gorila é assassinado sem ter feito nada a criança que caiu em sua jaula

Um gorila foi morto ontem (sábado) em um zoológico dos Estados unidos, após um garoto cair na jaula do animal.

O menino ficou cerca de 10 minutos na jaula, sem que o animal o agredisse de qualquer forma. No entanto, o diretor do zoológico informou que a escolha foi de “abater o gorila”.

Este é só um triste exemplo de como zoológicos são danosos para a preservação dos animais. O gorila, que nunca cometeu crime algum, é retirado do próprio habitat e enjaulado, para servir de enfeite a humanos que nada têm de “racionais”.

Hoje, há somente cerca de 700 gorilas no mundo. Mesmo assim, governos e empresas privadas continuam investindo em um modelo ineficaz, que, além de ensinar humanos que podemos enclausurar os animais, não oferece proteção aos animais a longo prazo.

tem tb os leões que foram mortos no CHILE pq um suicida maluco entrou pelado na jaula deles,

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2016/05/leoes-sao-sacrificados-no-chile-apos-homem-nu-invadir-jaula-de-zoologico.html

como sempre os animais pagam pelos maus, o gorila nada teria feito a criança que ficou 10 minutos la dentro até o diretor mandar assassinar o animal.

este FDP , assim como os do CHILE deveriam levar uma surra,não tinham armas tranquilizantes caramba ?  o do gorila 10 minutos pra tomarem esta atitude, e os pais da criança, onde estavam no momento do ocorrido ?)

REGINA CASÉ x mãe do DG, dançarino do programa morto em abril pela policia carioca

Maria de Fátima Silva, mãe do dançarino Douglas Rafael da Silva Pereira, conhecido como DG, criticou a Globo e, principalmente, Regina Casé, pelo Esquenta especial em homenagem ao filho dela, que trabalhava no programa e foi morto a tiros em abril no Rio de Janeiro. 

Durante um debate sobre negros no Brasil, na última quinta (20), em Brasília, disse que foi censurada pela emissora e chamou a apresentadora de farsante e mentirosa. 

O vídeo do debate está na internet.

“A Regina Casé é uma farsa. Ela é uma artista, é uma mentirosa! Mentirosa!”, gritou a mãe de DG no evento, sendo aplaudida pela plateia. 

Ela continuou: “Alguém jogou na minha bolsa uma agenda do programa escrita à mão, na qual dizia: ‘Não pode falar que foi a polícia, solta as fotos sensacionalistas para a mãe chorar’. Em nenhum momento, vocês que assistiram ao programa viram a Regina Casé falar de violência, contra a polícia. E toda vez que eu mencionava, era cortada”, relembrou.

A mãe de DG revelou prometeu divulgar o conteúdo completo da agenda na internet. 

A agenda, no entanto, tem uma contradição que leva ao questionamento de sua autenticidade. 

O texto manuscrito, segundo Maria de Fátima, diz que Regina Casé teria seguido ordens de J.B. Oliveira, o Boninho, para não fazer um programa de “vanguarda”, mas “de pobre”. Boninho não manda no Esquenta. O diretor de núcleo do programa é Guel Arraes.

Maria de Fátima Silva também reclamou do tratamento que a Globo deu a ela e a sua família antes e depois do Esquenta. 

“Encurralaram a gente em um cômodo 3×3, trancaram a porta até o início do programa. O único local onde a gente podia circular era o salão de beleza, foram me oferecer unha e cabelo. Eu lá queria saber de fazer unha e cabelo? Eu queria uma solução imediata que esclarecesse a morte do meu filho”, recordou.

Procurada, a Globo limitou-se a dizer que as críticas da mãe de Douglas Rafael da Silva Pereira contra a emissora e o Esquenta não procedem. 

“A Globo entende a dor de dona Maria de Fátima da Silva, mas as afirmações durante o debate do evento Sernegra não tem fundamento. Dona Maria de Fátima teve e tem todo o apoio da Globo e a solidariedade de Regina Casé e sua equipe”, afirma a emissora.

Na noite de 21 de abril, o dançarino Douglas Rafael da Silva Pereira, conhecido como DG, foi encontrado morto na comunidade do Pavão-Pavãozinho, no bairro de Copacabana, no Rio de Janeiro. 

