juiz quer proibir o uso de balas de borracha pela PM em manifestações.


O juiz Valentino Aparecido de Andrade, da 10ª Vara da Fazenda Pública da Capital, acolheu pedido da Defensoria Pública do Estado de São Paulo para restringir a ação violenta da Polícia Militar durante manifestações de rua. Em decisão liminar, ele obrigou a PM a criar, em 30 dias, um plano de ação para manifestações. A PM afirma que irá recorrer.

O manual, que será público, terá de excluir o uso de balas de borracha e ordenar o uso de munição química, como sprays de pimenta e gás lacrimogêneo. Todos os policiais militares que participarem dessas operações terão de ter seu nome e sua patente identificados. ” O cidadão tem o direito de saber o nome do agente policial, assim de qualquer agente público com quem esteja a lidar”, lembra o juiz, na sentença.

O plano que a PM foi obrigada a cumprir terá de detalhar, de forma específica, quais serão os tipos de situação em que a multidão poderá ser dispersa e quais policiais poderão dar tal ordem. “Tudo de molde que se possa posteriormente controlar-se o ato administrativo praticado, inclusive por via judicial. Qualquer pessoa poderá ter acesso ao conhecimento de tais razões bem assim do nome do policial militar que tenha determinado a ordem de dispersão”, determinou a Justiça.

“Note-se que nenhuma dessas medidas estará a obstaculizar que a ré, por sua Polícia Militar, mantenha a ordem pública em face de protestos. Tais medidas buscam apenas garantir o legítimo exercício do direito fundamental de reunião, em sua convivência com o dever do Poder Público de garantir a ordem pública, observando-se a justa proporção entre tal direito e tal dever”, escreveu o juiz Andrade, na sentença.

A ação, assinada por quatro defensores públicos, pedia que o uso de balas da borracha fosse banido. “Ela foi atendida parcialmente”, destaca o coordenador do núcleo de diretos humanos da Defensoria, Rafael Lessa.

O processo, que até o momento tem cerca de 1,2 mil páginas, reuniu exemplos dos diversos abusos cometidos pela PM durante as manifestações de junho do ano passado. Foram casos em que a PM lançou bombas e atacou manifestantes que não estavam cometendo atos de vandalismo nem outros crimes.

“O que se viu, em 2013, foi uma absoluta e total falta de preparo da Polícia Militar, que, surpreendida pelo grande número de pessoas presentes aos protestos, assim reunidas em vias públicas, não soube agir, como revelou a acentuada mudança de padrão: no início, uma inércia total, omitindo-se no controle da situação, e depois agindo com demasiado grau de violência, direcionada não apenas contra os manifestantes, mas também contra quem estava no local apenas assistindo ou trabalhado, caso dos profissionais da imprensa”, escreveu o juiz, depois de ler a ação.

Nenhum PM foi sequer identificado até hoje pela Corregedoria da PM por causa dos abusos já identificados por órgãos externos, como a Promotoria de Justiça Militar do Ministério Público Estadual. Os dois únicos processos relacionados aos protestos já apreciados pela Justiça Militar até hoje são referentes a oficiais que descumpriram ordens de dispersar a multidão (que foram absolvidos porque a Justiça entendeu que as ordens eram ilegais) e um coronel que saiu do plantão mais cedo — este, condenado.

Antes de emitir a liminar, a Justiça solicitou parecer do Ministério Público Estadual sobre o caso. O promotor de Justiça Saad Mazloum, da 9ª Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social, primeiro tentou argumentar que a Defensoria não tinha competência para propor tal ação.

Ao analisar o pedido para criação das regras que garantissem o cumprimento da lei por parte da PM, Mazloum afirmou que “não se pode admitir é que, a partir de situações excepcionais, sejam padronizadas e burocratizadas as ações dos agentes da Polícia Militar, colocando em risco a ordem e a segurança públicas, e bem assim a vida e a segurança da população e dos próprios policiais militares”.

A Procuradoria-Geral do Estado, que defende o governo nesses casos, também questionou a competência da Defensoria. O juiz Andrade, no entanto, afirmou que a Defensoria podia, sim, propor a ação.

Se a PM não elaborar o plano, será condenada ao pagamento diário de multa de R$ 100 mil. A decisão, liminar, ainda poderá ser revertida durante a análise do mérito da ação e o Estado de São Paulo também poder recorrer da sentença.

