trânsito da zona norte de SOROCABA ta igual ao de SP, ih jacaré, vai vendo o restante da cidade como já ta tb.

Os motoristas que passam pelas principais avenidas da Zona Norte de Sorocaba estão se sentindo como se estivessem em São Paulo na hora do rush. Em qualquer horário do dia a lentidão nas avenidas Itavuvu, Ipanema e Ulysses Guimarães assusta. Um percurso de 3,5 quilômetros que pode ser feito em cinco minutos, demora quase uma hora.

O taxista Sinézio Magalhães de Arruda, 39 anos, revela que os colegas de profissão estão fugindo das corridas nesta região da cidade. “Estou há oito anos no ramo e me lembro que a avenida Itavuvu era muito tranquila para dirigir. Dias atrás cronometrei o tempo que levaria para andar dois quilômetros, entre o número 350 até o Shopping Cidade. Demorei 45 minutos. Inacreditável.”

Para ele, o trabalho dos agentes de trânsito é ineficiente. “Eles respeitam o tempo do semáforo, mas deveriam liberar a passagem dos veículos que estão na faixa parada”, sugere.

Já o engenheiro Reinaldo Miguyi, 39, passa pelas avenidas Itavuvu e Ipanema diversas vezes na semana. “O governo deveria investir mais em transporte público para que menos carros saiam às ruas.”

O eletricista Renato Vieira Rodrigues, 25, atravessou a Zona Leste para conhecer o novo shopping. “Acho que o trânsito em toda a cidade está complicado”, destaca.

Vizinhos/ Para quem mora próximo às principais vias da Zona Norte está difícil se acostumar com o movimento e o crescimento daquela região.

Moradora do Parque Laranjeiras, Severina Braga Silva, 60, afirma que após a inauguração do shopping ficou complicado sair ou chegar em casa. “A área de transferência de ônibus deveria ser num local mais reservado, assim teria mais espaço para os carros nas avenidas.”

MAIS

Para o que servem?
Agentes de trânsito são serventuários da administração pública com competência para a aplicação de multas de trânsito e demais assuntos referentes ao trânsito em geral. Esses agentes podem ser federais, estaduais e municipais.

Na ruas
Atualmente, Sorocaba conta com, aproximadamente, cem agentes de trânsito para orientar motoristas, pedestres e auxiliar no fluxo de veículos.

410 mil é o número da frota de carros em Sorocaba

Motocicletas

De acordo com as estatísticas da Urbes – Trânsito e Transporte, entre 2012 e 2013, a frota de motos cresceu 19,27%
 

 ( é capaz de amanhã se vc morador da zona norte ir a pé até o centro, chega mais rápido do que táxi ou busão , mas senta e olha isso ai agora pra piorar a baderna .
 pois é leva o que a LUZIA levou atrás da horta sorocabano , imaginem a hora que o shopping do centro o PÁTIO CIANÊ ficar pronto então, ai ninguém anda mais, pois todo sorocabano (a) metido vai de carro ao shopping.
 
alias eu já previa que o trânsito ia ficar igual SP faz ó, tempooooooooo)


senta no charuto do FIDEL, vejam lugares onde os cubanos terão de trabalhar.

Posto de saúde em Santa Maria do Cambucá, no interior de Pernambuco, que vai receber médicos cubanos

Os cubanos que chegarão a partir da próxima semana a cidades do interior de Pernambuco vão encontrar ambientes bem diferentes do que viram nas visitas a algumas unidades básicas de saúde na capital do Estado.

Infiltração, mofo, estruturas enferrujadas, equipamentos quebrados e unidades que funcionam de forma improvisada foi a realidade encontrada pela Folha em municípios do agreste pernambucano que receberão cubanos.

Cubanos atuarão em postos sem banheiro e com trincas
Em Pernambuco, médico vai dividir quarto
Moradores farão festa para receber profissionais cubanos
À espera de cubanos, posto de saúde na BA está há três meses sem faxina
No RS, posto de saúde funciona em puxadinho de escola
Em MG, rachadura em posto de saúde assusta moradores e funcionários

Esses municípios que receberão os cubanos são aqueles em que nenhum profissional brasileiro ou estrangeiro inscrito no Mais Médicos demonstrou interesse na primeira fase do programa federal.

O município de Frei Miguelinho (a 151 km do Recife) solicitou quatro médicos, mas receberá apenas um, que trabalhará no distrito de Capivara, na zona rural.

