brasileiro fotografa execução de jovem palestina em ISRAEL saiu correndo do pais

Marcel Leme

 

O brasileiro Marcel Leme, 30, precisou viajar às pressas de Israel para São Paulo após fotografar a morte de uma mulher palestina em Hebron, na Cisjordânia, três dias antes. A sequência de fotos mostra soldados apontando as armas para Hadeel al-Hashlamon, 18, e em seguida o corpo da jovem após sofrer os disparos

As imagens difundidas pela ONG local Youth Against Settlements (juventude contra os assentamentos) foram tiradas pelo brasileiro Marcel Leme, que estava na região como observador dos direitos humanos

Autoridades de Israel garantem que a estudante estava armada e que ameaçou a vida dos soldados, mas as fotos de Leme não mostram nenhuma arma em posse da jovem

http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2015/09/1687773-brasileiro-que-flagrou-morte-de-palestina-teme-represalia.shtml

(no link tem toda a história completa,e tb a sequência de fotos da execução da jovem,  o brasileiro diz que ela teria tentado abrir sua bolsa, quando foi mortalmente alvejada , uma fonte dizia que a jovem tinha uma faca e ameaçava os soldados.

uma unica mulher com apenas uma ( suposta faca) seria ameaça para homens fortemente armados, só na bolsa tivesse alguma bomba, mas atiraram e nada explodiu, o brasileiro teve se sair as presas pois teriam represarias  por parte do exército israelense.)

brasileiro consegue se infiltrar e xingar a DILMA nos EUA, incrivel feito histórico

Igor Gilly é um jovem orgulhoso por ter se infiltrado na comitiva da presidente Dilma Rousseff nos EUA e ter xingado a presidente de “pilantra” e “vagabunda”. O fato ocorreu na última quarta-feira (1) e foi contado com detalhes por ele em sua conta no Facebook e em vídeo que ele mesmo produziu (assista abaixo).

O jovem estava acompanhado de dois amigos, que ele mesmo nomeia como Maria Rita e Lucas. Para atingir seu “feito”, o jovem precisou driblar a segurança da presidente, que acreditou que ele e seu amigo eram parte da comitiva. Os xingamentos aconteceram durante passagem de Dilma pela Universidade de Stanford.

“Ela [Dilma] chegou, entrou na portinha, eu estava lá sentado com o Lucas do lado. Quando o segurança viu a gente pegando o celular e a câmera, já começou a desconfiar. Só que já era tarde demais. Ela entrou e a gente começou a falar, falar, falar. Aí é que está, pegou o pessoal todo de surpresa. Todo mundo jurava que éramos da comitiva. Do nada a gente ‘sua pilantra, vagabunda’, o pessoal ficou espantado. Um guarda pegou o Lucas. Eu segui atrás dela xingando.”, conta ele.

O jovem mostra, após os xingamentos, que não irá parar de seguir a presidente. Para ele, a atitude “foi só o começo” e ele pretende “continuar a luta como um bom patriota faz”. Gilly, porém, não fala em nenhum momento como e quais serão seus próximos passos.

Assista ao vídeo da infiltração e, na sequência, leia o depoimento completo do jovem:

Foi uma honra ter falado tudo que estava travado na garganta de tanto brasileiro na cara dela. Mas é claro, tem muitas pessoas que estavam me perguntando como tudo aconteceu, como que consegui me inflitrar na comitiva, que não foi fácil.

Primeiro que eu já estava tentando pegar ela desde o dia anterior, no hotel, desde quando ela chegou, se hospedou no hotel mais luxuoso de São Francisco, pago com nosso dinheiro, claro. Chegando lá, me passei por repórter para tentar buscar informação. O pessoal começou a falar que ela ia passar ali na frente, ia dar entrevista para todo mundo. Fiquei pensando comigo: ‘é hoje que ela vai ouvir umas verdades’.