Em nota, a PM comentou o caso da seguinte forma: ” A Polícia Militar de São Paulo atua dentro dos estritos limites da lei e segundo padrões reconhecidos internacionalmente. A decisão judicial é provisória e será enfrentada por recurso próprio”

 

( legitimo: afinal se o cidadão sustenta o policial e esta se manifestando ordeiramente, não pode ser tratado como malandro,baderneiro e portanto não pode ser alvejado por bala de borracha, spray ou cassetete.

é que tem PM que abusa , seja por estar estressado de tanta ocorrência, mas isso não é desculpa , se o pais fosse de primeiro mundo mundo, não precisariam atuar tanto. )

 

pastor embucha duas meninas e diz que foi obra do espírito santo.

 

isso ai é culpa de quem ? primeiro a facilidade em fundar religiões, seitas etc,m aqui é fácil e rápido, basta vc ter um local, e nem paga impostos.

em segundo a liberdade de culto, vc pode falar, pregar o que quiser e pronto,basta vc ver os programas na tv, usar bebês, crianças, idosos , todo tipo de gente incauta e pobres em geral.

imagine se vc colocasse um agente tutelar em cada templo, igreja etc, o quanto de abuso poderia ser relatado.

mas tb estas meninas de hj heim, pastor safado e meninas sem noção.

 

moça é chamada de gostosa por PM e vai presa ? ela tinha de sorrir então ?

A estudante Anne Melo, moradora do Bairro de Fátima, afirmou ter sido presa por agentes da Tropa de Choque após ser chamada por um dos policiais de "gostosa"

A estudante Anne Melo, moradora do Bairro de Fátima, afirmou ter sido presa por agentes da Tropa de Choque após ser chamada por um dos policiais de “gostosa”

 A estudante Anne Melo, moradora do bairro de Fátima, afirmou ter sido presa por agentes da Tropa de Choque após ser chamada por um dos policiais de “gostosa”, durante o protesto realizado na noite de segunda-feira (7), no centro do Rio de Janeiro.

Um vídeo divulgado nas redes sociais mostra o momento em que a jovem foi detida sob acusação de desacato. Na versão de Anne, após receber o suposto “elogio” de um PM que estava na garupa de uma moto do Choque, ela respondeu ao policial de forma “agressiva”.

“Tenho q responder por desacato ao babaca do policial, sabendo q ele me faltou com respeito, mas fora isso…ta tudo certo [sic]”, afirmou a jovem em sua página no Facebook.

Anne foi levada pelos policiais militares à 12ª DP (Copacabana), na zona sul do Rio, onde a ocorrência foi registrada.

Procurada pela reportagem do UOL, a assessoria da PM informou que, no distrito policial, Anne assinou um termo circunstanciado e foi liberada em seguida. A corporação não comentou a acusação da manifestante sobre a suposta conduta do agente da Tropa de Choque.

Ainda de acordo com a Polícia Militar, “eventuais problemas de conduta dos policiais podem ser informados” aos órgãos competentes (Ouvidoria e Corregedoria). Fatos como esse também podem ser relatados à Delegacia de Polícia Judiciária Militar. 

( hahahaha, como se a corregedoria fosse resolver, acaba em corporativismo, tinha de ter o nome  e a cara do PM e estampar na net, será que ele chmama uma policial de gostosa tb ? e ai daria em quê ?

quer dizer que tudo agora é desacato ? do jeito que vai, se vc olhar feio prum PM mesmo sem abrir a boca é desacato tb ? )

aluna abusada em sala de aula e secretário diz que não é caso de policia ?

Callegari diz que envolvidos foram chamados para uma conversaCallegari diz que envolvidos foram chamados para uma conversa.

O secretário municipal de Educação, Cesar Callegari, defendeu, nesta quinta-feira, que o caso de abuso sexual da menina de 11 anos  por outros sete colegas dentro de uma  sala de aula da Escola Municipal Plínio Ayrosa, na Freguesia do Ó, na Zona Norte, seja resolvido na base da conversa e com medidas psicopedagógicas. Para ele, o fato não é um caso policial.  “Não pode ser tratado com uma medida policialesca. Ela não foi estuprada”, afirmou o secretário.

