censura volta a rondar a net, querem te limitar

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O modelo de franquias de dados na banda larga fixa pode se tornar uma realidade em 2017, disse o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC) Gilberto Kassab. Segundo o ministro, o governo e Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) estão discutindo uma flexibilização dos planos de banda larga fixa, abrindo a possibilidade para que as operadoras criem planos com limite no uso de dados – como já acontece na banda larga móvel.

Segundo Kassab, em entrevista ao site Poder 360, a proposta é para que exista “equilíbrio” no uso de internet, “porque as empresas [operadoras] têm seus limites”. Para o ministro, a discussão sobre o tema vai ser definida pela Anatel, apenas no segundo semestre de 2017 – segundo ele, é preciso esperar a definição do cenário de telecomunicações com a nova lei das teles para que o tema das franquias de banda larga fixa seja discutido. A reportagem procurou a Anatel e o MCTIC para detalhar a declaração do ministro Gilberto Kassab, mas não obteve retorno até a publicação da reportagem.

As declarações do ministro reacendem um debate que parecia já ter sido encerrado. Segundo apurou o Estado no início de janeiro de 2017, a Anatel não tinha planos de retomar a discussão sobre franquia da banda larga fixa. A agência reguladora criou um grupo de trabalho para analisar a questão na época da polêmica, mas não deu prazo para a conclusão do estudo.

Atualmente, os brasileiros podem usar a banda larga fixa com tráfego de dados ilimitado. Com o modelo de franquias, as operadoras poderão criar diferentes planos baseados não só na velocidade da conexão, mas também no tráfego de dados utilizado pelos usuários – caso o usuário ultrapasse o limite contratado, terá de pagar valor adicional para continuar navegando.

Contexto. Em 2016, o assunto provocou polêmica, depois que a operadora Vivo, em fevereiro, disse que passaria a usar o modelo de franquias na internet fixa a partir de janeiro de 2017. Em abril, o então presidente da Anatel João Rezende se manifestou a favor do modelo, dizendo que a era da internet ilimitada havia chegado ao fim. Dias depois, pressionado por entidades de defesa do consumidor, pelo então ministro das Comunicações André Figueiredo e pela Ordem dos Advogados do Brasil, Rezende acabou voltando atrás.

Durante a discussão, que rivalizou em popularidade nas redes sociais com o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, a Anatel proibiu as operadoras por “prazo indeterminado” de limitar o uso de banda larga fixa, até que a questão fosse julgada por seu conselho. Uma consulta pública também foi aberta na época para discutir o assunto.

Desde então, o assunto foi pouco discutido – até porque, meses depois, Rezende acabou deixando o comando da agência reguladora, sendo substituído em 11 de outubro por Juarez Quadros.

Nesta semana, na última terça-feira, 10, a consulta pública foi renovada até o dia 30 de abril, por conta da grande quantidade de inscritos interessados em debater o tema – foram mais de 13 mil inscritos e 2 mil contribuições, a maioria criticando o modelo de franquias na banda larga fixa.

( quem gosta disso são os reacionários, especialmente os que querem a presidência em 2018, menos criticas e podem até haver censura de novo como era nos anos 60,70, ESTAMOS REGREDINDO.)

CQÇ e a censura da tragédia em MARIANA (MG)

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o CQÇ naturalmente não se podia esperar outra coisa foi censurado em MARIANA, vigiado a todo momento, barrado numa entrevista coletiva, já credenciado oficialmente mas depois barrado sem explicação, mas o repórter JULIANO DIP, conseguiu fazer a melhor matéria possível e mostrou lances importantes .

um pais que fica refém de empresas não é pais, cidades mineiras sitiadas pq dependem de um empresa mineradora que gera 80% da economia da região, e agora as pessoas tem sua liberdade cerceada, não podem dar entrevista pra qualquer um vc não pode ir a tal lugar sem ser barrado, e no fim de tudo isso a empresa vai pagar apenas 1 bilhão de prejuízo ?

1 bilhão vai dar pra quê ? a empresa fatura muito mais que isso e tem o seguro, como sempre o lombo do brasileiro vai ter de bancar o restante, pra depois tudo acabar em pizza de lama

 

SBSTEIRA pega no pé de RACHEL SHEHERAZADE de novo.