A mesa em que o médico trabalhará está enferrujada, assim como a escadinha que o paciente usa para alcançar a mesa de exames.

 

Há seis meses a geladeira que deveria guardar vacinas e medicamentos está quebrada. Há um ano não chega água nos dois banheiros da unidade, que também servem de depósito para material de limpeza. A água para descarga fica em baldes destampados na sala da enfermeira.

A situação não melhora na minúscula unidade de apoio, a sete quilômetros do posto de saúde principal. Lá, as vacinas chegam em isopor porque, como o cartaz na porta avisa, a geladeira está desativada.

Em Santa Maria do Cambucá (a 145 km do Recife), o posto de saúde que fica na cidade precisa de ampliação para atender todos os meses a uma demanda local de 1.500 famílias.

Assim como todos os outros visitados pela reportagem, não atende integralmente às especificações da Política Nacional de Atenção Básica. A sala da enfermeira, por exemplo, funciona em uma garagem.

A Folha não conseguiu chegar ao posto de saúde de Sobradinho, zona rural de Salgadinho (a 111 km), porque chovia, e a estrada de terra que leva à unidade estava intransponível.

Fátima Lopes, secretária de Saúde de Passira, município a 100 km do Recife e que receberá três cubanos (quantidade recorde no Estado) afirma que, além do mofo, há carências de infraestrutura nas três unidades contempladas.

“A estrutura não está conservada. A manutenção não vinha acontecendo há anos”, afirmou.

Representantes das administrações de todos os municípios informaram que as unidades estão inscritas no Requalifica, programa do Ministério da Saúde que prevê recursos para construção, reforma e ampliação dos postos de saúde.

Segundo o Ministério da Saúde, a unidade de Frei Miguelino deve passar por obras de ampliação no valor de R$ 87 mil. Ainda segundo a pasta, o município de Santa Maria do Cambucá também deve receber recursos. O valor não foi informado. O ministério afirma ainda que irá investir R$ 15 bilhões até 2014 na expansão e melhoria da rede pública de saúde do país.   http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2013/09/1342232-cubanos-encontrarao-mofo-e-ferrugem-em-postos-de-saude-de-pe.shtml   ( cliquem no link ai e vejam mais fotos dos lugares onde os cubanos terão de trabalhar.

depois pergunte pra eles se ta pior que em CUBA ? mas o que interessa é a copa né ? e depois não querem que vc proteste, policia reprime, alias como perguntar não ofende, o policial tb precisa de atendimento médico, onde ele é atendido heim ? 

não duvidem que vai ter médico cubano querendo voltar pra CUBA, não duvidem.)

33 médicos não querem atender pobres em SOROCABA

Dos 63 médicos aprovados em concurso público e convocados pela Prefeitura para atuar como plantonistas no atendimento à população pelo Sistema Único de Saúde (SUS), apenas 49 participaram da atribuição de cargos e 14 não compareceram à chamada, ontem pela manhã, no Salão de Vidro do Paço. Na primeira etapa de preenchimento das vagas, no dia 4 de setembro, dos 79 clínicos gerais, ginecologistas e pediatras chamados, 19 se ausentaram, somando, assim, 33 médicos que não tinham confirmado o interesse pela vaga durante a atribuição. O número corresponde a 23% do total de 142 convocados para compor as equipes.

Os convocados para a atribuição de ontem tinham até as 17h para se apresentarem na Prefeitura e confirmar o interesse pela vaga. Até às 21h, a Secretaria de Comunicação (Secom) não havia informado se outros médicos entre os convocados tinham comparecido para assumir o cargo. A expectativa é de que todos os 109 profissionais contratados já estejam atendendo a população até 1º de outubro.

Segundo o secretário da Saúde, Armando Raggio, as vagas remanescentes não serão preenchidas neste momento. De acordo com ele, há a possibilidade da abertura de um futuro concurso, porém sem data prevista. “Abrimos concurso para 189 vagas e conseguimos classificar 142. Desses, nem todos compareceram. Vamos aproveitar todos que se interessaram. Já não há como colocar médicos nos lugares vagos, porque não há uma lista de espera”.

As vagas destinadas aos profissionais concursados serão nas Unidades Pré-hospitalares (UPH ) da Zona Norte e Oeste, em três Pronto-Atendimentos (PA) localizados em Brigadeiro Tobias, Parque das Laranjeiras e Edén e nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) do Vitória Régia, Vila Hortênsia, Nova Sorocaba e Brigadeiro Tobias.

