SP ignora a lei e continua com visita íntima

  • Internos no pátio do presídio de Franco da Rocha (Grande São Paulo)Internos no pátio do presídio de Franco da Rocha (Grande São Paulo)

A lei que proíbe a revista íntima nas unidades prisionais de São Paulo existe desde 2014, mas ainda não é cumprida no sistema penitenciário, no entendimento do Ministério Público estadual. Um relatório nacional da Secretaria de Direitos Humanos, da Presidência da República, divulgado no fim de 2016, aponta que “o procedimento de revista íntima ainda ocorre mesmo que possua uma proibição legal” em ao menos uma prisão na capital paulista.

Além disso, a Promotoria de Justiça de Direitos Humanos investiga denúncias de violações de direitos em unidades prisionais paulistas. De acordo com os promotores, apesar de proibido pela lei 15.552, visitantes de presos são obrigados a tirar a roupa e a fazer sequências de agachamentos, com o objetivo de verificar se carregam dentro do corpo objetos ilícitos, como drogas, por exemplo. A lei nomeia esse procedimento de “revista íntima”, enquanto a promotoria se refere à prática como “revista vexatória”. 

Um documento entregue à Corregedoria Geral da Justiça em julho de 2016, assinado por promotores e defensores públicos estaduais, afirma que a realização da revista vexatória (expressão usada no texto) é confirmada “por todas as direções de unidades prisionais do Estado de São Paulo, com exceção daquelas que possuem scanners corporais”.

Parentes de presos, três mulheres ouvidas pela reportagem contaram, sob a condição de anonimato, que, a cada visita, elas ficam nuas e têm de se agachar três vezes de frente e de costasElas afirmaram que não reclamam porque temem que os familiares detidos sofram retaliações.

A apuração das denúncias foi iniciada em agosto de 2014. Apesar dos indícios coletados desde então, em queixas feitas à promotoria e visitas feitas a unidades prisionais por integrantes do Núcleo Especializado de Situação Carcerária da Defensoria Pública, a SAP (Secretaria da Administração Penitenciária) não reconhece que a revista íntima seja mantida. Mas justifica que, para poder identificar se visitantes levam objetos ilícitos dentro do corpo, seria necessário instalar scanners corporais (equipamentos de varredura visual detalhada) nas unidades prisionais.

Segundo a secretaria, esses aparelhos têm alto valor de mercado, ao custo de R$ 18 mil mensais cada, valor que o Estado não teria como arcar.

Em parceria com o Núcleo Especializado de Situação Carcerária, o Ministério Público pediu à Corregedoria Geral da Justiça no meio do ano passado que determinasse a todos os juízes corregedores de unidades prisionais que reconhecessem “a autoaplicação da lei e sua preponderância sobre qualquer medida normativa do Poder Executivo”, proibindo a realização de revista íntima em todos os estabelecimentos prisionais do Estado.

A corregedoria tenta, há cinco meses, esclarecer a situação com a SAP. Ofícios foram enviados à secretaria desde agosto de 2016, e até a segunda semana de janeiro de 2017 não havia retorno por parte do governo do Estado.

A reportagem do UOL fez três tentativas de obter da Secretaria da Administração Penitenciária esclarecimentos específicos sobre a imposição de desnudamento e agachamentos a visitantes, mas não teve resposta exata para este questionamento.

A secretaria informou, sem citar o termo “íntima” (como está na lei), que “a revista em visitantes de presos é rigorosa, no entanto, não é constrangedora nem vexatória”. Conforme mensagem enviada à reportagem, a secretaria afirma que “o rigor na revista se faz necessário, com o objetivo de evitar a entrada de drogas e celulares nas prisões, ocultados em seus próprios corpos (partes íntimas). Informamos que todos os finais de semana ocorre a prisão de visitantes, que tentam introduzir drogas nos presídios.”

Também não houve posicionamento da SAP sobre as afirmações dos promotores de Justiça e defensores públicos quanto ao não cumprimento da lei em todo o Estado, assim como não houve resposta sobre o motivo de a SAP ainda não ter respondido à Corregedoria Geral de Justiça.

