apocalipse no RJ, saúde está um caos, mas carnaval, olimpiádas ta garantido né ?

Funcionários barram a entrada de pacientes na UPA da Tijuca (Crédito: Frederico Goulart / CBN)

Funcionários barram a entrada de pacientes na UPA da Tijuca
Crédito: Frederico Goulart / CBN
Por Nathalia Toledo

Eles também reaproveitam materiais que deveriam ser descartáveis para conseguir realizar atendimentos na rede pública. Alguns chegam a desembolsar mais de R$ 3 mil. Para especialistas, a crise no setor não é financeira, mas de gestão.

‘Falta tudo. Falta material humano, falta material de alta complexidade e faltam insumos básicos’, relata uma médica.
Como trabalhar num cenário desses? Médicos que enfrentam diariamente a crise financeira que assola a saúde pública do Rio de Janeiro respondem: são profissionais da ciência que se veem obrigados a lançar mão de um lado artístico – a arte do improviso.
‘Acaba que a gente faz uma medicina de guerra, que era antigamente o pessoal se virando. E isso deixa um profissional desgostoso de trabalhar. Você está ali, sabe o que fazer, você sabe como dar um suporte melhor para esse paciente, mas nem sempre você consegue. Na maioria das vezes, você está com a mão amarrada e você tem que optar pelo que o hospital te propõe. A gente tem que tirar do nosso bolso para ajudar’.
 
 
Esse é o relato de um médico que trabalha nas três esferas de governo. Nos hospitais municipais, estaduais ou federais, o sucateamento da saúde pública fluminense gera prejuízos não só para os pacientes.
 
 
 
Hospital Getúlio Vargas funcionando em esquema de emergência apenas para casos gravíssimos (Rafael Moraes / Agência O Globo)
 
 
 
Alguns profissionais chegam a desembolsar R$ 3 mil. É o caso de uma médica residente do Hospital Antônio Pedro, da Universidade Federal Fluminense, na Região Metropolitana. O valor foi usado para comprar um kit básico de instrumentos para realizar operações oftalmológicas. Os do hospital são inutilizáveis. Além desse custo, a médica, que prefere manter o anonimato, conta que sua equipe junta dinheiro regularmente para conseguir medicamentos, material de assepsia, campo cirúrgico e até agulhas – tudo em falta no hospital.
 
 
 
‘Às vezes a gente divide e sai em torno de R$ 60 por pessoa, mas isso dura dependendo da quantidade de cirurgias que a gente faz. Porque quanto mais a gente opera, mais gasta e mais a gente tem que comprar. Recentemente, a gente teve que comprar agulha para fazer uma anestesia ideal em um paciente. E ele nem sabe que a gente compra esse material’, denuncia.
 
 
Mas nem sempre é possível tirar dinheiro do próprio bolso para comprar insumos básicos. Muitas vezes, médicos chegam a reaproveitar materiais que deveriam ser descartáveis. Um cardiologista da UTI do Hospital Estadual Albert Shweitzer, na Zona Oeste do Rio, relata ainda que, na falta de algum instrumento, médicos improvisam utilizando outro, que teria uma função diferente.
 
 
‘A gente botaria um cateter na artéria radial, por exemplo, mas aí não tem. Então a gente usa o cateter da artéria femoral na femoral. E às vezes também você põe um outro tipo de cateter dentro da artéria. Seria um cateter para colocar na veia e você usa na artéria’.
 
 
O diretor da Associação dos Médicos Residentes do Rio de Janeiro, Eduardo Pimenta, que trabalha no Hospital Universitário da UFRJ, na Zona Norte, fala em revolta diante de tanta limitação. Para ele, com ou sem crise, a saúde nunca é tratada como uma prioridade.
 
 
‘Apesar dessa crise política e social, a gente sabe que não é apenas uma falta de dinheiro propriamente dita. No final, lá no fundo das contas, existe dinheiro, mas ele não está sendo investido na saúde. Se há pagamento de dívidas, se há prioridade para eventos olímpicos, a gente não tem nada contra eventos olímpicos, só que não pode acontecer isso e não ter nenhum incentivo para a saúde’.
 
