policial que agrediu cinegrafista da BAND é afastado, e mulher levando gravata teria 15 anos.

o policial que agrediu o cinegrafista já foi afastado   , a moça que aparece levando uma gravata aos 5:00 minutos,segundo o PRIMEIRO JORNAL tb da BAND, seria de menor de 15 anos, ela foi detida por estar filmando o protesto. e ainda teria sido ameaçada. 

apesar dela não aparentar ter 15 , mas e o ECA ? vai defender só bandido mesmo ?

Um cinegrafista da TV Bandeirantes foi agredido por um policial militar durante uma manifestação em Embu. O profissional tinha acabado registrar o momento em que policiais militares abordaram uma mulher de forma truculenta.( reparem na cena em que uma mulher é segurada pór dois policias e algemada, 2 contra uma ? como se ela fosse uma terrível meliante, e o cinegrafista estava TRABALHANDO, apenas TRABALHANDO.)

 

conheça a origem de VAL MARCHIORI

Lúcio Flávio Moura/UOL 

O cenário onde a empresária Valdirene Aparecida Marchiori nasceu – graças ao trabalho de uma parteira – e viveu até a adolescência permanece intacto mesmo depois de quase quatro décadas. Uma pequena casa de madeira construída nos anos 1930, encravada em um pequeno vale bem longe do luxo e da civilização.

Para chegar lá, é preciso colocar o carro em uma estrada de terra estreita, lamacenta nas baixadas, onde os bois e as vacas desfilam lentamente, controlando sem querer a velocidade dos apressadinhos. “A gente brincou muito por aqui”, lembra o primo Adelino Marchiori Neto, 42, agricultor que vive com a mulher, dois filhos e uma família de desconfiados vira-latas que anuncia alto a chegada dos forasteiros.“De vez em quando, ela vem aqui com um destes carrões que pobre como a gente nem sabe a marca. Mas ela fica pouco”, diz o primo. Pudera. O banheiro não tem conforto algum e, na geladeira, a bebida mais borbulhante que ela poderia encontrar é a tubaína do próximo almoço. “Ele sempre foi ambiciosa, vaidosa, sempre gostou muito de se arrumar pra ir à cidade, participar deste negócio de miss, de ser admirada”, conta.

CARRO DE RICO

Lúcio Flávio Moura/UOL
De vez em quando ela vem aqui com um destes carrões que pobre como a gente nem sabe a marca. Mas ela fica pouco

Adelino Marchiori, primo de Val Marchiori

Adelino diz que viu apenas um episódio de “Mulheres Ricas”, porque “passa muito tarde pra quem mora na roça”. “Achei engraçado pra caramba. Ela se sente muito à vontade naquele luxo! Toda vida ela quis ser melhor que os outros.”O sítio fica próximo da BR-369, no trecho entre as cidades de Arapongas e de Apucarana. A localidade mais próxima é a pequenina Caixa de São Pedro, uma comunidade rural de poucas ruas no município de Apucarana, para onde Val se mudou aos 12 anos com o pai Benedito e a madrasta Marineia.“Ela era boa aluna. Limpava a casa e ajudava a cuidar dos irmãos mais velhos, mas sempre teve este temperamento, sempre teve nariz empinado”, confessa Marineia, que voltou a viver na localidade depois que Val saiu de Apucarana para viver em Londrina, onde ela catapultou sua condição social.

Em Caixa de São Pedro, os moradores misturam orgulho e constrangimento com a atuação de Val em rede nacional. Lá, a simplicidade é um valor sagrado e as frequentes alfinetadas da conterrânea nos mais humildes e nas outras “ricas” não pegam nada bem.

Nas ruas e nos poucos pontos comerciais o programa é muito comentado, é claro, mas, de preferência quando nenhum Marchiori está por perto. “Como em qualquer lugar, a gente fica chateada com a maneira que ela trata os mais humildes. Não precisa disso, né?”, diz uma vizinha de seu pai, que se ausenta muito da comunidade por ter rotina de caminhoneiro.Não é difícil achar gente que cobra mais generosidade de Val com suas raízes. Uma das mais insatisfeitas é uma mulher que se identificou apenas como Maria e que diz ter sido a primeira patrocinadora da carreira da socialite. “Na época que ela começou a participar de concurso de miss na região, eu levava ela pra cima e pra baixo de carro, hoje ela nem me cumprimenta”, conta a mulher, que também foi proprietária de uma boate em Apucarana onde Val era habitué na adolescência e onde “partia os corações dos marmanjos”.  

