acidente com a tocha em OSASCO e selfie na avenida

e o cara aproveita pra tirar uma selfie, e pensar que o mundo ta vendo isso, eh BRASIL.  

 

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policial navalha atropela e mata idosa, e família tem de pagar o conserto da viatura, é piada ? não é verdade.

Idosa morre atropelada por viatura policial e família recebe cobrança do conserto do carro

Justiça de Santa Catarina inocentou o motorista, que andava em alta velocidade, mas agora a família é cobrada pelo conserto da viatura

A avó de Alexandre Luiz Ruggiero morreu ao ser atropelada por um carro de polícia, em 2007, no Balneário Camboriú (SC). A cobrança entre a ele, foi feita pela Procuradoria do Estado. Uma juíza julgou que a família não deveria pagar o conserto, mas ainda assim, a procuradoria recorreu da indenização. O valor corrigido até os dias atuais é estimado em cerca de R$ 6.000.

Na 1ª instância, a juíza foi favorável à família, mas a Procuradoria recorreu da decisão.

Dona Irena, 81 anos, e o neto haviam tomado café da manhã juntos e se despediram. Poucos minutos depois, o neto reconheceu o corpo da avó em um atropelamento que havia acabado de ocorrer na Terceira Avenida.

Segundo testemunhas, ela atravessava a faixa de pedestres quando foi atingida violentamente por uma viatura da Polícia Militar. Moradores dizem que o veículo estava em alta velocidade e a sirene não estava ligada.

Segundo o neto, no processo ficou comprovado que a polícia não tinha necessidade de andar a aquela velocidade, já que estava a caminho do batalhão.

Apesar do laudo e das testemunhas, o soldado que dirigia o carro foi inocentado pela Justiça Militar, por insuficiência de provas. A advogada da família contesta.

Para o advogado Pedro de Queiroz, faltou bom senso não só na hora de cobrar da família, como ainda insistir na indenização.

A defesa já apresentou as contra-razões e o caso aguarda, agora, que os desembargadores marquem a data do julgamento. A apelação está no TJSC sob o número 2014.020048-3. Com a repercussão negativa da cobrança, bizarra por sinal, a Procuradoria já pensa em desistir de cobrar a fatura do conserto.

( parece piada né ? mas é BRASIL, então faz o seguinte, paga 10 reais por mês e pronto tá ? )

formatação.

atropelador FABIO HATTORI é solto e ainda atenuou o crime, hummmm

A Justiça de Sorocaba desqualificou de dolosa para culposa a conduta do comerciante Fábio Hiroshi Hattori, que no último dia 6 atropelou na rodovia Raposo Tavares doze pessoas, provocando a morte de seis delas e decretou ontem sua liberdade provisória. Hattori deixaria ontem à noite a prisão de Tremembé, no Vale do Paraíba. A ordem de soltura foi transmitida por e-mail.
Com isso, o réu que antes poderia ser condenado à pena que varia de 6 a 20 anos, poderá até cumprir eventual condenação em liberdade, já que o limite para a modalidade culposa vai de 1 a 4 anos. Como não tem antecedentes, esse seria o desfecho mais provável.

O caso de Hattori também não será mais julgado pela vara do Tribunal do Júri, cuja titular, Adriana Tayano Fanton Furukawa, acolheu manifestação do promotor Eduardo Francisco dos Santos Júnior. Será, agora, redistribuído a uma das quatro varas criminais da Comarca. A magistrada arbitrou fiança de 40 salários mínimos (pouco mais de R$ 30 mil) como condição para que Hattori fosse solto e determinou o recolhimento de sua Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
Pela manhã, durante contato com a imprensa, Santos divulgou seu parecer e disse ter “pensado muito” durante o feriado da Semana Santa para decidir. “Passei uma Páscoa atormentado para ter discernimento”, declarou. Ele interpretou que, “apesar da conduta demonstrar falta de cautela e até mesmo insensatez, e ainda que o resultado acidente fatal fosse previsível e efetivamente tenha sido previsto pelo agente”, não teria ele agido com dolo, mas com “culpa consciente”, esta demonstrada pela imprudência.
Para o promotor o “terrível acidente” aconteceu porque Fábio dormiu na direção e não porque tivesse ingerido bebida alcoólica. O exame realizado pela Polícia Rodoviária comprovou que o comerciante apresentava dosagem alcoólica de 0,63 ml por litro de sangue, taxa considerada alta.

O advogado Hugo Leonardo Barbosa disse que o posicionamento do MP contraria a orientação do Judiciário que tem combatido com rigor a prática da direção perigosa. “É no mínimo estranho que em meio a tantas notícias de tragédias no trânsito provocadas pelos mesmos motivos essa mudança tenha ocorrido. Somente neste final de semana prolongado tivemos notícias de quase 20 mortes provocadas porque o motorista bebeu e dirigiu”.

