RIO GRANDE DO NORTE vive o caos,como em SP 2006, pais de bananas da nisso

Cidades do Rio Grande do Norte registraram na madrugada desta segunda-feira (1º) a terceira noite seguida de ataques criminosos em Natal e no interior do Estado. Além dos novos atentados registrado pela polícia, 14 presos fugiram do Centro de Detenção Provisória (CDP) da Ribeira, na Zona Leste da capital.

De acordo com o G1, a instalação de bloqueadores de sinal de telefonia móvel na Penitenciária de Parnamirim, na Grande Natal, seria um dos motivos do terror promovido pelos bandidos.

Sobre a fuga, os presidiários escaparam por um buraco dentro do banheiro da cela 1. A polícia só conseguiu capturar um dos bandidos que escaparam até o momento. O número de presos que fugiram no RN em 2016 subiu para 288 após essa fuga.

Na terceira noite de ataque os bandidos incendiaram três motos e dois carros no anexo da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (STTU), além de tentarem atear fogo no Grupamento de Busca e Salvamento do Corpo dos Bombeiros do bairro de Lagoa Seca.

Os criminosos também fuzilaram uma agência do Banco do Brasil. Além disso, a vegetação do Morro do Careca, na praia de Ponta Negra, foi incendiada. E os ataques não pararam por aí. O posto policial de Jardim Petrópolis, em São Gonçalo do Amarante, também foi alvo de incêndio. Já em Currais Novos, quatro veículos da Secretaria de Saúde foram incendiados. Em Canguaretama quatro sucatas foram incendiadas.

Os ataques começaram na sexta-feira (29). O poder público contabiliza 65 ataques ou atentados. As escolas públicas e particulares suspenderam as aulas nesta segunda-feira.

Para tentar conter a violência generalizada no Rio Grande do Norte, o governo federal vai enviar ao estado mil homens do Exército e 200 fuzileiros navais para reforça a segurança.

( a foto ai acima estava menor, ampliei, esta é a importância que estão dando pr esta acontecendo no RN , por ser nordeste e bem longe das olimpíadas que se dane né ? imagine por ex se fosse SP igual em 2006 lembram ?

sexta feira tem olimpíadas ai nçao se fala mais nada mesmo, já não estão falando,mesmo , até aqui na net, deve ser difícil vc achar noticias a respeito do caos no RIO GRANDE DO NORTE.

lamentável, de minha parte não tem jogos aqui em casa.)

ambulância abandona homem no meio da calçada pq não tem atendimento em hospital.

como que não tem atendimento, se todo mundo paga imposto, inclusive este homem ? 

o povo deveria carregá-lo invadir a unidade e mandar atendê-lo , agora a prefeitura em ano eleitoral é claro vai apurar o caso né ?

apocalipse no RJ, saúde está um caos, mas carnaval, olimpiádas ta garantido né ?

Funcionários barram a entrada de pacientes na UPA da Tijuca (Crédito: Frederico Goulart / CBN)

Funcionários barram a entrada de pacientes na UPA da Tijuca
Crédito: Frederico Goulart / CBN
Por Nathalia Toledo

Eles também reaproveitam materiais que deveriam ser descartáveis para conseguir realizar atendimentos na rede pública. Alguns chegam a desembolsar mais de R$ 3 mil. Para especialistas, a crise no setor não é financeira, mas de gestão.

‘Falta tudo. Falta material humano, falta material de alta complexidade e faltam insumos básicos’, relata uma médica.
Como trabalhar num cenário desses? Médicos que enfrentam diariamente a crise financeira que assola a saúde pública do Rio de Janeiro respondem: são profissionais da ciência que se veem obrigados a lançar mão de um lado artístico – a arte do improviso.
‘Acaba que a gente faz uma medicina de guerra, que era antigamente o pessoal se virando. E isso deixa um profissional desgostoso de trabalhar. Você está ali, sabe o que fazer, você sabe como dar um suporte melhor para esse paciente, mas nem sempre você consegue. Na maioria das vezes, você está com a mão amarrada e você tem que optar pelo que o hospital te propõe. A gente tem que tirar do nosso bolso para ajudar’.
 
 
Esse é o relato de um médico que trabalha nas três esferas de governo. Nos hospitais municipais, estaduais ou federais, o sucateamento da saúde pública fluminense gera prejuízos não só para os pacientes.
 