A saúde é a principal área de reclamação dos sorocabanos, afirma Raggio. Dessa forma, esses novos profissionais irão renovar o sistema. No entanto, ele próprio admite a dificuldade em se preencher as vagas. “Temos grandes problemas dentro do nosso sistema de saúde, que possui uma grande potencialidade. Talvez isso assuste um pouco. Mas esses médicos que compareceram possuem uma disponibilidade surpreendente.”

Para o secretário, essas admissões irão contribuir para a retomada da credibilidade da saúde da cidade. “Com o cumprimento das escalas os pacientes terão mais confiança nos médicos, trará mais diálogos e com isso a proximidade entre médico e o paciente.” Essas contratações também contribuirão para a transformação das UBSs em Centros Integrados de Atenção, conforme anunciou o secretário da Saúde em entrevista ao Cruzeiro do Sul , no último dia 15. Esses Centros Integrados de Atenção terão aparelhos de raio-x odontológico, eletrocardiógrafo, equipamentos para intubação, desfibrilador, cilindro de oxigênio e medicamentos emergenciais.

Como forma de melhorar o cenário da saúde no município, Raggio lembrou que até 2016 serão construídas seis UBSs: três para reposição ou ampliação de unidades já existentes e outras três para atender bairros que não possuem esse tipo de atendimento. “Estamos estudando junto ao Conselho de Municipal de Saúde os locais para serem realizadas as obras.”

( com certeza estes ai querem atender a burguesia sorocabana, atuando em clinicas particulares, não querem atender POBRE.)

SAMU fica parado por causa de macas sendo usadas por pacientes BACAROÇO CITY

Esperamos uma semana por um leito na internação, enquanto isso a minha filha ficou na observação, ocupando macas de pessoas que chegavam para a emergência.” O relato é da auxiliar Renata Souza, 35 anos, que acompanha sua filha de 4 anos que está internada com pneumonia no PS (Pronto-Socorro) da Santa Casa de Misericórdia de Sorocaba. Ontem, o local estava lotado e muitos pacientes e também o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) ficaram sem macas. 

Já a sogra da dona de casa Efigênia Braz, 45, que tem 82 anos, ficou três dias no corredor. “Ela está com pneumonia dupla e foi para o quarto há apenas dois  dias”, conta.

Espera/ Os casos atendidos pelo Samu são encaminhados ao hospital que conta com um convênio com a Prefeitura de Sorocaba. 

Todos os dias, ao lado do PS, se forma uma fila de ambulâncias, o que se repetiu ontem. Enquanto o paciente não é levado para um dos 27 leitos de observação, os socorristas ficam parados no estacionamento,  aguardando as macas serem liberadas, impedidos também de atender outros chamados de urgência. 

Os pacientes que estão em  melhores condições aguardam o atendimento em cadeira de rodas, quando essas estão liberadas. Ontem, até cadeiras de banho foram improvisadas. 

Em entrevista para a TV TEM, o diretor do PS da Santa Casa, Milton Palma, rconheceu que a situação é insuportável e que a Santa Casa teria de passar por reforma no prédio para aumentar sua capacidade. 
Ele ressalta também que a alta demanda é devido a falta de mais leitos no município em outras unidades de saúde, já que os Pronto-Atendimentos também são superlotados.

 

Secretaria procura abrir leitos em outros hospitais
A Secretaria da Saúde reafirma que é interesse  da pasta resolver o problema de falta de leitos para internação e está se empenhando ao máximo para isso. A Secretaria está contatando vários hospitais da cidade, dentro do processo de contratualização, visando a ampliação de leitos. Ontem, a pasta enviou uma equipe até a Santa Casa para realizar uma auditoria no local. O Pronto-Socorro Municipal deve sempre acolher o paciente e, no caso de não existirem leitos disponíveis para internação, tem a responsabilidade de acionar a Cross (Central de Regulação de Vagas do Estado de São Paulo), para encaminhar o paciente a outro hospital. É ainda da Santa Casa a responsabilidade em adquirir equipamentos para o PS Municipal, inclusive macas. Quanto ao encaminhamento de pacientes ao hospital, a Secretaria informa que esta regulação já é feita.

