acidente no ITAQUERÃO não deve prejudicar o curintia na abertura da copa

Se depender de atraso na obra causado pelo acidente de ontem, a chance de o Itaquerão não receber jogos da Copa-14, entre eles a partida de abertura, é mínima.

A Folha apurou que a Fifa não tem um plano B e vai aceitar o atraso no cronograma de obras do estádio, que previa entrega em dezembro.

Ao saber que o acidente não afetou as estruturas do estádio corintiano, a previsão dentro da federação é que a obra atrase em 30 dias. Ou seja, deverá ser entregue no final de janeiro ou início de fevereiro, prazo aceito pela entidade, já que ocorreu esse imprevisto na construção.

A Copa só sai do Itaquerão, a reportagem apurou, se laudos da perícia após o acidente concluírem que não há segurança para a arena receber partidas de futebol.

  Editoria de arte/Folhapress  

A Fifa não tem outra opção senão fazer a abertura em São Paulo. E não há opção na cidade. A Arena do Palmeiras não deve ter o gramado ideal em junho. A reforma no Morumbi, a primeira opção para receber jogos na capital paulista, não foi finalizada.

A Fifa descarta tirar a abertura da Copa de São Paulo também porque fará nessa cidade, em junho de 2014, seu congresso anual, quando representantes das 209 associações filiadas estarão presentes. São Paulo é a única cidade, na avaliação da Fifa, com infraestrutura hoteleira para receber o evento.

A Fifa deve bancar o Itaquerão, segundo apurou a Folha, para que o assunto não seja protagonista na próxima semana na Costa do Sauípe, na Bahia, quando serão sorteados os grupos da Copa do Mundo, no dia 6.

No dia 8 de dezembro também recomeça a venda de ingressos, na etapa mais importante de todas, quando a procura é maior porque onde cada seleção vai jogar já estará definido. As pessoas, portanto, precisam saber que haverá jogos em Itaquera.

FALHA HUMANA

Falha humana é a explicação mais provável para o acidente de ontem no Itaquerão.

“As informações dão conta de que houve o tombamento do guindaste. Isso praticamente descarta falha mecânica”, diz Leonardo Roncetti, da TechCon Engenharia.

Segundo o especialista em içamento, o mais provável é que houve algum erro de planejamento da operação ou mesmo alguma falha na operação da máquina.

“De repente, não houve uma investigação aprofundada do solo onde a máquina ficou apoiada”. Segundo Rocetti, o guindaste é um dos três melhores do mundo. ( claro que o estádio vai sediar a abertura da copa, mas nem que fosse pra entregar o estádio pronto a poucoas dias do inicio da bagunça, imagine se SP iria ficar de fora, dar o gosto pra cariocada tb conseguir a abertura ?

imagine milhares de curintianos protestanto pq o ITAQUERÃO não iria mais sediar a abertura, teriamos de chamar  as forças armadas pra conter as bestas feras.)

racha , bebidas e narguilé em MOGI DAS CRUZES (SP)

Polícia já identificou segundo participante da corrida e espera detê-lo

A Polícia Civil localizou neste sábado (28) o Palio que disputava racha na Avenida Japão, em Mogi das Cruzes, Grande São Paulo, e provocou um acidente trágico na madrugada de sábado. Seis jovens, com idades entre 13 e 22 anos, morreram e outros dois se feriram. Os policiais falaram com o pai do suspeito, identificado como Paulo Henrique de Oliveira Mota Batista, comerciante de 23 anos. Um advogado representante do suspeito disse à polícia que ele vai se apresentar segunda-feira na delegacia.

 
O pedreiro Reginaldo Ferreira da Silva, de 40 anos, foi preso em flagrante acusado de ser um dos envolvidos no pega em alta velocidade. “Ele me provocou e eu fui atrás”, disse. No trecho, a placa indica limite de 50km/h.
 
No Monza conduzido por Reginaldo, havia mais quatro pessoas. Em depoimento à polícia, elas afirmaram que o motorista havia ingerido cerveja na festa de onde saíram. O pedreiro forneceu sangue para exame de dosagem alcoólica e disse à polícia que consumiu conteúdo de duas garrafas da bebida. 
 