As investigações apontam que ele teria sido baleado ao tentar escapar de um tiroteio entre policiais e traficantes.

Em 27 de abril, o Esquenta homenageou o dançarino, com todos vestindo branco. 

No programa, Regina Casé elogiou a postura de Maria de Fátima Silva e, chorando, mostrou imagens inéditas do filho fazendo uma declaração para a mãe para o especial de Dia das Mães, que ainda não tinha ido ao ar, levando-a aos prantos.

 

 

( esta senhora deveria ter chamado o PROTESTE JÁ do OSCAR FILHO , seria muito mais fácil a cobrança, esperar que a GLOBO de importasse com isso, claro que a REGINA não iria contra a GLOBO, teve de fazer o que a emissora manda, se ela não se importa com pobre, ta cuspindo nas origens e do público.

e quem passou a tal agenda pra este senhora, será que ta na GLOBO ainda ? pois é falta agora a REGINA se posicionar e falar sua versão , mesmo que isso custe sua carreira , mas ela vai ter coragem pra isso ?  )

 

 

PM é assassinado na zona norte de SOROCABA, e alguma coisa vai mudar ?

Um policial militar morreu e outro ficou ferido na madrugada de ontem, após sofrerem um atentado quando patrulhavam pela zona norte, nas imediações do Jardim Paulista. A viatura em que estavam foi alvejada por 16 tiros, e os PMs, que estavam na Atividade Delegada, não tiveram tempo de reação. Ainda na madrugada, cerca de meia hora antes do ataque, a casa de um policial militar, na Vila Haro, também foi alvejada por disparos. Os tiros que tiraram a vida do soldado Sandro Luiz Gomes, de 35 anos, partiram de um VW Crossfox já apreendido, que tinha a cobertura de um Ford New Fiesta branco, também apreendido. Em ambos os veículos havia ainda garrafas plásticas com gasolina. Este é o terceiro caso de policial militar assassinado em Sorocaba nos últimos três meses, o que significa uma morte por mês.

Em nota, a corporação lamentou o ocorrido, classificado como “ato de covardia”. O comando do 7º Batalhão da Polícia Militar do Interior (7º BPM/I) também preferiu não traçar nenhum paralelo entre as duas ocorrências. O policial morto atuava na Banda do Comando de Policiamento do Interior (CPI/7), e desenvolvia projetos sociais por meio de fanfarras com crianças carentes. A corporação não descarta nenhuma possibilidade, como a de algum ataque por parte de facção criminosa.

O ataque aconteceu em torno das 3h, quando o soldado Sandro e o sargento Antonio Correa Júnior, que atuava no setor administrativo do CPI-7, trafegavam pela avenida Itavuvu, no sentido centro-bairro. Pouco antes da entrada para o Parque das Paineiras, a viatura foi alvejada na parte traseira por cinco disparos, e em seguida, teve sua lateral esquerda (do lado do motorista) atingida por mais 11 disparos, sem nenhuma chance de reação por parte dos PMs, que não chegaram a revidar.
O soldado Sandro, que dirigia a viatura, foi o mais ferido, especialmente na cabeça, enquanto o sargento Júnior teve mais sorte, sendo atingido por um tiro de raspão no pescoço. Os dois policiais foram socorridos inicialmente para a Unidade Pré-Hospitalar (UPH) Zona Norte, e posteriormente para o Hospital Regional, onde o soldado acabou falecendo. O sargento não corre risco de morte, e teve alta médica ainda ontem.

Ainda na madrugada, pouco tempo depois do ataque, o Crossfox prata, com placas de São Paulo, foi encontrado abandonado na avenida Itavuvu, altura do número 8000, com várias perfurações no lado direito do parabrisa, e que, segundo informações colhidas por policiais militares junto à equipe da Polícia Técnica, os tiros partiram de dentro para fora, ou seja, os criminosos teriam atirado pelo próprio vidro.

Dentro do carro, além de projéteis e estojos foram também apreendidas duas garrafas plásticas com gasolina, um boné laranja e uma camiseta azul. Entre o local da emboscada e o interior do Crossfox, foram recolhidos 33 estojos e oito fragmentos de munições cujos calibres não foram apurados. Outra informação que consta no boletim de ocorrência registrado no Plantão Norte como homicídio qualificado e tentativa de homicídio qualificado, é a de que os ocupantes do carro teriam fugido a cavalo. A estratégia seria a de, no caso de uma perseguição, fugir por onde viaturas não pudessem transitar.