Na conversa com os jornalistas, o promotor destacou várias vezes que não está indiferente ao drama vivido pelas famílias das vítimas, mas que é preciso observar o rigor da lei. Ele pediu para que a qualificação fosse alterada com base nos elementos colhidos durante o inquérito (que concluiu que o comerciante agiu com dolo), principalmente no depoimento do representante comercial Cleiton Rodrigo Bonenti, o primeiro a chegar ao local do atropelamento.

Conforme a testemunha, Fábio teria entrado em desespero ao se dar conta do que aconteceu. “Não estou propondo a impunidade. Atribuo a causa do acidente ao sono. O que deflagrou foi o sono. Estou bem seguro de que não houve dolo”. O promotor explicou que o dolo eventual exige que o responsável preveja e não se importe com o resultado.
Para o advogado do acusado, Mário Del Cistia Filho, a tese da Promotoria mostrou-se correta. “Ele (Fábio) não agiu de modo inconsequente, nem assumiu risco algum. Foi uma fatalidade provocada pelo cansaço e demonstraremos isso no processo. Estamos confiantes”.

O caso

O acidente que provocou a morte de seis jovens e deixou outros seis feridos em estado grave (três deles ainda se recuperam no Conjunto Hospitalar de Sorocaba) ocorreu no último dia 6. O comerciante Fábio Hiroshi Hattori conduzia a Saveiro Cross pela Rodovia Raposo Tavares quando, nas imediações do km 108, sentido Capital, perdeu o controle do veículo e atropelou doze pessoas.
Morreram Leo Wagner Ribeiro das Neves; Giovanni Cartezano Inocêncio; Guilherme dos Santos Modesto; Amanda Oliveira Alquati; Lucas Alexandre Vieira e Evelin Fernandes.

Ficaram feridos Iven Matheus Silva; Jonatas Carvalho dos Santos; Alan Resende Oliveira; Thais Marins Ferreira; Nicolas Willian de Souza e Felipe Gustap Monteiro Trindade. Fábio, que voltava de Itapetininga, dirigia sob o efeito de álcool e estava cansado. As vítimas participam de uma festa realizada na Chácara São Rafael. Os organizadores do evento, denominado Neon Paint Party terão a eventual responsabilidade apurada pela Vara da Infância e Juventude.

( teve gente que disse na internet pra quem a acha absurdo esta soltura que fosse estudar direito, mas e se fosse um zé do fusquinha da periferia que tivesse atropelado ? e se os jovens fossem filhos da classe A ?

mesmo que o cara durma ao volante, quem não ta em condições de dirigir, por esta bebum ou cansado que não o faça , s evc vai dirigir sem condições completas, vc pode estar assumindo o risco de acontecer algo com vc e com outros.

mas como a grana fala mais alto né ? e vcs notaram o sobrenome da juíza que o liberou ? não não é o mesmo sobrenome do atropelador , é outra coisa , se vcs não descobrirem eu conto numa outra vez. )

vídeo teria flagrado PM da ROCAM atropelando manifestante em SP.

Vídeo registrado por morador da rua Paim em São Paulo, mostra um policial Militar, atropelando uma manifestante que participava do protesto contra a Copa do Mundo na região da Av. Paulista, na noite de sábado do dia 25 de Janeiro de 2014.  ( veja e conclua vc mesmo.)

manifestante é atropelado e morto em RIBEIRÃO PRETO.

Uma nova manifestação foi marcada nas ruas de Ribeirão Preto. O ato será realizado, às 18h, em luto pela morte do jovem de 18 anos, que foiatropelado por uma caminhonete durante o ato. Dezenas ficaram feridos na ocasião. A concentração da nova passeata será na Esplanada do Theatro Pedro II até o local do acidente, avenida João Fiúsa.

Uma montagem anunciando o protesto com a foto da vítima está circulando nas redes sociais. Com a hashtag “#VoltaPraRuaRibeirão”. Na imagem, os manifestantes pedem justiça e solidariedade. “Queremos justiça! Sejam solidários! Vá de roupa preta, leve flores, velas e cartazes!”, diz o grupo.

Durante as manifestações de quinta-feira, que tomou conta das ruas do País , um jovem de 18 anos morreu e outras 11 ficaram feridas após serem atropeladas por um veículo no cruzamento de duas avenidas na zona sul de Ribeirão Preto. Segundo a Polícia Militar, nove pessoas foram socorridas por ambulâncias do Samu. O motorista fugiu sem prestar socorro.