MAIS

Convênio municipal
O Pronto-Socorro da Santa Casa de Misericórdia de Sorocaba e a prefeitura fizeram um acordo, pelo qual a administração municipal fornece verba mensal para o funcionamento do local.

48 leitos de internação existem no PS da Santa Casa

Médicos
No plantão diurno do PS da Santa Casa são 11 médicos para atender a população, enquanto à noite são oito profissionais.

1,8 milhão de reais é o valor do repasse municipal ao hospital 

( seguinte galera, vai todo mundo assistir copa 2014 nos corredores dos hospitais, enquanto espera o atendimento ou a morte.
vc meu amigo, ta proibido ficar doente, evite procurar acidentes, se vc bebe, usa droga, melhor morrer na rua mesmo, não encha o saco nos hospitais que vc vai ficar ali a ver navios. 
e assim caminha a humanidade.)

UPH ZONA OESTE e NORTE, a chaleira ta fervendo e ninguém ta nem ai.

Pacientes na Unidade Pré Hospitalar (UPH) Zona Oeste, na avenida General Carneiro, invadiram consultórios à procura de médicos, devido à demora ontem à tarde no atendimento. A reclamação era de que não havia profissionais para atender desde as 8h, ao passo que pessoas saíam carregadas do local, após esperar mais de seis horas na fila. Também teve críticas aos funcionários da UPH, acusados de debochar das reivindicações dos pacientes. 

A Secretaria da Saúde de Sorocaba (SES) alegou que a escala de médicos da unidade estava completa de manhã e à tarde – cinco clínicos e três pediatras – e que não era para haver “intercorrências que trouxessem prejuízo aos usuários”. Porém, reconheceu que, por cerca de duas horas, os atendimentos ficaram parados, que o movimento esteve acima do normal. O órgão vai apurar o que aconteceu.

A dona de casa Maria Tereza Camargo, 63 anos, sofre de diabetes e pressão alta e precisa de aplicação de insulina duas vezes ao dia. Levou à UPH o neto que estava doente, mas à tarde estava decepcionada com a demora: “Estou aqui desde 10h e até agora não fui atendida como um monte de gente aqui. É um absurdo.” A vendedora Fátima Caruso, 53, chegou no mesmo horário e não se conformava com a situação. Era um dos pacientes que entraram nos consultórios para procurar pelos médicos e tirar satisfações com o coordenador da unidade, que, segundo ela, não quis atender o grupo. A situação, apontou, começou a ser normalizada após as 14h30.

Outro paciente revoltado era o jardineiro Aderson Luiz de Souza, 31. Tinha dor de dente e febre, e disse que houve atendimentos para pessoas que não estavam na fila, desrespeitando a ordem de espera. Já a funcionária pública Letícia Padovan, 17, que sofre de problemas no coração, esbravejava: “Quem está atendendo lá não é médico, não há ninguém atendendo que seja médico de verdade.” “Tem sido assim direto, os atendentes ficam tirando sarro da gente, eles fingem que estão trabalhando, mas estão nos sacaneando”, complementou a vendedora Isilda Patrícia, 42, ressaltando que o problema persiste desde o início do ano. 

Conforme a SES, na UPH Zona Oeste são atendidos em média 600 pacientes por dia. Das 7h às 13h de ontem, foram 350 (fora o setor de pediatria, cujo fluxo de atendimento estava normal). “Todos os casos de urgência e emergência foram prontamente atendidos.” Para minimizar o problema, divulgou, o resultado do concurso público para contratação de médicos deve sair nos próximos dias. Os aprovados serão chamados para assumir o cargo em agosto. Com isso, a SES quer reforçar a equipe e espera solucionar ou minimizar problemas do tipo.

“O governo e a prefeitura bem que poderiam permitir o convênio com as universidades para que os alunos possam trabalhar, pois há bastante médico que se forma e pode atender a população. Não adianta tapar o sol com a peneira. Os responsáveis sempre se escondem”, opinou o estudante de medicina André Castanho, 24, mais um na fila de espera naquela ocasião.( como o quartel da policia fica ali pertinho, estão esperando um quebra quebra geral, ai cada um se tranca na sua sala e espera a policia chegar pra conter os revoltosos.

deve ser isso.)

e na zona norte

No domingo, dois irmãos de 18 e 23 anos foram parar no Plantão Policial Norte após destruírem a porta de um dos consultórios e um banheiro na UPH (Unidade de Pré-Hospitalar)  da Zona Norte. Segundo dados registrados no boletim de ocorrência, um deles justificou a depredação dizendo que achou que o irmão não estava sendo bem atendido.