O que diz a lei

A lei 15.552 foi publicada no “Diário Oficial” há quase dois anos e meio, em 13 de agosto de 2014, e “proíbe a revista íntima dos visitantes nos estabelecimentos prisionais” de São Paulo.

Conforme publicado em seu texto, é considerado revista íntima “todo procedimento que obrigue o visitante a despir-se; fazer agachamentos ou dar saltos; submeter-se a exames clínicos invasivos”.

Também fica determinado que todo visitante será submetido à revista mecânica, “por meio da utilização de equipamentos capazes de garantir segurança ao estabelecimento prisional, tais como: ‘scanners’ corporais; detectores de metais; aparelhos de raio-X; outras tecnologias que preservem a integridade física, psicológica e moral do visitante revistado”.

Durante a revista nos aparelhos, se houver suspeita de que o visitante esteja portando objetos ou substâncias ilícitas, deve ser feita uma nova revista, de preferência com equipamento diferente. Se a suspeita persistir, o visitante poderá ser barrado. Caso ainda insista na visita, será encaminhado a um ambulatório onde um médico realizará os procedimentos adequados para averiguar a suspeita.

Se o visitante for flagrado com objetos ilícitos, “será encaminhado à delegacia de polícia para as providências cabíveis”.

Como previsto no artigo 6º, “as despesas resultantes da execução desta lei correrão à conta de dotações orçamentárias próprias”.

O prazo para a regulamentação da lei era de 180 dias a partir de sua publicação e venceu em fevereiro de 2015.

Reprodução/Assembleia Legislativa de São Paulo

Detalhe da lei 15.552, que proíbe a revista íntima em presídios paulistas

O que a investigação constata

A Promotoria de Justiça de Direitos Humanos começou a receber, em agosto de 2014, queixas sobre humilhações praticadas em unidades prisionais como a de Franco da Rocha (na Grande São Paulo). Também chamou a atenção dos promotores uma denúncia citada em reportagem da “Folha de S.Paulo” sobre abusos sofridos por visitantes de presos.

Os primeiros relatos tratavam de casos ocorridos antes da sanção da lei pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB), mas novos exemplos surgiram mesmo depois de a proibição da revista íntima entrar em vigor.

No mês em que a lei foi publicada, alguns presídios na região oeste do Estado resguardaram os visitantes de tirar a roupa e de fazer agachamentos, mas muita gente foi barrada ao passar vestida por detectores de metal, e o contato com os parentes presos não pôde ser feito.

Na época, o governador Alckmin afirmou em entrevista que scanners corporais seriam alugados e que a revista íntima seria abolida quando estes entrassem em operação nos presídios do Estado onde fossem mais necessários.

A promotoria, então, quis saber da SAP (Secretaria da Administração Penitenciária) mais detalhes sobre o uso de scanners prometido pelo governador.

Em janeiro de 2015, a SAP respondeu que os equipamentos disponíveis nos presídios – detectores de metais e raio-X – “são instrumentos destinados a coibir o ingresso de serras, armas, aparelhos de telefonia celular” e também para a “inspeção de materiais trazidos pelos visitantes”. De acordo com a secretaria, estes equipamentos “não apresentam tecnologia capaz de identificar drogas introduzidas nos corpos dos visitantes”.

A SAP afirmou ainda que scanners corporais eram necessários nos estabelecimentos destinados ao cumprimento de pena em regime fechado e que estudos sobre a viabilidade de sua implantação mostravam que não seria possível compra-los, por conta de seu alto valor de manutenção, sendo a locação a alternativa adequada.

Reprodução/Band

Scanner corporal usado em prisão no Rio de Janeiro

R$ 18 mil por equipamento

A solução apresentada pela secretaria no início de 2015 foi gastar R$ 18 mil por mês com cada scanner corporal, em um sistema de aluguel dos equipamentos. Considerando o número de presos na época (218.165) sob sua custódia, seriam necessários, de acordo com a SAP, 189 equipamentos para atender a lei estadual, com despesa de R$ 3,4 milhões ao mês.

“Como os contratos dessa natureza geralmente são firmados por um período mínimo de 30 meses, esta secretaria teria de dispor da importância de R$ 102.060.000,00”, informou ao MP.