Agressores de menina têm de 11 a 15 anos 

Estudante sofre abuso na frente da professora

A delegada Magali Celeghin Vaz, da 4 DDM (Delegacia da Mulher), responsável pelo inquérito, discorda. Para ela, o fato de uma aluna ter sido violentada sexualmente em uma escola municipal é sim um caso a ser investigado e os responsáveis devem ser punidos, porque houve  uma conduta ilegal. “Se eles fossem maiores de idade seria uma contravenção penal. Por ser menores, cometeram um ato infracional. O caso não pode ser tratado apenas como um trâmite administrativo.”
Na quinta-feira da semana passada, a aluna, de 11 anos, teve a blusa e o sutiã arrancados por duas meninas e cinco meninos no fundo da sala. Todos pegaram nos seios da garota. Um dos alunos tentou colocar a mão dentro da calça dela, mas ela gritou e conseguiu fugir. 
Desde que o caso veio à tona, na terça-feira, a Secretaria Municipal de Educação tenta minimizar o que aconteceu. Na primeira vez em que o  DIÁRIO questionou a pasta sobre o abuso, a assessoria de imprensa disse se tratar de uma  “brincadeira de mau gosto” de crianças.
 Depois, a nota da pasta afirmou que “todos” os envolvidos eram alunos do 5º ano e têm “na faixa dos 10 anos”.
Ao ser confrontada com a informação de que pelo menos dois dos envolvidos têm  14 anos ou mais, a assessoria admitiu não saber a idade exata dos envolvidos.
Callegari afirma que as famílias dos alunos foram chamadas para uma conversa e a menina está sendo atendida pelo Conselho Tutelar.
Procedimento já foi instalado, diz Callegari Sobre os procedimentos adotados pela Secretaria Municipal de Educação em relação a professora e a direção da escola, o secretário explicou que “um procedimento de averiguação preliminar foi instaurado”.
 

( senhor secretário, acontece que tudo agora é considerado estupro.pela nova lei, não é preciso haver penetração pra ser considerado estupro, o simples tocar, tentar agarrar, já é.

exageros ? não sei, do jeito que tá um dia se vc simplesmente olhar pra uma mulher na rua, e ela não gostar já vai ser considerado estupro, podem esperar, mas vamos o caso ai, é sim caso de policia, pois imagine estes de menores  poderiam por ex estuprar a menina dentro do banheiro da escola e ai ?

só conversar não adianta é preciso energia com estes delinquentes, pois senão farão pior na próxima, tinha até menina envolvida no abuso, imagina o que ela deve fazer sozinha em casa .

enquanto sexo for considerado tabu e não acabarem com o machismo, teremos casos como estes ai.)


mulher transa com cadáver e pasmem fica grávida dele

Uma mulher de 38 anos, que trabalha em um necrotério, foi presa e condenada a pagar uma fiança de 250.000 dólares depois “abusar” de um cadáver de um homem. O suposto crime ocorreu em um necrotério de Lexington em Missouri, Estados Unidos. A polícia acusou Felicity Marmaduke de necrofilia. De acordo com as autoridades competentes, um morto sofreu uma ereção pós morte (muito comum) enquanto era banhado pela funcionária do necrotério Marmaduke.

A mulher então, aproveitou que estava sozinha e passou ter relações sexuais com o morto. Para sua grande surpresa, o morto chegou ao orgasmo depois de alguns minutos de sexo. Algumas semanas mais tarde, ao fazer um exame médico de rotina, foi constatada a gravidez da mulher. A polícia foi notificada pelo médico depois que Marmaduke contou para ele as circunstâncias que a levaram à concepção. Em uma reviravolta bizarra, Marmaduke pretende agora processar os herdeiros do homem morto para tentar conseguir uma pensão alimentícia e apoio à criança.

É possivel ter uma ereção depois de morto?

É um tipo de ereção pós-morte que ocorre quando um homem morre verticalmente ou de bruços, permanecendo o cadáver nesta posição. Durante a vida, o bombear do sangue pelo coração assegura uma distribuição relativamente uniforme em torno dos vasos sanguíneos do corpo humano. Uma vez que este mecanismo para de funcionar, somente a força da gravidade atua sobre o sangue. Como com toda a massa, o sangue estabelece-se no ponto mais baixo do corpo e faz com que o edema ou inchamento ocorram. ( meu só vendo um vídeo disso pra saber se realmente é verdade, necrófilo existem claro, homens que transam com cadáveres de mulher , mas necrófila é a primeira vez.

e um cadáver tem ereção e goza ?  ah mas ela poderia mostrar esta criança ao nascer pra ver se será um bebê normal.)

jovens abusam de viagra misturado com álcool e drogas

Médicos alertam para os perigos do consumo sem orientação de remédios contra a impotência sexual. Muitos jovens que não tem problemas de saúde usam as pílulas de forma indevida. E ainda misturam com bebida alcoólica, o que aumenta o risco de efeitos colaterais. 

http://videos.bol.uol.com.br/#view/jovens-abusam-do-uso-de-remedios-contra-impotencia-sexual-0402CC1B386ACCA14326&tag/6233|bandnews