povo tb sabe dar prejuízo ao estado, acidentes 2013 em SOROCABA passam dos milhões

 

 Os danos gerados pelos acidentes no trânsito vão além dos financeiros, pois os impactos familiar e social não podem ser ignorados. – ADIVAL B. PINTO

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Os acidentes de trânsito de 2013 em Sorocaba já causaram R$ 67,589 milhões em prejuízos suportados tanto pelo Estado como pelas vítimas e seus familiares. A estimativa é feita com base em informações do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Urbes – Trânsito e Transportes e da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP). Cada morte no trânsito custa R$ 150 mil à sociedade como um todo, os acidentes com feridos geram prejuízos de R$ 22.882 por vítima e as ocorrências sem vítimas têm custo médio de R$ 4.275. 

Definidos pelo Ipea, os valores, entre outros pontos, levam em consideração os gastos com resgate e remoção dos envolvidos no sinistro, atendimento médico, internação hospitalar, reabilitação das vítimas, gastos previdenciários quando do acidente resulta a invalidez ou morte das vítimas e danos aos veículos. Em Sorocaba, os acidentes com vítimas são os mais numerosos e, na cidade, somam pelo menos, R$ 44 milhões em custos no ano. 

Durante os dez primeiros meses do ano, de acordo com a SSP-SP, o trânsito de Sorocaba totalizou 81 mortes. Até outubro, o prejuízo com os óbitos no trânsito sorocabano somava R$ 12,150 millhões. Gerente de Educação para o Trânsito na Urbes, Roberta Bernardi S. Martin, explica que além dos custos com o acidente em si, remoção dos corpos e dos veículos da via e o funeral das vítimas o valor engloba ainda o pagamento de seguro e de benefícios previdenciários para possíveis herdeiros. 

Cada vítima de acidente de trânsito custa até R$ 22.882. Roberta explica que esse valor calcula os gastos com o resgate, internação hospitalar, recuperação e reabilitação das vítimas. “Esse valor não é obrigatoriamente pago pelo Estado, mas alguém arca com esses custos e quem perde é a sociedade”, comenta. A responsável pela área de Educação para o Trânsito na Urbes lembra que, segundo o estudo do Ipea, as ocorrências sem vítimas têm custo médio de R$ 4.275. 

“Nos acidentes sem vítimas são calculados apenas os prejuízos materiais”, explica Roberta. Os custos com o conserto dos veículos e avarias públicas como postes derrubados e a varrição do asfalto necessária depois de um acidente com quebra de vidros dos automóveis envolvidos. Até setembro, em Sorocaba a Urbes registrou 2.670 sinistros sem vítimas. O prejuízo foi de R$ 11,414 milhões, aproximadamente. 

Apesar do estudo considerar de forma geral os prejuízos causados pelos acidentes, Roberta afirma que a maior parte dos custos são arcados pelo Estado. “Partindo do pressuposto que os acidentes podem ser evitados, esses são recursos que poderiam ser investidos em outras áreas da saúde”, pondera. A gerente de Educação de Trânsito da Urbes afirma que, segundo dados do seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores (Dpvat) cerca de 45 mil pessoas morrem no trânsito brasileiro por ano. 

Danos visíveis e invisíveis 

Os danos gerados pelos acidentes no trânsito vão além dos financeiros, os impactos familiar e social não podem ser ignorados. Roberta lembra que grande parte das pessoas que morrem no trânsito têm até 34 anos e estão em idade produtiva. A morte repentina causada pelos acidentes ainda traz danos à saúde psicológica da família. 

“Os estudos mostram que depois da perda de um filho aumentam as chances de separação entre os casais e de haver abandono do emprego principalmente por parte da mulher”, comenta. Depressão e outras doenças psiquicas, diz, são comuns entre quem perdeu um ente querido no trânsito. Os danos sociais também podem ser apontados na perda da força de trabalho para o País como um todo. 

Apesar de não valorados monetariamente, o estudo cita também os danos invisíveis ligados aos acidentes de trânsito. Nas sequelas apontadas pelo levantamento estão os impactos do estresse pós-traumático de um acidente na pessoa vitimada e nas suas relações familiares e sociais. 