 
Segundo o professor da Fundação Getúlio Vargas e médico especialista em gestão de saúde Rubens Baptista Júnior, a saúde pública do Rio e de todo o país só tem uma saída, e ela não é financeira.
 
 
 
‘O que nós precisaríamos é uma gestão profissional, colocar profissionais para gerir. Gente que entende de saúde e entende de administração’.
 
 
Na última semana, o Ministério da Saúde autorizou a liberação de R$ 45 milhões para ajudar a conter a crise da Saúde Pública do RJ. O valor, que será disponibilizado em parcela única, deve ser usado para tentar normalizar os atendimentos nos hospitais estaduais e regularizar o pagamento dos funcionários e compras de insumos.
 
( pelo jeito esta coisa toda começará a ser resolvida perto das olimpiádas né , pq afinal o turista pode precisar de atendimento.
 
ou vai ter só pra ele e o carioca pobre que se dane ? mas réveillon teve, museu do amanhã muitos foram lá, e claro o carnaval que deve agitar como sempre a cidade.
bem povo banana é isso.)

apocalipse now, vem ai o bolsa mãe solteira, bolsa parideira é mais apropriado.

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O leque de benefícios aos cidadãos está prestes a ser ampliado. A Câmara dos Deputados analisa um projeto que garante um auxílio de até R$ 300 à mãe solteira que não tiver condições de se sustentar. O benefício será custeado com recursos do Orçamento Geral da União e ainda será variável de acordo com o valor da renda constante da declaração de hipossuficiência da mãe.

Marcelo Aguiar é o autor do  projeto que garante benefício às mães solteiras

O Projeto de Lei 6475/13 é do deputado Marcelo Aguiar (DEM-SP) que entende ter o dever de ajudar mães em condições de miséria. “A ajuda financeira é um recurso de apoio significativo para muitas mães solteiras que são incapazes de prover o sustento de um filho sem a figura do pai e, por isso, necessitam desse auxílio governamental”, argumenta o deputado. O texto não esclarece o prazo que o benefício será pago.

O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

( é tanta bolsa, bolsa esmola, bolsa crime, bolsa isso bolsa aquilo, da onde vem tanto dinheiro pra tanta bolsa ? o pais aguenta ? vc trabalha e paga por tudo isso , presencia vagabundos serem defendidos pela ministra do direitos dos manos, e agora isso ?

as feministas nada protestam ? esta bolsa é mais uma maneira de dominar o corpo da mulher, ah ela ao invés de abortar vai querer a bolsa pra criar seu filho não planejado é isso ?  fora os filhos do carnaval que nascerão em dezembro, a escola de samba unidos pra achar o pai já desistiu , é mais fácil recebe a tal bolsa.

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QUEM SOBREVIVER VERÁ.

apocalipse em SOROCITY , aumenta o numero de meninas grávidas

O número de meninas de até 18 anos que tiveram filhos em Sorocaba vem aumentando ano a ano, conforme dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad). O levantamento mostra que, em um período de quatro anos, o número de adolescentes que se tornaram mães na cidade teve um crescimento de 11,5% – foram 810 jovens em 2009, 845 em 2010, 857 em 2011 e 903 em 2012. O índice é bem superior à média brasileira, que, no período, teve alta de 1,1%, e do Estado de São Paulo, que caiu 0,9% entre 2009 e 2012. Além disso, enquanto os dados nacionais e estaduais apresentam momentos de queda, de um ano a outro, as estatísticas entre as sorocabanas apontam que o número de adolescentes grávidas só cresce na cidade.Daiane Milena da Silva, de 16 anos, tinha um sonho para a sua vida: ser mãe de uma menina. Porém, o que ela não esperava era que isso se realizasse tão cedo, já que engravidou quando tinha 15 anos. “Foi do jeito que eu sempre sonhei, porque tive uma menina, a Emanuelly, que hoje tem oito meses. Mas aconteceu tão rápido”, diz ela. Essa situação se agravou ainda mais por ela ter uma vida, em suas palavras, “complicada”. “Eu não tive apoio nenhum durante a gravidez, fiquei sozinha o tempo todo”, relata. Isso aconteceu porque a maioria dos membros de sua família, inclusive sua mãe, se encontram no sistema prisional. O pai da criança, que não quis assumi-la, também está preso. Com isso, o jeito foi procurar ajuda em projetos de assistência social. “Não tive nenhuma ajuda da minha família. Minha mãe, que eu sinto muita falta dela, foi presa quando eu estava grávida de três meses. Faz um ano e meio que não a vejo, por isso, até hoje ela não conseguiu conhecer a neta dela”, diz Daiane, com lágrimas nos olhos, lembrando de tudo o que ela já passou.