O protesto contava com cerca de 20 mil pessoas. Com megafones, os manifestantes gritavam “Vem pra rua!”, slogan que virou hit nas ruas do País. Muita gente se uniu ao movimento, que começou com as pessoas cantando o Hino Nacional. Os manifestantes portavam cartazes, apitos, faixas e saíram fazendo muito barulho. ( bem o cara pode fazer o seguinte, sumir, se tornar foragido, ou ficar na moita e depois se apresentar em uma delegacia com advogado e dizer que teve de sair saindo pois temia ser linchado pela multidão.

assim escapando do flagrante  e responder o ato em liberdade, é sempre assim.

ciclista perde o braço em atropelamento em SP por causa de um motorista bebum, até a médica protestou

Post publicado no Facebook por Rachel Baptista

Por meio de sua página no Facebook, a médica Rachel Baptista, da equipe do Hospital das Clínicas que atendeu o ciclista atropelado na manhã deste domingo (10) na av. Paulista, pediu a “punição” do motorista e o chamou de “monstro”.

David Santos de Souza, 21, teve o braço decepado no acidente. O motorista, o estudante de psicologia Alex Siwek, 22, fugiu sem prestar socorro e, depois, jogou o braço da vítima em um córrego da zona sul.

De acordo com a políciatestemunhas afirmam que o motorista havia bebido e trafegava em “velocidade incompatível com a via”, dirigindo em zigue-zague.

“Sou totalmente a favor da lei seca e de tolerância zero. Não há como ter brechas permitindo pessoas totalmente irresponsáveis dirigirem nestas condições. Tem que haver justiça neste país”, escreveu, referindo-se, provavelmente, ao fato de o motorista ter se recusado –com o amparo da lei– a fazer o teste do bafômetro.

O UOL não conseguiu contato com a médica às 23h40 deste domingo. O Hospital das Clínicas confirmou que Rachel Baptista faz parte da equipe que atendeu o ciclista.

“Sinto muito, mas chegamos ao nosso limite. Sinto pela família e pelo paciente”, concluiu Rachel.

A médica abriu seu post chamando o motorista de monstro. “Quero manifestar a minha indignação quanto à atitude desse monstro que atropelou o ciclista na avenida Paulista e que inviabilizou a chance desse menino de 21 anos de tentar recuperar o braço”, escreveu.

“Estávamos prontos para tentar o reimplante e infelizmente a polícia, juntamente com os bombeiros, não conseguiram encontrar o braço no rio”, completou.

Alex Siwek está detido e foi encaminhado na noite deste domingo ao 2º DP (Bom Retiro), na região central da capital. Ele deverá ser indiciado por quatro crimes: tentativa de homicídio doloso (por ter assumido o risco de matar), omissão de socorro, embriaguez ao volante e fraude processual (porque tentou se desfazer do braço da vítima).

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Ciclista perde um dos braços após ser atropelado na avenida Paulista, em SP26 fotos

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10.mar.2013 – Um ciclista perdeu um braço em um acidente com um veículo na manhã deste domingo (10), próximo à estação Brigadeiro do metrô, na avenida Paulista, em São Paulo Leia mais J. Duran Machfee/Futura Press

O acidente

O acidente ocorreu na altura da estação Brigadeiro do metrô, na ciclofaixa sentido Paraíso da avenida Paulista, por volta das 5h30 deste domingo (10). Nesse horário, a ciclofaixa de lazer da avenida ainda está desativada –o horário de funcionamento da faixa exclusiva para ciclistas é das 7h às 16h, aos domingos e feriados–, mas os cones que a separam das demais vias já tinham sido colocados.

O motorista fugiu do local levando o braço da vítima no veículo. Posteriormente, jogou o membro em um córrego da rua Ricardo Jafet, na zona sul da cidade. À polícia o motorista disse que o braço da vítima caiu dentro do carro, mas que só percebeu a presença do membro mais tarde.

Depois, Siwek se apresentou ao 3º batalhão da PM, na Saúde. Na tentativa de encontrar o braço do ciclista, os policiais refizeram, com Siwek, o trajeto realizado pelo motorista, mas o membro não foi encontrado.

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Ciclistas pedalam nus em protesto para pedir respeito no trânsito28 fotos

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Ciclistas de São Paulo (SP) promovem na avenida Paulista a “World Naked Bike Ride”, um ato em que os participantes saem nus (ou não, pois não é obrigatório) e de bicicleta pelas ruas para pedir respeito aos ciclistas no trânsito. A pedalada ocorreu em diversas cidades do mundo .( agora vamos esperar que a médica nãp seja punida por manifestar sua opinião, já que policiais, por ex não podem pois a corporação não permite.
quanto ao motorista, vamos ver que desculpa que ele vai dar, ah fugiu pq gritaram lincha é a desculpa mais dada, mas jogar o braço do cara num córrego ai já é demais né ?)

motorista que atropelou idosa no PARQUE MANCHESTER é encontrado

Jeferson não tem habilitação e fugiu do local do acidente – Por: Aldo V. Silva
 
A família da aposentada Lindalva Fernandes Silva Rocha, 61 anos, achou o motorista que a atropelou e matou e indicou a polícia o endereço. O porteiro Jeferson Mendes dos Santos, 28 anos, não tem carteira de habilitação e havia escondido o carro, o Santana Quantum, na chácara onde mora a irmã, no distrito de George Oeterer, em Iperó. 