“Embora sejam de difícil quantificação, (os danos invisíveis) necessitam ser identificados e caracterizados, pois evidenciam a amplitude da violência dos acidentes. A reação pode ser vivida como uma experiência traumática dependendo das condições e conseqüências do acidente, da ocorrência de perdas de vida, da responsabilidade pela perpetração do acidente, o que aumenta a probabilidade de perturbação mental, a depender de fatores de risco ou de fatores protetores”, descreve a introdução do estudo. 

De acordo com o estudo, os indivíduos envolvidos em acidentes de trânsito, em especial nas rodovias, em condições de distanciamento físico do atendimento e do resgate, desenvolvem um quadro de co-morbidade onde a depressão e a ansiedade são as conseqüências mais frequentemente descritas entre os envolvidos. 

Os estudos do IPEA sobre o custo da violência no trânsito foram desenvolvidos em conjunto com a Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP) e tiveram o apoio do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), do Ministério da Saúde, do Ministério dos Transportes, dentre outros. Em linhas gerais, o objetivo do projeto é subsidiar a formulação de políticas públicas, programas e ações voltadas para a redução da quantidade e, especialmente, da gravidade dos acidentes de trânsito no país. 

Para o calculo, o estudo do Ipea leva em consideração a perda de produção das vítimas, danos ao veículo, atendimento médico, processos judiciais, congestionamento, gastos previdenciários, resgate, remoção e reabilitação das vítimas, dano ao mobiliário público, à sinalização de trânsito, atendimento policial, danos a propriedades de terceiros e impacto familiar. Os valores mais recentes divulgados pelo instituto são de 2006.

Trauma provoca mudança de vida aos 19 anos

Jefferson Martinez estava com 19 anos quando se acidentou na estrada que liga Sorocaba a Piedade. Sem cinto de segurança, sofreu uma lesão medular e, como consequência, perdeu o movimento das pernas. Hoje, aos 48 anos Martinez fala com naturalidade sobre o acidente mas lembra que a recuperação levou mais de três anos. “Meus pais gastaram muito dinheiro comigo. O médico orientou que eu fosse atendido no sistema particular. O carro também não tinha seguro e eu perdi o carro do meu pai”, recorda. 

Da experiência traumática Jefferson deu a volta por cima e usa sua história como ferramenta de incentivo a outros cadeirantes que têm a deficiência por diversas razões. Desde 2005 Martinez está a frente da coordenação da Associação de Deficientes de Votorantim (ADV), que hoje atende mais de 80 pessoas. “Na época do acidente eu namorava uma menina de Piedade e me acidentei voltando da cidade dela. Naquela época não tinha campanha para o uso de cinto de segurança”, lembra. 

Por conta da lesão, Martinez passou por cirurgia para colocação de uma placa de platina na coluna. “Fiquei seis meses na cama para a recuperação”, conta. A fisioterapia começou apenas um ano depois do acidente. Foram três anos de tratamento. “No começo eu pegava forte na fisioterapia, mas até que chega uma hora que a gente se convence que não vai mais andar. Daí fiquei só na manutenção em casa mesmo”, recorda. Martinez retomou a vida, adaptou-se à nova realidade e hoje, garante, tem uma vida normal. 

“Tenho uma vida completamente normal até que eu encontre alguma barreira”, diz. Há cinco anos ele voltou a dirigir e a rotina é corrida, com horários apertados. “Sou totalmente envolvido com a instituição. Conseguimos ampliar muito o atendimento e a estrutura, isso sem depender de dinheiro público ou doação. Fomos atrás”, comemora. Martinez lembra que a recuperação do acidente não foi fácil, assim como a adaptação à condição de cadeirante mas comemora o fato de ter conseguido construir uma história positiva a partir do acidente. “Se eu não estivesse nessa condição, dificilmente teria me engajado nessa causa”, finaliza.

( o povo reclama que falta verba pra isso e aquilo , como educação, saúde etc, mas nunca se da conta que tb gera prejuizos ao estado como no ex da matéria ai, final do ano ta ai, se vc beber e for dirigir não se esqueça que vc pode dar preju ao estado ta bom ?

bom senso falta em todos tb viu ?)