A SAP justificou que, em agosto de 2014, enviou ao Ministério da Justiça um pedido de repasse de verbas para poder arcar com o aluguel dos scanners, que foi negado pelo governo federal.

Segundo estudos feitos pela secretaria, cada scanner seria usado para a realização de até 300 visitas, com duração de 40 segundos por pessoa. Sendo assim, seriam necessários de 1 a 3 scanners por unidade prisional.

Em novembro de 2014, um segundo pedido de verbas foi feito ao Ministério da Justiça, desta vez para o aluguel de 54 equipamentos de varredura corporal, num total de cerca de R$ 29 milhões. Conforme a solicitação feita pela SAP, eles seriam instalados em 25 unidades prisionais de regime fechado na região metropolitana de São Paulo, em duas penitenciárias de segurança máxima (nas cidades de Avaré e Presidente Venceslau) e em um centro de readaptação penitenciária em Presidente Bernardes.

A SAP explicou à promotoria que ainda não tinha recebido resposta do governo federal, mas que havia aberto um processo de licitação para a implantação de cinco scanners nos Centros de Detenção Provisória de Pinheiros, na capital.

Inquérito Civil

Após o recebimento pela promotoria de mais relatos sobre o descumprimento da lei, foi instaurado um inquérito civil público em agosto de 2015, e no fim daquele ano, houve uma reunião com representantes da Secretaria da Administração Penitenciária.

A SAP negou a prática de “revista vexatória” (expressão usada nos documentos pela promotoria), informou que seus pedidos de verbas ao governo federal não tinham sido atendidos e que cinco scanners corporais haviam sido instalados nos Centros de Detenção Provisória de Pinheiros, na capital. No entanto, disse que não existia um projeto para a implantação de scanners corporais no restante dos presídios do Estado.

Em 2016, a Promotoria de Justiça de Direitos Humanos reuniu novos indícios de que revistas com desnudamento e agachamentos continuavam em prática. O Núcleo Especializado de Situação Carcerária da Defensoria Pública apresentou casos em, ao menos, estes municípios paulistas: Americana, Taquarituba, Valparaíso, Álvaro de Carvalho, Guarulhos, Dracena, São Bernardo do Campo, Suzano, Franco da Rocha, Piracicaba e São Paulo.

A Pastoral Carcerária também confirmou que recebia denúncias sobre práticas abusivas semelhantes.

Um relatório nacional da Secretaria de Direitos Humanos, da Presidência da República, divulgado no fim de 2016, aponta que “o procedimento de revista íntima ainda ocorre mesmo que possua uma proibição legal” na Penitenciária Feminina de Sant’Ana, na capital.

“Esse procedimento consiste em desnudar-se e agachar-se três vezes de frente, depois três vezes de costas. Informou-se que só é utilizado o espelho [para verificar as partes íntimas] em caso de suspeita ou de denúncia”, descreve o relatório, que sugere à direção da unidade prisional que “adote de imediato a lei estadual que põe fim à revista íntima aos visitantes e que resulta numa prática vexatória e violadora de direitos humanos”.

Orientação geral a juízes corregedores

Em ação conjunta com o Núcleo Especializado de Situação Carcerária da Defensoria Pública, a promotoria encaminhou à Corregedoria Geral de Justiça um pedido para que determinasse a todos os juízes corregedores de unidades prisionais do Estado que reconhecessem que a lei deve ser aplicada automaticamente e que predomina sobre qualquer medida normativa do Poder Executivo.

O documento afirma que a realização da revista vexatória (expressão usada no texto) é confirmada “por todas as direções de unidades prisionais do Estado de São Paulo, com exceção daquelas que possuem scanners corporais (Centros de Detenção Provisória de Pinheiros e Penitenciária 2 de Presidente Venceslau) e daquelas em que foi concedida ordem judicial para cessação da prática ilegal (Penitenciárias 1 e 2 de Itirapina e Penitenciária de Dracena)”. 

Entre outubro de 2014 e maio de 2016, defensores públicos visitaram os 41 Centros de Detenção Provisória do Estado, cerca de metade das unidades prisionais femininas e ainda diversas outras masculinas, onde “foi possível confirmar que a revista vexatória é prática disseminada em todas as unidades prisionais paulistas”.