Mesmo que a gravidez não tenha acontecido como em seus sonhos, já que ter um filho durante a adolescência traz muitos problemas psicológicos, Daiane acredita que Emanuelly tenha chegado na hora certa. Isso porque ela vê a filha como uma espécie de redenção. “Eu já fui presa também (passou pelo processo de reabilitação social para menores de 18 anos) e usava drogas, até descobrir que estava grávida. Mas aí comecei a refletir e pensei que aquela criança que estava dentro de mim não tinha pedido para estar ali, não tinha pedido para usar drogas e nem para viver no mundo que vivia. Por isso, eu decidi parar com as drogas, para tentar dar uma vida melhor para minha filha”, constata a adolescente. 

Atualmente, Daiane vive em uma casa abrigo da Associação Lua Nova, que acolhe meninas e mulheres em situação de risco social, oferecendo todo o apoio psicológico e assistencial, tentando lhes dar uma oportunidade de melhorar as condições de vida. Ela diz que é grata por tudo o que está recebendo no local, mas não pretende ficar ali para sempre. Daiane revela que gostaria de voltar a estudar – ela parou de ir à escola quando estava no 6º ano – e conseguir um bom emprego. “Minha filha me mudou bastante. Não sei o que seria de mim se eu não tivesse ela. Por isso, agora quero recomeçar tudo e dar um futuro para minha filha”, afirma.

Apoio psicológico é fundamental

A psicóloga e professora da Universidade de Sorocaba (Uniso), Ana Laura Shliemann, relata que a gravidez na adolescência pode ter um impacto muito grande na vida social de quem passa por essa situação. Porém, ela destaca que a parte da vida dessas meninas que mais sofre afetações é a educacional. “Quando elas descobrem que estão grávidas ainda estão na escola, por isso, a primeira coisa que muitas fazem é parar de estudar e depois não voltam mais. Aí vem um problema social grande, porque se a menina não se forma em nada, não tem estudo, ela acaba ficando com os empregos mais simples, de menor gratificação financeira e acaba tendo uma vida muito regrada”, analisa a psicóloga.

Ana Laura teve bastante contato com adolescentes grávidas quando trabalhou por um tempo na rede pública de saúde. Por isso, ela revela que, na maioria dos casos, a gravidez aconteceu por dois motivos: um desejo de independência e o fato de as adolescentes não terem muita segurança em seus atos, por acreditarem que nada de mal iria acontecer. “Ou ela está querendo muito sair de casa, ter sua própria vida, ou então vem daquele famoso pensamento dos adolescentes, de que “em mim não pega nada”.” Além disso, a psicóloga relata que existe uma versão mais moderna que motiva a gravidez nessa fase da vida. “Em camadas sociais menos favorecidas, as meninas também buscam engravidar de alguém poderoso, como o chefe do tráfico, para ter um certo status.”

Apesar de elencar esses motivos, que envolvem apenas as meninas, a professora da Uniso destaca também que, muitas vezes, os pais dessas adolescentes também podem ter um pouco de culpa. “Porque eles não realizaram o acompanhamento necessário durante a adolescência de suas filhas, não prestaram atenção nos sinais de que isso poderia acontecer ou, então, não tiveram uma conversa aberta sobre sexualidade e os modos de prevenção”, diz ela. 

Como passar por uma gravidez em uma época em que a menina precisaria estar na escola, se descobrindo e percebendo toda a complexidade que a vida apresenta, Ana Laura revela que todo o tipo de apoio é necessário. “Sabemos que, em 90% dos casos, a reação dos pais é o desespero. Mas passado esse primeiro momento, é preciso o apoio do adulto. Ter um acompanhamento psicológico também é fundamental, pois a menina passa de filha para mãe, então, o psicólogo ajuda muito a entender todo esse processo. É importante também que elas passem por grupos terapêuticos, onde as meninas que passam pela mesma situação possam ter com quem compartilhar as experiências”, ressalta. 

