(pai ?) oferece playstation 3 para filho acusar padrasto de estupro

Delegacia Especializada em Proteção a Criança e ao Adolescente (DEPCA)

Delegacia Especializada em Proteção a Criança e ao Adolescente (DEPCA)(Winnetou Almeida)

A Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA) investiga o suposto abuso sexual cometido pelo técnico em mecânica FGO, 33, contra o enteado de 12 anos. Entretanto, de acordo com o próprio acusado e a mãe da suposta vítima, uma industriária de 34 anos, a denúncia registrada na delegacia pelo pai do menino – um comerciante do bairro Galiléia, na Zona Norte de Manaus –, seria para desviar o foco da família do pagamento da pensão alimentícia dos filhos, que há quatro meses se encontra atrasado.

“Fomos surpreendidos com um telefonema da delegacia, de que tínhamos que comparecer lá, para uma audiência sobre o abuso sexual contra o menino”, relata a mãe, que nesta sexta-feira (4), juntamente com o companheiro estiveram na sede da DEPCA.

Segundo ela, ao questionar o filho sobre o que teria acontecido, o garoto relatou ter sido usado pelo pai, para ir até a delegacia, no mês de novembro para incriminar o técnico em mecânica, sob as promessas de que ganharia um Playstation 3e um smartphone, além de roupas de marca.

O suposto acusado negou ter cometido o crime e chamou a atenção para o fato de que o enteado não foi submetido a exame de conjunção carnal anal, e nem mesmo passou por acompanhamento psicológico, procedimentos adotados em casos semelhantes.

Audiência no domingo
Eles também destacam o fato de nenhuma notificação ter sido entregue no endereço do casal, e que foram comunicados da audiência realizada nesta sexta-feira, na sede da DEPCA, por meio de um telefonema, na última quarta-feira (2).

Ainda conforme o casal, na delegacia eles foram informados de que a audiência realizada nesta sexta-feira seria a segunda. “Não recebemos nenhuma intimação policial sobre o caso”, observa a industriária.

Outro fato observado por eles está relacionado à data da próxima audiência, marcada para o domingo (6), pela parte da tarde, durante o plantão.

Por meio de sua assessoria de comunicação a Delegacia Geral informou que a DEPCA funciona 24 horas por dia, inclusive no fim de semana e em feriados, que “se o plantão da equipe que conduz as investigações cair neste período, as pessoas envolvidas no caso podem ser chamadas para prestar depoimento neste dia”.

Nota
Segundo nota da polícia, o caso em questão foi registrado no dia 05 de dezembro de 2012 na Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA).

 “Durante o procedimento na delegacia, o adolescente não conseguiu prestar depoimento e o Boletim de Ocorrência (BO) foi registrado. Como não se tratava de flagrante, pois o ‘suposto’ estupro de vulnerável teria acontecido, no mês de novembro foi dado ao solicitante uma via de requisição de exame de conjunção carnal para ser realizado no Instituto Médico Legal (IML), uma via do BO e uma requisição para o atendimento psicossocial. Em seguida, o mesmo foi orientado a retornar à delegacia especializada para dar continuidade à investigação. (…)Durante esse período, tanto pai quanto o filho não compareceram à DEPCA com o resultado e nem para serem ouvidos. Notificações foram expedidas em nome do denunciante (o pai) para que o mesmo retornasse e para a mãe da vítima, mas não como acusada e sim em termo de declaração para ajudar na investigação”, cita trecho da nota.( absurdo, dinheiro pra pensão alega não ter , mas quanto custa um play 3 ? é caro.

o elemento queria era ferrar a ex  mulher, pra depois querer ter a guarda dos filhos,alegando que a mulher não teria condições de criá-los.

safado, canalha, não fez filho ? pague pensão, pois é meus caros, ninguém manda sair por ai transando a toa, quer fazer só pq o mundo exige ? fazer filho acha que mostra que é vc é macho ou fêmea ?

por isso que todo caso tem de ser cuidadosamente investigado, criança mente sim, relembremos o famoso caso ESCOLA BASE viu ?)

faz quimioterapia e foi chamado de ladrão, é proibido ser careca em SP

O fotógrafo Lecio Panobianco Jr., 52, denuncia que, na última segunda-feira, foi obrigado por soldados do Tático Móvel da PM a passar duas horas em pé na avenida Sapopemba (zona leste de São Paulo), diante de seus vizinhos e, segundo ele, com uma submetralhadora apontada para o abdome, sendo xingado aos gritos de “ladrão sem vergonha”, “careca safado”, “vagabundo” e “cara de quem não vale nada”.