De acordo com o inquérito civil em curso no Ministério Público, a SAP ainda não respondeu aos pedidos de informações feitos pela corregedoria a partir de agosto de 2016.

Decisões na Justiça a favor da lei

Pelo menos em duas regiões do Estado de São Paulo a Justiça já autorizou visitantes a ingressarem em presídios sem passar pelo procedimento de tirar a roupa e agachar repetidas vezes.

Em Tupi Paulista (680 km da capital), uma mulher, parente de um preso, denunciou humilhações à Defensoria Pública e conseguiu autorização da Corregedoria Geral da Justiça para fazer a visita sem passar por revista íntima, em outubro de 2016.

Na região de Rio Claro (190 km da capital), a Defensoria Pública conseguiu cinco mandados de segurança individuais, no primeiro semestre de 2015, para que parentes de presos fossem liberados da revista íntima.

Em junho de 2015, a Justiça concordou com uma ação civil pública movida pela defensoria e liberou da revista íntima todos os visitantes das Penitenciárias 1 e 2 de Itirapina.

Autor da ação, o defensor público Vinícius da Paz Leite diz que a lei 15.552 não condiciona o fim da revista íntima à compra de equipamentos.

“A Corregedoria do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo deveria unificar esse entendimento em nível estadual, responsabilizar o Estado e determinar que cessem as revistas vexatórias em todos os presídios, esse é o ideal”, afirma.

A SAP não respondeu aos pedidos da reportagem por comentários sobre a viabilidade de abolir revistas íntimas sem a utilização de scanners corporais nem sobre a condição de eliminar a revista íntima com a compra desses aparelhos.

( mas só fazem isso com pobres, vejam se os que parentes dos políticos presos na lava jato passam por isso por ex ?

a filha do JOSÉ DIRCEU, não passa por isso e entra direto , furando a fila de visitas , isso é apenas um caso heim ?)

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mais bandidos são massacrados no norte ,33 vagabundos mortos em RORAIMA.

Penitenciária Agrícola de Monte Cristo

Logo após o massacre no complexo penitenciário Anísio Jobim do Amazonas, a capital de Roraima, Boa Vista, registra 33 mortos na Penitenciária Agrícola de Boa Vista (Pamc). A maioria das vítimas foi decapitada, teve o coração arrancado ou foi desmembrada. Os corpos foram jogados em um corredor que dá acesso as alas.

O número de mortos foi confirmado pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejuc) em nota, que informou que Agentes do Bope (Batalhão de Operações especiais da Polícia Militar) estão no local para conter a situação.

Em entrevista a uma rádio local, o secretário de Justiça e Cidadania de Roraima, Uziel de Castro Júnior, disse acreditar que os crimes tenham sido cometidos por membros do Primeiro Comando da Capital (PCC). Ele falou também que tem um projeto para abrir mais de mil vagas neste ano no sistema prisional.

Este é o terceiro maior massacre em presídios, em número de mortes, na história do Brasil, atrás apenas do ocorrido no Carandiru, em São Paulo, em 1992, quando 111 presos foram mortos e de Manaus onde foram mortos 60 presos esta semana.

Os detentos quebraram os cadeados e invadiram a Ala 5, cozinha e cadeião onde ficavam os presos de menor periculosidade. De acordo com informações de agentes penitenciários, não houve fugas.

Policiais militares do Batalhão de Operações Especiais (Bope) e agentes penitenciários do Grupo de Intervenção Tática (GIT) entraram na unidade, que hoje abriga 1.200 presos, o dobro da capacidade.

Na manhã desta sexta-feira, 05, equipes do Instituto Médico Legal (IML) foram à penitenciária para fazer a remoção dos corpos.

Em outubro, na mesma penitenciária, uma rebelião provocada por briga entre o Comando Vermelho (CV) e o PCC deixou pelo menos 10 presos mortos. Três das vítimas teriam sido decapitadas, e sete teriam tido os corpos queimados em uma grande fogueira no pátio da unidade.