Só que aí, o que tinha acontecido? Eu e mais um pessoal, Maria Rita, Marcos, mais um outro pessoal daqui que está sempre envolvido em política, tinham combinado de ir para lá e combinamos de não levantar suspeita. Mas mesmo assim, a coisa lá no hotel ficou tão lotada de repórter, de gente, que os agentes que estavam lá – tinha gente para todo lado – começaram a desconfiar e coletar informação. Quando desconfiaram que ia ter protesto, que ia ter panelaço – a Maria, por exemplo, estava com o cabo da panela na bolsa dela aparecendo, dava para ver… A Maria se hospedou no hotel para tentar pegar a Dilma.

Quando foi umas 22h30 o povo: ‘a Dilma está chegando, a Dilma está chegando’ e daí do nada passaram uns 15 minutos, o povo dispersou, saiu o boato de que ela já estava no quarto e não ia dar entrevista, o povo começou a ir embora.

Eu me enfezei e fui de andar em andar no hotel procurando ela. Como eu fiz: eu ia no primeiro andar e colocava o ouvido de porta em porta para ver se eu ouvia a voz dela. E nisso eu acabava ouvindo vozes do pessoal da comitiva dela, falando em português, eu procurando a voz dela. Fui de porta em porta, andar por andar. Imagina, o hotel mais luxuoso de São Francisco é imenso, parece um castelo, e eu fui de porta em porta, todos os quartos, demorei uma hora e meia pelo menos tentando ouvir a voz da Dilma para bater na porta dela e falar o que tem que ser falado. Não consegui achar, acho que foi dormir direto, não sei.

Fui embora, a Maria dormiu lá e de manhã me ligou dizendo que tinha pegado ela no café da manhã e já feito um panelaço. Ela disse que a Dilma ia para Stanford e fomos para lá. Chegamos lá e a gente já estava mais esperto da estratégia dos agentes. Eles enganaram todo mundo, fizeram todo mundo achar que ela ia pela frente quando ela foi por trás. A gente fez uma estratégia diferente, falei pra ela ‘vou fingir que sou da comitiva, eu e o Lucas – outro cara que estava com a gente – e nós vamos achar a porta que ela vai entrar.

Chegamos lá, cumprimentamos todo mundo. A espera durou mais de duas horas. Quando do nada ela chegou, entrou na portinha, eu estava lá sentado com o Lucas do lado. Quando o segurança viu a gente pegando o celular e a câmera já começou a desconfiar. Só que já era tarde demais, ela entrou e a gente começou a falar, falar, falar. Aí é que está, pegou o pessoal todo de surpresa. Todo mundo jurava que éramos da comitiva. Do nada a gente ‘sua pilantra, vagabunda’, o pessoal ficou espantado. Um guarda pegou o Lucas, por isso o vídeo dele é curtinho. Eu segui atrás dela xingando e aí chegou o engraçadinho do Jacques Wagner, não perde uma piada, mas se ferrou. Eu tinha entendido na hora: ‘você está com dinheiro no bolso para papar?’, algo assim. Depois que fui ver que ele tinha falado: ‘você está com dinheiro do papai?’.

A grande maioria dos brasileiros aqui é contra o PT, é oposição. Você consegue encontrar petistas aqui, por incrível que pareça. Engraçado, o que os petistas estão fazendo aqui? Num emprego capitalista?

Depois que fui expulso do local, o segurança perguntou para mim e pro Lucas se éramos repórteres porque ele estava com medo que saísse na mídia. E aconteceu exatamente o que eles não querem, sair na mídia.

Isso é só o começo. Gostaria de agradecer todos os brasileiros que estão me dando apoio, estou recebendo a cada segundo milhares de mensagens, prometo que vou responder todo mundo, vou demorar, mas vou responder. Obrigado pelo carinho do pessoal por falarem que representei o povo brasileiro, realmente foi uma honra representar o povo brasileiro.

