aborrecentes transformam ônibus em SOROCABA em território sem lei

 

Uma adolescente retira da bolsa um frasco de lança-perfume, despeja parte do conteúdo em uma lata de refrigerante tirada do lixo e passa a compartilhar a droga com duas amigas. Instantes depois, acende um cigarro de maconha e também passa a dividi-lo. A cena foi registrada dentro de um ônibus do transporte coletivo de Sorocaba, na noite do dia 12 de dezembro, diante dos passageiros da linha 65-Campolim. Parte da situação pode ser comprovada em um vídeo gravado por uma passageira, que prefere não ser identificada. Segundo a autora das imagens, o consumo de drogas no interior do coletivo tornou-se frequente, ao menos aos finais de semana à noite. A reclamação confirma informações da Polícia Militar, que admite ter recebido da própria empresa que opera a linha do Campolim, no final do ano passado, denúncias sobre drogas nos ônibus. O Sindicato que representa os motoristas também confirma o problema e declara receber frequentemente relatos de situações semelhantes. A Urbes, por sua vez, afirma que não possui reclamações formais de passageiros, mas que fiscalizações já constataram situações do tipo.

Nas imagens enviadas à redação do jornal Cruzeiro do Sul, é possível observar que as meninas, com idades aproximadas entre 13 e 14 anos, assopram o orifício da lata, de modo a expulsar o ar do interior dela para inalar o odor do entorpecente. Na data do vídeo, a denunciante afirma ter presenciado também as mesmas meninas manuseando o que seria um cigarro de maconha, consumido sem cerimônias na presença de outros passageiros, no fundo do ônibus. Uma delas, inclusive, oferece o cigarro a um adolescente no assento da frente: “Você fuma?”, pergunta, com o cigarro na mão. Após a resposta negativa, ela ironiza: “Não acredito!”. De acordo com a passageira que gravou o vídeo, o garoto pareceu desconcertado e desceu no ponto seguinte.

A mulher conta que sai do trabalho às 23h e na volta para a casa é obrigada, junto com os demais passageiros, a suportar baderna promovida pelos jovens, alguns portando entorpecentes. Ainda conforme o relato dela, além do consumo de drogas, a bagunça inclui gritaria e música a partir do alto-falante de celulares.

Da última vez que presenciou a situação, discretamente a mulher acionou a câmera do celular e registrou o que acontecia ao seu lado. Segundo a autora das imagens, a princípio, a intenção era mostrar os vídeos somente ao filho de 14 anos, que vinha lhe pedindo permissão para ir com os amigos à mesma casa noturna que as adolescentes flagradas frequentavam. A passageira diz ter ouvido entre as garotas que elas mentiram aos pais para ir a uma boate no Parque Campolim. Entre as conversas que testemunhou, as meninas referiam-se ao conteúdo do frasco despejado na lata como “lança”. “Tenho um diálogo legal com meu filho. Ele vinha me pedindo para ir nesse lugar com colegas da escola. Expliquei que só por estar em companhia de pessoas com droga, ele pode ter problema. Gravei para que ele mesmo entendesse minha preocupação. Se já estavam assim no ônibus, imagine só quando chegassem ao lugar”, conclui.

PM realiza operações

A Polícia Militar divulgou que nos meses de setembro e outubro de 2014 recebeu pela STU informação de que nos sábados à noite estariam ocorrendo atos de vandalismo e uso de drogas por jovens, no interior dos coletivos, em especial na linha que serve ao Campolim. Segundo a PM, após o recebimento da denúncia, foram realizadas operações que consistiam na abordagem dos ocupantes que estavam em atitudes suspeitas, além de ações policiais na região da Praça Carlos Alberto Souza. As ações, segundo a polícia, culminaram na redução significativa das ocorrências tanto na região do bairro, quanto no interior dos ônibus, sendo que no mês de dezembro não houve relatos (que chegaram à polícia) de incidentes envolvendo coletivos, tanto por parte da empresa quanto por parte dos usuários. A polícia afirma ainda que o bairro continua sendo alvo de operações e orienta os passageiros a registrarem denúncia pelos telefones 190 ou 181, na eventualidade de presenciarem o uso de drogas ou outros crimes nos ônibus.

Motorista não deve interferir, orienta sindicato

Por meio de sua assessoria, o Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Sorocaba e Região confirmou que “sempre recebe denúncias” envolvendo a referida linha, especialmente de ocorrências nos sábados à noite. A entidade esclareceu que orienta os motoristas a acionarem a Guarda Civil Municipal (GCM), Polícia Militar ou avisar seus superiores nos terminais, em situações que representem risco à integridade dos profissionais. “Não é função do motorista agir na função que é da polícia. Até porque o motorista e o agente de bordo podem receber represálias. Por causa disso, há situações em que não é possível sequer acionar a polícia de imediato”, observa o sindicato, que disse notificar a Urbes formalmente quando recebe várias denúncias sobre a mesma linha.

