olha ai cambada de nóias, vejam este site que mostra o antes e depois das drogas,acorda mula.

27.dez.2016 – O site Bored Panda reuniu uma série de fotos de pessoas que já foram viciadas em drogas e que, agora, buscam se manter sóbrias. O antes e depois revela o lado devastador dos entorpecentes e a volta por cima de pessoas comuns. Na imagem, uma moça que está 4 anos livre de metanfetamina e heroína

http://noticias.bol.uol.com.br/fotos/entretenimento/2016/12/27/site-reune-o-antes-e-depois-de-pessoas-que-deixaram-as-drogas.htm?fotoNav=1#fotoNav=1   

senta pra não cair ao ver as diferenças.

( olha ai, vc que acha que é malandro por usar drogas,ou que ta pensando em entrar nessa veja ai e pense seu burro.) 

Anúncios

caos na saúde em SOROCABA, falta leito, falta tudo

A falta de leitos na Santa Casa Sorocaba tem causado efeito dominó na saúde do município e atingiu também o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Isso porque as macas das ambulâncias utilizadas no Resgate, ao chegarem nas unidades de saúde, ficam retidas, impossibilitando novos atendimentos. O problema foi confirmado pelo gestor administrativo da Unidade Pré-Hospitalar (UPH) Zona Norte Luís Cláudio Zanzarini. “Quando temos os 22 leitos ocupados e chega uma ambulância acabamos segurando a maca, porque não há onde acomodar o paciente”, relata.
 
Por meio do Serviço de Comunicação (Secom) da Prefeitura de Sorocaba, o Samu informou que “há dias, realmente, existe retenção de macas por não haver vagas suficientes nas unidades de saúde, sejam ligadas à rede municipal ou estadual”. Porém, nem a Secretaria de Saúde de Sorocaba (SES) ou o próprio Samu informaram se será tomada alguma atitude para solucionar o problema. Questionado sobre o tempo médio que a ambulância fica parada nas unidades de saúde aguardando a liberação das macas, o Samu informou que “esse tempo é variável, de acordo com a disponibilidade de leitos nas unidades de referência”.

( até outubro podemos não mais nem ter SOROCABA no mapa, arranquem este prefeito e os vereadores hj de lá..)

FABÍOLA GADELHA X seguranças truculentos de hospital

A jornalista Fabíola Gadelha brigou com seguranças de um Hospital Municipal de Campo Limpo, bairro carente localizado na zona sul de São Paulo. A confusão foi exibida na íntegra pelo “Cidade Alerta”, nesta quarta-feira (17)

A equipe da TV Record foi até o local para conversar com a direção do hospital sobre o atendimento a um recém-nascido, com problemas no coração. A família aguarda a transferência da criança, que precisa realizar uma cirurgia e corre risco de morte. Ao entrar no hospital, a jornalista e o cinegrafista foram impedidos pelos seguranças.

“Você não vai  me retirar daqui”, gritou a jornalista para o segurança, que, curiosamente, estava com a corda de um crachá com os símbolos da TV Bandeirantes e do canal Bandsports. “Tira a mão de mim”, prosseguiu. “Não empurre o meu cinegrafista. Vocês não vão nos barrar, não vão nos calar”, insistiu.

Houve muito bate-boca e troca de acusações sobre uma suposta agressão. Com o tumulto, sete seguranças foram chamados para fazer um paredão e expulsar o cinegrafista do local.

Irritado, Marcelo Rezende, do estúdio, não se controlou e soltou palavrão ao vivo. “Me dê a cara desse merd* aí”, disparou o apresentador, ao se referir ao homem que tentava impedir a equipe de fazer a reportagem.

A confusão só foi controlada minutos depois, quando a equipe da emissora foi atendida pela direção do hospital. A entidade prometeu dar a assistência necessária à criança.

( o hospital é público , afinal nós sustentamos isso tudo , inclusive o salário deste corno ai chamado segurança, gozado, falta médico sobra segurança, simplesmente sete ?

ai vão dizer ah é sensacionalismo, afinal quem vcs querem que vá lá tentar resolver ? a GLOBO que só vai filmar a frente e mandar uma nota na qual o hospital nunca responderá ?)

mais 5 médicos cubanos picam a mula e dão no pé pra MIAMI, e só avisam pelo zap zap.