Na tarde de ontem, um ato de indignação semelhante ocorreu na UPH  da Zona Oeste. Na ocasião,  o jardineiro Anderson Luiz dos Santos, 31, deu murros numa das mesas da unidade de saúde para ser atendido. “Fiquei com muita raiva quando percebi que estavam passando pessoas na minha frente”, diz.

Ao lado dele estava a vendedora Fátima Caruso, 53, que saiu da zona norte para buscar atendimento na área oeste. “Achei que lá [na zona norte] estava ruim, mas aqui está pior. Pagamos nossos impostos e não temos atendimento”, desabafa, acrescentando  que estava na UPH Oeste há sete horas. 

O jardineiro reclamava de  dor e inflamação no rosto. Após perder a paciência,  foi atendido. “Tô saindo com a mesma dor que entrei, sem nenhuma injeção e com uma receita. Vou ter de comprar os remédios.” 
Já a  vendedora disse que apenas um coordenador estava atendendo. “Muita gente desistiu e foi para casa. A saúde em Sorocaba é uma vergonha.”

opinião: Jefferson Delfino -presidente da Sociedade Médica de Sorocaba
Violência coloca profissionais da área da saúde em risco

São cada vez mais frequentes as agressões sofridas pelos servidores da saúde. O que não parece frequente é que o administrador enxergue nisso um risco ou uma necessidade premente. Em todas as oportunidades, infelizmente, cada vez mais frequentes fazemos a mesma solicitação e obtemos a mesma resposta, ou seja, o mais profundo silêncio. Já tivemos oportunidade de solicitar diretamente ao Secretário Municipal de Saúde, mas este também parece cerceado pelas circunstâncias, embora reconheça a situação. As perguntas se repetem: até quando seremos alvo de agressões? O que será necessário acontecer para que se implemente um serviço de proteção?

MAIS

Escala estava completa
A Secretaria da Saúde de Sorocaba informa que a escala de médicos da Unidade Pré-Hospitalar da Zona Oeste estava completa durante a manhã e à tarde ontem, com cinco médicos clínicos e três  pediatras realizando os atendimentos. “Porém, a Secretaria reconhece que, por cerca de duas horas, os atendimentos ficaram parados na UPH e, desta maneira, vai apurar o que realmente ocorreu, saber os motivos desta demora e tomar todas as providências cabíveis”.

Embriaguez e violência
Por volta das 19h30 de domingo, um ajudante geral de 18 anos recebia soro na UPH Norte por estar embriagado. Foi então que seu irmão, de 23, invadiu o local e foi até a sala de medicação. Lá começou a chutar e esmurrar portas e equipamentos. O gesto foi seguido pelo irmão. Ambos foram encaminhados à delegacia e indiciados por dano qualificado ao patrimônio público. Uma fiança de R$ 678 foi estipulada e paga pelos irmãos que responderão pelo crime em liberdade.

Sobre o ocorrido na UPH Norte, a  Secretaria de Segurança Comunitária informa que casos semelhantes de violência não são frequentes e que a Guarda Civil Municipal mantém GCMs nas unidades de saúde da cidade.( no caso ai tem gent5e que procura por sarna pra se coçar, não sabe beber não beba, dirija com cuidado,etc , evite procurar acidentes, pois a saúde ta uma merda mesmo.)

UPH ZONA oeste em SOROCABA o caos na saúde, mas o que interessa é o futebol né ?

Casos de urgências foram atendidos prontamente, informou a Prefeitura – Por: Aldo V. Silva
Mais fotos…

Mais uma vez, as pessoas que necessitaram de atendimento médico na Unidade Pré-Hospitalar (UPH), da zona oeste, situada na avenida General Carneiro, precisaram também ter muita paciência, e alguns, revoltados com a demora, reclamaram da falta de médicos na unidade. Ontem à tarde, pelo menos 10 pacientes, entre dezenas de pessoas que esperavam na fila dentro do estabelecimento, disseram à reportagem do Cruzeiro do Sul que aguardavam há mais de quatro horas pelo atendimento e não conseguiam passar por uma consulta médica.