CONSELHO DE MÃE

Lúcio Flávio Moura/UOL
Eu gosto do modo como ela se veste, se expressa. Gosto que ela tenha ambição. Ela sempre dizia que iria chegar ao topo. Mas a Tata (apelido familiar) também tem que olhar para quem veio de baixo. Sempre digo isso a ela.

Vera Lúcia de Deus, mãe de Val Marchiori

Vovó coruja, mãe conselheira
A avó materna de Valdirene, a gaúcha Maria Rodrigues dos Santos, 77, é uma das poucas pessoas a que Val Marchiori se apegou na vida. A aposentada vive numa casa aconchegante em Arapongas e tem todas as despesas pagas pela neta. Ela fica ansiosa para receber a visita da socialite, que passa rapidamente no Norte do Paraná para monitorar os negócios de tempos em tempos.Mas dona Maria não gosta de dar entrevista, respeita uma das vontades da neta. Na mesma casa, vive a mãe, Vera Lúcia de Deus, 56. “A Val é superpreocupada com a saúde da avó. Sempre telefona e pergunta”.
Quando a socialite encosta o carro importado na rua Sanhaço, no Jardim Centauro, já sente o cheiro dos quitutes que mãe e avó prepararam. Um festim decora a mesa, conta a mãe, e Val esquece a dieta sofisticada, até o inseparável champanhe. Bolinho de queijo, cural, bolo de milho. E cocada. Muita cocada. “Ela adora doce”.Apesar de exaltar todas as qualidades da filha, a mãe não deixa de falar baixinho – segura de que dona Maria não esteja ouvindo –  quando comenta a participação da filha na TV. “Não acho que ela precisa ficar exigindo bebida cara. Eu gosto do modo como ela se veste, se expressa. Gosto que ela tenha ambição. Ela sempre dizia que iria chegar ao topo. Mas a Tata (apelido familiar) também tem que olhar para quem veio de baixo. Sempre digo isso a ela.”
Uma coleção de amantes no interiorEm Londrina, onde conheceu o empresário Evaldo Ulinski, pai dos seus filhos, Val Marchiori deixou lembranças nas altas rodas. Ninguém declara nada publicamente, a não ser o próprio Ulinski e a mulher Nylcéia, que não poupam ataques contra a índole da socialite, a quem chamam de “prostituta de luxo”.

ROTINA ATRIBULADA

Naquela época, no início dos anos 90, ela já tinha uma vida confortável. Morava num apartamento de três quartos, com direito a uma espaçosa suíte. Ela falava de outros dois namorados, além do que tinha dado o apartamento: um empresário do Rio Grande do Sul e um cantor sertanejo muito famoso. Ela tinha uma rotina de garota de programa

Amiga de Val que não quis se identificar


Na cidade, não é segredo que ela ganhou uma confortável casa do empresário antes mesmo de ser mãe. O imóvel fica num endereço elegante próximo ao lago Igapó, cartão-postal da cidade, e o que se comenta é que, por muitos anos, teria sido o ponto de encontro do casal, que hoje se enfrenta judicialmente – ela diz que teve um relacionamento estável com ele por sete anos enquanto ele alega ter estado com ela apenas uma vez.Antes mesmo de conhecer Ulinski, Val morou em um apartamento que recebeu de presente de outro namorado, também um empresário casado, segundo relato de uma amiga que frequentava a casa assim que ela chegou a Londrina.“Naquela época, no início dos anos 90, ela já tinha uma vida confortável. Morava num apartamento de três quartos, com direito a uma espaçosa suíte. Ela falava de outros dois namorados, além do que tinha dado o apartamento: um empresário do Rio Grande do Sul e um cantor sertanejo muito famoso. Ela tinha mesmo uma rotina de garota de programa de luxo.” ( lendo isso, me lembre da piada da moça pobre que volta pra casa dos pais rica, com todo luxo,ai os pais perguntam :

-filha mas vc saiu daqui com uma mão na frente, outra atras, como vc apareçe rica deste jeito ?  eis que ela responde:
-fácil, tirei  a mão da frente!   http://celebridades.uol.com.br/noticias/redacao/2012/01/30/conheca-a-casa-de-val-marchiori-antes-do-champanhe-e-do-salto-alto.htm ( veja aqui mais fotos da casa onde ela nasceu.)