O acidente aconteceu às 0h30 na região do Conjunto Santo Ângelo. Os jovens estavam sentados à beira da calçada, em um campo de futebol. “É um lugar onde eles ficam sempre, ouvindo funk e fumando narguilé. Não mexem com ninguém”, disse Fátima Maria dos Santos, tia do estudante Lucas Baptista Lopes, de 13 anos, e do ajudante Rebert Nascimento Silvério, de 19, ambos mortos no acidente. 
 
Testemunhas afirmaram que os dois veículos se aproximaram em alta velocidade e se tocaram. “O Monza perdeu o controle e entrou na calçada. Atropelou todo mundo, bateu na árvore e capotou”, disse  Luiz Eduardo Francisco da Silva, de 13 anos. O irmão dele, Ezequiel Eduardo, de 15, foi atingido na perna, mas sobreviveu.
 
Alex, de 22 anos, perdeu a namorada  Patrícia Fontana Rieper, de 19, e o irmão Lucas. Ele estava no local. “Só não morreu porque eu cheguei e pedi que ele fosse me buscar. Ele viu o racha, tentou avisar, mas o telefone não pegou”, disse a amiga Luciene Oliveira. ( o cara estava com mais 4 pessoas e ai foi provocado e foi atras ? o cara bebe, sai dirigindo e ainda arrisca a vida dele e mais 4, por uma provocação ?
e os jovens fumando NARGUILÉ ? pra quem não sabe é aquele troço que os muçulmanos fumam, basta por no google e vc saberá, mas o que tinha neste narguilé heim ? )

acidente de avião no JD SÃO GUILHERME, 4 meses de lenga lenga.

Quase quatro meses depois de ter a sua casa completamente destruída por uma pequena aeronave que caiu no bairro Jardim São Guilherme, o operador de empilhadeira Miguel Aparecido Galdino e sua esposa Deise ainda amargam os prejuízos morais, materiais e psicológicos provocados pelo acidente inimaginável, que matou o piloto e o copiloto. Excluindo o fato de não ter sofrido qualquer dano físico, já que nenhum dos dois estava em casa no momento da queda do avião, o casal lamenta o fato de, mesmo sendo vítima, ter de arcar com todos os gastos para a reconstrução do imóvel, já que uma eventual indenização depende da conclusão das investigações da polícia civil e Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), além do trâmite burocrático do processo judicial. “Até hoje não fui procurado por ninguém. Estou tentando reconstruir minha vida e minha casa. Para isso, eu e minha esposa estamos trabalhando o dobro, fazendo horas extras, inclusive aos sábados. Também estou contando com o auxílio de amigos para voltar a ter onde morar”, relata Galdino, que luta para reformar sua residência. 

O imóvel teve a garagem, toda a parte superior e o telhado destruídos. “A laje ficou comprometida, assim como o telhado e garagem. Para você ter uma ideia, deixo meu carro guardado na casa de uma vizinha”, afirma.

Galdino prefere não falar em valores, já que ainda não imagina quanto irá gastar para concluir a reforma e reconstrução de parte do imóvel. “Estou guardando as notas, mas estamos endividados e só conseguimos manter a obra em andamento porque temos o apoio de amigos”, comenta o operador de empilhadeira. 

Ação na justiça

Como não foi procurado pelo proprietário do avião, trinta dias após o acidente Galdino nomeou a advogada Neusa Norma Mello Valente para representá-lo. Desde então, ela acompanha as investigações realizadas pela Polícia Civil e o Cenipa. “O processo corre em segredo de justiça, por isso pelo menos por enquanto não posso fornecer muitas informações. Mas estamos aguardando laudos periciais do Cenipa e conclusão do inquérito policial. Ainda não calculamos valores, mas meu cliente pedirá ressarcimento por danos morais e materiais”, afirma a advogada. 

“Ele está sofrendo um transtorno muito grande, inclusive é alvo de questionamento diário por parte de curiosos que passam pelo local”, diz Neusa Valente. 

“Infelizmente, não é possível estimar prazo para que ele (Galdino) seja ressarcido, já que o andamento do processo depende de muitas variáveis como a conclusão e emissão de laudo pericial”, informou a representante da vítima. 