O detalhe é que que Panobianco tem um câncer grave na região inguinal. Por causa disso, enfrenta agora a terceira temporada de quimioterapia, na tentativa de reduzir a velocidade de crescimento de um tumor invasivo. Ainda terá de enfrentar uma cirurgia. Tem aspecto doentio, perdeu os cabelos, está fraco.

“Eu sinto muito frio na cabeça, por isso ando sempre de gorro. Percebi que o tenente não gostou da minha aparência. Até reconheço que pareço um dependente, um drogado. Mas minha droga é a quimioterapia”, disse.

O fotógrafo tentou esclarecer os policiais sobre a doença. “Foda-se você e sua quimioterapia”, respondeu-lhe um tenente, afirma ele.

A abordagem da PM foi motivada pela denúncia de uma mulher. Ela e o marido estacionaram o automóvel Gol em que se encontravam na avenida Sapopemba e separaram-se. Ela dirigiu-se ao supermercado Da Praça, enquanto o marido foi a outras lojas na própria avenida.

Quando saía com as compras, a mulher viu um estranho dentro do seu carro. Correu para chamar o marido. A polícia foi acionada. Quatro carros da Força Tática chegaram ao local, exatamente quando Panobianco, que é vizinho do supermercado, conversava com um pedreiro. A mulher apontou para o fotógrafo e disse: “Foi ele”.

Os policiais não perguntaram seu nome e não fizeram verificação de antecedentes.

Funcionários do supermercado e de uma loja de rações animais ao lado tentavam avisar aos PMs de que a denúncia não passava de um engano, que Panobianco era pessoa “de bem”, “não é quem vocês estão pensando”, mas eles não aliviaram.

Quando tentava falar com os policiais, o fotógrafo tinha de, antes de cada frase, chamá-los de “senhores”. O tenente, segundo ele, ainda disse: “Cala a boca. Se eu te levar daqui vai ser muito pior”.

Um segurança do Da Praça disse à Folha que foi falar com os policiais, alegando que “bandido nenhum tentaria roubar um carro e depois ficaria por ali, dando bobeira”. Sem sucesso.

Foi só quando, enfim, a mulher admitiu que não tinha certeza da sua acusação, que os policiais chamaram o Copom e fizeram a pesquisa sobre antecedentes: “Deu nada consta”, lembra o segurança. Soltaram o fotógrafo.

“Não recebi nenhum pedido de desculpas. O sargento mais uma vez me chamou de ‘careca vagabundo’, mandou eu pegar o gorro no chão e me dispensou”, lembra.

Panobianco ainda não foi à Corregedoria por causa do seu estado de saúde. Pretende fazê-lo. “Me senti como um judeu atacado por soldados da SS. Mas eu não tenho mais nada a perder. Cansei de ficar calado”, disse.

  Joel Silva/Folhapress  
O fotógrafo Lecio Panobianco Jr., confundido com bandidos
O fotógrafo Lecio Panobianco Jr., confundido com bandidos

OUTRO LADO

A Folha procurou a Polícia Militar para que comentasse a denúncia feita pelo fotógrafo Lecio Panobianco.

Por e-mail, o Comando da corporação disse que a Corregedoria da PM “vai averiguar a veracidade dessa denúncia”, mediante “apuração rigorosa e imparcial, peculiar à Corregedoria”.

“Não compactuamos com qualquer tipo de irregularidade praticada por nosso efetivo”, afirmou a mensagem. Segundo o Comando, “comprovada a versão, as ações dos PMs serão devidamente apuradas e, caso confirmadas, os mesmos serão devidamente responsabilizados”.

A PM disse que possui procedimentos operacionais padronizados para a abordagem de suspeitos. E explicou: “Além de técnicos e táticos, é de fundamental importância que seja usada a energia necessária para que a pessoa cumpra a ordem legal, sem cometer excesso e abusos”.