BAND pode ser responsabilizada por morte de cinegrafista em favela do RJ

DA AGÊNCIA BRASIL

O Sindicato dos Jornalistas do Rio de Janeiro responsabilizou a TV Bandeirantes pela morte do cinegrafista Gelson Domingos da Silva, 46, ocorrida na manhã deste domingo.

Ele foi atingido no peito por um tiro de fuzil durante a cobertura de uma operação da Polícia Militar contra o tráfico de drogas na favela de Antares, em Santa Cruz, na zona oeste da cidade.

Gelson Domingos, que também trabalhava na “TV Brasil”, usava um colete à prova de balas, mas o projétil ultrapassou a proteção. Para a presidenta do sindicato, Suzana Blass, a morte do cinegrafista foi uma tragédia anunciada, porque os coletes fornecidos pelas empresas de comunicação não resistem a tiros de fuzil. Ela disse que o sindicato pode recorrer à Justiça para obrigar a Bandeirantes a amparar a família de Domingos.

“Isso [o colete] é uma maquiagem. Os coletes não oferecem segurança para o profissional porque não protegem contra os tiros de fuzil, a arma mais usada pelos bandidos e também pela polícia no Rio. E as emissoras só dão o colete porque a convenção coletiva de trabalho estabeleceu que o equipamento é obrigatório em coberturas de risco.”

Suzana Blass disse que o sindicato propôs às empresas de comunicação a criação de uma comissão de segurança para acompanhar a cobertura jornalística em situações de risco, mas que a proposta não foi aceita. “Sabemos que as condições oferecidas são precárias, mas as empresas alegam que a comissão seria uma ingerência no trabalho delas e que iriam sugerir um outro formato, mas até agora nada ofereceram.”

“Também já pedimos que as empresas de comunicação façam um seguro diferenciado para as coberturas de risco, mas elas responderam que já protegem seus funcionários e classificaram a proposta do sindicato como uma interferência em seu trabalho”, acrescentou Blass.

Outro problema, segundo ela, é que muitas empresas contratam operadores de câmera externa para exercer a função de repórter cinematográfico, porque os salários são menores, o que acarreta em prejuízos no resultado do trabalho.

Para Suzana Blass, além da falta de condições de trabalho, o profissional de comunicação convive diariamente com uma questão cultural, pois está sempre em busca da melhor imagem. “Com isso, ele acaba aceitando o trabalho sem pensar no risco que vai correr, sem pensar na necessidade de se prevenir contra os acidentes e também para não ficar com fama de “marrento” caso se recuse a cumprir a pauta.”

Pela “TV Brasil”, o cinegrafista Gelson Domingos e o repórter Paulo Garritano ganharam, em 2010, menção honrosa na 32ª edição do Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos, na categoria TV Documentário, com a série sobre pistolagem no Nordeste, exibida no programa Caminhos da Reportagem ( todos ali, estavam em condições iguais, seja GLOBO, SBT, RECORD etc,não sei até que ponto a BAND é responsável,mas assim como reporteres , cinegrafistas se arriscam no mundo todo, seja em conflitos, guerras etc) (veja abaixo o momento exato em que o cinegrafista é atingido.)

GLOBO E BAND querem tirar o UFC da REDETV

 

imagine GALVÃO CHATOBUENO narrando o UFC ? haja saco meu amigo.

pois é, enquanto vc aguardava as lutas para o ultimo sabádo, a BAND ja atacava nos bastidores pra ter os direito de transmissão, inclusive pagando as multas por quebra de contrato.

a GLOBOSTA, entrou tb na parada, a REDETV que se cuide, pô , A GLOBO e BAND ja tem esportes demais nem dão o devido valor a eles e ainda querem o UFC, antes era discriminado, agora querem , pq viram que da retorno em audiencia e merchandising.

pois que fique na REDETV, não curto vale tudo, mas a globo tem de por no seu lugar bem como a BAND.