Ainda conforme o Sindicato, ocorrências como o consumo de drogas no interior dos coletivos estão relacionadas com a ausência dos agentes de bordo, profissionais que conforme a entidade ajudam a coibir práticas criminosas nos ônibus.

De acordo com a Urbes, esses profissionais devem inibir ocorrências do tipo, entretanto não são aptos a reprimir. Cabem aos agentes fornecer informações referentes ao transporte coletivo, auxiliar pessoas com mobilidade reduzida, organizar filas, auxiliar no embarque e desembarque de passageiros, manusear equipamento de acessibilidade, conferir credenciais, zelar pela limpeza dos ônibus, inibir o comércio irregular de vendedores ambulantes no interior dos ônibus, inibir ações de vandalismo, bem como tentar inibir o uso de bebidas alcoólicas ou de entorpecentes.

A Urbes esclarece que nos casos em que uma primeira abordagem verbal para inibir a ação não surta o efeito desejado, ou em situações em que a integridade física do funcionário é ameaçada, a orientação é para que eles solicitem apoio imediato.

Câmeras de segurança

A Urbes Trânsito e Transportes, informou que solicitaria à STU, empresa operadora da linha que atende o Campolim, as imagens captadas por câmeras de segurança no interior dos ônibus, na noite em que o flagrante foi gravado pela passageira. Se confirmasse a irregularidade, entregaria o material à polícia. As denúncias, segundo a Urbes, são encaminhadas à Polícia Militar. “Nessa linha (Campolim), especificamente, a PM tem atuado no sentido de manter a ordem”, informa o órgão, por meio de nota. A Urbes diz ainda que sua fiscalização também realiza intervenções a fim de coibir tais práticas, inclusive com o apoio da GCM e da PM, quando necessário.

( estes aborrecentes, deveriam ter a cara mostrada na tv, assim todos saberem que é  drogadito e baderneiro(a) , ninguém faz nada mesmo, pois são os malditos de menor nesta bosta de pais.

sendo que deveriam levar umas porradas e seerm jogados pra fora do coletivo)

aborrecentes dão preju de 7 bilhões ao ano, por causa de gravidez precoce.

O estudo anual “Situação da População Mundial”, divulgado nesta quarta-feira (30) pelo Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), conclui que o Brasil conseguiria acumular R$ 7 bilhões a mais na arrecadação anual se “adolescentes adiassem a gravidez até depois dos 20 anos”.

A pesquisa revela que, nos países em desenvolvimento, 70 mil meninas com menos de 18 anos dão à luz e 200 morrem por causa de complicações da gravidez ou parto, todos os dias. Em todo o mundo, 7,3 milhões de adolescentes se tornam mães a cada ano, das quais 2 milhões são menores de 15 anos. O estudo estima um aumento para 3 milhões até 2030, se a tendência atual for mantida.

O documento do estudo intitulado “Maternidade Precoce: enfrentando o desafio da gravidez na adolescência” aborda, entre outras questões, “as implicações da gravidez na adolescência e o que pode ser feito para garantir uma transição saudável e segura para a vida adulta”.

O estudo destaca ainda as consequências da maternidade precoce e não planejada para “a saúde, educação, emprego e direitos de milhões de meninas em todo o mundo, o que pode se tornar um obstáculo ao desenvolvimento de seu pleno potencial”. Uma das consequências da gravidez na adolescência apontadas pelo relatório é a taxa de abortos inseguros realizados anualmente em países em desenvolvimento: até 3,2 milhões, envolvendo jovens de 15 a 19 anos. (AE)  

( e o JAPÃO ainda tem a cara de pau de reclamar que as japonesas não querem mais engravidar , e os homens não querem saber de sexo.

7 bilhões é apenas na gravidez, sem falar no consumo de drógas, fundações casas etc , aborrecente só sabe dar preju mesmo.)  

mulher acorrenta as filhas em casa pra não fugirem e a justiça faz o que ?

