, opina.

Através da investigação, os promotores descobriram que os suspeitos envolvidos no caso compraram 98 toneladas da substância utilizada para alterar o leite, o suficiente para adulterar 100 milhões de litros do produto. No Rio Grande do Sul, outras marcas além das quatro já apontadas estão em situação de consumo não recomendado. Ao todo, devem ser denunciadas 12 pessoas com envolvimento no caso ao MP. Até o fim da tarde de ontem, nove suspeitos já haviam sido presas pela polícia gaúcha. ( pois é, fique atenta dona de casa)

pai do DINHO ( MAMONAS ASSASSINAS) X MARCOS FELICIANO.

Os integrantes do Mamonas Assassinas morreram em 1996, em um acidente aéreo

Após a divulgação de um vídeo em que o pastor evangélico e presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, Marco Feliciano, afirma que Deus teria matado os integrantes do Mamonas Assassinas, Hidelbrando Alves, pai do vocalista Dinho resolveu entrar com um processo por danos morais contra o deputado, ainda nesta semana.

No vídeo, o pastor afirma que o conteúdo das músicas da banda era inadequado.”Ao invés de virar pra um lado, o manche tocou pra outro. Um anjo pôs o dedo no manche e Deus fulminou aqueles que tentaram colocar palavras torpes na boca das nossas crianças”, diz Feliciano.

Na época em que as imagens foram gravadas, 1996, o pastor afirmou ainda que Dinho era da Assembléia de Deus e se vendeu ao Diabo em troca de fama. Hidelbrando, que tomou conhecimento das declarações do deputado através dos jornais, disse que o filho pouco frequentava a igreja e que o pastor disse besteiras. “Eu vou processá-lo, de qualquer forma”, afirmou o pai do cantor

( e ele declarou em entrevista ontem, no RATINHO que não sai , ele tb havia falado de JOHN LENNON, ainda bem que a YOKO ONO não mora aqui, senão seriam dois processos.)