Ana Laura também gosta de salientar, sobre essa questão, que defende que a menina grávida não se case só porque vai ter um filho com um rapaz. “Porque daí, ela vira esposa, tem que cuidar da casa e do marido, além de cuidar dela mesma. É muita experiência nova de uma vez só”, conclui.

Brasil e SP têm índices estáveis

As estatísticas do IBGE em relação à gravidez na adolescência apontam que os índices registrados no Brasil e no Estado de São Paulo são mais estáveis que os de Sorocaba. Em todo o Brasil foram registradas 380.619 gestações em meninas com menos de 18 anos em 2009, número que caiu para 371.382 em 2010, voltou a 380.087 em 2011 e subiu para 384.889 em 2012. No período, a variação foi de crescimento de 1,1%. 

Já no Estado de São Paulo, foram 65.100 adolescentes grávidas em 2009, volume que caiu para 63.052 em 2010 e teve índices de 63.874 em 2011 e 64.578 em 2012. No período, a queda foi de 0,9%.

Projeto Gerações oferece apoio a meninas em risco psicossocial 

Um meio que as meninas que engravidam na adolescência possuem para ter apoio durante essa fase difícil de suas vidas é procurar atendimento no projeto Gerações, mantido pela Prefeitura de Sorocaba. Trata-se de um trabalho orientativo, em que as adolescentes que passam pelo atendimento na rede pública de Saúde possam saber das responsabilidades que devem assumir ao passar por essa situação. Com isso, as profissionais envolvidas no projeto esperam que as meninas disseminem essas informações e alertem as outras jovens e adolescentes de sua comunidade, fazendo com que diminuam os números de gravidez na adolescência.

O projeto Gerações trabalha com gestantes que estão em risco psicossocial, principalmente as adolescentes de baixa renda. Elas recebem os aconselhamentos e orientações dentro das Unidades Básicas de Saúde (UBSs) da cidade. Nesses locais existem psicólogos de prontidão para aconselhá-las de como continuarem suas vidas, mesmo tendo sido abandonadas com uma criança no colo. Além da parte psicológica de toda essa situação, as adolescentes contam, também, com atendimentos de saúde, como de odontologistas e ginecologistas, estes últimos que ressaltam a importância de se fazer um pré-natal corretamente, para garantir um bom desenvolvimento do bebê.

Como grande parte das gestantes adolescentes que passa pelo Gerações acaba abandonada por seus parceiros, o projeto também visa ajudá-las a criar algum tipo de renda, para que possam se sustentar e sustentar os seus filhos.

O projeto Gerações atende nas UBSs dos bairros Júlio de Mesquita Filho, Central Parque, Nova Esperança, Cerrado, Wanel Ville, Lopes de Oliveira, Parque São Bento, Vila Sabiá, Vila Barão, Habiteto e Jardim Simus. A ação da Prefeitura também possui profissionais atuando na Policlínica.

Número de meninas grávidas em Sorocaba

2009
Menos de 15 anos – 37

15 anos – 97
16 anos – 166
17 anos – 211
18 anos – 299
TOTAL = 810

2010
Menos de 15 anos – 33

15 anos – 96
16 anos – 173
17 anos – 234
18 anos – 309
TOTAL = 845

2011
Menos de 15 anos – 37

15 anos – 93
16 anos – 176
17 anos – 271
18 anos – 280
TOTAL = 857

2012
Menos de 15 anos – 45

15 anos – 99
16 anos – 160
17 anos – 278
18 anos – 321
TOTAL = 903
 

( um pais que tem MC CATRA como referência se espera o que ? se bem que isso vem de anos e anos, mas esta politica de 18 anos é que ta acabando com o país.
ah não se discute sexo, ah ela só tem 13, meu filho é um menino ainda, ah os jovens nção devem saber de certas coisas, ah não sabem é calro, mas já fazem né ? povo hipócrita e sem noção.
o BRASIL gasta 7 bilhões ao ano em gravidez precoce , e quem engravida cedo, volta a engravidar de novo mais tarde.)

apocalipse em dezembro, subfamilias fingem ser sem teto, só pra ganhar doações

Assim que a folhinha do calendário vira e dezembro chega, famílias que moram em apartamentos na periferia de São Paulo deixam seus lares para morar um mês na rua, como se fossem sem-teto.