 
 
Hospital Getúlio Vargas funcionando em esquema de emergência apenas para casos gravíssimos (Rafael Moraes / Agência O Globo)
 
 
 
Alguns profissionais chegam a desembolsar R$ 3 mil. É o caso de uma médica residente do Hospital Antônio Pedro, da Universidade Federal Fluminense, na Região Metropolitana. O valor foi usado para comprar um kit básico de instrumentos para realizar operações oftalmológicas. Os do hospital são inutilizáveis. Além desse custo, a médica, que prefere manter o anonimato, conta que sua equipe junta dinheiro regularmente para conseguir medicamentos, material de assepsia, campo cirúrgico e até agulhas – tudo em falta no hospital.
 
 
 
‘Às vezes a gente divide e sai em torno de R$ 60 por pessoa, mas isso dura dependendo da quantidade de cirurgias que a gente faz. Porque quanto mais a gente opera, mais gasta e mais a gente tem que comprar. Recentemente, a gente teve que comprar agulha para fazer uma anestesia ideal em um paciente. E ele nem sabe que a gente compra esse material’, denuncia.
 
 
Mas nem sempre é possível tirar dinheiro do próprio bolso para comprar insumos básicos. Muitas vezes, médicos chegam a reaproveitar materiais que deveriam ser descartáveis. Um cardiologista da UTI do Hospital Estadual Albert Shweitzer, na Zona Oeste do Rio, relata ainda que, na falta de algum instrumento, médicos improvisam utilizando outro, que teria uma função diferente.
 
 
‘A gente botaria um cateter na artéria radial, por exemplo, mas aí não tem. Então a gente usa o cateter da artéria femoral na femoral. E às vezes também você põe um outro tipo de cateter dentro da artéria. Seria um cateter para colocar na veia e você usa na artéria’.
 
 
O diretor da Associação dos Médicos Residentes do Rio de Janeiro, Eduardo Pimenta, que trabalha no Hospital Universitário da UFRJ, na Zona Norte, fala em revolta diante de tanta limitação. Para ele, com ou sem crise, a saúde nunca é tratada como uma prioridade.
 
 
‘Apesar dessa crise política e social, a gente sabe que não é apenas uma falta de dinheiro propriamente dita. No final, lá no fundo das contas, existe dinheiro, mas ele não está sendo investido na saúde. Se há pagamento de dívidas, se há prioridade para eventos olímpicos, a gente não tem nada contra eventos olímpicos, só que não pode acontecer isso e não ter nenhum incentivo para a saúde’.
 
 
Segundo o professor da Fundação Getúlio Vargas e médico especialista em gestão de saúde Rubens Baptista Júnior, a saúde pública do Rio e de todo o país só tem uma saída, e ela não é financeira.
 
 
 
‘O que nós precisaríamos é uma gestão profissional, colocar profissionais para gerir. Gente que entende de saúde e entende de administração’.
 
 
Na última semana, o Ministério da Saúde autorizou a liberação de R$ 45 milhões para ajudar a conter a crise da Saúde Pública do RJ. O valor, que será disponibilizado em parcela única, deve ser usado para tentar normalizar os atendimentos nos hospitais estaduais e regularizar o pagamento dos funcionários e compras de insumos.
 
( pelo jeito esta coisa toda começará a ser resolvida perto das olimpiádas né , pq afinal o turista pode precisar de atendimento.
 
ou vai ter só pra ele e o carioca pobre que se dane ? mas réveillon teve, museu do amanhã muitos foram lá, e claro o carnaval que deve agitar como sempre a cidade.
bem povo banana é isso.)

faltou ambulância e busão teve de socorrer mulher no terminal STO ANTÔNIO em SOROCABA

Uma mulher teria passado mal dentro do terminal de ônibus Santo Antônio. Sem atendimento adequado do SAMU (Serviço de Atendimento Médico de Emergência) ou de qualquer outro serviço especializado, a mulher teria sido carregada por funcionários do terminal e da Urbes e levada em um ônibus para a UPH (Unidade de Pronto Atendimento) da Zona Norte.

