laudos reforçam que vazamento de gás teria matado família em FERRAZ DE VANCONCELOS (SP)

Familiares comparecem ao enterro da enfermeira Dina Viera da Silva, 42, e dos seus quatro filhos

Familiares comparecem ao enterro da enfermeira Dina Viera da Silva, 42, e dos seus quatro filhos

O Instituto de Criminalística (IC) constatou que havia uma concentração de monóxido de carbono acima do normal nos corpos das cinco vítimas de uma mesma família encontradas mortas dentro de um apartamento em Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo, no dia 17 de setembro.

Os laudos ainda serão entregues ao Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), onde o caso é investigado. As vítimas são a enfermeira Dina Vieira da Silva, de 42 anos, e de seus quatro filhos, de 6, 11, 12 e 16 anos. As mortes, segundo o inquérito, foram provocadas provavelmente por um vazamento no aquecedor de gás do imóvel, que não tinha uma tubulação de escape para a rua e não era o modelo apropriado ao abastecimento por botijão. O IC constatou em uma simulação que o aparelho liberava o gás quando ligado.

A polícia chegou a prender o namorado da enfermeira, o boliviano Alex Guidone Pedraza, de 33 anos, que era suspeito de ter envenenado as cinco vítimas. Ele foi solto, a pedido do DHPP, após as primeiras perícias serem divulgadas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

( ainda bem que houve vontade de investigar, senão o boliviano até poderia estar morto, afinal os demais detentos se julgam donos da moral né ? vcs sabem.

e não era a primeira vez , já houve uma morte ali devido a vazamento de gás, mas o dono do imóvel não informou isso a esta mãe com os filhos e ta ai o resultado ,agora de quem é a culpa ? dele , da empresa que instalou o gás ? dos dois ?) 

mais um curintiano ex preso da BOLÍVIA se envolve em coisa errada

 

Torcedor que ficou preso na Bolívia é ferido em troca de tiros com PM 

Raphael Machado Castilho foi baleado em Santo Estevão, na Bahia. 

Ele foi internado em estado grave na cidade de Feira de Santana, diz PM. 
Um dos torcedores do Corinthians preso na Bolívia após a morte de um adolescente em um jogo realizado pela Libertadores no estádio Jesús Bermúdez, na cidade de Oruro, foi preso novamente, desta vez na em Santo Estevão, na Bahia, na noite de sexta-feira (20). 

Segundo informações do tenente Wilson, da 57ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM), Raphael Machado Castilho de Aráujo, que é de Santos (SP) e mora em Praia Grande (SP), estava acompanhado de Alex Nascimento da Silva, 23 anos, em uma moto. 

Segundo a PM, um dos dois teria atirado contra uma viatura que fazia uma blitz pela cidade. 

De acordo com o tenente, a polícia reagiu aos tiros e perseguiu os dois suspeitos, que acabaram baleados e detidos. Raphael foi atingido no braço e acima do peito, do lado esquerdo e levado para o Hospital Geral Clériston Andrade, em Feira de Santana, cidade distante cerca de 100 km de Salvador. Já Alex, que é de Santo Estevão, foi atingido nas nádegas e está no Hospital Municipal da cidade.

O tenente Wilson informou que foi apreendido com os rapazes um revólver calibre 38, de modelo especial. Com Raphael, a polícia encontrou documentos que comprovam a entrada e saída dele na Bolívia. 

Também foi encontrada uma carteira da torcida organizada do Corinthians, a Gaviões da Fiel, em nome de Raphael. 

A polícia informou que os dois suspeitos não correm risco de morte. 

Nenhum policial ficou ferido durante a troca de tiros. 

De acordo com informações da 57ª CIPM, Alex tem passagens pela polícia por porte ilegal de armas, aliciamento de menores e é suspeito de envolvimento de tráfico de drogas. 

Ainda segundo a polícia, o baiano teria dito a PMs que Raphael estava morando em Santo Estevão há cerca de um mês. 

Raphael estava no primeiro grupo de corintianos libertado pelo governo boliviano, e chegou ao Brasil em 9 de junho. 

A mãe do torcedor, Valcineia Machado dos Santos, confirmou ao G1 que o filho foi hospitalizado na Bahia, mas não quis dar mais detalhes sobre o ocorrido. 