O lugar escolhido é o Glicério, no centro. A região é conhecida por altos índices de criminalidade e de uso de drogas, mas é estratégica durante o Natal.

“Todo ano, quando terminam as aulas das crianças, a gente vem para aqui para ganhar presentes e outras doações”, diz a dona de casa Silvia Ferreira Andrade, 38.

Ela e ao menos outras cinco famílias passam um mês a 25 km do conjunto Cingapura, onde moram em São Mateus (zona leste), atraídas pela onda de solidariedade típica desta época do ano. Outra família veio de Ferraz de Vasconcelos, na Grande SP.

“Os carros passam aqui, deixam brinquedos para nossos filhos, dão marmitex. Outros pegam medidas para trazer roupas depois. Fazemos isso porque não temos dinheiro para comprar essas coisas. É nossa única opção.”

Silvia está acampada com os quatro filhos no Glicério desde o início do mês. Segundo ela, em São Mateus, onde mora, quase ninguém faz doações,pois muitas famílias vivem situação semelhante.

As doações escasseiam normalmente na noite de 25 ou 26 de dezembro, e as famílias deixam o Glicério.

Acampar na calçada, bem embaixo de um viaduto, impõe dificuldades. Para tomar banho e ir ao banheiro, as famílias recorrem a associações, a uma tenda da prefeitura na região e a igrejas.

Algumas preparam as refeições em fogueiras improvisadas com tijolos e álcool. “Eu trouxe um fogãozinho de duas bocas e um botijão de casa para facilitar”, conta Adriana de Souza, 36.

Cássia Aparecida Isabel, 38, é uma das mais “experientes” do grupo. “Venho com minha família faz tempo. Uma das minhas duas filhas tem 20 anos e acampa comigo desde os 6.”

Os funcionários da prefeitura estão acostumados com a situação e apenas impõem algumas regras, diz ela. “Pedem para que a gente não faça bagunça. Então montamos nossas coisas e, antes de sair, deixamos tudo limpinho.”

CRIANÇAS

Editoria de Arte / Folhapress

Apesar disso, o grupo não está livre das ações da prefeitura. Anteontem de manhã, uma operação levou sete barracos e os filhos de Carolina Maria Lima, 46: uma menina de 11 anos e um garoto de 9.

“Quando cheguei, as crianças já tinham sido levadas pelo Conselho Tutelar, que disse para eu procurar a Justiça para ter meus filhos de volta. Fui ao [fórum] João Mendes duas vezes, mas um promotor disse que o processo ainda nem foi lido. Até agora [tarde de ontem] não consegui ver os meus filhos.”

Moradora de Ferraz de Vasconcelos, Carolina afirma que estava na empresa de reciclagem onde trabalha –a cerca de cem metros do acampamento– quando os garotos foram levados. “Fiquei desesperada. Eles estudam, têm documentos e não estavam fazendo nada de errado”, diz.

“Têm que ir na Cracolândia, não mexer com a gente, que não usa drogas e mantém nossos filhos na escola.”

Genaro Ferreira de Lima, funcionário do conselho que participou da ação, disse que as famílias já são conhecidas, mas não aceitam ajuda.

“Abrigamos duas crianças, e o resto fugiu. Eles [pais] usam as criancinhas para arrecadar dinheiro e ganhar cesta básica. Recebemos várias denúncias e temos autorização para fazer as ações.”

O subprefeito da Sé, Maurício Dantas, disse que essas famílias ficam nesse local para pedir dinheiro no semáforo, com muitas crianças.

“Acionei a Secretaria de Assistência Social e pedi para fazer abordagens, mas as pessoas recusaram o abrigo.”  ( abrigo ? as pessoas não são sem teto, e não podem expulsar dali, uma pq voltam e tem o direito de ir e vir, ai ficam ali, de malandragem.

ai depois do fim de ano voltam pra suas casas ou barracos sei lá, e  pior, vão fazendo filho, uma ai falou que não tem grana, mas tem 4 filhos ?)

http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2013/12/1387693-familias-deixam-casas-e-acampam-no-centro-atraidas-por-doacoes.shtml  cliquem no link e vejam mais fotos do apocalipse.

trânsito da zona norte de SOROCABA ta igual ao de SP, ih jacaré, vai vendo o restante da cidade como já ta tb.