A Prefeitura de Sorocaba informou, por meio da Secretaria Municipal de Comunicação (Secom), que ontem dois clínicos, dos sete médicos escalados para realizar o plantão médico durante o feriado prolongado de Corpus Christi, faltaram ao trabalho, e por isso ocorreram demoras no atendimento durante o dia; porém, após a troca de plantão, às 19h, o atendimento à população deveria voltar à normalidade. Segundo a Secom, apesar dos desfalques no quadro, os casos de urgências foram atendidos prontamente.

Reclamações

A desempregada Maria do Carmo Dias Dantas, 31 anos, esperava por um diagnóstico médico com relação à filha de 12 anos que há dois dias reclamava de dores na cabeça, nos olhos e apresentava febre alta e enjôo. “Eu suspeito que seja dengue, mas minha filha não consegue passar pelo médico. Estou muito preocupada”, disse Maria do Carmo. Ela comentou que uma atendente havia informado que o médico de plantão tinha ido embora e que seria necessário esperar pelo substituto.

Outra paciente revoltada com a demora no atendimento foi a doméstica Alexandra Alves Santa Rosa, 35 anos. Ela passou às 10h por um médico que a encaminhou ao setor de raio-x da unidade, para fazer exames do tórax e dos pulmões; porém, segundo ela, quando retornou para o consultório, o médico que até então estava de plantão, já havia encerrado o expediente e até perto das 15h não conseguia uma análise médica sobre os exames solicitados. “É uma falta de consideração. De respeito com a gente. Ninguém explica o que está acontecendo. Ficam tratando a gente com indiferença. Cadê os médicos?”, revoltou-se Alexandra.

Já o vendedor Gustavo Torres Loureiro, 34 anos, disse que esteve na unidade pré-hospitalar anteontem à noite e foi atendido devido um quadro de deficiência respiratória. Foi medicado e retornou para casa. Porém, segundo ele, o problema respiratório ficou mais complicado e foi novamente até a unidade para nova consulta. “Tenho diabetes e problema de pressão e fiquei preocupado de ser algo grave. Mas estou aqui esperando atendimento e não consigo”, lamentava Loureiro.( no dia em que precisei usar este lugar, pois estava com suspeita de dengue, o quadro era exatamente este ai, a noite é que a coisa piorou, até presenciei 4 GMS  já posicionados numa porta prontos para tentarem conter um tumulto, que não houve, quem quiser ver o dia em que estive lá basta ver o link com fotos e vídeo.)

https://nejaim399.wordpress.com/2013/02/27/epidemia-de-dengue-acho-que-fui-uma-das-vitimas/

SOROCABA, a desordem do crescimento.

 

– Por: Emídio Marques
 
A população em Sorocaba cresceu 18,66% em dez anos segundo a Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) e a consequência é a redução do espaço para ocupar e circular com tranquilidade para quem nela reside. Há dez anos, em 2001, havia 1.118,51 pessoas por quilômetro quadrado (km2), enquanto no ano passado eram 1.327,17 por km2. Ou seja, se toda área pública e privada pudesse ser ocupada e dividida em partes iguais entre os sorocabanos, cada um teria direito a 753 metros quadrados (m2) entre áreas de uso privado e de uso compartilhado. É o equivalente a um terreno de 15 metros de frente por 50 metros de cumprimento: espaço inferior ao de uma piscina olímpica, cuja medida oficial é de 1.250 m2.

Mas os espaços compartilhados pela população, principalmente as menos privilegiadas, são muito menores, principalmente no interior das residências, onde chega a ter famílias com cinco pessoas compartilhando um único cômodo de poucos metros quadrados. “Dentro do modelo capitalista liberal adotado desde Dom Pedro I, só tem direito a posse quem pode pagar por ela”, observa o doutor em geografia humana e professor da Universidade de Sorocaba (Uniso), Paulo Celso da Silva. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Sorocaba tem a área de 448,9 milhões de m2. Ainda conforme estimativa da Seade, em 2001 eram 502.343 habitantes e no ano passado 596.060: quase 94 mil pessoas passaram a viver em Sorocaba.