Médico atuava em uma das salas da UBS Jardim dos Pássaros, em Guarujá (Foto: Prefeitura de Guarujá)Médicos cubanos atendiam nesta sala da UBS de Guarujá e ‘sumiram’ (Foto: Prefeitura de Guarujá)

Cinco médicos cubanos do programa ‘Mais Médicos’ que atuavam em postos de saúde deGuarujá, no litoral de São Paulo, deixaram a cidade na última semana. Na quinta-feira (11) eles avisaram as enfermeiras responsáveis pelas unidades, por meio do WhatsApp [aplicativo de mensagens], que não estavam mais no país e agradeceram o acolhimento. A prefeitura notificou o desligamento dos profissionais ao Ministério da Saúde na última segunda-feira (15).

Antes de saber do envio das mensagens, porém, a Secretaria de Saúde da cidade havia apurado com vizinhos e amigos,que os profissionais tinham partido para os Estados Unidos. O nome deles não foi revelado.

Unidade Básica de Saúde Jardim do Pássaros, em Guarujá, litoral de São Paulo (Foto: Prefeitura de Guarujá)Unidade Básica de Saúde Jardim do Pássaros, em
Guarujá, litoral de SP (Foto: Prefeitura de Guarujá)

“É importante deixar claro que eles não estavam ‘presos’ na cidade e têm o direito de ir e vir. O programa prevê três anos de contrato e no Carnaval eles sumiram. Nós já tínhamos procurado nos endereços que temos registrados e soubemos por vizinhos e conhecidos que eles foram para Miami (EUA). Depois nos comunicaram dos recados deixados para as enfermeiras”, revelou o secretário de Saúde de Guarujá, Marco Antônio Chagas Conceição.

Os cinco profissionais que deixaram a cidade trabalhavam nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) da Vila Alice (3), Santa Rosa (1) e um deles, que era da Unidade de Saúde da Família (Usafa) do Jd. Las Palmas, mas atuava no Jardim dos Pássaros.

Como fica?
Com a saída dos profissionais, o secretário afirmou que não pretende, pelo menos inicialmente, repor as vagas com novos profissionais. “Nosso objetivo não é pedir substituição agora, de imediato. Já remanejamos clínicos para atendimento na Vila Alice e Santa Rosa. E na Usafa entendemos que o número ainda é suficiente”, acrescentou Conceição.

Guarujá conta atualmente com 42 profissionais do programa ‘Mais Médicos’. Desde que o projeto do Governo Federal começou, a cidade já havia recebido 49 médicos. “Dois cubanos já tinham deixado a cidade no ano passado e agora mais cinco. Já são sete ao todo. É claro que nós lamentamos. Apesar deles [os últimos] estarem há pouco mais de um ano aqui, é uma pena porque eles fazem um atendimento mais humanizado e acolhedor”, disse.

Médico deixou o programa mais médicos do Governo Federal (Foto: Reprodução / Facebook)Profissional deixou o programa mais médicos do
Governo Federal (Foto: Reprodução / Facebook)

Outros casos
Essa não é a primeira vez que profissionais do programa deixam a região. Em fevereiro de 2014 um médico cubano que atendia em Pariquera-Açu, no Vale do Ribeira, interior do Estado, abandonou o trabalho e seguiu para os Estados Unidos da Amécia (EUA)

Já em setembro uma médica cubana fez o mesmo caminho do colega de profissão e também fugiu para os EUA. Yaumara Perez Garriga trabalhava em São Vicente.

( toma BRASIL, os caras vem pra cá conseguem juntar algum e fugirem pra MIAMI, ou seja meus caros, vcs pagaram as viagens dele pra fora, sim dos seus impostos, a coisa era ssim, o médico recebia seu salário, mais da metade ia pra CUBA pro regime FIDEL CASTRO.

o restante ficava pro médico que deve ter juntado e ó , pernas pra que te quero , a saúde que sempre foi uma mierda, fica mais ainda.)