Ressaltou que “a educação é fundamental nesse contexto, já que a abordagem é um momento crítico tanto para a pessoa alvo da ação como para o próprio policial militar”.

A PM afirmou ainda que, além de encaminhar a denúncia à Corregedoria, oferecerá “suporte ao reclamante” para que ele “oficialize o fato”  ( como a corporação PM, não permite que seus subalternos deem entrevistas , o tenente, não vai mostrar sua cara na tv ou na internet pra tentar se defender.

é o corporativismo, o mesmo que já mandou soltar os policiais envolvidos na morte daquele publicitário , então agora é proibido ser careca em SP, se vc é careca ou fez quimioterapia se esconda ou use peruca senão… )

policia, x vitima em BARRA MANSA

O caso aconteceu na tarde do dia 19 de junho, na garagem de um edifício que fica em frente a um posto de gasolina nas proximidades da Rodoviária de Barra Mansa, na Avenida Joaquim Leite, no Centro.

Na ocasião em que o fato aconteceu, o fisioterapeuta chegou à delegacia e denunciou a agressão cometida pelos PMs e guardas. Porém, minutos depois os policiais e os guardas municipais também chegaram ao local para registrar ocorrência de desacato e resistência contra o fisioterapeuta.

O fisioterapeuta teria chegado ao local com um corte no rosto. Ele foi encaminhado para atendimento médico. Devido as circunstâncias, a autoridade policial de plantão instaurou um inquérito para apurar as versões contadas pelos envolvidos.

A polícia civil teve acesso às imagens de monitoramento de câmeras do prédio. As imagens puderam auxiliar na investigação e forneceu conteúdo suficiente para que os suspeitos fossem indiciados.

O inquérito concluiu que o fisioterapeuta também cometeu desacato. De acordo com informações, o homem estaria aguardando na avenida para subir para a garagem do prédio, porém havia um ônibus no local e ele ficou parado atrás do veículo.

Os guardas teriam pedido para que ele retirasse o carro, pois era proibida a parada. O homem não obedeceu alegando que iria entrar para o prédio. A polícia apareceu e o homem teria arrancado com o veículo e entrado para o prédio assim que o ônibus abriu espaço.

A agressão aconteceu no momento em que os policiais e guardas subiram ao local para falar com o fisioterapeuta. O motorista do veículo arrancou com o carro e conseguiu fugir indo para a delegacia.

Os policiais militares e os guardas vão responder o processo em liberdade, pois o crime foi de “menor potencial ofensivo”. ( o cara mora no prédio, é o direito dele entrar, o trânsito excessivo é o culpado, ele teria de fazer o que ? ficar dando vilta até conseguir entrar ? qualé .

a policia cometeu um grave erro, entrar num prédio,sem pedir licença, praticamente alem do abuso, houve invasão de propriedade, é a mesma coisa do policial entrar em sua casa sem pedir antes.

imagine se o cara estivesse armado ?  a policia poderia interpretar como reação armada ai teriam fuzilado o cara ,  ele ainda teve sorte se levar apenas um spray na cara, abusos sem duvida nenhuma basta ver o vídeo, precisava 4, ou 5 caras pra pegar apenas um ? 

alem de abusos, a policia e a guarda civil nunca pensam, que recebem seu salário graças aos impostos pagos pelo povo né ? incluindo a vitima ai ? )

mais um tarado de menor em SOROCABA

Mais um caso de violência sexual entre adolescentes está sendo investigado pela Delegacia da Infância e Juventude (Diju) de Sorocaba. Agora são três, contando com outros dois que foram denunciados no início do mês. O número é excepcional, considerando a média dos meses anteriores, segundo o delegado José Augusto de Barros Pupin. Ele sugere maior diálogo de pais com os filhos. O ato infracional de estupro contra vulnerável mais recente teria ocorrido no dia 13 de março e chegou ao conhecimento da polícia dois dias depois. A vítima é um garoto de 13 anos e o acusado tem 16. Moram no mesmo bairro na zona oeste. 