Todos os mortos seriam integrantes da facção Comando Vermelho, que domina cerca de 10% do presídio. Os outros 90% são controlados pelo grupo rival Primeiro Comando da Capital.

Até junho passado, PCC e CV eram aliados na disputa pelo controle do tráfico na fronteira com o Paraguai.

( bandido mandar em presídio já vem de anos e anos, basta vcs saberem o que houve nos anos 70, quando misturaram presos políticos com presos comuns, os presos comuns aprenderam táticas de querrilha , foi ai que surgiu o COMANDO VERMELHO, do presídio da ilha grande RJ.

e tb nunca esquecer o inferno de SP 2006, o salve geral , lembram ? agora fica a mídia desviando assuntos do pais pra isso ai, claro que não deixa de ser um problema tb, mas não pode ficar falando só nisso, e tratando bandido como coitadinho, morreu ? ah mas quem mandou ir preso né ? e muitas vezes é preso que já este preso, mas voltou ao sistema carcerário pq voltou ao crime.)

 

primeira chacina de 2017 ,demente abre fogo em festa de ano novo em CAMPINAS

Um homem matou a ex-mulher, o filho de 9 anos e outras dez pessoas durante as confraternizações da virada do ano em Campinas, no interior de São Paulo

Segundo a Polícia Militar, pouco antes da meia-noite do dia 31, ele teria pulado o muro da residência onde as pessoas estavam e aberto fogo com uma pistola. Em seguida, teria atirado contra a própria cabeça. Um carregador extra com munição teria sido encontrado junto ao corpo.

Das vítimas fatais, 11 morreram no local e uma já no hospital. Outras três pessoas teriam sido atingidas pelos disparos e estariam sob cuidados médicos no hospital da Unicamp.

A casa onde ocorreu a chacina fica no Jardim Aurélia, nas proximidades de um shopping da cidade.

Relatos preliminares dão conta de que o homem, que teria por volta de 40 anos, estaria inconformado com o recente processo de separação da que era sua companheira.

Por volta das 6h, a Polícia Militar continuava no local para atendimento da ocorrência, que será registrada no 4º Distrito Policial da cidade.

e ainda vem gente defender arma de fogo pra qualquer zé ruela ,pra fazer isso aí , vejam no link quem são as vitimas do monstro.)

http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2017/01/veja-quem-sao-vitimas-da-chacina-em-festa-de-reveillon-em-campinas.html

assassinos do camelô, serão transferidos e terão segurança na cadeia.

Alípio Rogério dos Santos, suspeito de espancar até a morte um ambulante no metrô, após prisão
Alípio Rogério dos Santos, suspeito de espancar até a morte um ambulante no metrô, após prisão
A Polícia Civil de São Paulo prendeu nesta quarta (28) o segundo homem que espancou até a morte um vendedor de doces na estação Pedro 2º do metrô, na noite do dia 25, durante o Natal, e já prepara medidas de segurança para evitar que ele e o primo sejam mortos dentro da prisão.O segurança Alípio Rogério Belo dos Santos, 26, foi localizado na casa de um amigo na região de São Mateus (zona leste de SP). Ele estava foragido desde segunda (26), quando foi decretada sua prisão temporária por 30 dias.A prisão ocorreu na manhã seguinte da localização do primo dele, Ricardo do Nascimento Martins, 21, que estava na casa de um amigo na região de Campinas, e foi encontrado na noite de terça-feira (27). Nenhum dos dois assassinos confessos enfrentou os policiais.

ESPANCAMENTO NO METRÔ DE SP
Dois homens espancaram o vendedor Luiz Carlos Ruas na estação Pedro 2°

Segundo testemunhas, o vendedor Luiz Carlos Ruas, 54, foi agredido ao tentar defender moradoras de rua travestis que estavam sendo agredidas pela dupla. Imagens das câmaras da estação mostram Ruas tentando fugir e sendo agredido com socos e chutes na cabeça por Santos e Martins. Horas antes, Santos havia danificado a casa de uma vizinha no Cambuci. Um dos motivos das medidas especiais de segurança à dupla foi o clima de hostilidade contra os dois na chegada e saída do distrito policial -na estação do metrô Barra Funda, na zona oeste.