 

deputado fundamentalista Anderson Ferreira x feministas

Grupo que prepara ação pela legalização do aborto em casos de microcefalia foi o mesmo que conseguiu que Supremo autorizasse aborto em caso de anencefalia

© Copyright British Broadcasting CorporationGrupo que prepara ação pela legalização do aborto em casos de microcefalia foi o mesmo que conseguiu que Supremo autorizasse aborto em caso de anencefaliaO deputado Anderson Ferreira (PR-PE), um dos principais expoentes da bancada conservadora do Congresso, disse que apresentará nesta terça-feira um projeto de lei específico sobre abortos em casos de gestantes infectadas por zika – doença que vem sendo associada ao aumento do nascimento de bebês com microcefalia.

Em entrevista à BBC Brasil, Ferreira explicou que seu objetivo é tentar eliminar qualquer “brecha” que dê espaço para que o Supremo Tribunal Federal (STF) legalize a interrupção da gravidez nesses casos.

O movimento é uma reação a iniciativa do grupo feminista Anis, que pretende apresentar em breve ao STF uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) com objetivo de legalizar o aborto de fetos afetados por zika.

“Eu acho que o movimento feminista está indo na contramão da sociedade, aproveitando de um momento de epidemia no nosso país para fincar uma bandeira pró-aborto. Isso é inadmissível. Como parlamentar, fico indignado”, disse Ferreira – também autor da polêmica proposta de Estatuto da Família, que tramita na Câmara e busca limitar a definição de família a casais heterossexuais.

O deputado estuda propor um aumento de pena para o crime de aborto em casos de microcefalia e quer também obrigar o Estado a pagar um benefício para as famílias que tiverem um bebê afetado por zika durante a gestação.

Atualmente, no Brasil, só é permitido interromper uma gravidez em caso de risco à vida da mãe, quando a concepção foi resultado de um estupro ou quando o feto é anencéfalo.

O grupo que prepara a ação pela pela legalização do aborto em casos de microcefalia foi o mesmo que conseguiu em 2012 que o STF liberasse abortos de fetos anencéfalos (sem cérebro).

Agora, a Anis argumenta que a mulher não deve ser punida por uma falha das autoridades em controlar o mosquito transmissor da doença,Aedes aegypti, o mesmo da dengue. Além disso, também sustenta que a ilegalidade do aborto e a falta de políticas de erradicação doAedes ferem a Constituição Federal em dois pontos: direito à saúde e direito à seguridade social.

Para Ferreira, a mulher não tem direito a escolher sobre a interrupção da gravidez porque “sua vida não está acima da do feto”. E cita argumento religiosos para justificar sua visão: “Não cabe a ela escolher quem vive ou quem deixa de viver. Isso cabe a Deus”, defende.

BBC Brasil – Qual o objetivo de criar uma lei específica sobre aborto em casos de microcefalia?

Anderson Ferreira – Veja só, aborto é crime no nosso país. O movimento feminista está tentando criar uma interpretação junto ao Supremo por meio de uma Adin (para liberar o aborto em casos de microcefalia). Então, vou criar um projeto de lei que deixe claro que o caso de interrupção da gravidez na microcefalia é crime, para não deixar fresta.

Eu estou sentado com uma equipe jurídica para ter todo um embasamento constitucional nesta questão. Estamos estudando propor aumento de pena e também obrigar o governo a pagar um benefício às famílias que tiverem esse problema de uma criança com microcefalia.

BBC Brasil – Então o objetivo é não deixar brechas para que o Supremo possa de alguma forma permitir esse procedimento?

Ferreira – Isso. Por meio de uma Adin, mesmo caminho que tomaram na questão dos (fetos) anencéfalos.

BBC Brasil – O movimento feminista argumenta que é uma questão de direito à escolha. Por que o senhor acha que a mulher não deve ter esse direito?

Ferreira – Porque não cabe a ela escolher quem vive ou deixa de viver. Isso cabe a Deus. A partir do momento que você faz uma escolha como essa, no caso uma seleção dos seres humanos que vêm à Terra, o que estão querendo fazer é uma pré-seleção. Então, se a criança vai ter algum tipo de deficiência, a mãe ter o direito de interferir nessa gravidez ou não. Isso eu acho que está acima de todos nós.

Eu defendo a vida. Então, não poderia deixar de maneira alguma uma interferência do Supremo junto ao Poder Legislativo, porque somos eleitos representantes legais do povo e temos autonomia de legislar.

