CACHOEIRA em lua de mel, no pais dos PETRALHAS

Beneficiado por habeas corpus após ser condenado a quase 40 anos de prisão, o recém-casado Carlos Cachoeira reapareceu sexta-feira (4) hospedado no resort Kiaroa em Taipús de Fora, praia da Península de Maraú (BA), com a mulher, Andressa Mendonça

Beneficiado por habeas corpus após ser condenado a quase 40 anos de prisão, o recém-casado Carlos Cachoeira reapareceu sexta-feira (4) hospedado no resort Kiaroa em Taipús de Fora, praia da Península de Maraú (BA), com a mulher, Andressa Mendonça ( e depois vem a lei dizer que todos são iguais perante ela, vai vc roubar um pão no desespero da fome , pra tu ver o que te acontece.

quer mais fotos da pouca vergonha nacional ? 

http://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/12637-cachoeira-em-lua-de-mel#foto-226641 ( mas numa coisa concordemos, a mulher co CACHOEIRA é gostosa heim ?)

BRASIL E ESPANHA, cadeados em lixeiras, os pobres só afundando.

Lixeira transbordando de lixo

Barcelona – A cidade de Girona, no nordeste da Espanha, decidiu fechar com cadeados as latas de lixo de supermercados, para evitar que os necessitados recolham comida vencida ou estragada, com consequentes riscos para a saúde, informou a administração municipal nesta terça-feira.

A prefeitura tomou esta medida, em colaboração com os donos das lojas, “diante do risco que pode representar para a saúde o consumo de alimentos atirados no lixo e o alarme social que isto provoca”, afirmou em breve comunicado.
A prática de recuperar restos de comida ou alimentos vencidos jogados em latas de lixo pelos supermercados cresce à medida que se aprofunda a crise econômica que sacode a Espanha.
“Neste momento, em frente aos supermercados há um único contêiner que se fecha com cadeado e é o que contém alimentos vencidos ou em mal estado para impedir que seja coletado pelos indigentes”, explicou à AFP um porta-voz municipal.
Junto com esta medida, a prefeitura de Girona estabeleceu um sistema de informação ‘in situ’ que dirigirá as pessoas que precisarem “a um centro de distribuição de alimentos para que possam receber uma cesta básica em caráter de urgência”, destacou.
Agentes sociais informarão àqueles que forem buscar alimentos nos contêineres que não podem continuar coletando restos e que poderão ter acesso diretamente, com um vale que receberão, aos distribuidores municipais de alimentos.
Esta iniciativa singular começou com um acordo com três grandes supermercados, mas está sua ampliação a outros grandes estabelecimentos está sendo preparada, acrescentou o porta-voz.( é a crise, os ricos mais ricos e o pobre se ferrando e a EUROPA no buraco, agora quanto tempo aguentarão ficar distribuindo cestas básicas ?)
Foto: Daniel Santini/G1

Moradores trancam o lixo para evitar a presença de catadores na região central. (Foto: Daniel Santini/G1)
Os catadores de material reciclável que atuam no Centro de São Paulo têm enfrentado dificuldades com o aumento no número de lixeiras com cadeados na região. É cada vez mais comum ver lixeiras trancadas nas ruas de bairros como Higienópolis, Santa Cecília e na região dos Jardins.
 
“Em 2007 a demanda por esse tipo de equipamento aumentou em 50%”, relata o empresário Aílton Dolignari, dono de uma empresa que comercializa peças para condomínios. Não há uma estimativa oficial do número de lixeiras com cadeado na cidade e nem do crescimento do número de instalações do gênero.

Ele teve que adaptar suas peças para atender à demanda. “A metalúrgica não fornece as peças prontas, então um serralheiro encaixa uma sobre a outra e é só instalar dobradiças e correntes e uma parte para o cadeado”, diz. “Esse tipo de lixeira ajuda a organizar o espaço e evitar que cachorros mexam no lixo, mas o principal mesmo são os mendigos. Quem nos procura relata essa preocupação. No começo, fiquei surpreso, mas é um problema sério. Há até os que levam os sacos para colocar o material da reciclagem dentro, deixando o lixo sobre a rua”, conta.