Dezenas de pessoas se aglomeram em torno do distrito para xingá-los e atirar objetos. Foram ouvidos gritos de “assassino”, “lixo”, “covarde” e “vai morrer”. Barreiras metálicas foram montadas para afastar as pessoas. Um grupo de policiais do GOE (Grupo de Operações Especiais) foi acionado.

Um deles chegou a atirar para cima. Segundo a Secretaria da Segurança, o disparo foi com munição não letal, “cuja função é, com o barulho, impedir a confusão generalizada”. Ninguém se feriu, diz a pasta.

“Até os presos não gostam desse tipo de gente. Eles vão ter que ficar em um lugar meio reservado. A gente vai avisar o sistema carcerário sobre isso”, disse o delegado Oswaldo Nico Gonçalves, um dos responsáveis pelo caso. A polícia aguarda receber oficialmente as imagens da agressão para concluir o inquérito. Os policiais irão pedir a mudança de prisão temporária para preventiva (sem prazo certo para a soltura).

DEFESA

O advogado dos presos, Marcolino Marcolino Nunes Pinho, admite que Santos e Martins apareceram nas imagens agredindo Ruas. Ele nega, porém, que a confusão tenha sido motivado por de intolerância de gênero.
Ele afirma que os dois brigaram porque Santos teve seu celular roubado do lado de fora da estação por um grupo em que estavam as travestis.

A polícia diz que nenhuma testemunha ouvida confirma essa versão.”Ouvimos 14 testemunhas. O bilheteiro, e senhora japonesa com o cachorrinho, ouvimos todo mundo. Ninguém falou isso. Ele está com essa história aí. Se fazer de vítima”, disse o delegado Nico. O advogado não disse quais medidas jurídicas pretende adotar agora.

( falei que ia ter estória ? disseram que teve celular roubado,ai o motivo da perseguição aos travestis e que o ambulante atacou primeiro , quanto aí celular ,basta pedir o número e rastrear até achar.

Nada justifica o espancamento,mesmo se o ambulante tivesse atacado,bastava segura-lo ,dois não poderiam fazer isso ? )

 

 

preso um dos agressores do camelô em estação do metrô de SP

Ricardo Martins do Nascimento foi preso nesta terça-feira (27) em Vinhedo (SP)

Ricardo Martins do Nascimento foi preso nesta terça-feira (27) em Vinhedo (SP)

A Polícia Civil prendeu na noite desta terça-feira, 27, Ricardo Martins do Nascimento, de 21 anos, flagrado por imagens do circuito de segurança do Metrô atacando o ambulante Luiz Carlos Ruas, de 54 anos – o homem não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu após receber atendimento médico. A agressão, cometida na noite de domingo, 25, teve a participação do seu primo Alípio Rogério Belo dos Santos, de 26 anos, que permanece sendo procurado.

O delegado Osvaldo Nico Gonçalves, diretor do Departamento de Capturas e Delegacias Especializadas (Decade), confirmou que Nascimento foi encontrado em uma favela em Vinhedo, a 77 quilômetros da capital. A Justiça havia expedido na tarde desta terça mandado de prisão temporária contra o jovem pela acusação de envolvimento com o crime. A decisão atendeu a pedido da polícia que o identificou com um dos autores da agressão; ele poderá ficar preso inicialmente por até 30 dias.

Gonçalves concedeu informações sobre o caso nesta terça. Segundo ele, um dos suspeitos estava urinando próximo da Estação d. Pedro 2º quando foi repreendido por uma travesti. “Começou uma discussão e logo os dois suspeitos começaram com as agressões”, disse. Gonçalves contou que Ruas tentou apartar a briga, mas acabou agredido. “Estamos com 35 investigadores trabalhando na captura desses bandidos. Todos os esforços estão sendo feitos para botar esses dois moleques na cadeia. São uns covardes”, afirmou o delegado

Deverá ser publicado no Diário Oficial do Estado desta quarta-feira, 28, resolução da Secretaria da Segurança Pública que prevê o pagamento de R$ 50 mil por informações que levem aos suspeitos. Como um deles já foi preso nesta noite, o pagamento deverá permanecer válido para o outro jovem considerado foragido. Ainda nesta terça, Ruas foi sepultado sob protesto da família em Diadema e um ato foi realizado na estação pedindo por mais segurança.