Maria Cristina Barbosa, do Conselho Tutelar de Itu: Essas meninas já foram abrigadas várias vezes

“Foi a única maneira de evitar que fugissem de casa”. Esse é o relato de uma mulher de 42 anos que na última segunda-feira, 15, foi detida pela Guarda Civil Municipal de Itu após acorrentar e prender com cadeados as filhas de 12 e 15 anos de idade como última alternativa, segundo ela, para manter o controle sobre as adolescentes. Agora, as duas permanecem sob responsabilidade do Conselho Tutelar da cidade, que busca alternativas para encontrar um novo lar para elas, que não têm intenção de voltar para casa. O caso aconteceu no bairro Cidade Nova, onde segundo a mãe, ocorrem constantes festas regadas a drogas e álcool além dos famosos bailes funk. A casa da família fica próxima a avenida da Paz Universal, e a preocupação maior da mãe é que as meninas frequentem o ponto para se prostituir.

O fato foi registrado em boletim de ocorrência enquadrado no artigo 136 código penal, que configura maus-tratos. A GCM chegou ao local através de uma denúncia anônima, e de acordo com o BO, as meninas não apresentaram nenhum tipo de comportamento agressivo. Elas explicaram ainda que realmente não obedeciam a genitora e fugiam de casa. A mãe foi ouvida e liberada logo em seguida, enquanto as duas meninas, após passar por exames e não apresentarem nenhum tipo de lesão, foram encaminhadas para a sede do Conselho Tutelar de Itu, onde passaram as últimas noites e permanecem até agora. 
Na tarde de ontem, a reportagem do jornal Cruzeiro do Sul esteve na casa da família, porém, a mãe não estava no local. Segundo um dos filhos dela, os problemas envolvendo as adolescentes são frequentes. O rapaz explicou que além das duas adolescentes, outros quatro irmãos vivem juntos. Ele defendeu a atitude adotada pela mãe e garantiu que ela só acorrentou as filhas por não ter encontrado outra alternativa. O irmão chegou a alegar que prefere que elas não voltem mais para casa. Também será verificada a situação escolar das irmãs.

Costa que as duas deixaram de frequentar a escola e antes “matavam” aula constantemente.
Por telefone, a mãe das jovens revelou que ainda não sabe se irá tentar trazê-las de volta para casa. “Não vou ficar prendendo toda vez para não saírem de casa. Terei de conversar bastante com a minha família para decidir a melhor forma de resolver isso”, explica. A mulher disse ainda que as filhas já chegaram a fugir e ficar fora de casa por oito dias. “Mãe nenhuma quer fazer isso com uma filha. Mas não posso deixar que elas saiam para se drogar ou até mesmo algo pior. A gente procura ajuda, mas ninguém toma nenhuma atitude. Uma vez no Conselho Tutelar me disseram somente para procurar um psicólogo”, relata. Ainda de acordo com a mãe, as filhas não reagiram no momento em que eram acorrentadas. “Elas admitem que estavam erradas”, afirma.

De acordo com as conselheiras tutelares que acompanham o caso, os problemas com a família são constantes. “Essas meninas já foram abrigadas várias vezes. Já houve casos de abandono por parte da mãe, maus-tratos e desaparecimento. Já tem cerca de cinco anos que acontecem esses transtornos com essa família”, explica a conselheira Maria Cristina Barbosa. O próprio boletim de ocorrência confirma. Segundo o documento, em 2010 a mãe entregou as filhas ao conselho.

As conselheiras criticaram severamente a postura adotada pela mãe, e explicam que apesar da desobediência das filhas, ela não tem o direito de prendê-las dessa forma. Cientes da situação da família, elas revelam que os problemas de relacionamento entre as meninas e a mãe são recorrentes e acreditam que a mulher também não tem interesse em receber as filhas novamente em casa, por isso, os trabalhos estão voltados para encontrar um novo lar para as adolescentes. “Uma conselheira está a procura de outros parentes que possam ficar com elas. Todas as possibilidades estão sendo estudadas e somente em último caso elas serão mandadas para um abrigo para menores”, revela a também conselheira tutelar Isabela Belon Scalet.

 ( a mulher parece ter 6 filhos  e marido ? cadê o pai ou pais das crianças ? foi produção independente ?
ajudar ninguém ajuda, nada é feito cntra esta raça de di menor, que se multiplicam  a mil neste pais de miséria e bolsa esmola, ai preferem atacar a mãe é mais fácil e comodo.

queria ver qual parente vai querer receber duas bombas relógios em casa, sim, pq estes duas só tendem a piorar , só se as mandarem para um convento.

enquanto de menor fazer o que quer neste pais , vamos continuar lendo estes tipos de casos.)

aborrecentes dirigem e infernizam o trânsito em SOROCABA

 A ousadia e o vigor da adolescência engrossam a lista de imprudências registradas em Sorocaba.  Na madrugada desta quarta, por exemplo, seis menores foram flagrados pela Guarda Civil Municipal em um carro na rua Leonel de Moura Brizola, Conjunto Habitacional Ana Paula Eleutério, o Habiteto. O veículo era guiado por um jovem de 16 anos.