Pretendo e vou continuar agindo pelo Brasil, como um bom patriota faz. Vamos à luta, não vamos nos dispersar. Precisamos focar em pequenas lutas para ganhar a guerra. É claro que não precisa ganhar todas as batalhas para ganhar uma guerra, mas é uma guerra a longo prazo e só ganharemos essa guerra se lutarmos de pouquinho em pouquinho. Não podemos ficar parados, temos que continuar aumentando essa onda conservadora, temos que continuar aumentando essa onda da direita, e vamos juntos que nós só somos fortes unidos.

outro brazuka deve ser executado nesta terça feira na INDONÉSIA

Arquivo de família: Gularte está no corredor da morte e pode estar entre os prisioneiros a serem executados na Indonésia

A família do paranaense Rodrigo Muxfeldt Gularte, condenado à morte na Indonésia por tráfico de drogas, foi informada oficialmente neste sábado de que ele será executado.

A data das execuções, que são por fuzilamento, não foi anunciada. A lei indonésia prevê que os presos sejam informados com 72 horas de antecedência, o que foi feito neste sábado, disse à BBC Brasil Ricky Gunawan, advogado de Gularte.

Assim, as penas poderão ser cumpridas a partir da tarde de terça-feira (horário local).

Gularte, de 42 anos, foi preso em julho de 2004 após tentar entrar na Indonésia com 6kg de cocaína escondidos em pranchas de surfe. Ele foi condenado à morte em 2005.

A família tentava convencer autoridades a reverter a pena após Gularte ter sido diagnosticado com esquizofrenia.

Uma equipe médica reavaliou o brasileiro na prisão em março à pedido da Procuradoria Geral indonésia, mas o resultado deste laudo não foi divulgado.

Ele poderá ser o segundo brasileiro a ser executado na Indonésia. Em janeiro, o carioca Marco Archer Cardoso Moreira foi fuzilado após ser condenado à morte por tráfico de drogas.

Autoridades não divulgaram quais presos deverão ser executados. Dez condenados estão no corredor da morte, incluindo cidadãos de Austrália, França e Nigéria. Apenas um é indonésio.

Representantes das embaixadas que representam os estrangeiros foram informados das execuções em reunião com autoridades da Procuradoria Geral em Cilacap, a 400 km de Jacarta, neste sábado.

A cidade fica próxima à prisão de Nusakambangan, onde os condenados estão presos e as sentenças deverão ser cumpridas.

Último recurso
Diplomatas brasileiros em Cilacap se encontrariam com Gularte na prisão ainda neste sábado para informá-lo da execução.

O advogado de Gularte disse que entrará com recurso na segunda-feira para tentar reverter a decisão.

“Condenamos fortemente esta decisão. Isto prova que o sistema legal indonésio não protege os direitos humanos. O fato de que um prisioneiro com uma doença mental possa ser executado é mais do que um absurdo”, disse.

Getty: Diversas instâncias da Justiça indonésia rejeitaram recursos de condenados à morte© Copyright British Broadcasting Corporation 2015 Diversas instâncias da Justiça indonésia rejeitaram recursos de condenados à morte

O presidente indonésio, Joko Widodo, que assumiu em 2014, negou clemência a condenados por tráfico, dizendo o país estão em situação de “emergência” devido às drogas. Em janeiro, seis presos foram executados, inclusive Marco Archer Cardoso Moreira.

Brasil e Noruega convocaram seus embaixadores na Indonésia em protesto e, em fevereiro, a presidente Dilma Rousseff recusou temporariamente as credenciais do novo representante indonésio no Brasil em meio ao impasse com Jacarta diante da iminente execução de Gularte.

O encarregado de negócios da Indonésia no Brasil foi convocado pelo Itamaraty na sexta-feira para discutir a questão diante da iminência do fuzilamento do brasileiro.

Austrália e França alertaram que as relações com o país poderiam ser afetadas se seus cidadãos fossem executados. Grupos de direitos humanos também têm pressionado a Indonésia para cancelar a aplicação das penas.

Mais de 130 presos estão no corredor da morte, 57 por tráfico de drogas, segundo a agência Associated Press.