No 8º Distrito Policial, onde foi aberto inquérito para investigar o acidente aéreo, também há poucas informações disponíveis sobre o caso. “Estamos aguardando um laudo complementar do Cenipa. Por isso, pedimos prazo maior no Fórum, para concluir o inquérito”, informou um escrivão da unidade policial. 
O jornal Cruzeiro do Sul entrou em contato com o Cenipa para questionar qual a previsão de tempo para a conclusão das investigações. Um oficial que estava de plantão informou que o responsável pelo caso encontra-se de licença médica e que só retornará ao trabalho na próxima semana.( e pelo jeito vão esperar muito uma talvez indenização, já que ta o empurra empurra, e pq segredo de justiça ? o que tem pra esconder ?

se os 7 mortos do PÁTIO CIANÊ , tão empurrando com a barriga, imagine este caso ai,é tant laudo, só falta pedir laudo pra SÃO PEDRO das condições climáticas daquele dia. )

acidente entre entregador e taxista ontem em SOROCABA, podia ser a pressa

o rapaz caído ai, é entregador de refeição, se não me engano, isso ai deve ser aquela velha mania de entregador ter de sair a toda velocidade, pois tem de entregar logo, é pressionado pelo patrão, posso estar enganado mas tem jeito de ser isso, afinal não sei de quem é a culpa do acidente, dele ou do taxista.

acidente com jet ski pode acabar em pizza, claro jet ski é pra quem tem grana né ?

indenização, sim. Prisão, não. É assim que pode terminar, após o devido processo legal, o acidente de jet ski que envolveu um garoto de 14 anos na morte de Grazielly Almeida Lames, 3, em Bertioga, litoral paulista. O acidente aconteceu no último sábado (18) e, apesar da comoção gerada pelo caso, a tendência é de que o adolescente ou os responsáveis por ele não sejam detidos.

Grazielly morreu na beira do mar após ser atingida, na cabeça, por um jet ski desgovernado. Segundo o advogado da família do adolescente, Maurimar Bosco Chiasso, o jovem não estaria pilotando o equipamento dos familiares e apenas o ligou “por curiosidade” quando estava próximo a casa do padrinho –onde passava o feriado– com um amigo. Testemunhas, contudo, afirmam terem visto o garoto pilotando o jet ski antes do acidente.

Para especialistas ouvidos pelo UOL, os adultos responsáveis pelo adolescente poderão sofrer sanções na área cível, ou seja, pagar indenização à família da vítima. O homicídio culposo (sem intenção de matar), como está sendo tratado o caso, não levaria o ocupante do jet ski à internação na Fundação Casa –que lida com menores no Estado de São Paulo. “Fundação Casa se aplica a menores de outro tipo, que cometem ações ilegais deliberadamente. Não parece ser o caso”, afirma o advogado Jonatas Lucena, especialista em casos como esse.

De acordo com a criminalista e procuradora de Justiça Luiza Nagib Eluf, “a responsabilidade inicial é do dono do jet ski e da fiscalização da Marinha na praia, na esfera cível”. “O garoto de 14 anos não sofreria medida socioeducativa porque, claramente, se trata de um homicídio culposo”, disse Eluf. “Ele deve ser levado a um juizado que trate do assunto, mas não acho que vai ficar sujeito a qualquer sanção.” Para Lucena, o garoto pode ser obrigado a frequentar um psicólogo ou fazer algum curso, por exemplo.

Jonatas Lucena também duvida de sanções na esfera penal. “Isso não vai gerar pena nem se eles [a família] realmente tiverem escapado com o garoto sem prestar atendimento”, disse. “Podem alegar que foi uma atitude de desespero, o que é bastante normal em acidentes desse tipo. O provável é que não haja prisão nesse caso.”

Se as autoridades, porém, entenderem que os responsáveis tiveram relação direta com o acidente, a situação pode acabar em condenação penal, como aconteceu em um caso semelhante em Chapecó (SC). Em junho de 2011, a 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Santa Catarina confirmou uma condenação imposta a dois homens depois que, em 2005, um jet ski desgovernado atropelou duas pessoas e provocou a morte de uma criança de 7 anos. O equipamento era dirigido por um garoto de 10 anos.