O segundo carro envolvido no crime, o Ford New Fiesta branco, igualmente com placas de São Paulo, foi localizado em torno das 11h também na avenida Itavuvu, no bairro Altos da Itavuvu. Em seu interior foram apreendidas dez munições calibres 9 milímetros, das quais metade estava, deflagradas e outra metade intacta. As munições estavam distribuídas entre os assoalhos dianteiro e traseiro do lado do passageiro. Outra evidência do envolvimento desse carro com o crime é que dentro dele também havia duas garrafas plásticas, das quais uma com gasolina e outra com forte odor do mesmo produto. O carro apresentava irregularidades nas placas e o número do chassis suprimido. A numeração do chassis existente nos vidros também estava remarcada.

O crime movimentou todo policiamento, incluindo também o helicóptero Águia, da Polícia Militar, na busca pelos criminosos. Entretanto, de acordo com o capitão Vanclei Franci, chefe da Seção de Assuntos Civis do 7º Batalhão, nenhuma ação específica havia sido determinada, além de reforço policial pela Companhia da Força Tática na zona norte, com atenção voltada para a região do Habiteto.
No período da manhã, o oficial se manifestou pelo ocorrido por meio de uma nota enviada à toda imprensa, na qual lamentou a morte do soldado Sandro Luís Gomes durante a ação de criminosos, destacando que “o policial (Sandro) era um instrumento de proteção à sociedade que buscava trazer conforto, tranquilidade e segurança para o lar das pessoas”. O oficial também destacou que a sociedade precisa se unir para evitar que atos como este ocorram, e pede para que as pessoas não se corrompam diante de tais situações para que a lei seja cumprida e que os culpados paguem pelos crimes cometidos.

Foto: SEXTA FEIRA OLHA QUEM PEDIU PARA TIRAR ESSA FOTO COMIGO ,ENGRAÇADO QUE QUANDO VI A FOTO FALEI SANDRO TEM UMA LUZ NO MEIO DA GENTE ELE VIU RIU E EU FALEI É A LUZ DE"<br />
 DEUS"

o PM assassinado em foto com colega .

Tiros em casa de PM

Também na madrugada de ontem, por volta das 2h30, um policial militar lotado no 7º Batalhão, teve a casa, no bairro da Vila Haro, atingida por dois disparos de arma de fogo. Segundo informações passadas pela própria corporação, os tiros atingiram a parede próximo da porta central, e o portão. Ninguém ficou ferido.

Para a reportagem do Cruzeiro do Sul, capitão Vanclei se limitou a informar que as investigações eram feitas pelo policiamento velado da PM e Polícia Civil, sem passar mais detalhes. Ele porém disse que não descarta nenhuma hipótese, como a de algum ataque por conta de alguma facção criminosa, mas que tudo seria investigado.
O oficial disse também que não tinha condições de afirmar se o ataque que matou um policial e feriu outro pode ter alguma relação com os tiros disparados contra a casa do policial militar.

É o terceiro assassinato de PM este ano em Sorocaba


Com a morte do soldado Sandro Luiz Gomes, 35 anos, sobe para três o número de policial militar assassinado em Sorocaba nos últimos três meses, o que significa um caso por mês. Os dois primeiros casos ocorreram em 14 de fevereiro e em 2 de março, respectivamente, no Jardim Prestes de Barros e Vila Angélica.

Na primeira ocorrência, o PM aposentado Adilson Lopes, 50 anos, foi morto a tiros em frente a uma padaria na rua Emerenciano Prestes de Barros, no Jardim Prestes de Barros. Em torno de 20h o policial, que conversava com um conhecido, foi surpreendido por um homem que tinha o rosto coberto por um capuz e desceu de um Chevrolet Celta e o mandou virar de costas. Lopes foi morto com tiros de calibre ponto 40 que o atingiram nas costas, pernas e braços. O PM estava desarmado. No segundo caso, em 2 de março, o soldado Alexandre Pontes Rodrigues, 27 anos, foi morto em frente a uma barraca de pastel na feira livre da Vila Angélica. O PM teria sido transferido da capital para trabalhar administrativamente na sede do CPI/7. Ele foi surpreendido por dois homens que chegaram gritando e, em seguida, mandaram que ele colocasse a pistola no chão e a chutaram para ele não pegá-la. Na sequência deram em torno de seis tiros.