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aprovada leis dos bares, turma da baderna comemora

Os proprietários de bares, restaurantes, lanchonetes e similares instalados em Sorocaba têm até o dia 30 de junho deste ano para se adequarem à Lei dos Bares. A lei que concede novo prazo, nº 10.432, foi sancionada pelo prefeito Antonio Carlos Pannunzio (PSDB) e publicada na edição de ontem do jornal Município de Sorocaba, quase um mês após a sua aprovação na sessão do dia 14 de março.
A nova lei, fruto do substitutivo do vereador Waldecir Morelly (PRP) ao projeto de lei de Marinho Marte (PPS), concede o novo prazo para que os proprietários requeiram o alvará especial que permite o funcionamento após a meia noite. Porém, somente será permitido aos comerciantes que apresentarem à Secretaria de Segurança Comunitária da Prefeitura de Sorocaba um requerimento de solicitação de horário especial, além ainda da inscrição municipal. Neste prazo, assim como durante o processo de avaliação, os estabelecimentos ficam isentos de sanções e multas previstas na lei.

Antes da aprovação do substitutivo em plenário, os vereadores Marinho Marte e Izídio de Brito (PT) promoveram diversas reuniões com proprietários e trabalhadores dos bares e similares para discutir a prorrogação da vigência da “Lei dos Bares”. A modificação da lei aconteceu após constantes reclamações e manifestações por parte de donos desses tipos de estabelecimentos, que alegavam dificuldades em se adequar ás exigências, sobretudo por conta do curto espaço de tempo inicialmente prevista na legislação anterior, de autoria do ex-prefeito Vitor Lippi (PSDB). Tanto que dos cerca de 2600 estabelecimentos do gênero existentes em Sorocaba, apenas 73 já solicitaram o alvará especial, segundo dados da Secretaria de Segurança Comunitária.
Quando entrou em discussão na Câmara, a proposta modificativa acabou agradando o Executivo, o Legislativo e os proprietários de bares e lanchonetes. Os únicos contrários, na sessão em que o projeto foi aprovado foram os vereadores José Crespo (DEM) e pastor Luis Santos (PMN). O primeiro chegou a pedir a revogação total da original Lei dos Bares, a nº 10.052, de 25 de abril de 2012, de autoria do ex-prefeito Vitor Lippi (PSDB), por entender que ela é inconstitucional. Já Luis Santos afirmou que iria se colocar ao lado das famílias prejudicadas por causa do funcionamento de bares e leu uma carta aberta encaminhada ao Legislativo pelos Consegs, Polícia Civil e Polícia Militar, em que se colocavam contrários às mudanças na legislação vigente. Porém, foram votos vencidos e o projeto foi aprovado por 18 a 2.

Exigências

Para se adequarem à lei e poderem funcionar após as 24h, os estabelecimentos devem atender a uma série de requisitos, entre os quais inscrição municipal; auto de vistoria do Corpo de Bombeiros; licença de funcionamento emitida pela Divisão de Vigilância Sanitária Municipal; laudo indicando tratamento acústico, quando houver música ao vivo ou eletrônica; comprovação de que o local possui acesso adequado a pessoas portadoras de deficiência; alvará de licença para construção, reforma ou ampliação e ou certificado de conclusão da obra; e parecer favorável de uma comissão da Prefeitura criada para este fim.
Outra modificação, feita após levantamento das leis municipais, é que o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros será necessário apenas aos comércios com mais de 250 m2, como apregoa a lei 2.095/80. No caso dos estabelecimentos com tamanho inferior a 250 m2, a legislação determina que deverão apenas ser instalados extintores a cada 100 m2 de área construída. 
O presidente do Sindicato Patronal de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Sorocaba, Antônio Francisco Gonçalves, o Botafogo, desde a apresentação do projeto de que que alterou a legislação sinaliza positivamente. “As empresas terão, a partir de agora, um prazo maior para adequações. A Lei dos Bares, na forma em que estava sendo colocada em prática, prejudicava os comerciantes, funcionários e também a cidade de Sorocaba como um todo”, afirmou.