Acho que o movimento feminista está tomando um caminho perigoso porque hoje a grande maioria da sociedade não comunga desse pensamento, e o Parlamento também não comunga. O movimento feminista, para você buscar os direitos das mulheres, é um movimento digno, mas não poderia aproveitar de um momento como esse, um momento de epidemia no mundo, não só no Brasil, para tentar fincar uma bandeira indo de encontro com o todo o princípio da vida.

BBC Brasil -O movimento feminista sustenta que o Estado é laico e que o argumento religiosos não poderia ser usado porque não há provas da existência de Deus. É uma questão de fé individual.

Ferreira – A minha argumentação, dentro do meu projeto, em nenhum momento é uma argumentação religiosa. Eu estou defendendo com o Código Penal e a Constituição brasileira.

Defendo os meus princípios, eu sou cristão e não abro mão da minha fé. Interfere no meu caráter e nas minhas escolhas como parlamentar, mas eu defendo os meus princípios com a Constituição e com o Código Penal. Então, não é por eu ser cristão que eu estou indo na contramão da sociedade.

Eu acho que o movimento feminista, ele sim é que está indo na contramão da sociedade, aproveitando de um momento de epidemia no nosso país para fincar uma bandeira pró-aborto. Isso é inadmissível.

BBC Brasil – Há uma leitura jurídica de que uma das funções do Supremo é justamente garantir os direitos das minorias. A gente sabe que historicamente nem sempre o que a maioria crê em determinado momento é o certo. A escravidão já foi permitida, por exemplo. Não pode haver uma evolução de entendimento?

Ferreira – É que essa evolução de entendimento tem que ser feita nas devidas casas. Só cabe ao Legislativo elaborar leis que regem a sociedade, e ao Judiciário cabe interpretar o que é constitucional.

BBC Brasil – O movimento argumenta que o Estado não está sendo eficiente no combate ao mosquito e está deixando as mulheres numa situação vulnerável, que lhes causa sofrimento. O senhor não se sensibiliza também com a condição das mulheres?

Ferreira – Tanto nos sensibilizamos que estamos acolhendo dentro do nosso projeto a previsão de um benefício que possa dar assistência a esse tipo de família. Mas eu não posso ser um assassino para querer tirar a vida por conta que nasce com esse tipo de problema.

BBC Brasil – Outro argumento do movimento feminista é essa questão de que, na prática, quem tem uma renda mais alta consegue fazer aborto no país e que a criminalização prejudica principalmente as mulheres mais pobres.Muitas morrem ao fazer procedimentos inseguros.

Ferreira – Se tem dinheiro para fazer clandestino, está sendo um criminoso. O aborto é crime. A gente não pode entrar nesse mérito. Então vão dizer: “olha, cocaína é crime, mas tem quem use cocaína porque é o valor de uma droga cara”. Então por isso vai liberar a cocaína? Não tem muito sentido.

A obrigação do governo é dar assistência a essas famílias, obrigação de governo não é matar. A gente vai voltar aqui à época de Hitler, para fazer a seleção de um ser humano que tem que formar a nossa sociedade?

BBC Brasil – Mas o movimento feminista não trata a questão como eugenia, mas como direito à escolha da mulher sobre o seu corpo e sua vida.

Ferreira – Mas como eu posso ter a escolha de tirar a vida de outro ser humano?

BBC Brasil – Na visão desse movimento trata-se de um potencial de uma vida, que ainda não está desenvolvida.

Ferreira – Há casos de adoções. Você não tem obrigação para criar essa família. O que eu não posso é comungar com uma linha de raciocínio de um movimento feminista de dizer que o direito à vida da mulher está acima de outra vida. Então, se tem um vizinho que me incomoda, eu não posso conviver com ele, eu vou matar ele porque o meu direito está acima de todos?

BBC Brasil – Mas o vizinho tem uma vida autônoma fora do corpo da mulher. É totalmente diferente de um feto.

Ferreira – Sim, mas eu não tenho um convívio dentro de uma sociedade? Então quando a criança nascer, que ela possa ter o direito de adoção. Ela não é obrigada a criar, se ela não quiser. Agora, para ela criar ela teria que ter uma ajuda do Estado. É isso que eu estou propondo.