Rachel Sheherazade não gostou de levar um “puxão de orelha” da direção de jornalismo do SBT. A apresentadora do “SBT Brasil” teve um acesso de fúria e andou “cuspindo marimbondos” pelos corredores do canal.

Tudo começou quando a jornalista fez uma careta após a exibição de uma matéria sobre bailes funk na edição do telejornal da última quinta-feira (23).

Segundo a coluna do jornalista Flávio Ricco, a expressão de reprovação de Rachel não agradou a direção do programa que decidiu repreender a loira.

FAMOSIDADES© SBT FAMOSIDADES

Arisca, a apresentadora ficou bastante incomodada com a bronca. “Então vocês vão censurar a minha expressão facial também? Já sei com quem tenho que falar”, reclamou em alto e bom som após deixar a sala da direção.

Vale lembrar que Rachel foi proibida de expressar sua opinião no ar após criar polêmica por defender o linchamento a um bandido no Rio de Janeiro.

A “censura” quase fez com que a jornalista trocasse o SBT pela Band. Na época, Silvio prometeu que a apresentadora teria um programa só seu, mas o projeto acabou engavetado meses depois.

( SILVIO SANTOS, pode ser o maior apresentador da tv, uma lenda viva, ícone, sei la mais o q , mas deixa a desejar muito, um ex é isso ai.

RACHEL errou em renovar, deveria ter isso pra outra emissora, nem que fosse canal a cabo, e poderíamos até ver online matérias dela, podendo falar a vontade.

será que ela vai ter de usar mascara na próxima vez ? só falta.) 

WHATSAPP a bola da vez em matéria de censura e bloqueio.

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Não é apenas no Brasil, onde um juiz do Piauí ordenou o bloqueio do aplicativo, que o WhatsApp corre o risco de sair do ar.

No Reino Unido, na Arábia Saudita, no Irã e em outros países, o aplicativo também sofreu ameaças de bloqueio e, em alguns deles, chegou a ser suspenso.

A discussão ocorre porque é mais difícil monitorar mensagens enviadas pelo aplicativo do que ligações telefônicas ou e-mails, por exemplo – o que, segundo alguns países, pode ameaçar tanto a segurança pública quanto a segurança nacional.

O bloqueio do WhatsApp, no entanto, é visto por muitos como uma ameaça à liberdade de expressão.

No Brasil, o juiz Luiz de Moura Correa determinou que o WhatsApp seja bloqueado para forçar a empresa a colaborar com a Justiça em uma investigação sobre pedofilia que corre sem segredo.

No Reino Unido, o primeiro-ministro David Cameron também critica a falta de colaboração da empresa em investigações – neste caso, sobre terrorismo.

Em um discurso em janeiro, o britânico disse que tentaria proibir serviços de mensagens encriptadas – como as do WhatsApp e do Snapshat – caso o conteúdo não pudesse ser acessado pelos serviços de inteligência britânicos.

A declaração foi feita após os ataques a revista satírica Charlie Hebdo, em Paris, que aumentaram o temor sobre ameaças terroristas. Já existe uma pressão para que empresas como Google e Facebook forneçam mais informações sobre as atividades dos seus usuários, já que há uma forte ação de recrutamento de grupos radicais pela internet.

“Vamos permitir meios de comunicação que são impossíveis de ler? Minha resposta é: não, não devemos fazer isso”, disse Cameron.

Terrorismo

Ameaças de terrorismo ou à segurança nacional também serviram de justificativa para o bloqueio do serviço em outros países.

Muitos desses governos, no entanto, foram criticados por restringir a liberdade de expressão.

Na Arábia Saudita, de acordo com agências de notícias, houve uma ameaça de retirar o Whatsapp do ar em 2013 porque o serviço não estaria se adequando às regras de Comissão de Comunicações e Tecnologia da Informação. Na época, o país chegou a tirar do ar o Viber, aplicativo de mensagens e chamadas de voz pela internet, pelo mesmo motivo.

Em Bangladesh, o serviço foi bloqueado em janeiro, também de acordo com agências. O governo afirmou que havia ameaças de terrorismo e que era difícil monitorar comunicações pelo aplicativo.