 
Foto: Daniel Santini/G1

Os catadores Gonçalo de Oliveira e Carlos Rodrigues de Almeida têm tido mais dificuldade de trabalhar nos bairros da região central. Eles reclamam que o número de lixeiras trancadas aumentou bastante recentemente. (Foto: Daniel Santini/G1)
 Contrastes
O porteiro Agostinho de Aguiar Silva trabalha em um prédio na Rua Antonio Carlos, uma travessa da Rua Augusta, na região central, em que há cerca de sete anos há uma lixeira protegida com cadeados. “Ajuda a deixar a calçada limpa. Quando eles procuram material para reciclagem fica muita sujeira. Sobra para gente”, reclama.
 
O lixo é trancado e o cadeado só é aberto no horário em que o caminhão da prefeitura costuma passar. Há também prédios que fazem acordos para que o material reciclável seja  recolhido por cooperativas – quem coleta fica com a chave.

Afetados pela mudança os catadores de material reciclável reclamam da política adotada por condomínios da região central. “Atrapalha e muito. Se a gente estourar chamam a polícia. Não tem opção”, lamenta o catador Carlos Rodrigues de Almeida, que há dez anos sobrevive catando material reciclável em Higienópolis. “Dá raiva, mas vou fazer o que? Xingar o porteiro? Ele não tem culpa”, lamenta.

Ao seu lado, carrinho vazio, Gonçalo de Oliveira também lamenta. “Só sei que a vida está difícil. Cada dia mais. Ficando pior.” ( na ESPANHA, ainda tentam alimentar os pobres, já aqui, querem que morram de fome de uma vez, ai quando o cara parte pro crime, não sabem pq .)

pais machista de bosta, DENISE LEITÃO é exonerada

 

DENISE LEITÃO ROCHA, foi mesmo exonerada, por decisão machista é claro, e não apenas de homens mas de mulheres que dizem que se garantem, mas não iam querer uma gostosa circulando pelo congresso.

a menos que saiba terríveis segredos que podem lhe conduzir de volta pra trabalhar pra outro politico, o congresso tb em em sua maioria velhos que só sobem a base de viagra,depois de verem o tal vídeo, simplesmente abandonam a moça a demissão.

pareçe que ela tem o desejo de tentar ser senadora, se for por SP, já tem meu voto.

FEMEN já conta com uma brasileira

“Já posso tirar?”, pergunta, sorrindo, a jovem de 19 anos, enquanto despe a parte de cima da roupa em pleno vão livre do Masp (Museu de Arte de São Paulo), na avenida Paulista. Quem está na boca da cena -cabelos loiros, pele bem branca, batom vermelho-tomate nos lábios, seminua antes mesmo do ‘pode’ da reportagem- é Sara Winter (sobrenome fictício, “para não envolver a família”). Sara é a primeira integrante do grupo Femen no Brasil. Nascida em São Carlos (interior de SP), a estudante de cinema foi recém-aceita no coletivo feminista que hoje conta com quase 400 militantes espalhadas pelo mundo. O grupo surgiu na Ucrânia, em 2008, e tem como principal objetivo combater o patriarcado em todas suas formas. “No início, os protestos eram com roupa, mas não adiantava nada. Quando elas começaram a exibir os seios, aí decolou”, constata Sara.

GRIFE
Hoje, o Femen é uma grife global. Suas ações (denominadas “ataques” pelas executoras) aparecem na mídia dia sim, dia não. As ativistas estão geralmente com fantasias minúsculas, grinaldas e fazendo topless. Via de regra, acabam presas.