Jeferson chegou algemado ao 4º Distrito Policial. Foi interrogado, indiciado por homicídio culposo com agravante de fugir sem prestar socorro e não ficou preso. Os filhos de Lindalva não concordam que ele responda ao processo em liberdade e consideram o atropelamento um crime e não acidente.

Lindalva morreu atropelada na rua Amélio José de Arruda, Parque Manchester, no início da madrugada do dia 25, terça-feira. Ela tinha ido cumprimentar ex-vizinhos na noite de Natal e foi atingida pelo Santana, cujo motorista a teria arrastado por cerca de 30 metros. Havia pessoas nas calçadas que viram o atropelamento. Jeferson estaria em alta velocidade e não parou para prestar socorro. Ele disse ontem à delegada Marta Ayres Cardum que ficou com medo de ser linchado. 

Pedaços do para-choque do Santana ficaram no local do atropelamento e foram recolhidos. No choque, o radiador do carro estourou, mas Jeferson pôde dirigir até chegar em casa no Jardim Itanguá. 

A família de Lindalva passou então a procurar o carro e o motorista. Ninguém anotou a placa, mas a descrição do veículo ajudou na busca. Segundo o filho da vítima, Walfrido Rocha, o primeiro passo foi procurar por imagens de câmeras de segurança nas imediações, mas não deu resultado.

Um policial amigo da família ajudou na investigação paralela e foi feito contato com lojas de autopeças e pessoas que poderiam saber quem era o dono do Santana Quantum azul metálico. Jeferson comprou um radiador para consertar o carro e levá-lo até George Oeterer. Essa informação permitiu à família de Lindalva saber onde Jeferson morava e avisaram a Polícia Militar.

De acordo com o sargento Carlos Silva, perguntado sobre o carro, Jeferson disse que havia vendido havia uma semana. O sargento insistiu e questionou-o novamente, de como podia ter feito isso se atropelou Lindalva com o Santana na terça-feira. Ele então confessou, conforme Silva.

Antes de indicar aos PMs onde estava o Santana, em Iperó, Jeferson levou-os a outros lugares. Percebendo que a estratégia não daria certo, decidiu finalmente mostrar o lugar onde escondeu o carro. 
Jeferson não tem antecedente criminal e no interrogatório afirmou que está arrependido, não bebeu e que não parou após o atropelamento por medo de que pudessem agredi-lo. Ele disse à delegada Marta que soube da morte de Lindalva pelo noticiário e pensou em se apresentar à polícia.

O porteiro também disse que não jogou a garrafa de vinho espumante pela janela, mas jogaram a garrafa no carro. Segundo a delegada, testemunhas do atropelamento serão ouvidas semana que vem e a versão apresentada por Jeferson poderá ser confrontada. A filha de Lindalva, Viviane, tinha ido com ela ao Parque Manchester.

Parentes revoltados com caso

Filhos e outros parentes de Lindalva Fernandes Silva Rocha estiveram ontem à tarde em frente ao 4º Distrito Policial, no bairro Trujillo, e ficaram decepcionados com o fato de Jeferson Mendes dos Santos não ter ficado preso. Para o filho da vítima, Walfrido Rocha, houve uma sucessão de irresponsabilidades do porteiro e que configuram crime de trânsito.

“Não foi uma mera fatalidade. Num acidente, o motorista para e não continua acelerando, arrastando a pessoa por mais de 30 metros”, diz Walfrido. “O que ele fez não se faz com um cachorro”, compara. “Até quando se atropela um cachorro o motorista para. E há pessoas que levam o animal ao veterinário.”

Walfrido ressalta que Jeferson nem podia estar dirigindo, por não ter habilitação. Além de dirigir com velocidade incompatível e na noite de Natal, em que havia pessoas e crianças nas ruas, ele não parou nem se apresentou depois à polícia, diz Walfrido. “Ele ainda consertou o carro e o escondeu.”

A família pretende promover uma campanha, pela internet e outros meios, a fim de não deixar impune a morte de Lindalva. Segundo Walfrido, a família deve contratar um advogado de acusação para acompanhar o processo. ( pobre nunca tem mel, quando tem se labuza, o cara tava correndo com tudo, ai é natural querer fugir pq tava com medo de ser linchado, claro, vinha com tudo.)