( meu caro deputado pq mulher rica não é punida então se fizer aborto pq tb corre risco de ter um filho com microcefalia ? h ele tem dinheiro, poder então pra ela não da em nada, só pobre que toma na tarraqueta, seria essa sua resposta ?

agora vejamos, já trabalhamos pra pagar bolsa família( esmola) pra muitos ai, teremos de pagar ajuda para mulheres que tiveram bebês com micro ? ajuda do estado com nossos impostos ?   

pq o senhor não propõem que seja liberado vasectomia e laqueadura sem limite de idade e vantagens pra quem evitar filho então, já que é contra aborto ? DNA público pra facilitar na caça aos irresponsáveis que fazem filhos e pulam fora .

se o pobre ver que terá muito mais vantagens se não fizer filho ele vai querer deputado, quem não quer mais vantagens ?

mas não , prefere manter o machismo travestido de religião pra continuar sub-julgando as mulheres .)

quadrilha desviava remédios para os escravos do corpo perfeito

Atualizada às 11h05

A Polícia Civil flagrou, na manhã desta quinta-feira, a atuação de uma quadrilha que desviava medicamentos de alto custo de dentro do Conjunto Hospitalar de Sorocaba (CHS). Os suspeitos saiam do Hospital Regional levando cerca de cem caixas de um medicamento destinado para ajudar no crescimento de crianças com problemas de crescimento em virtude de deficiência hormonal, mas que também pode ser usado como anabolizante. Três pessoas foram presas, sendo uma mulher e dois homens. Elas são acusadas dos crimes: associação criminosa, uso de documentos falsos e estelionato.

A operação é comandada pela Corregedoria Geral do Estado. Ela estima que o grupo, com o desvio dos medicamentos, causou, no mínimo, R$ 1,6 milhão de prejuízo aos cofres públicos. Ainda não se sabe quando a quadrilha começou a atuar. A Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo informa que apesar da farmácia ficar dentro do complexo do CHS, o local não é administrado pelo Conjunto Hospitalar de Sorocaba. O espaço, porém, também pertence e é administrado pelo Estado de São Paulo.

O medicamento desviado é Hormotrop, do princípio ativo somatropina. O remédio com 12 unidades é vendido de R$ 180 a R$ 200 pela internet. Os acusados estão na delegacia Seccional de Sorocaba, onde serão ouvidos. Lá, além da polícia, também estão representantes da Corregedoria do Estado de São Paulo.

Segundo a polícia, os envolvidos não moram em Sorocaba. Eles residem na zona leste de São Paulo. De acordo com a investigação, o grupo vinha para Sorocaba para buscar a medicação utilizando documentos falsos. Com os remédios em mãos, eles revendiam o produto em academias da Capital.

Para conseguir flagrar a ação, a polícia pegou o telefone da mulher que vinha buscar o medicamento e ligou dizendo que o estoque estava em falta e que chegaria na quinta-feira. Quando foi buscar o medicamento, os policiais prenderam a mulher e um homem que a acompanhava, além de um rapaz que dirigia o carro. A polícia acredita que o cabeça do crime esteja em São Paulo.

A investigação

O procedimento investigatório foi instaurado pela CGA no dia 14 de janeiro, após servidores da CCTIES (Coordenadoria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos de Saúde), subordinada à Secretaria de Estado da Saúde, comunicar suposta conduta de fraude criminal e falsidade documental, visando obtenção fraudulenta de medicamento.

Os levantamentos preliminares apontaram algumas divergências nas documentações apresentadas para a obtenção do remédio, fato que chamou a atenção dos farmacêuticos da rede integrada de farmácias do Governo do Estado de São Paulo, unidade de Sorocaba.

Entre as divergências relevantes estão resultados de exames idênticos para diferentes pacientes; questionamento oficial em ocorrência policial da médica prescritora, indicando não reconhecer as assinaturas nos documentos apresentados à DRS-Sorocaba; prescrições médicas de estabelecimentos de saúde diversos, mas com as mesmas características de redação e indicação farmacológica; mesma forma de preenchimento de formulários internos da administração; suspeitas de falsificação de papéis timbrados de laboratórios de análises; resultados idênticos em relatórios médicos feitos por profissionais diferentes; laudos de exames com as mesmas características e autenticados pelo mesmo número de registro na Anvisa, entre outros. A médica prescritora, por exemplo, trabalha em São Paulo e não prescreveu a Somatropina-12UI para pacientes de Sorocaba.