Em 2013

Em 31 de agosto do ano passado, o policial militar Kleber de Salles Coelho, 32, foi morto em assalto a uma padaria no bairro Cajuru. Ele era dono de um cybercafé vizinho à padaria. Imagens de câmera da padaria ajudaram no esclarecimento do crime. Os três acusados queriam dinheiro para dar continuidade a um churrasco numa casa no Jardim Portal do Éden, em Itu, apuraram policiais da Delegacia de Investigações Gerais (DIG).


Os três estão presos. São Kelvin Matheus Damião da Silveira Rosa, David Henrique Carriel Bellon e Jocielson dos Santos de Jesus, vulgo Neguinho. Kelvin é quem teria feito os disparos contra o policial. 

PM morto tinha projetos sociais

O soldado Sandro Luiz Gomes, de 35 anos, estava na corporação há 11 anos, e paralelo ao seu trabalho na Banda do Comando de Policiamento do Interior (CPI/7), onde tocava trompete, desenvolvia projetos sociais com as fanfarras que dirigia em Sorocaba e em Porto Feliz.

De acordo com informações passadas pelo CPI-7, nos seus momentos de folga ele coordenava a Fanfarra Isabel Lopes Monteiro (FILM), cujo nome é o mesmo da escola estadual situada no Jardim Marcelo Augusto, região da Vila Helena, para mais de 100 crianças. Além disso, de acordo com um amigo dele, que preferiu não se identificar, Sandro levava a fanfarra para se apresentar também em Porto Feliz no Natal e Ano Novo, em eventos na praça central, como forma de chegar aos menos favorecidos.
Seu gosto pela música também o fez participar, com a FILM, de diversos concursos de fanfarras, chegando inclusive a conquistar títulos nacionais. O soldado era separado e cuidava das filhas de 14, 11 e 9 anos de idade.

Sua morte provocou centenas de manifestações de pesar no facebook do jornal Cruzeiro do Sul. Grande parte dos comentários lembrava sua dedicação aos estudantes, além da indignação pelo ato criminoso.
O velório do soldado Sandro Gomes acontece na Ossel Central, na rua Mascarenhas Camelo, na Vila Carvalho, e o sepultamento está previsto para as 11h, no cemitério Memorial Park. 

( que todo policial , deveria acordar de vez e abrir os olhos, que tipo de governo é esse ? que tipo de ordens recebe, ao reprimir manifestações, deveria pensar , este povo quer melhorias que eu tb me beneficiaria.

afinal, quando fica doente onde se trata ? é atendimento padrão FIFA ? e quando se aposentar, que tipo de aposentadoria recebe ?  depois de velho não adianta ficar se arrependendo de coisas erradas que fez , dos abusos , então pare e pense agora.

claro que amanhã o caso será apenas mais um nas estatísticas, será  apenas mais um JOÃO NINGUÉM assassinado, é isso que querem ? mesmo que prendam os responsáveis e dai ? muda alguma coisa ? )

coronel reformado do exército é assassinado por conta de seu passado obscuro.

Paulo Malhães, em depoimeno na Comissão da Verdae Foto: Pedro Kirilos / O Globo
Bernardo Costa
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O coronel reformado do Exército Paulo Malhães foi encontrado morto na manhã desta sexta-feira dentro de sua casa, num sítio do bairro Marapicu, zona rural de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. O militar da reserva teve atuação de destaque na repressão política durante a ditadura militar. No mês passado, em depoimento à Comissão Nacional da Verdade, ele assumiu ter participado de torturas, mortes e desaparecimentos de presos políticos – entre eles o ex-deputado Rubens Paiva.

 

O quarto onde Malhães foi assassinado
O quarto onde Malhães foi assassinado Foto: Luiz Roberto Lima / Extra

 

Segundo investigadores da Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense, que acabam de realizar uma perícia no local, três homens invadiram a residência de Paulo Malhães na tarde desta quinta-feira. Ele ficou em poder dos bandidos de 13h às 22h, segundo o relato de testemunhas, entre elas a viúva do ex-coronel, Cristina Batista Malhães:

– Eu fiquei amarrada e trancada no quarto, enquanto os bandidos reviravam a casa toda em busca de armas e munição. Não era segredo que ele era colecionador de armas – disse Cristina, enquanto era conduzida para a Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) para prestar depoimento.