O garoto de 13 anos jogava bola na rua, que caiu no quintal de uma casa vizinha. Ele bateu na porta e perguntou se podia entrar para pegar. O outro garoto estava sozinho, teria deixado entrar e se aproveitado da situação para puxá-lo para o quarto. Conforme contou a vítima à polícia, o rapaz beijou-o à força e tocou em seu pênis. A prima do acusado chegou pouco depois e teria visto a cena. O adolescente de 13 anos saiu assustado e contou para a avó, com quem mora. A tia dele procurou a polícia no dia 15 e o caso foi encaminhado à Diju.

Vídeo de 15s

A cópia do vídeo que um grupo de cinco adolescentes teria gravado com uma adolescente de 12 anos em dezembro do ano passado, em que estaria sendo obrigada a fazer sexo oral, está em posse da polícia e será anexado ao inquérito. O vídeo feito com celular tem 15 segundos. Não mostra todos os acusados. 

A violência sexual contra a adolescente ocorreu num bairro da zona norte e demorou para ser denunciado porque haveria ameaça de publicação do vídeo na internet. Os cinco adolescentes foram identificados pela Diju e devem ser chamados para dar explicações.
O inquérito do ato infracional de estupro contra outra adolescente na zona oeste, ocorrido no início de março, é o mais avançado. São sete os acusados, já ouvidos pela polícia. A vítima deve ser ouvida pela segunda vez, a fim de esclarecer pontos levantados pela investigação.

Alerta aos pais

O delegado da Diju acredita que manter um diálogo aberto com os filhos é a melhor maneira de prevenir a violência sexual entre adolescentes. Para Pupin, os pais devem se esforçar para que os filhos possam contar tudo o que acontece em suas vidas, garantindo um clima de confiança. “Normalmente há inibição”, considera. O delegado afirma que pesquisas comprovam que o maior diálogo dentro de casa evita que o adolescente se envolva com crimes e drogas. ( o tarado é gay ué, isso ai acaba por aumentar mais o preconceito e aumenta a homofobia.


mas como sempre é de menor e da em pizza.)

empresa da ESPANHA é acusada de colocar chip pra controlar funcionários

O Ministério do Trabalho da Espanha está investigando acusações de que uma empresa estaria usando microchips instalados nos celulares de seus funcionários para saber quanto tempo eles ficam parados durante o serviço. Segundo a denúncia, apresentada por empregados da companhia de elevadores Schindler-Catalunha e pelo sindicato regional, o chip emite um sinal que dispara um alarme em uma central quando detecta falta de movimento do trabalhador por um período de dez minutos. 

O microchip, batizado de “acelerômetro”, é acoplado no celular e funciona com um sensor. O telefone deve estar em um bolso, cinto ou em qualquer parte junto ao corpo para identificar os movimentos. Além de fazer soar um alarme após dez minutos de paralisação, o sistema também informa, graças a um GPS, onde o trabalhador se encontra em tempo real durante as horas de atividade. 

O sistema de microchips começou a funcionar em abril passado, mas a queixa foi apresentada oficialmente há algumas semanas pela União Sindical Operária da Catalunha (USOC) e pelo comitê sindical da filial da Schindler ao Ministério do Trabalho e à Secretaria de Trabalho do governo regional. A secretaria deu razão aos funcionários e ordenou a retirada dos chips, por considerá-los uma forma de controle. 

Segurança
A Schindler não emitiu nota à imprensa. A assessoria de comunicação da filial espanhola informou à BBC Brasil que recorreu da ordem da Secretaria de Trabalho do Governo da Catalunha, afirmando que o sistema “é um mecanismo de proteção e não de controle aos trabalhadores”. “O acelerômetro é um mecanismo de segurança. Se um operário de manutenção sofre um desmaio, perda de consciência ou qualquer problema, o alarme atua como grande ajuda para os técnicos”, disse o diretor de Relações Trabalhistas da Schindler-Catalunha, Juan Carlos Fernández, à imprensa espanhola. 

Mas os funcionários e a USOC não aceitam essa explicação. Em nota à imprensa, o advogado da União Sindical, Luis Méndez, disse que o objetivo da companhia é “controlar os trabalhadores através de um dos piores métodos já vistos, como se estivéssemos em séculos passados”. Segundo o comunicado, a maioria dos trabalhadores que assinaram a denúncia é responsável por inspeções de elevadores e peças nos escritórios e residências dos clientes. Por isso, eles seriam os mais controlados para trabalhar sob pressão e com velocidade. 