O caso foi registrado no Complexo Policial de Feira de Santana, de onde deve ser encaminhado para uma 
delegacia local.  

( agora são 4, os 3 que brigaram em BRASÍLIA no jogo contra o VASCO e agora este ai.

vem cá, será que os pais do KEVIN SPADA o garoto morto na BOLÍVIA estão sabendo destas noticias ?  ah mas se os 12 não estão evolvidos naquele caso ?


mas choraram diante da tv, dizendo que estavam sequestrados na BOLÍVIA, que era inocentes, mas vendo estas badernas de agora é pra se pensar, afinal será que foi um de menor que usou aquela sinalizador ? e os demais encobriram ?)

bandidos do caso do menino boliviano são assassinados na cadeia.

Os presos Paulo Ricardo Martins e Felipe dos Santos Lima, acusados de matar o boliviano Brayan Capcha, 5, foram assassinados na tarde desta sexta-feira no CDP (Centro de Detenção Provisória) de Santo André, na Grande São Paulo.
Segundo funcionários do sistema prisional, ambos foram envenenados com o coquetel da morte. Trata-se de uma mistura de cocaína, viagra, água e até creolina.
Agentes penitenciários disseram que os presos estavam no pátio quando foram envenenados, por volta das 14h30. Eles chegaram a ser encaminhados para a enfermaria, mas não resistiram.
 
Esse método foi criado em meados da década passada por membros da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) para matar seus inimigos. Somente na penitenciária de Iaras (a 285 km de São Paulo), foram mortos dez presos dessa maneira.
 
Com esse coquetel, a causa da morte é identificada como overdose e, dessa forma, é difícil chegar à autoria do homicídio. O CDP de Santo André é dominado por integrantes do PCC.
Em nota, a SAP (Secretaria da Administração Penitenciária) confirmou as mortes e informou que vai apurar as circunstâncias em que elas ocorreram.
Cinco pessoas foram acusadas pela morte de Brayan. Um deles, menor de idade, está detido; dois continuam foragidos.
  Reprodução/TV Globo  
Documento de identidade do boliviano Brayan Yanarico Capcha, 5, assassinado durante assalto à sua casa na zona leste de SP
Documento de identidade do boliviano Brayan Yanarico Capcha, 5, assassinado durante assalto à sua casa na zona leste de SP
A advogada da família de Brayan, Patrícia Vega, disse que, para a família do jovem boliviano, a morte dos dois suspeitos isso não muda nada. “O que eles esperam é que os outros dois foragidos sejam presos”, disse.
 
O delegado da 8ª seccional de São Mateus, Antonio Mestre Junior, disse que vai apurar o crime para saber se foi motivado pelo crime contra o menino boliviano ou se foi alguma desavença com criminosos fora do presídio. Junior disse ainda que os dois suspeitos foragidos quase foram presos durante buscas na mesma região do interior de São Paulo.
CASO
Os bandidos que participaram do crime aproveitaram a chegada de um tio da criança para invadir a residência, na zona leste de São Paulo. Os familiares de Capcha chegaram a entregar R$ 4.500, mas os bandidos, insatisfeitos, passaram a ameaçar todos dentro da casa.
 
De acordo com o boletim de ocorrência, o menino chorava muito no momento do assalto e os criminosos chegaram a dizer que cortariam a cabeça da criança, caso ela não parasse de gritar. Momentos antes de fugir, um dos bandidos disparou contra a cabeça do garoto.
Ele foi levado ao pronto-socorro do Hospital São Mateus pelos próprios pais, mas não resistiu aos ferimentos. Segundo um investigador, que preferiu não ter a identidade revelada, a maioria dos membros da família chegou há pouco tempo em São Paulo e ainda não fala bem português.
 
Segundo agentes penitenciários, membros do PCC mataram os acusados porque a facção criminosa não tolera violência contra crianças.
O suspeito foragido Diego Rocha Freitas Campos, apontado pelos investigadores como o autor do disparo que matou o menino boliviano, deixou a prisão junto com o outro foragido Wesley Soares Pedroso,19, durante a saída temporária do Dia das Mães neste ano, e não retornaram à prisão. 
( este papo de lei da cadeia é para pé de chinelo, PCC comete atrocidades com quem quer que seja, seja criança, mulher ou idoso, assim como outras grupos organizados.
claro que são 3 a menos, mas não se enganem, pois nada vai mudar mesmo, pé de chinelo é fácil matar, mas os graúdos.)

dois curintianos que estiveram presos na BOLÍVIA, participam de briga entre CURINTIA E VASCO em BRASÓLIA.

