caso TAYNÁ, outra jovem é achada morta a 1 km do primeiro crime


Outra jovem é encontrada morta a 1 km de onde polícia achou corpo Tayná no Paraná

A polícia do Paraná encontrou na terça-feira (23) o corpo de outra garota a cerca de um quilômetro do local onde foi ocultado o cadáver de Tayná Adriane da Silva, 14, em Colombo (região metropolitana de Curitiba). 


Jennifer Priscila de Oliveira, 20, trabalhava em uma ótica na cidade e havia desaparecido após dizer a amigas que iria a um churrasco. 


A reportagem apurou que a polícia encontrou sinais de violência sexual no corpo de Jennifer, cujo corpo foi encontrado vestido – tal qual o de Tayná. 


Ainda não se sabe, porém, se Jennifer foi morta no local ou apenas teve seu cadáver levado para lá. 


Ainda que por precaução, a polícia busca indícios da possível ligação entre uma e outra morte. ( será o mesmo cara ? agora a policia tem o dever de esclarecer os dois casos e MOSTRAR O VERDADEIRO CULPADO ou culpados.

se for o mesmo,ele se sente a vontade, depois da  presepada da prisão e tortura de 45 suspeitos e que foram soltos pois nada foi provado contra eles e os policiais e delegados afastados e presos.

antes que a cidade exploda em fúria, resolvam logo estes casos.)

caso TAYNÁ ADRIANE DA SILVA, não foi achado sêmen dos suspeitos no corpo dela.

Tayná Adriane da Silva, 14: polícia ainda não sabe se libertará suspeitos

Tayná Adriane da Silva, 14: polícia ainda não sabe se libertará suspeitos

O sêmen encontrado nas roupas da adolescente Tayná Adriane da Silva, 14, encontrada morta no último dia 28 em Colombo, região metropolitana de Curitiba, não é de nenhum dos quatro suspeitos presos, informou nesta terça-feira (9) a Secretaria de Segurança Pública do Paraná.

Segundo a polícia, eles teriam confessado que estupraram e mataram a garota. Os quatro participaram, inclusive, das buscas pelo corpo da garota. Os suspeitos são funcionários de um parque de diversões instalado na cidade –que foi queimado por moradores, revoltados com o caso, após a divulgação da prisão dos suspeitos.

A cúpula da Segurança Pública não informou se os quatros serão, agora inocentados, ou se permanecerão presos.

Cid Vasques, secretário de Segurança Pública, está reunido, na manhã desta terça, com os delegados Agenor Salgado, chefe da Divisão Metropolitana da Polícia Civil, Fabio Amaro, responsável pela investigação, e Silvan Pereira, que prendeu os suspeitos e afirmou que eles confessaram o crime. O MP (Ministério Público) também participa da reunião.

Ao chegar à reunião, Salgado disse que pode ter havido “erro da polícia”, mas disse acreditar no envolvimento dos suspeitos.

Também participa da reunião a perita Jussara Joeckel, do IC (Instituto de Criminalística), responsável pela análise do local onde o corpo de Tayná foi encontrado. Na semana passada, ela já dissera que não havia sinais de estupro, pela maneira como a garota estava vestida.

A afirmação foi desautorizada por Amaro, que, na sexta-feira (5), reafirmou convicção na culpa dos suspeitos e que eles haviam confessado os crimes. Na chegada à reunião, Jussara reafirmou que não vê indícios de abuso sexual.

“Não há marcas de estupro ou abuso, nem fissuras”, falou, a jornalistas presentes ao local. No entanto, ela afirmou que havia sêmen nas roupas da menina.

Apesar disso, e a partir de alegados depoimentos dos suspeitos, os delegados chegaram a revelar à imprensa detalhes de como os estupros teriam sido cometidos.( isso pode ser resultado de má investigação, ou intenção de acusar mesmo a qualquer custo só pra resolver logo o caso, afinal os quatro são pobres.

sob ameaça de colocarem drogas na casa da esposa ou de parentes e pau de arara, qualquer um confessa , pode ser isso não ? o jeito é uma investigação mais detalhada e completa, mas a policia da cidade já está comprometida, então de haver investigação de outras áreas.)