( o jeito seria mandar o cara de volta, se ta louco, esquizofrênico que  seja colocado numa clinica e pronto, já ta preso a 11 anos, pra q gastar grana do contribuinte indonésio ? a pena de morte demora muito.

pena de morte não inibiu o tráfico em BALI, nem diminui, tráfico é trafico, viciado é viciado,a INDONÉSIA é formada por ilhas, então deixa uma vazia e todos os nóias podem se drogar ali, longe da população, o governo fornece a droga, acabando com o traficante.) 

operação invasão e a real INDONÉSIA

 

 

 

 

quem não teve a oportunidade de ver estes filmes recomendo , INDONÉSIA não é  maravilha do mundo, é como qualquer outro pais que tem os mesmos problemas com drogas, como faleli no post anterior, é problema mundial , execuções de nada adiantam ainda mais de pés de chinelo, e por mais que vc consiga matar um tubarão nasce outro.

pode ficar ai festejando a morte do brasileiro, na doce ilusão de que uma morte resolve algo, de que isso vai abalar outros a tentarem a sorte, de que os narcotraficantes usem de outros meios.

apreender 1 kg de cocaína, enquanto dez passam sem serem detectados não é combater nada , sistema de governo, religião, leis não fazem frente a grana e corrupção que o narcotráfico proporciona .

a humanidade está podre por dentro.

ah mas o que tem os filmes ? bem no primeiro uma tropa de lite de soldados entram num prédio recheado de traficantes, tipo uma favela, mas em forma de prédio.

no segundo o sobrevivente do primeiro filme, se infiltra numa organização , máfia mesmo, que atuam no pais a vontade, os dois mostram a podridão e a corrupção das autoridades.

assistam .

INDONÉSIA prepara execução de brasileiro hj as três da tarde.

  • Policiais armados ficam de guarda neste sábado na balsa que transporta as ambulâncias que serão utilizadas na execução de cinco prisioneiros
  • Policiais armados ficam de guarda neste sábado na balsa que transporta as ambulâncias que serão utilizadas na execução de cinco prisioneiros

As autoridades da Indonésia estão finalizando neste sábado os preparativos para a execução da pena de morte de seis condenados, entre eles o brasileiro Marco Archer Cardoso e outros quatro estrangeiros, apesar dos vários pedidos de clemência.

O procurador-geral, Muhammad Prasetyo, informou que cinco condenados foram transferidos para a penitenciária de Nusakambangan e o sexto à de Boyolali, ambas situadas na ilha Java, onde as sentenças serão executadas à meia-noite no horário local, informou o jornal “Kompas”.

Prasetyo acrescentou que os seis pelotões de fuzilamento estão preparados e que foi oferecido atendimento religioso para cada um dos condenados, segundo suas crenças.

Também disse que foram rejeitados os pedidos de clemência para os seis condenados – Marco Archer, um holandês, dois nigerianos, um vietnamita e um indonésio – todos eles pelo crime de tráfico de drogas.

“Com isso (as execuções), mandamos uma mensagem clara para os membros dos cartéis do narcotráfico. Não há clemência para os traficantes”, declarou o procurador-geral.

Estas serão as primeiras das 20 execuções que as autoridades da Indonésia planejam realizar neste ano depois que, em 2014, não houve nenhuma e apesar dos novos pedidos de clemência de última hora.

A presidente Dilma Rousseff telefonou na sexta-feira para o chefe de Estado indonésio, Joko Widodo, para pedir que a pena de morte não seja aplicada a Marco Archer, que é instrutor de voo livre e foi preso ao tentar entrar no país, em 2004, com 13 quilos de cocaína escondidos nos tubos de uma asa delta.

Widodo, que recentemente insistiu em afirmar que não vai perdoar a pena de morte para os crimes relacionados com o tráfico de drogas, respondeu que “não poderia comutar a sentença”, pois foram cumpridos todos os trâmites legais.

A Anistia Internacional (AI) pediu a interrupção da pena de morte a Widodo, que tomou posse em outubro e foi considerado por muitos ativistas como uma esperança de uma mudança no país.

“O novo governo indonésio jurou o cargo com a promessa de melhorar o respeito pelos direitos humanos, mas levar tais execuções adiante seria um retrocesso. As autoridades deveriam estipular, de maneira imediata, uma moratória no uso da pena de morte, visando sua eventual abolição”, disse o diretor da AI na Ásia, Rupert Abbott.

