ANDRÉIA PESSEGHINI teria denunciado colegas de farda , ta ai uma motivação para o crime

Reprodução/Futura Press

O comandante do batalhão onde trabalhava a policial militar, que teria sido assassinada pelo filho de 13 anos, comentou que não acredita na versão final dada pela polícia. Ele ainda comentou que a oficial havia denunciado colegas de trabalho que estavam envolvidos em roubos a caixas eletrônicos. 

http://tvuol.uol.com.br/assistir.htm?video=14623361 ( cliquem e vejam ai o vídeo da matéria) 

( mas pra policia insistem em afirmar que o autor é o menino,agora teriam a achado sangue nas roupas dele, cada dia tem um fato não ?, divulga logo tudo de uma vez p…)

padrasto oferecia drogas a enteada viciada, em troca de sacanagem em SOROCABA

Um operador de máquina de 28 anos teria pago favores sexuais prestados pela enteada de 13 anos com maconha e cocaína. Ele próprio confessou a prática, conforme a Guarda Civil Municipal, e foi preso em flagrante na noite da segunda-feira. Está detido na Cadeia de Pilar do Sul e responderá pelas acusações de estupro de vulnerável, tráfico de droga e corrupção de menores. O padrasto foi descoberto porque a enteada levou um cigarro de maconha e um frasconete de cocaína para serem consumidos com outras cinco amigas de 13 e 14 anos no interior da escola em que estuda, num bairro da zona norte. A menina também responderá em liberdade por ato infracional porque teria oferecido droga às colegas.

As adolescentes foram descobertas enquanto utilizavam a droga embaixo de uma árvore no pátio da escola estadual. Elas fumavam o cigarro de maconha e o frasconete de cocaína estava na bolsa de uma delas. Segundo a Guarda Civil Municipal, duas adolescentes fugiram das funcionárias da escola e as quatro foram levadas para a sala da direção, onde uma delas assumiu que a droga era dela e acabou revelando com quem e como havia conseguido.

Questionada, a adolescente disse que o padrasto deu a maconha e a cocaína para que ela acariciasse o pênis dele. A equipe da escola acionou a Patrulha Escolar da Guarda Civil Municipal que saiu em procura do padrasto. Aos guardas ele negou que seja usuário de drogas, mas confirmou que cedeu a droga para que a menina lhe fizesse as carícias e pudesse tocar nos seios dela. O fato foi considerado como estupro de vulnerável porque aos 13 anos de idade, juridicamente, a vítima não tem o poder de discernimento. A violência sexual teria ocorrido na cama da mãe da menina, que tem 33 anos. ( ah não tem discernimento ? oras meu caros amigos, qualquer menor de rua que não tem tv sabe que todos os dias morre gente por causa de droga, seja de overdose ou dividas com o traficante.

e as demais meninas que consumiam ? tb não tem discernimento do que fazem ? como sempre passam a mão da cabeça de de menor, que faz o que faz pq sabe que se a casa cai nada respondem e ainda são tratados como vitimas, como sempre não pode mostrar a cara da infeliz .

e se não fossem flagradas ? tudo continuaria como está, ela é vulnerável kkkkkkkkkkkkkkkkk ah tá, só na cabeça de alguns zé mané da vida, claro que nada muda devido a interesses de manter este caos , afinal de menor é lucro , ah e sempre a velha pergunta, onde está a menina a esta hora e fazendo o que ?) 

monstro ou criação do sistema ?

BBC
 

Cristian Fernandez, de 13 anos, acusado de dois crimes na Flórida

Um caso de direito penal envolvendo um menor na Flórida está causando um amplo debate nos Estados Unidos que vai além de questões jurídicas, fazendo a sociedade questionar o conceito de Justiça.

Cristian Fernandez, de apenas 13 anos, está sendo julgado como se fosse maior de idade por um tribunal do distrito de Duval County por dois crimes cometidos em 2011. O menino é acusado de ter matado por espancamento seu meio-irmão David, de 2 anos, e de ter atacado sexualmente seu outro meio-irmão, um menino de 5 anos.

Se Cristian for condenado por homicídio doloso, ele pode receber pena de prisão perpétua, sem possibilidade de liberdade condicional. O caso chamou atenção não apenas pela idade de Cristian, mas também pelo passado de abusos e de violência a que o próprio acusado foi submetido no ambiente familiar ao longo de sua vida.