Quando da aprovação, em segunda discussão, o líder do governo no Legislativo, o vereador Paulo Mendes informou que o comerciante que apresentar o requerimento de manifestação de interesse de funcionamento, junto com a inscrição municipal, será notificado para apresentação dos outros documentos – a licença de funcionamento da Vigilância Sanitária e do laudo de tratamento acústico quando necessário – no prazo estabelecido. “Depois de 30 de junho, não vai ter jeito”, alegou o governista, ao dizer que a lei começara punir novamente.( se houvesse um lugar só para bares e casas noturnas, não precisaria de mais leis e nem perder tempo e dinheiro pra discutir isso.)

de menores ( ah tá) chapam o coco no carnaval de SOROCABA

Jovens embriagados foram levados pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) – Por: Luiz Setti
 

Pelo menos sete menores de idade foram encaminhados ao Hospital Regional de Sorocaba, todos embriagados e cinco deles desmaiados. Eles participaram da festa de Carnaval promovida pelo bloco Boca a Boca, na noite deste domingo (10), na praça Carlos Alberto de Souza, no bairro Parque Campolim.

A identificação de todos serem menores de idade foi feita por quatro integrantes do Conselho Tutelar de Sorocaba: Andréa Biancalana, Natália Lucena, Luciana Aro e Silmara. As conselheiras trabalharam durante a festa, flagraram jovens de até 18 anos com bebidas alcóolicas e atuaram na companhia de 80 policiais militares e 40 guardas civis municipais.

Os sete menores embriagados permaneceram deitados na praça, em fileira, próximos à calçada da avenida Caribe. Eram cinco homens e duas mulheres. Alguns mexiam o corpo apenas para vomitar. Outros tentavam se levantar, mas mal conseguiam erguer a cabeça. 

Segundo a conselheira tutelar Natália Lucena, as ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionadas às 19h para o socorro dos adolescentes. Os veículos começaram a chegar às 20h20. A primeira a ser levada foi uma menina, que aparentava ter 16 anos de idade. No segundo carro foram embarcados três jovens – um foi deitado na maca e os outros dois sentados.

As ocorrências durante a festa do bloco Boca a Boca não pararam por aí. O subcomandante da Guarda Civil Municipal (GCM), Ezequiel de Oliveira, confirmou a detenção de um menor de idade com posse de cocaína e maconha. O ato infracional foi registrado na Delegacia de Polícia Participativa (DPP) da zona sul.

Uma briga também ocorreu na praça, em uma das trilhas da pista de caminhada. Aproximadamente dez pessoas correram em direção a uma pessoa, que foi ferida com uma garrafa de vidro na cabeça. O casal Kleber Mateus Dias Batista Soares e Tamiris Pedroso – grávida de nove meses -, ambos de 18 anos, presenciaram a confusão. “Uns policiais foram para cima e atiraram gás de pimenta para apartar a briga”, conta.

A festa no Parque Campolim começou às 17h e o carro de som do bloco Boca a Boca terminou de tocar músicas às 20h. Mesmo assim, o povo presente no evento permaneceu na praça. Bastava caminhar pelo local para encontrar pessoas com bebidas alcoólicas nas mãos, sem qualquer tipo de disfarce. “Abordamos menores com garrafas de vodca, de pinga, latas de cerveja em baldes cheios de gelo e com embalagens de refrigerante, que eles usaram para enganar ao misturar com o álcool”, comenta a conselheira tutelar Andréa Biancalana.

De acordo com Andréa, a bebida alcoólica era trazida de casa ou era comprada em supermercados da região. “Geralmente, os menores pedem para os maiores de idade comprarem para não haver nenhum impedimento”, diz.