Além da AI, várias organizações locais de amparo aos viciados em drogas enviaram uma carta ao presidente indonésio solicitando o cancelamento das execuções.

Um dos que assinaram o documento, o fundador da ONG Fortalecimento e Ação pela Justiça, Rudhy Wedhasmara, disse que a solução para o tráfico de drogas não é a pena de morte, cujas vítimas, disse, são pessoas que estão em uma posição frágil e vulnerável, e não os grandes chefões dos cartéis do narcotráfico.

“O estado não deveria tentar aliviar seu fracasso na política de luta contra o tráfico de drogas com a pena de morte”, disse Wedhasmara, segundo o jornal “Kompas”.

( as drogas são problema mundial, não tem religião que por mais rigorosa que seja não escape deste problema, a INDONÉSIA não é exceção , claro que pena d emorte, armas nãs mãos da população que pode ter condiçõe3s de usá-las não impedem as drógas.

mesmo pq só os pobres são executados, os grandes chefes narcotraficantes nunca são alcançados nem pela (justiça ?) , afinal o dinheiro compra tudo .

é fácil executar o tal brasileiro com outros 4 miseráveis, mas vejam se um grande chefão estaria entre os executados ? , milagre ? bem escrevo agora este post , são 11:52  , a execução é as 3 …  ? )

policia pode não mais fritar ninguém com arma de choque em estado australiano

  A polícia do Estado australiano de Nova Gales do Sul pode suspender o uso da arma de eletrochoque taser após a morte do estudante brasileiro Roberto Laudísio Curti, de 21 anos, no último domingo.


Em meio à polêmica instaurada na sociedade australiana e o debate lançado pela imprensa local, o uso do armamento foi colocado em dúvida e um pedido para que a polícia pare de usar o taser deve ser feito por diferentes grupos.

A comissão mista de controle de armas, o Partido Verde de Nova Gales do Sul e representantes dos direito civis devem solicitar a interrupção do uso da arma pelo menos até que as investigações da comissão independente criada pelo governo esclareçam se a morte do brasileiro foi provocada pela arma que provoca paralisia.

De acordo com uma fonte da polícia, a necropsia no corpo do estudante já foi feita e os laudos devem ser divulgados nas próximas horas.

Inquérito

As investigações sobre a morte do brasileiro estão sendo feitas pelo Departamento de Homicídios da polícia local, mas uma comissão independente criada pelo governo australiano para acompanhar o caso também começou a trabalhar nesta quarta-feira.

“A proposta do uso do taser é a proteção da vida num caso de violência iminente, mas ele pode estar sendo usado em situações erradas pelos policiais e isso terá que ser revisto”, disse o porta-voz da comissão, Bruce Barbour.

Segundo ele a polícia está apurando o caso e a comissão acompanhará com muita atenção os desdobramentos do inquérito.

Dúvidas

De acordo com o cônsul do Brasil em Sydney, André Costa, que está acompanhando as investigações e prestando auxílio à família do estudante, a polícia de Sydney ainda está sem respostas para algumas dúvidas que cercam o caso.

Entre elas estão as razões pelas quais as gravações da câmera de segurança da loja de conveniência onde, supostamente, o brasileiro teria furtado um pacote de biscoitos – episódio que deu início à ação policial – ainda não foram divulgadas.

Elas podem comprovar se Laudísio Curti teria realmente sido o responsável pelo furto.

Segundo relatos, a descrição do ladrão não corresponderia à descrição de Roberto.

O suspeito pelo roubo estaria sem camisa. Já Roberto, quando foi cercado pelos policiais, estava usando camisa.

Uma outra dúvida apontada pelo cônsul é sobre a quantidade de disparos feitos pelas armas taser. Segundo testemunhas, o brasileiro sido atingido mais três vezes mesmo após já estar caído no chão e gritando por socorro. ( mas o cara tava ou não sem camisa ? na noticia de ontem diz que tava sem , aqui tava com ????  bem então usa arma de fogo, mata mais rápido do que ficar dando choque né policia ?

o cara foi morto como se já estivesse na cadeira elétrica)