De acordo com informações de quem estava no terminal, o fato ocorreu por volta das 13h30. O Jornal Z Norte flagrou um dos ônibus da STU (Sorocaba Transportes Urbanos) em frente a unidade de saúde. De prefixo 2310, o mesmo estava estacionado no sentido bairro da Avenida Ipanema.

A Secretaria de Saúde de Sorocaba foi procurada para se posicionar sobre a situação, fato que não ocorreu até o fechamento desta edição.

( se o tomorrowland fosse aqui, teria ambulância e médicos no local pra socorrer os nóias sem noção.)

apocalipse now, vem ai o bolsa mãe solteira, bolsa parideira é mais apropriado.

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O leque de benefícios aos cidadãos está prestes a ser ampliado. A Câmara dos Deputados analisa um projeto que garante um auxílio de até R$ 300 à mãe solteira que não tiver condições de se sustentar. O benefício será custeado com recursos do Orçamento Geral da União e ainda será variável de acordo com o valor da renda constante da declaração de hipossuficiência da mãe.

Marcelo Aguiar é o autor do  projeto que garante benefício às mães solteiras

O Projeto de Lei 6475/13 é do deputado Marcelo Aguiar (DEM-SP) que entende ter o dever de ajudar mães em condições de miséria. “A ajuda financeira é um recurso de apoio significativo para muitas mães solteiras que são incapazes de prover o sustento de um filho sem a figura do pai e, por isso, necessitam desse auxílio governamental”, argumenta o deputado. O texto não esclarece o prazo que o benefício será pago.

O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

( é tanta bolsa, bolsa esmola, bolsa crime, bolsa isso bolsa aquilo, da onde vem tanto dinheiro pra tanta bolsa ? o pais aguenta ? vc trabalha e paga por tudo isso , presencia vagabundos serem defendidos pela ministra do direitos dos manos, e agora isso ?

as feministas nada protestam ? esta bolsa é mais uma maneira de dominar o corpo da mulher, ah ela ao invés de abortar vai querer a bolsa pra criar seu filho não planejado é isso ?  fora os filhos do carnaval que nascerão em dezembro, a escola de samba unidos pra achar o pai já desistiu , é mais fácil recebe a tal bolsa.

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QUEM SOBREVIVER VERÁ.

CAMPOLIM de bairro chique a degradante, ta igual períferia.

 
Gradil de pista de caminhada foi arrancado durante o conflito
 
 
Uma confusão generalizada na madrugada de hoje, no Parque Campolim, terminou com duas viaturas da Polícia Militar depredadas e atos de vandalismo na praça Carlos Alberto de Souza. O tumulto, registrado por volta da 1h, teria sido decorrente da ação de policiais militares na tentativa de abrir o acesso da avenida Caribe, que teria sido fechado pelos jovens, que toda sexta-feira costumam se reunir no local. Segundo informações de pessoas que estavam nos bares e restaurantes da região, a ação teria assustado muita gente, inclusive pelo uso de bombas de gás lacrimogêneo pela PM. Mas ninguém teria ficado ferido. A partir da próxima semana, a Polícia Militar promete implementar ações ainda mais efetivas para coibir o abuso por parte dos frequentadores do local. De acordo com o capitão Renê Sérgio Calazans, comandante da 1ª Companhia, que abrange o bairro e suas adjacências, as viaturas teriam sido acionadas para liberar o trânsito na confluência das avenidas Caribe com Antonio Carlos Cômitre e tão logo as equipes chegaram, pedras teriam sido arremessadas por populares. Duas viaturas de sua Companhia teriam sido danificadas, uma com os para-brisas dianteiro e traseiro quebrados, e outra com avarias na lataria. A partir disso, viaturas da Força Tática foram chamadas para dar apoio à ocorrência. Capitão Calazans disse não ter a confirmação do uso de bombas de gás lacrimogêneo para conter os agressores.

O comandante da Força Tática, capitão Fernando de Agrella, confirmou, por telefone, que realmente foram utilizadas munições químicas (granadas de efeito moral e gás lacrimogêneo), tendo em vista que o arremesso de pedras e também de garrafas continuaram mesmo com a chegada das viaturas. Ainda segundo ele, o uso de munições químicas foi necessário para poder dispersar a multidão que se encontrava na praça, uma vez que devido ao grande número de pessoas ali concentrada, não era possível identificar quem fazia os arremessos e atos de vandalismo em geral. Ninguém foi detido.
Ainda na tarde de ontem era possível ver o resultado da confusão na praça, com gradil derrubado, garrafas e estilhaços por toda praça do Parque Carlos Alberto de Souza.
  