Isso justificaria também a inclusão do GPS que indica onde está o funcionário em cada instante, na opinião do advogado. “O dispositivo não é um mecanismo de segurança ou de proteção individual porque não está inserido num plano de avaliação de riscos e resgates de acidentes de trabalho. É um claro exemplo de método de controle e pressão sob os trabalhadores”, diz a nota. 

A União Sindical afirmou ainda que o Ministério de Trabalho já emitiu uma nota de infração à empresa, pedindo a retirada dos microchips dos celulares. O ministério confirmou à BBC Brasil a denúncia e a inspeção, mas respondeu que só haverá pronunciamento oficial quando houver resolução do caso. ( primeiramente , deveriam começar instalando chip no chefe, pra todos saberem que estaria no motel com a secretária.

imagine se a moda pega ? instalar nos  politicos de BRASILIA ja pensou ? vc saber passo a passo o que o nobre picareta anda aprontando ?  ai não querem né ?) 

policiais assistem bandidos morrerem (SP), e mãe descobre clube do sexo (MS)

Policiais não prestam socorro a dois bandidos e ainda se divertem

Um vídeo mostra as vítimas morrerem para depois levar os criminosos para o hospital. Os PMs teriam negado socorro para que os dois homens morressem. O vídeo foi feito após uma perseguição.

http://noticias.r7.com/videos/policiais-nao-prestam-socorro-a-dois-bandidos-e-ainda-se-divertem/idmedia/4e563926fc9b705de79aee9b.html 

( é o tama la da cá, bandido mata, policial mata e assim prosegue eternamente isso, sem uma solução final)

Mãe denuncia clube do sexo entre adolescentes e é ameaçada no MS

O grupo de adolescentes, entre 12 e 16 anos, se reunia na casa de um dos jovens, para praticar orgias sexuais. A mãe de uma das adolescentes flagrou os jovens dançando com roupas íntimas.

http://noticias.r7.com/videos/mae-denuncia-clube-do-sexo-entre-adolescentes-e-e-ameacada-em-campo-grande-ms-/idmedia/4e5639813d14c8130c60ffd3.html 

( e a mulher ta sendo ameaçada de morte ainda é mole ? di menor é fogo heim ? faz e aconteçe e não da em nada.

 ACABA ESTA PORCARIA DE DE MENOR CARAMBA, VÃO ESPERAR O Q ? OS MANOS MATAREM A MULHER P… ?)

trabalho escravo persiste no BRASIL

Trabalhadores encontrados em condições análogas à escravidão em oficina de Americana (SP) (Foto: Divulgação/MPT)Trabalhadores encontrados em condições análogas à escravidão em oficina em Americana (SP)
(Foto: Divulgação/MPT)

Outras seis marcas de roupas, além da grife Zara, foram encontradas nas auditorias feitas pelo Ministério Público do Trabalho de Campinas para apurar a utilização de mão de obra análoga à escravidão nas oficinas de Americana, no interior de São Paulo, segundo a procuradora Fabíola Zani. Ela afirma que as marcas são Ecko, Gregory, Billabong, Brooksfield, Cobra d’Água e Tyrol.

Responsável pelo inquérito que investiga as empresas, Fabíola Zani diz que 50% da produção encontrada nas diligências feitas em maio era da Zara, de propriedade da espanhola Inditex, e, por isso, a denúncia contra ela foi divulgada de imediato. Mas etiquetas dessas outras marcas também foram achadas nas fábricas irregulares. Elas serão incluídas no inquérito, segundo a procuradora.

“Vamos chamar todas as marcas que tiveram etiquetas encontradas para que ajustem a conduta de toda a cadeia produtiva, para que não se encontre trabalho degradante”, diz a procuradora. “Vamos chamá-las para dizer que a situação é grave, para a imagem da própria marca. O que pretendemos é regularizar condutas.”