 

O corintiano Cleuter Barretos Barros, sócio da torcida Gaviões da Fiel, que esteve preso na Bolívia acusado pela morte do jovem Kevin Espada foi o segundo identificado na briga entre torcedores do Corinthians e do Vasco no último domingo (25), no Estádio Mané Garrincha, em Brasília.

A edição do jornal O Estado de S.Paulo desta quarta-feira (28) publicou análise realizada por peritos nas imagens da confusão no DF e comparou com imagens do torcedor na prisão, em Oruro. O estudo foi feito pela ABPC (Associação Brasiliense de Peritos em Criminalística).

“Considerando as convergências encontradas nos exames quanto às características consideradas individualizadoras da face e a inobservância de divergências classificadas como incompatíveis, conclui-se que as imagens padrão referentes a Cleuter correspondem à mesma pessoa que aparece nas imagens da briga vestindo agasalho de cor cinza, tendo os dizeres “NEW YORK” na parte frontal”, diz o trecho da análise publicado pelo jornal.

De acordo com o Estado, Cleuter Barros é conhecido como “Manaus” na Gaviões da Fiel, por causa de sua cidade de origem. Líder da torcida na capital do Amazonas, o torcedor foi a São Paulo para participar da organização do desfile da escola de samba da Gaviões no Carnaval e passou a dormir na sede da torcida.

Nas imagens, prossegue a reportagem, é possível ver que Barros foi um dos primeiros a partir para o confronto com os torcedores do Vasco e ficou o tempo todo no meio da confusão, que aconteceu no intervalo e necessitou da ação de policiais com spray de pimenta e cassetetes para conter a briga.

Barros chegou a ser apontado na Bolívia como o autor do disparo de sinalizador que matou Kevin Espada em fevereiro deste ano, na partida do Corinthians contra o San José, pela Copa Libertadores. Com ele, foram encontrados três sinalizadores, sendo que um deles idêntico ao que atingiu o garoto boliviano. O corintiano passou cinco meses e meio na cadeia e foi solto por falta de provas.

O primeiro torcedor que estava preso em Oruro e acabou identificado na briga no Mané Garrincha foi Leandro Silva de Oliveira. O jornal Lance! também identificou um vereador de Francisco Morato, Raimundo César Faustino (PT), conhecido como Capá, como um dos participantes da confusão.  ( 5 meses na cadeia , não foram suficientes pra  estes dois né ?

 
la na BOLÍVIA, falaram que estavam sequestrados, que choraram inocência etc e agora isso, soltos de volta ao futebol, aprontam isso .
 
podem ser inocentes no caso do KEVIN ESPADA , mas agóra não tem o que alegar,  ou vão dizer que estavam se defendendo de ataques vascaínos ? as imagens mostram que eles invadiram o espaço destinado aos torcedores do VASCO para brigar, afinal não tinha divisória.
 
já passou do tempo de darem uma lição de vez nestes baderneiros .
 
Cleuter aparece na imagem à esquerda, de jaqueta cinza com a estampa "NEW YORK"


dois suspeitos da morte do menino boliviano já estão em cana.

Montagem/BOL

Um suspeito de participar do assassinato do boliviano Brayan Yanarico Capcha, de 5 anos, durante assalto à sua casa na madrugada de sexta-feria (28), em São Mateus, na zona leste de São Paulo, quase foi espancado por grupo de bolivianos que protestavam contra a morte da criança.  http://videos.bol.uol.com.br/#view/bolivianos-tentam-bater-em-suspeito-pela-morte-de-menino-04020D9A316ADCA94326&tag/6047|assassinato   ( vem no link o vídeo da prisão de um suspeito.

pronto agora vão dizer que um de menor é quem atirou, isso ai já é de praxe de bandido, afinal em quadrinhas sempre tem um assim.

e ai não discutem mudanças na lei, pois alegam que o pais está em comoção, se bem que este caso nem atraiu tanta atenção, por isso que o povo deve continuar protestando nas ruas.)