Os motoristas que passam pelas principais avenidas da Zona Norte de Sorocaba estão se sentindo como se estivessem em São Paulo na hora do rush. Em qualquer horário do dia a lentidão nas avenidas Itavuvu, Ipanema e Ulysses Guimarães assusta. Um percurso de 3,5 quilômetros que pode ser feito em cinco minutos, demora quase uma hora.

O taxista Sinézio Magalhães de Arruda, 39 anos, revela que os colegas de profissão estão fugindo das corridas nesta região da cidade. “Estou há oito anos no ramo e me lembro que a avenida Itavuvu era muito tranquila para dirigir. Dias atrás cronometrei o tempo que levaria para andar dois quilômetros, entre o número 350 até o Shopping Cidade. Demorei 45 minutos. Inacreditável.”

Para ele, o trabalho dos agentes de trânsito é ineficiente. “Eles respeitam o tempo do semáforo, mas deveriam liberar a passagem dos veículos que estão na faixa parada”, sugere.

Já o engenheiro Reinaldo Miguyi, 39, passa pelas avenidas Itavuvu e Ipanema diversas vezes na semana. “O governo deveria investir mais em transporte público para que menos carros saiam às ruas.”

O eletricista Renato Vieira Rodrigues, 25, atravessou a Zona Leste para conhecer o novo shopping. “Acho que o trânsito em toda a cidade está complicado”, destaca.

Vizinhos/ Para quem mora próximo às principais vias da Zona Norte está difícil se acostumar com o movimento e o crescimento daquela região.

Moradora do Parque Laranjeiras, Severina Braga Silva, 60, afirma que após a inauguração do shopping ficou complicado sair ou chegar em casa. “A área de transferência de ônibus deveria ser num local mais reservado, assim teria mais espaço para os carros nas avenidas.”

MAIS

Para o que servem?
Agentes de trânsito são serventuários da administração pública com competência para a aplicação de multas de trânsito e demais assuntos referentes ao trânsito em geral. Esses agentes podem ser federais, estaduais e municipais.

Na ruas
Atualmente, Sorocaba conta com, aproximadamente, cem agentes de trânsito para orientar motoristas, pedestres e auxiliar no fluxo de veículos.

410 mil é o número da frota de carros em Sorocaba

Motocicletas

De acordo com as estatísticas da Urbes – Trânsito e Transporte, entre 2012 e 2013, a frota de motos cresceu 19,27%
 

 ( é capaz de amanhã se vc morador da zona norte ir a pé até o centro, chega mais rápido do que táxi ou busão , mas senta e olha isso ai agora pra piorar a baderna .
 pois é leva o que a LUZIA levou atrás da horta sorocabano , imaginem a hora que o shopping do centro o PÁTIO CIANÊ ficar pronto então, ai ninguém anda mais, pois todo sorocabano (a) metido vai de carro ao shopping.
 
alias eu já previa que o trânsito ia ficar igual SP faz ó, tempooooooooo)


caos nas masmorras de PERNAMBUCO, superlotação e preso que manda

  • Superlotação em presídio em Pernambuco; problema é recorrente em unidades carcerárias em todo o EstadoSuperlotação em presídio em Pernambuco; problema é recorrente em unidades carcerárias em todo o Estado

Relatório produzido após visita de comissão do CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público) apontou uma série de problemas em três dos principais presídios de Pernambuco e cobrou providências do poder público local. Além das já tradicionais falta de estrutura física, apoio jurídico e superlotação, uma das constatações dos auditores foi a “autogestão” dos presos nos locais visitados em maio. Para os relatores, o Estado não exerce o correto poder de controle nas unidades. 

Em Caruaru (a 130 km do Recife), a penitenciária Juiz Plácido de Souza enfrenta superlotação: tem capacidade para 380 presos, mas possui 1.302. No local, presos provisórios e condenados convivem sem divisão.

Na unidade, os representantes do CNMP apontam, no relatório, ter encontrado uma “espécie de autogestão dos presos no sistema prisional”. O documento cita que os presos ficam fora das celas e tem controle das ações dentro da unidade.