EU QUERIA SABER QUE TIPO DE GENTE MORA NO CAMPOLIM .
o pessoal não tem poder, grana, nome , influência na cidade ? não mora nenhum coronel, doutor, barão, nenhuma das familias poderosas da cidade mora lá ?
pra permitir esta baderna pelo jeito não , este vai ser o futuro do lugar amanhã ? virar uma cracolãndia, pois se os moradores não impoem respeito, apenas de morarem em casas enórmes e luxuósas.
o CAMPOLA perdeu moral faz tempo, imaginem ano que vem com carnaval, e copa ?

SOROCABA conta com minicracolândias, se liga ai gente



O município de Sorocaba tem pelo menos dez pontos de reunião para o consumo de entorpecentes, que começam a ser conhecidos como “minicracolândias”, em uma referência à área que concentrava viciados em São Paulo. Essa realidade levou os vereadores a convidarem os secretários municipais da Saúde e do Desenvolvimento Social para dar explicações sobre a situação e ações adotadas para resolver ou amenizar o problema. Os secretários Armando Raggio (Saúde), Edith Di Giorgi (Social) e membros de suas equipes confirmaram que responderão pessoalmente ao questionamento dos vereadores no início da tarde de hoje, em encontro aberto ao público no plenário do Legislativo. Eles serão ouvidos ao término da sessão de Câmara, o que deve ocorrer por volta do meio-dia. Na tarde de ontem, a reportagem esteve em duas das dez minicracolândias indicadas pelo vereador Rodrigo Manga (PP): uma no bairro Barcelona e outra nas margens da rodovia Raposo Tavares (SP-270), na região da Vila Zacarias. Usuários de maconha confirmaram a constante presença de viciados em crack durante todo o dia na linha de trem, no Barcelona, independente do horário. Um menino de 17 anos de idade assumiu que consome maconha há cinco anos, mas que os usuários de crack proliferam, já que a “pedra” é oferecida até no centro da cidade. “Vou passando e perguntam se quero crack”, declarou o garoto sobre o comércio que ocorreria nas imediações do viaduto Jânio Quadros.O vereador Rodrigo Manga (PP) disse que deseja ouvir dos secretários municipais uma data, um compromisso de prazo, para o início do funcionamento dos serviços que contribuirão para reduzir o problema. O vereador defende a criação de mais duas unidades de Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (Caps AD) 3 para serviços de atenção extra-hospitalar e à assistência a dependentes químicos durante 24 horas por dia.

Manga ressalta necessidade da Prefeitura instalar um Centro de Referência de Álcool, Tabaco e Outras Drogas (Cratod) para internações de viciados com a autorização de familiares. O vereador afirmou que em Sorocaba há uma garota de 19 anos entregou o filho recém-nascido à família para voltar à cracolândia. Acrescentou que mulheres no vício em Sorocaba chegam a se prostituir por R$ 3 para poderem consumir o crack. (Colaborou Míriam Bonora)

Pontos de consumo de drogas

Linha Férrea no bairro Barcelona (avenida Paraguai, entre as ruas Bolívia e João Tomé de Souza);
Rodovia Raposo Tavares, km 97 Vila Zacarias;
Rua Professor Armando Rizzo Jardim Hungarês (atrás do Sabe Tudo);
Rua Edson Harder Jardim Maria Antônio Prado (matagal);
Rua Serafim de Souza Vila Helena (atrás da cabeceira da pista do aeroporto de Sorocaba);
Rua José Bello Parque Laranjeiras (próximo à Escola Municipal Prof. Paulo Fernando Nóbrega Tortello);
Pontilhão da avenida Humberto de Campos (prédio abandonado);
Casa abandonada na avenida Humberto de Campos, em frente à Zoonoses;
Linha Férrea Jardim Nova Esperança;
Proximidades da Escola Estadual Prof. Rafael Orsi Filho Conjunto Habitacional Júlio de Mesquita Filho (rua Vinte, rua Nicolau Tibechereny, avenida Professor Flávio Fazano).

( por enquanto são minis e ai? , vai deixar formar  BIGS ?)