Trabalhadores encontrados em condições análogas à escravidão em oficina de Americana (SP) (Foto: Divulgação/MPT)Entre os 51 trabalhadores encontrados, 45 são
bolivianos e um é chileno (Foto: Divulgação/MPT)

Segundo João Batista Amâncio, auditor fiscal do Ministério do Trabalho e Emprego que participou das fiscalizações em Americana, foram encontrados 51 trabalhadores em uma única oficina – sendo 45 bolivianos e 1 chileno. “Desses, apenas 12 tinham documentação trabalhista”, diz o auditor. No ato da fiscalização, foram cobrados R$ 150 mil entre direitos trabalhistas e fundo de garantia dos operários.

A procuradora Fabíola Zani lembra o cenário encontrado na confecção: “Galpão improvisado, alojamento com famílias, crianças morando. Tinha botijão de gás dentro do quarto. Eles cozinhavam com risco de incêndio e intoxicação.” Ela diz ainda que havia banheiros coletivos e sem condições de higiene.

“Embaixo, na própria confecção, havia fiação elétrica exposta, uma emendada na outra. Era uma casa adaptada para uma confecção. Um calor insuportável, sem ventilação, iluminação adequada”, afirma a procuradora. Ela diz ainda que foi preciso subir sobre pilhas de roupas e calças jeans para conseguir acessar as áreas.

O que dizem as marcas
Bruno Minelli, responsável pelo desenvolvimento de produto da Brooksfield, informou que “a empresa não compra produtos de nenhum fornecedor em Americana”. Segundo o executivo, que diz não ter sido notificado pelo Ministério Público e só visto o caso pela imprensa, a empresa tenta combater os frequentes casos de falsificação de seus produtos.

Apesar disso, Minelli disse que tem pouca informação para dizer se há peças falsificadas com a etiqueta da marca nas oficinas fiscalizadas em Americana. Ele acrescentou que precisa examinar as roupas pessoalmente para emitir qualquer opinião e ressaltou que a Brooksfield “infelizmente é uma das marcas mais falsificadas do Brasil”. Minelli disse ainda que a marca “não tem fabricação própria e compra as roupas de cerca de 30 fornecedores tradicionais”.

Por meio de nota, a Gregory afirmou: “a empresa não fabrica nenhuma peça que é comercializada nas suas lojas. O serviço é terceirizado por fornecedores e nenhum deles está localizado em Americana”. No comunicado, a assessoria de imprensa disse ainda que a empresa “desconhece esse fato e irá apurar como etiquetas da marca foram parar no local e tomar as devidas providências”.

A Tyrol enviou um comunicado na tarde desta sexta-feira (19) sobre o caso. “A grife Tyrol se mostrou surpresa com a notícia de que etiquetas de sua marca foram encontradas em uma oficina na cidade de Americana. A Tyrol não recebeu nenhuma notificação do Ministério Público e ficou sabendo do fato pela imprensa. A empresa fabrica internamente 90% de seus produtos, os 10% restantes a Tyrol compra de empresas tradicionais do mercado. A Tyrol já está em contato com os seus fornecedores para averiguar como as etiquetas foram parar na cidade de Americana. A Tyrol é uma empresa idônea, com 40 anos de mercado, que sempre prezou pela qualidade das condições de trabalho de seus funcionários.”

Procuradas pelo G1 na tarde desta quinta-feira, Ecko, Billabong e Cobra d’Água ainda não se pronunciaram sobre o inquérito do Ministério Público do Trabalho.

Zara
O grupo Inditex, proprietário da marca Zara, diz que vai revisar em colaboração com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) do Brasil o sistema de produção de seus fornecedores no país para garantir que não haja exploração dos funcionários.

Ao todo, as autoridades brasileiras emitiram 52 autos de infração contra duas subcontratadas que produzem roupas e fornecem para a Inditex no Brasil.

Trabalhadores encontrados em condições análogas à escravidão em oficina de Americana (SP), oficinas não tinham condições de higiene e segurança e funcionavam como alojamentos (Foto: Divulgação/MPT)As oficinas flagradas abrigando trabalho análogo à escravidão, em Americana (SP), não tinham condições de higiene e segurança e funcionavam como alojamentos (Foto: Divulgação/MPT) ( o programa A LIGA da BAND, em seu ultimo programa terça passada, mostrou as condições de trabalho desta empresa ZARA  e outros escravos pelo pais.)