Foram condenados o pai do menino e o dono do jet ski: após recurso, ambos foram considerados responsáveis pelo homicídio culposo. “Enquanto o dono se mostrou imprudente ao disponibilizar o jet ski ao menor sem qualificação técnica e, principalmente, sem conhecimentos elementares e básicos para que conduzisse a embarcação, o pai do garoto foi negligente, pois não teve o dever de vigilância necessário, ao permitir que seu filho guiasse sozinho a embarcação causadora de todo o acidente, restando caracterizadas suas culpas no evento”, disse o desembargador Moacyr de Moraes Lima Filho na decisão.

A pena foi fixada em dois anos de detenção para cada acusado, mas elas foram substituídas por duas medidas restritivas –prestação de serviços comunitários e pagamento a entidades assistenciais da cidade.

Entenda

Grazielly Almeida Lames, que visitava o mar pela primeira vez, brincava com a mãe na área rasa da praia quando o jet ski, desgovernado e sem ninguém ao controle, a atingiu na cabeça. Ela foi levada de helicóptero ao Hospital Municipal de Bertioga, com traumatismo craniano, mas chegou já morta.  Uma jovem que estava perto da menina também acabou sendo atingida pela embarcação –ela sofreu apenas escoriações na perna esquerda.

Jet ski estava desgovernado

  • Reprodução de TVFoto mostra o jet ski usado pelo jovem

O jovem que estaria dirigindo o jet ski fugiu do local e ninguém prestou socorro. A família dele, que estaria no mesmo condomínio onde estavam hospedados os parentes de Grazielly, teria saído do local de helicóptero. Essa informação, porém, não foi confirmada. Os policiais disseram que chegaram a procurá-los, mas a casa estava vazia.

O enterro de Graziele aconteceu na manhã de segunda-feira, em Arthur Nogueira (interior de São Paulo), onde a menina morava com os pais.

Depoimento à polícia

O adolescente de 14 anos acusado de pilotar o jet ski será apresentado pelo advogado da família ao delegado titular de Bertioga na próxima quinta-feira (26). A informação foi dada ao UOL pelo delegado de plantão de Bertioga, Marcelo Rodrigues.

“As investigações estão no início, ninguém pode afirmar como foi exatamente o acidente, dizer que o jovem estava pilotando o jet ski ou se apenas havia ligado o veículo”, afirmou Rodrigues.

De acordo com ele, também não é possível afirmar se o outro adolescente, de 12 anos, mencionado por algumas pessoas que estavam na praia no momento do acidente, estaria na garupa do jet ski. 

“Ainda estamos colhendo os depoimentos de testemunhas e de outras pessoas indiretamente envolvidas. Na quinta, vamos ouvir o adolescente”, disse o delegado de plantão.

Fiscalização

As Normas da Autoridade Marinha (Normam) determinam que embarcações motorizadas trafeguem a, no mínimo, 200 metros da arrebentação.

A Capitania dos Portos de São Paulo informou que instaurou um inquérito administrativo sobre o caso, com prazo de 90 dias para a conclusão.

Segundo a Capitania dos Portos, há 51.500 embarcações miúdas –com menos de cinco metros de comprimento– registradas no 8º Distrito Naval, que abriga o Estado de São Paulo.

Em 2011, foram registrados nos municípios da Baixada Santista (Bertioga, Guarujá, Santos, São Vicente, Cubatão, Praia Grande, Mongaguá, Itanhaém e Peruíbe) três acidentes envolvendo jet ski. A Capitania dos Portos de São Paulo afirma que realiza fiscalização das praias paulistas com frequência, de acordo com as “Normas de Segurança de Tráfego Aquaviário”. O fiscalização, diz o órgão, é intensificada durante o verão.

Desde 15 de dezembro, a capitania inspecionou 525 embarcações e fez 149 notificações. Quatro embarcações foram apreendidas e cinco inquéritos administrativos foram abertos. Trafegar sem habilitação está entre as infrações mais cometidas por usuários de jet ski, segundo a capitania.

Local do acidente

  • Arte UOL
  •  ( ainda bem que pobre não pode pegar jet ski senão mofaria na cadeia, claro que sendo de menor e familia que pode , o caso acabaria como em pizza  oras.

sendo de maior, paga fiança e o processoa acaba sendo empurrado pra uma sala cheia de milhares de processos, ai se perde ali no meio, vai ser julgado daqui a quantos anos ou talvez nunca , pois já terá prescrito.)