“Há controle praticamente absoluto, inclusive comercial. Ao que parece, a direção do presídio só atua como observadora e porta voz dos presos junto ao Estado. Bem simbólica, nesse sentido, foi a manifestação de um dos presos, ao aduzir que a penitenciária seria como ‘a casa de mamãe’, diz o relatório.

Além disso, foi encontrada a prática de comércio informal dentro da unidade, sob controle total dos detentos.

“Há mais de uma lanchonete controlada pelos presos e algo parecido com comércio informal (observamos pelo menos um preso explorando uma espécie de camelódromo, com vendas de cigarros). Há presença de barbeiros, cabeleireiros, tatuadores, todos com utilização de instrumentos cortantes. Questionada, a diretora do presídio aduziu que faz apenas o controle de valores das transações financeiras, mas as vendas são de exclusivo controle dos presos”, diz o texto.

A situação é parecida no Recife, no Complexo Prisional do Curado –o antigo Aníbal Bruno, considerado pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça) o pior do país. 

Segundo o relatório, na unidade há cerca de 5.000 presos ocupando espaço destinado a 1.500. Detentos exercem a função de controladores do acesso.

“Ato contínuo, solicitamos entrada em um pavilhão, o que só foi possível após autorização dos presos e do chamado ‘chaveiro’. O diretor da unidade nos acompanhou, mas nós ficamos rodeados de presos por todos os lados”, diz o relatório, citando que os detento reclamaram principalmente de penas vencidas.

Também foi verificada pela comissão possíveis regalias de alguns presos. “As celas são como se fossem as ‘casas’ dos presos. Em celas individuais, há mais de um preso “morando”. Em algumas celas, verificamos televisões, DVD. Há pequenos fogões. Vimos alguns preparando comida. Há gambiarras”, apontaram os relatores.

Ainda segundo o relatório, “os presos ficam soltos dentro do pavilhão e a maioria dorme em um pátio localizado do próprio pavilhão.”
No presídio Luiz Gonçalves, em Vitória de Santo Antão (a 50 km do Recife), há capacidade para 96 presos, mas 440 estão amontoados nas celas.

Segundo o relatório, na unidade é um detento o “responsável por realizar o primeiro atendimento ao preso com algum problema de saúde”.

Além disso, novamente o acesso a uma dos pavilhões só veio após a abertura de um preso, que tinha a chave do local. “Os integrantes da comissão só entraram em um dos pavilhões (pavilhão A), após ter sido aberto por um dos presos que, ao que parece, o controla (o chamado chaveiro)”, conta o relatório.

Outros problemas

Ainda segundo o relatório, no Complexo do Curado, as refeições são “arremessadas” pelos próprios presos, “sem luvas ou outros mecanismos de higiene.”

O relatório também cita a falta de higiene. “Não há pratos para recebimento das refeições, mas, em sua maioria, garrafas plásticas cortadas ou outros objetos plásticos improvisados”, afirma o relatório.

Ainda no complexo, os relatores apontaram os consertos do presídio são pagos pelos próprios presos, com recolhimento dos valores pelos chamados “representantes”. Haveria também pagamento de cotas para usar banheiro e agressões aos presos que não tem dinheiro para pagar.( ai vc diz, ah mas vagabundo tem de sofrer, mas depois quem sofre é a população, na hora que o cara foge ou vilta pior pra rua e reincide no crime.

não é dar luxo, mas o básico, fazendo o preso trabalhar pra pagar estadia e comidae cortar regalias, do jeito que tá não da pra ficar, imaginem se fosse prender todos que estão nas ruas, não ia ter lugar pra todos.) 

flagrante do horror, peste de menor tenta furtar carteira de homem 3 vezes, mesmo diante de um policial

 
Adolescente tenta furtar carteira de homem três vezes no Centro do Rio – inclusive enquanto o homem era revistado por um PM. ( a que ponto chega uma peste destas que se multiplica a 1000 mil no BRASIL , depois não querem controle de natalidade nesta pocilga chamada BRASIL.

vejam mais duas fotos, notem que o pesteado não desiste, agora vai o policial pensar em sequer sacar sua arma, ah, la vem o direitos do m,anos, dizer que o di menor foi ameaçado.)