“A aparência de quem conduz o veículo chama a atenção. Por isso, adolescentes acabam sendo abordados”, explica o subcomandante da GCM, Benedito Zanin.

Nas autuações realizadas pela corporação, que envolvem menores guiando carros e motos, grande parte afirma adquirir o veículo na conhecida Feira da Barganha. “Os jovens têm a necessidade de chamar a atenção e acabam adquirindo veículos para se exibir a  amigos e, muitas vezes, mulheres”, destaca o subcomandante. “É algo natural da idade, que acaba gerando ocorrências e, muitas vezes, acidentes.”

Objeto de risco / Especialista no comportamento de jovens, a psicóloga Fátima Giacon, concorda com a afirmação do subcomandante da Guarda Civil Municipal. “Os adolescentes do sexo masculino realmente têm como objeto de desejo o carro  ou a moto”, diz a especialista.

 Para ela, este comportamento faz parte da sociedade há muito tempo. “O jovem da classe média e alta também possui tal desejo, mas seus próprios pais acabam dispondo o veículo para eles”, explica. “Já os menores da periferia buscam este carro ou moto em lugares ilícitos, com maior facilidade”, complementa. “Se o menor vive num contexto criminoso, ele irá em busca do objeto de desejo infringindo a lei, sem nenhum remorso.”

Além das posses /O BOM DIA flagrou alguns adolescentes guiando motos na avenida Chico Xavier,  Habiteto, na tarde desta quarta.
Crianças e mulheres observavam os adolescentes pela via, sem demonstrar nenhuma surpresa. Uma das motos não possuia placa.

No outro caso, o jovem trafegava pela rotatória, entrando na contramão da avenida. “Os menores que adquirem esses veículos irregulares nunca serão vistos nas grandes avenidas da cidade. Eles costumam permanecer nos bairros e usam seus carros e motos apenas pela ostentação social”, esclarece o subcomandante Zanin.

Quando são apreendidos, carros e motos seguem para o guincho Nove de Julho onde permanecem à disposição da Justiça. Todos os veículos são investigados e costumam passar por perícia.


Acidente deixa três feridos
Após tentarem evitar a abordagem da Guarda Civil Municipal, seis adolescentes se envolvem em um acidente,  na madrugada desta quarta, no qual todos acabaram presos nas ferragens do carro.

 “Estávamos patrulhando os arredores da unidade de saúde do Habiteto, quando um carro vermelho passou com seis adolescentes”, explica o GCM Maurício Ferreira que, junto com o GCM Soares, acompanhou o automóvel onde estavam os menores.

O carro era guiado por um menor de 16 anos. “Eles tentaram chegar até a área verde do bairro, onde pretendiam abandonar o carro e fugir a pé. Antes disso, o menor perdeu o controle do veículo e bateu no muro de uma casa”, conta o GCM Ferreira.

O Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) foi acionado. Os seis rapazes ficaram presos nas ferragens do veículo. Três deles foram levados ao Hospital Regional, com ferimentos leves na região da cabeça. “O carro funcionava com um galão de produto de limpeza repleto de etanol. Ficamos com medo de o veículo explodir antes dos adolescentes serem retirados”, destaca o GCM.

Problema social / Em contato com familiares dos jovens – que possuem entre 12 e 16 anos – o GCM Ferreira conta que os pais se mostraram cansados. “Nós já os conhecíamos, pois quase todos possuem atos infracionais por tráfico de entorpecentes”, afirma o guarda. “Por isso, alguns dos pais até perguntaram se não poderíamos levar seus filhos para Fundação Casa.”

Há mais de dez anos na área de direito, o advogado Felipe Ferreira diz que, ao atender casos semelhantes a este, os pais se demonstram esgotados. “Geralmente este pai já foi até a delegacia mais de uma vez atrás do filho”, conta o advogado. “Alguns creem que a internação na Fundação Casa é uma saída”, conclui.

18
motos compradas na Feira da Barganha foram apreendidas pela GCM em 2012, nas mãos de menores

Sucatas
“Algumas dessas motos e carros não possuem placas, retrovisores e peças fundamentais. Por isso são tão baratas. É preciso tomar cuidado, pois o adolescente não arrisca só a própria vida, mas a vida de outras pessoas também”, diz o subcomandante Zanin, da GCM

190 
é o número para denúncias da PM. A GCM atende no 199 ( ai na hora do vamos responder pela barbaridade que vier a cometer, ai abaixa a cabeça , AH SOU DE MENOR.

esta corja só quer alegria,e nada de responsabilidade, mas afinal uma pergunta: onde eles arrumam grana pra comprar veículos e motos ?)