Embora o foco seja lutar contra o machismo, as Femen se debruçam sobre quaisquer outros temas polêmicos. Dizem dar “uma visão feminina” à pauta do momento.
Já mostraram os peitos na Itália (contra o ex-primeiro ministro Silvio Berlusconi), na Suíça (contra o Fórum Econômico Mundial), na França (contra o ex-diretor do FMI Dominique Strauss-Khan), na Rússia (contra o presidente Vladimir Putin) e na Turquia (contra a violência doméstica).
Agora, voltam-se com força total para sua cidade de origem, Kiev, contra a organização da Eurocopa na Ucrânia. O torneio serve, na visão delas, ao turismo sexual.
É para lá que Sara embarca neste mês. Ela conseguiu uma doação de R$ 2 mil do grupo ucraniano e ainda tenta angariar mais dinheiro pela internet. A ideia é passar por um treinamento “na marra”, em ações diretas para capturar a taça da Euro e, se possível, destruí-la.

Zanone Fraissat/Folhapress
Sara Winter (sobrenome fictício, "para não envolver a família"), a primeira integrante do grupo Femen no Brasil
Sara Winter (sobrenome fictício, “para não envolver a família”), a primeira integrante do grupo Femen no Brasil
COPA E GRETCHEN
 
Não será seu primeiro “ataque”. No mês passado, a são-carlense tentou invadir o show da Gretchen (“denigre a imagem da mulher brasileira”) na Virada Cultural. Acabou interceptada por um segurança. Sem perder o ânimo, convenceu a organização a fazer um discurso após o show.
“Não queremos destruir esse tipo de mulher que a Gretchen representa, só queremos mostrar que a mulher brasileira não é só isso”, afirma.
Sara também trabalha no médio prazo. Até 2014, espera arregimentar mais de 20 meninas para organizar ataques à organização da Copa do Mundo no Brasil.
“O alvo aqui também vai ser o combater ao turismo sexual”, discursa.
AUTONOMIA
Mas, será que manifestações envolvendo nudez podem surpreender alguém no país do Carnaval?
“Com certeza! As pessoas acreditam que, por estarmos no Brasil, os protestos com peito nu não vão chocar, mas é só lembrar que vivemos num país de maioria católica para ver que não é bem assim”, diz a jovem.
O fato de as Femen que aparecem na mídia serem jovens magras, loiras e bem-depiladas as torna alvo de críticas de outras feministas. Há quem as acuse de serem obedientes à cartilha da indústria da beleza. Ou que suas performances apenas alimentam uma mídia ávida por nudez.
Segundo Sara, não há padrão de beleza para entrar grupo. “E eu sinceramente acho que boa parte das pessoas entende a nossa mensagem”, diz.
Há outros motivos para estarem nuas, como a demonstração de autonomia sobre o próprio corpo. Em resumo, “se um homem pode andar por aí sem camisa, por que a mulher não pode?”
Ao fim da entrevista, após pintar os seios de verde-amarelo, a Femen são-carlense desabafa um arrependimento: já foi agredida por um ex, e não procurou a polícia.
“Eu era muito dependente dele, morava na casa dele. Tinha medo. Hoje, eu não pensaria duas vezes. Tem que denunciar.“( é isso ai galera , é a mulher indo a luta)

adolescente (ah tá) é detido em saida de motel com duas mulheres

 

Um adolescente de 17 anos foi detido na madrugada desta terça-feira (18) na saída de um motel em João Pessoa. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), por ser menor de idade ele não poderia ter entrado no motel. Além disto, ele conduzia um carro sem carteira de habilitação e transportava bebidas alcoólicas no veículo. O rapaz estava acompanhado por mulheres maiores de idade.

Dentro do carro foram apreendidas 28 latas de cerveja, duas garrafas de uísque e duas garrafas de energético. Os pais foram convocados e acompanharam o adolescente até a Delegacia do Menor, onde foi assinado um Boletim Circunstanciado de Ocorrência por ato infracional equivalente à direção sem a devida habilitação.

Conforme o boletim, os pais se comprometem a apresentar o menor de idade quando ele for convocado a prestar esclarecimentos na Justiça.

Segundo o inspetor Walter Mota, a administração do motel também poderá ser punida. “O estabelecimento possivelmente deve ser chamado para informar porque não pediu identificação na entrada, já que a legislação exige a identificação de todos os clientes do estabelecimento”, explicou.( ele faz tudo isso, e é tratado como di menor , só aqui neste pais de bananas nanicas mesmo.)