 

O corpo do ex-militar é retirado do sítio
O corpo do ex-militar é retirado do sítio Foto: Luiz Roberto Lima / Extra

 

O caseiro também foi conduzido para a delegacia. Ele também ficou trancado em outro cômodo da casa, amarrado.

Segundo o delegado Fábio Salvadoretti, da Divisão de Homicídios, não havia marcas de tiros no corpo de Paulo Malhães, apenas sinais de asfixia.

– A princípio, ele foi morto por asfixia. O corpo estava deitado no chão do quarto, de bruços, com o rosto prensado a um travesseiro. Ao que tudo indica ele foi morto com a obstrução das vias aéreas.

A perícia foi feita no local. Policiais apreenderam na casa um rifle e uma garrucha antigas e colheram impressões digitais, que serão analisadas.

 

Policiais da Divisão de Homicídios cercam o local
Policiais da Divisão de Homicídios cercam o local Foto: Luiz Roberto Lima / Extra

 

Família surpresa

De acordo com parentes de Malhães, ele morava no sítio há cerca de 30 anos. Um genro do coronel, que se identificou apenas como Nelson, disse que a família não tem ideia do que pode ter motivado a morte do militar. Ainda segundo o genro, os familiares desconheciam sua atuação durante a ditadura.

– Aquilo foi uma surpresa para a gente. Não sabíamos que ele tinha sido um torturador. Ficamos sabendo pela televisão, e depois disso nunca nos sentimos à vontade para perguntar. Ele sempre foi muito reservado, e nunca comentou nada. Também não sabíamos se estava sendo ameaçado – relatou Nelson.

Também estão no sítio, junto com o genro, duas irmãs de Malhães e um filho do militar. A família deve se reunir no fim da tarde desta sexta-feira para fazer uma nota para a imprensa sobre o caso.

 

Malhães morava há 30 anos no sítio em que foi encontrado morto
Malhães morava há 30 anos no sítio em que foi encontrado morto Foto: Luiz Roberto Lima / Extra

 

Revelações sobre torturas

Em depoimento à Comissão Nacional da Verdade (CNV), há exatamente um mês, Malhães confessou ter se envolvido em torturas, mortes e ocultação de corpo de vítimas da ditadura. Foi a primeira vez que o coronel assumiu, em público, que fez parte da equipe de repressão que operou, nos anos 1970, na Casa da Morte, que funcionava em Petrópolis, na Região Serrana do Rio.

Em seus relatos, Malhães detalhou como a repressão fazia para impedir a identificação daqueles que eram mortos. De acordo com o coronel reformado, os dentes da pessoa eram quebrados e os dedos, cortados. Assim, não era possível fazer a identificação pela arcada dentária e as digitais, já que na época não havia exame de DNA.

O militar admitiu ainda, em seu depoimento, ter recebido uma ordem de seu comando para ocultar o corpo do ex-deputado Rubens Paiva. Mas Malhães alegou, no entanto, que a operação foi executada por outro oficial do Centro de Informações do Exército (CIE).

— Eu deveria ter feito, sim, mas tive outra missão. Eu disse (à imprensa) que foi eu porque acho uma história muito triste quando uma família leva 38 anos para saber o paradeiro de uma pessoa. Não estou sendo sentimental, não — declarou à época.

( depois de velho é isso ai, bate o arrependimento, o coronel poderia não ter dito nada e se recusado a colaborar com a tal comissão, que por enquanto só v~e o lado dos militares , falta interrogar tb a esquerda , mas ai seria difícil, até a DILMA teria de falar, mas vcs acham que ela vai ?

com certeza ai foi queima de arquivo, vingança por ele ter falado, roubaram a casa pra dirfarçar e notem que o homem tinha armas , mas elas não o salvaram.

quem dera se todos se arrependessem publicamente, ou se arrependem só no pensamento mesmo ? depois que ta velho acabado, ai pensa em tudo que fez de errado e ai ? que os jovens de hj pensem no que fazem, os militares que ainda estão na ativa pensem muito, isso vale pra todos, desde o simples vigia de uma rua, passando pelo policial militar ou civil, até chegar nos mais graúdos .)