Marcas da violência

Cristian nasceu marcado pela violência. Sua mãe, Bianella Susana, deu à luz o menino quando tinha apenas 12 anos. O pai de Cristian foi condenado a 10 anos de prisão por ter estuprado Bianella, então, pré-adolescente.

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Quando tinha dois anos de idade, o menino foi encontrado vagando de madrugada pelas ruas do sul da Flórida, despido e mal cuidado. A avó, que era a responsável pelo menino, estava trancada há horas no quarto de um hotel de estrada, em uma maratona de uso de drogas.

Alguns anos mais tarde, em 2007, o Departamento de Crianças e Famílias da Flórida investigou uma alegação de que Cristian havia sido abusado sexualmente por um primo. O menino também começou a dar sinais de distúrbio de comportamento, com um histórico de relatos às autoridades locais de que ele havia matado um filhote de gato, além de ter simulado atos sexuais e se masturbado na escola. Mesmo assim, Cristian apresentava um excelente desempenho acadêmico.

Em 2010, foi constatado que o menino vivia novamente em um ambiente violento. O marido de Bianella deu um soco no olho de Cristian, fazendo com que sua escola o encaminhasse a um hospital. Ao chegar à residência da família, em um subúrbio de Miami, para investigar a agressão a Cristian, a polícia encontrou o padastro do menino morto. A causa da morte indicava suicídio com arma de fogo.

Julgamento

Um ano mais tarde, Bianella deixou Cristian sozinho em casa com os dois irmãos, quando David foi espancado. Ela demorou mais de oito horas para levar o filho de dois anos, que se encontrava inconsciente, até um hospital.

Em março deste ano, a mãe dos meninos se declarou culpada por homicídio culposo, determinado pela falta de intenção em provocar a morte da vítima, e pode ser condenada a 30 anos de prisão. Agora, a juíza Mallory Cooper enfrenta um dos casos de direito penal mais complicados já vistos nos tribunais americanos.

Muitos advogados e promotores apoiam a promotora estadual, Angela Corey, que pediu que Cristian fosse julgado como adulto. Mas acadêmicos de direito e psiquiatria acreditam que a abordagem do direito penal no caso de delinquentes juvenis deve ser mais humana.

“Precisamos decidir se queremos um sistema que visa à punição ou à justiça”, disse à BBC Brasil Jenna Saul, médica especialista em psiquiatria forense. Segundo a psiquiatra, é possível que Cristian nem entenda as consequências dos seus atos de violência, uma vez que, na realidade dele, a agressão física é uma forma de mostrar frustração que não resulta em morte.

“Esse menino deve, sem dúvida alguma, ser julgado por um tribunal para menores, onde podem ser implementadas maneiras de reintroduzi-lo à sociedade”, afirmou Saul.

Outros casos

Na década de 80, houve um aumento no número de casos de menores sendo julgados como adultos no país. No fim dos anos 90, a maioria dos Estados americanos tornou mais fácil que delinquentes menores de idades fossem tratados como adultos pelos tribunais criminais.

Atualmente, existem mais de 2 mil indivíduos no sistema carcerário dos EUA que receberam pena de prisão perpétua, sem possibilidade de liberdade condicional, quando ainda eram menores de idade.

Recentemente, a Suprema Corte dos EUA declarou que esse tipo de pena é inconstitucional, classificando-a como “punição com requintes de maldade”, mas nos EUA a autonomia dos estados torna a questão mais complexa.

Em âmbito global, há apenas 12 outros casos de encarcerados que foram condenados quando menores à prisão perpétua, sem possibilidade de liberdade condicional. ( se ele fosse loirinho, tipico americano branquela a pena seria a mesma ?

mas tb que ambiente ele foi criado, não só o (familiar ?) , mas todo o sistema que pisa, massacra, especialmente quem não é bem visto pela minoria dominante, já nesceu numa família ferrada ai queriam o que ?

agora é fácil julgar e trancá-lo para sempre, sem que uma instituição adequada talvez pudesse ajudá-lo a daqui a uns anos tentar recomeçar,evidente que cadeia vai apenas servir pra guardar este menino, mas pra quer querem arriscar quando o mais fácil é trancá-los pela vida toda ?)