( ai vão dizer, ah pq o senhor tinha de se meter, será que el sabia que era um travesti que ta sendo perseguido , achou que era mulher ? não importa, ele fez o que achou certo, o metrô pelo que cobra, e tem milhões de passageiros, deveria ter seguranças naquela local, disseram que estavam em outra estação, oras tem de por mais porra.

agora, o homem sendo espancado, pessoas apenas assistiram , dois pitboys matarem o homem  , imagine o que vão dizer, ah batemos só um pouco, o homem tinha uma faca, nos ameaçou, enfim na hora conta estória , que não foi bem assim, que a mídia ta distorcendo os fatos, será ?  )

no link tem o vídeo da agressão, mostra um pouco apenas, vcs concluam

http://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/brasil/2016/12/28/policia-prende-jovem-acusado-de-matar-ambulante-em-estacao-de-metro-em-sp.htm

 

cadeirante pedófilo é executado na BAHIA.

primeiramente a confissão dele não tem áudio, procurei mas não achei, mas o cara confessa que errou , que lamenta o que fez , mas não adiantou, como se pressentisse  que ia morrer mesmo.

o celular desta cara foi achando e tinha imagens de pedofilia, ele disse que só não estuprava devido as condições , afinal era cadeirante, os assassinos devem ser parentes das vitimas ou quem se sentiu revoltado com o que viu, e resolveu fazer justiça com as próprias mãos.

,cadeirante é fácil, queria ver se o cara pudesse andar e tivesse uma arma, fosse um traficante, ex detento, os autores devem estar bem escondidos agora , ninguém vai assumir a participação disso. 

RIO GRANDE DO NORTE vive o caos,como em SP 2006, pais de bananas da nisso

Cidades do Rio Grande do Norte registraram na madrugada desta segunda-feira (1º) a terceira noite seguida de ataques criminosos em Natal e no interior do Estado. Além dos novos atentados registrado pela polícia, 14 presos fugiram do Centro de Detenção Provisória (CDP) da Ribeira, na Zona Leste da capital.

De acordo com o G1, a instalação de bloqueadores de sinal de telefonia móvel na Penitenciária de Parnamirim, na Grande Natal, seria um dos motivos do terror promovido pelos bandidos.

Sobre a fuga, os presidiários escaparam por um buraco dentro do banheiro da cela 1. A polícia só conseguiu capturar um dos bandidos que escaparam até o momento. O número de presos que fugiram no RN em 2016 subiu para 288 após essa fuga.

Na terceira noite de ataque os bandidos incendiaram três motos e dois carros no anexo da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (STTU), além de tentarem atear fogo no Grupamento de Busca e Salvamento do Corpo dos Bombeiros do bairro de Lagoa Seca.

Os criminosos também fuzilaram uma agência do Banco do Brasil. Além disso, a vegetação do Morro do Careca, na praia de Ponta Negra, foi incendiada. E os ataques não pararam por aí. O posto policial de Jardim Petrópolis, em São Gonçalo do Amarante, também foi alvo de incêndio. Já em Currais Novos, quatro veículos da Secretaria de Saúde foram incendiados. Em Canguaretama quatro sucatas foram incendiadas.

Os ataques começaram na sexta-feira (29). O poder público contabiliza 65 ataques ou atentados. As escolas públicas e particulares suspenderam as aulas nesta segunda-feira.

Para tentar conter a violência generalizada no Rio Grande do Norte, o governo federal vai enviar ao estado mil homens do Exército e 200 fuzileiros navais para reforça a segurança.

( a foto ai acima estava menor, ampliei, esta é a importância que estão dando pr esta acontecendo no RN , por ser nordeste e bem longe das olimpíadas que se dane né ? imagine por ex se fosse SP igual em 2006 lembram ?

sexta feira tem olimpíadas ai nçao se fala mais nada mesmo, já não estão falando,mesmo , até aqui na net, deve ser difícil vc achar noticias a respeito do caos no RIO GRANDE DO NORTE.

lamentável, de minha parte não tem jogos aqui em casa.)