O presidente em exercício do bloco Boca a Boca, João Gabriel, comenta que a segurança nesse tipo de evento popular é um dever do poder público. “Mesmo assim, contratamos 30 seguranças particulares e uma ambulância com unidade de terapia intensiva”, ressalta. A festa prossegue na terça-feira em Sorocaba com o bloco Recreiol  ( não sei se isso ai é de menor, mas se for qual a diferença ? só na cabeça dos atrasados ou de quem não quer mudar nada e lucra com esta porcaria de 18 anos . 

esta criatura caida ai , ainda teve sorte de um tardo não aproveitar e levá-la pra um local ermo e se aproveitar, vejam as demais fotos, ela ta de bermuda , pra facilitar ainda mais.)

bares só até meia noite em SOROCABA

 Em vigor há quatro dias, a lei municipal 10.277/2012, que limita o horário de funcionamento de bares e simulares em Sorocaba, nenhum estabelecimento do setor dispõe de alvará especial que permite a abertura após à meia-noite. Desde que a lei foi sancionada, em setembro do ano passado, o Setor de Fiscalização da Prefeitura de Sorocaba recebeu 16 pedidos de alvará especial, mas as licenças ainda não foram deferidas em função a falta de documentação necessária. Atualmente, 2.478 bares e similares estão cadastrados no município.


A nova lei concedeu um período de 90 dias para que os proprietários dos estabelecimento se adequassem às normas especiais de funcionamento. Esse prazo expirou no dia 31 de dezembro de 2012. A partir de então, os bares que estiverem abertos após esse horário estarão sujeitos à multa de R$ 1 mil e interdição do estabelecimento. Em caso de reincidência, o valor da multa é dobrado. O texto original da lei, de autoria do Executivo, estabelecia o limite de funcionamento dos bares e similares até às 23 horas. Depois de manifestações de protesto de empresários do setor, foi aprovado um texto substitutivo, de autoria do vereador Rozendo de Oliveira (PV) e subscrito por outros oito vereadores, estendendo o horário até a meia noite e ampliou o prazo de adaptação até o final de 2012.

As modificações da lei, no entanto, não foram suficientes para conquistar a aprovação do setor. O presidente do Sindicato do Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Sorocaba, Antônio Francisco Gonçalves, conhecido como Botafogo, considera um retrocesso esse tipo de limitação, que prejudicará tantos os empresários e empregados do setor, como a própria população, que ficará cerceada do direito ao seu lazer. Ele considera que a medida é retrógrada e trará impacto, inclusive, no turismo do município, pois muitas pessoas que frequentariam a noite de Sorocaba acabarão indo para cidades da região, onde não existe esse tipo de proibição. “Ao invés de acompanhar a evolução e ampliar a oferta de serviços, Sorocaba está retrocedendo, como se a limitação do horário de funcionamento do bares fosse a única medida para conter a violência, que sequer apresenta índices tão alarmantes na cidade”, critica.

O baixo número de pedidos de proprietários para a licença especial, segundo ele, demonstra a reação contrária dos estabelecimentos a essa medida. Botafogo afirma que os proprietários estão preferindo encerrar o expediente à meia noite do que entrar com o pedido de alvará especial, diante da burocracia exigida. “Muitos empresários também estão esperando como as coisas vão acontecer antes de tomar alguma medida mais efetiva”, diz. A expectativa do presidente do Sindicato é que com a nova gestão do prefeito Antonio Carlos Pannunzio (PSDB) essa situação possa ser repensada. “O Pannunzio tem uma visão diferenciada sobre a importância do turismo para a economia da cidade e esse tipo de medida vai contra a expansão do setor”. Botafogo não descarta a possibilidade de iniciar um novo movimento para tentar derrubar a chamada Lei dos Bares. “Vamos aguardar para ver como será atuação do novo prefeito em relação ao turismo para que possamos iniciar uma conversação sobre o tema, que envolverá também a Câmara Municipal”, ponderou.
 