A apuração ainda indica que os supostos criminosos não precisam do medicamento, mas utilizam documentos falsos para comprovar a necessidade e pedir que os cofres públicos paguem o tratamento. A CGA trabalha com dois casos concretos em Sorocaba, mas há outros 233 suspeitos em nove cidades do Estado de São Paulo. Cada tratamento mensal custa R$ 6 mil. O montante dos 233 casos custaria ao Estado cerca de R$ 1,5 milhão ao mês

Os investigados

Segundo a polícia, a mulher está colaborando com as investigações. Ela disse no depoimento que só buscou o medicamento e não participou de nenhuma fraude. Policiais fazem busca em sua residência.

Um dos detidos tem passagem pela polícia e já cumpriu 12 anos de prisão por roubo. Ele foi solto em dezembro de 2015.

( a tal modelo RAQUEL SANTOS morreu pq ? tomar remédios vendidos na internet que no caso dela era pra cavalo.

no caso ai tb,é remédio pra ajudar no crescimento de crianças com deficiência hormonal, mas para os escravos do corpo perfeito seria pra ter músculos mais depressa. 

e pior que este tipo de crime só tende a aumentar pois a ditadura do corpo perfeito não para e vai ter mais vitimas, podem aguardar.)

pacientes tomam na cabeça, aparelho de radiologia novo ?, ah esperem sentados.

Uma possível solução para os problemas enfrentados por pacientes de oncologia de Sorocaba e região, um segundo aparelho de radioterapia deve ser entregue somente em dezembro deste ano para a Santa Casa da cidade. De acordo com o secretário de Saúde, Francisco Antônio Fernandes, esse é o prazo dado pelo Ministério da Saúde para a conclusão da obra do novo local, dentro do hospital, que vai abrigar o aparelho, aguardado há quatro anos pelo município. O Ministério informou que o processo está em fase final de licitação.

Atualmente, existe apenas um equipamento de radioterapia para Sorocaba e outros 47 municípios compreendidos pelo Departamento Regional de Saúde 16 – que está localizado na Santa Casa e tem mais de 30 anos de funcionamento. “É um equipamento para 2 milhões de habitantes, sendo que o normal é um a cada 500 ou 600 mil moradores”, afirma o secretário. Desde outubro do ano passado, o hospital parou de receber novos pacientes por falta de vagas. “Hoje, nós voltamos a oferecer o serviço, só que em outras cidades, porque aqui está saturado”, reconhece.

Em 2012, Sorocaba foi contemplada pelo programa de expansão de radioterapia, do governo federal, e o pedido de dois equipamentos – um para a Santa Casa e outro para o Conjunto Hospitalar de Sorocaba (CHS) – foram aprovados. O secretário explica, no entanto, que a área em que começou a ser construída a estrutura para receber o aparelho foi recusada pelo Ministério da Saúde, que a considerou condenada. Com isso, outro local foi definido pela pasta, que fica ao lado do atual setor de oncologia do hospital, onde funcionava uma clínica do convênio Santa Saúde.

De acordo com Fernandes, a nova área já foi aprovada pelo Ministério da Saúde, que se comprometeu a finalizar a construção até dezembro. “As exigências feitas são pelo modelo padrão existente em todo o País, em que o aparelho já é entregue com a estrutura adequada”, explica. Segundo ele, toda a estrutura iniciada no antigo local terá que ser refeita e a obra antiga continuará do jeito que está. Ainda conforme o secretário, a promessa é de que o aparelho para o CHS seja entregue até abril de 2017. O Ministério prevê um prazo maior, fevereiro de 2018..

( a anos atras eu disse, as cidades da região tudo dependem de SOROCABA, a STA CASA recebe ou recebia ( agora não sei) todo mundo, gente de vários lugares , suas cidades nunca moveram uma palha pra evoluírem e melhorarem seu sistema de saúde.

agora deu no que deu, sorocabanos dependendo de GUARULHOS por ex, toma povo, este ano tem eleição viu ?)