O delegado regional do Conselho de Corretores de Imóveis (Creci-Sorocaba), Luiz Otávio Landulfo, diz que a zona norte de Sorocaba foi a área que mais se expandiu na última década, mas na opinião dele, a região do bairro Campolim foi a que mais se adensou nos últimos anos por causa dos inúmeros prédios residenciais que abrigam muitas pessoas por m2 de terreno. Ele inclusive considera que a maioria dos espaços em parte dos bairros distantes é maior do que no Campolim, já que hoje o tamanho mínimo do terreno para que o lote seja aprovado é de 175 m2 enquanto um apartamento no Campolim é a partir de 60 m2 e a maioria tem 90 m2. De acordo com o IBGE, em bairros localizados atrás do Aeroporto, como a Vila Barão e Jardim Esperança, há mais pessoas vivendo em residências muito pequenas.
O geógrafo Paulo da Silva enfatiza que a cidade não é igual para todos, já que, enquanto em alguns condomínios há residências com 3 mil m2 para quatro pessoas, nas áreas menos privilegiadas famílias grandes dividem 40 m2.

Diferentes realidadesO limpador de vias públicas, Antônio Pacheco da Silva, 54 anos, e a esposa Maria Pacheco da Silva, 50 anos, vivem em uma residência cujo terreno tem 125 m2 no Parque São Bento. Na residência deles moram sete pessoas, o que dá uma média de 18 m2 por pessoa. Moram no bairro há 15 anos e dizem que viram crescer muito, já que antes havia apenas cinco famílias no quarteirão onde moram e hoje há mais de 60 casas. Morador do mesmo bairro há 30 anos, o estoquista Vlamir Willian Nascimento, 40 anos, diz que o bairro e imediações cresceram cerca de dez vezes nesse período, mas para ele isso foi bom, porque as ruas foram asfaltadas e junto com a população vieram muitos estabelecimentos comerciais. Com ruas e calçadas largas, o Parque São Bento também tem casas maiores, como a existente no terreno de quase 340 metros, onde mora a técnica em enfermagem, Carolina Del Carmem Millan Vasquez, 31 anos. Ela mora no local há 21 anos e disse que a residência com três quartos e dois banheiros tornou-se grande depois que seus irmãos deixaram de morar ali, já que até então a residência era dividida por seis adultos.

A parte alta do bairro Campolim é formada principalmente por prédios residenciais e terrenos. Em um dos apartamentos com 90 m2 reside apenas o aposentado Cícero Timóteo, 53 anos e a esposa, o que resulta na média de 45 m2 por pessoa. Diz que morava em uma casa grande e mudou-se para lá depois que os filhos casaram-se. Afirma que fez uma boa opção porque considera que o bairro está próximo a tudo, mas como a densidade de pessoas por terreno é grande para as ruas do bairro, enfrenta dificuldades no trânsito e diz que chega a demorar até dez minutos para conseguir fazer o retorno e passar no viaduto sobre a rodovia Raposo Tavares. Outro casal formado pelo representante comercial Carlos Bertoni, 38 anos, e a enfermeira Paula Monticelli Bertoni, 34 anos, mora em um apartamento de 135 m2 (67,5 m2 por pessoa) com dois cães há uma semana. Recém-chegados dizem que a única dificuldade que encontram para sair do bairro é no trânsito.

Na Vila Barão as residências menores, algumas com apenas um cômodo, contrastam tanto com a realidade do nobre Parque Campolim como do Parque São Bento 2, onde as ruas, calçadas e parte das residências são espaçosas para comportar as famílias maiores. A dona de casa Eliana da Silva, 20 anos, mora em um cômodo que ela não soube dizer quantos metros tem. Ali estão cinco pessoas, sendo três delas crianças. Declara que a residência pequena não garante conforto e o fato das crianças passarem muito tempo na rua a preocupa por causa do grande fluxo de veículos.

A também dona de casa Maria Aparecida dos Santos, 52 anos, afirma que mora na Vila Barão desde jovem. Comemora que aumentou o tamanho da residência para cinco cômodos no terreno com 360 m2, mas recorda de quando vivia em 12 pessoas no tempo em que a casa tinha apenas um cômodo. Ela reclama que o aumento da população no bairro fez com que o trânsito de veículos deixasse as ruas perigosas e do tempo que leva quando vai ao comércio local, já que segundo Maria dos Santos, quase sempre enfrenta demoradas filas( e pensar que tem zé ruela que não enxerga a realidade, que vai faltar gente no BRASIL, que isso aqui será um pais de velhos, que a previdência vai entrar em colapso etc etc, que a população tem de crescer.

 
falar em controle de natalidade é TABU, falam que vc é nazista coisa e tal, ta ai olha ai , o jornal que ta falando , não sou eu, eu alerto na net e o jornal repete.)