Mesas nas calçadas
 
Outra medida que tem preocupado os donos de bares em Sorocaba é a proibição da colocação de mesas e cadeiras nas calçadas, conforme estabelecido na lei municipal 10.307. Em vigor desde outubro de 2012, a sua aplicação ainda depende de regulamentação por parte da Prefeitura de Sorocaba e, por isso, nenhum estabelecimento foi punido até o momento. Mas para o presidente do sindicato do setor essa é mais uma limitação imposta que prejudicará tantos os bares como seus clientes que gostam desse tipo de acomodação por ficarem mais à vontade. “Temos que aguardar para ver como essa medida será aplicada, mas é outra incoerência. O setor está ficando acuado. Ao invés de atrair turistas para a cidade, a Prefeitura tem agido inversamente”.( se houvesse um lugar isolado onde ficariam todos os bares, casas noturnas, não precisaria isso, a pessoa fica ali e  é proibida de adentrar o perímetro urbano se estiver embriagada.
 

alias isso é turismo, beber até cair e sair guiando ?, mas pra isso terá fiscal, já que pra obras de grandes empresas não tem né  ? quero ver se vai ter fiscal KAMÍKAZE pra ir meia noite, no HABITETO, JD NOVA ESPERANÇA por ex pra ver se tem birosca aberta, ou a lei é só para o centro ?)

LUIZA GOMES, a bêbada louca do canudo, e fumar grana, será indiciada

 

Delegado vai autuar jovem que ‘fumou nota de R$ 50’ por três crimes

 

Nesta segunda-feira (20) as imagens dos transtornos provocados pela estudante de Direito na Terceira Ponte foram divulgadas pela Polícia Civil

20/08/2012 – 14h00 – Atualizado em 20/08/2012 – 14h00
gazeta online

O delegado Fabiano Contarato, titular Delegacia de Delitos de Trânsito, afirmou que o incidente envolvendo a estudante de direito Luiza Gomes foi uma sucessão de erros absurdos. Na última sexta-feira (17), a universitária de 19 anos foi o assunto mais comentado entre os capixabas depois que dirigiu embriagada, fumou uma nota de R$ 50 reais, tentou ligar o carro com um canudinho plástico e ainda questionou a eficácia da Lei Seca.
foto: TV Gazeta

Luiza Gomes, estudante de Direto, pode ser punida por dirigir embriagada e sem carteira de habilitação, segundo o delegado Fabiano Contarato

Para Contarato, o primeiro erro foi do proprietário do veículo, que permitiu que uma pessoa desabilitada assumisse a direção. “O carro está registrado no nome da mãe e por isso, legalmente, ela pode ser indiciada no Artigo 310 do Código de Trânsito”, afirmou o delegado.

Já a universitária pode ser punida por dirigir embriagada e sem habilitação, desacato a autoridade, dentre outras irregularidades. “O que ela fez é inacreditável. Estava visivelmente alterada, colocou em risco a vida de várias pessoas, e também a dela, e ainda humilhou às leis de trânsito vigente no Brasil, em especial a Lei Seca”, comentou.

Nesta segunda-feira (20) as imagens dos transtornos provocados por Luiza, na Terceira Ponte, foram divulgadas pela polícia. Nas gravações, a jovem para o carro na pista, desce e entra no veículo várias vezes, fuma tranquilamente e ainda provoca outros motoristas. Destroços e até um dos pneus do carro, um Honda Fit, ficaram espalhados e quase causaram outros acidentes.

Medida cautelar

O Delegado Fabiano Contarato afirmou que pretende entrar com uma medida cautelar no Detran do Espírito Santo, para evitar que Luiza Gomes dê entrada no processo para tirar uma habilitação. “Apesar de tudo que fez ela tem direito de tirar a carteira. Essa jovem é um perigo eminente a quem trafega e por isso vou adotar essa medida para evitar que ela continue circulando.

Segundo o titular da Delegacia de Trânsito, os policiais que foram ao local onde ocorreu o incidente também serão questionados.

“Aqueles militares tinham respaldo para autuá-la, mesmo não existindo o flagrante. O fato dela não estar dirigindo no momento não é um argumento válido para não puni-la. O pneu e a lataria do carro danificados comprovam que ela já havia causado danos por onde trafegou”.

A Corregedoria da Polícia Militar será acionada para analisar o trabalho dos policiais envolvidos, reforçou Contato.(com certeza , ela via achar brecha pra tentar dirigir legalmente ou apelar pra uma carteira falsificada, esta ai é capaz de tudo, já demostrou isso.)

ela podia ser amiga desta outra louca aqui, já pensaram as duas juntas depois de uma festa ? seria o ARMAGEDOM.