“Terroristas e elementos criminosos estão usandos essas redes para se comunicar”, disse uma autoridade do Paquistão para justificar a suspensão do aplicativo em uma província, segundo a mídia local.

No ano passado, o presidente do Irã, Hassan Rouhani, considerado moderado, precisou se empenhar pessoalmente para liberar o aplicativo.

A linha dura iraniana pediu a censura, segundo a emissora de TV americana Fox News, devido à compra do app pelo Facebook – cujo dono, Mark Zuckerberg, seria uma “americano sionista”, segundo o comitê do país responsável pela internet.

Na Síria, que passa por uma guerra há mais de três anos, o aplicativo – usado para marcar protestos durante a Primavera Árabe – foi suspenso em 2012.

“Um golpe na liberdade de expressão e nas comunicações em todo lugar. Um dia triste para a liberdade”, publicou o WhatsApp em seu Twitter à época.

( eu vou repetir mais uma vez, se não tem combate corpo a corpo nas ruas, não adianta censurar sob a desculpa de estar combatendo pedofilia terrorismo etc, alais nada se combate, a humanidade não ta disposta combater .

seria sim liberdade de expressão ameaçada, ditadura disfarçada que não quer que vc use redes sociais pra criticar o governo, tb seria a mídia televisiva e os jornais que perdem espaço pra internet, a mídia esconde o que vc já ta sabendo pela net, os jornais não publicam,mas a net sim.

vc meu amigo com seu celular, pode informar,registrar coisas que os demais tentam esconder, e informar melhor a todos, basta vc ver as coisas que aparecem a toda hora no FACEBOOK .

a DILMA sotou a força se segurança nacional pra cima dos caminhoneiros, vc ta sabendo disso pela tv ? não né ? sabe pelo FACE, TWITTER, pq vc acha que ta havendo pressão pra controlar a net, soba  desculpa de combater determinados crimes ? balela não se combate nada, quem quer se comunicar da seus pulos, terroristas,bandidos, máfias em geral já estão lá na frente em matéria de comunicação.)

a luta não é só contra o islã radical , e sim contra a censura

certamente o bom muçulmano não cometeria tais atos de selvageria, mesmo sendo contrário as charges , ele trabalha, luta pra sobreviver, um dos policiais mortos tb era muçulmano, poderia se ofender com charges do jornal, mas apenas isso, não iria entrar no jornal de arma em punho pra tirar satisfação, o atentado tb foi contra o bom islã.

a luta não é apenas contra o radical islã, mas sim contra os politicamente curretos que querem determinar o que vc pode fazer na arte, seja no cinema, música, livros, etc etc, não pode falar nada sem que algum grupinho venha se ofender, muitas vezes apenas querem ganhar alguma grana encima.

fazer piada de gordo, portuga, japonês, padre, bebum, gay, sempre tem os que se ofendem, mas alguns tem aintenção de apenas tentar faturar encima.

VANESSA CAMARGO processou RAFINHAS BASTOS pela piada de comer ela e o bebê, 100 mil reais foram pra onde ? , com certeza a GLOBO incentivou o processo unica e exclusivamente pra por judicar o CQÇ , não por causa dela, PRETA GIL se ofendia cm piadas de gorda,  mas era zoada na internet direto e ainda é quando aparece em noticias.

na net ainda se pode fazer piada de tudo, sei de sites onde pode , se bem que aqui a pessoa entra onde quer e clica onde quer, diferente de tv, onde vc assiste sem saber o que vai rolar de- repente.

a religião  se mete sempre na sua vida, seja vc ateu, agnóstico o que for e dai ? vc faz uma piadinha, e la vem bomba ? ah da licença.

que os caras sejam presos, e que o jornal volte a ser o que sempre foi, e viva a liberdade de expressão, e dane-se quem não gosta, zoamos tudo mesmo.

 

TRE- RJ de bosta, censura vídeo de humor do grupo porta dos fundos

 

nesta terça-feira, o Google retirou um vídeo do canal de humor Porta dos Fundos do ar por determinação do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Rio de Janeiro. Em nota, o órgão explicou que o filme, chamado “Você Me Conhece”, faz propaganda negativa do candidato ao governo Anthony Garotinho (PR) ao associá-lo a um criminoso fictício. Em caso de desobediência, a empresa pagará multa diária de R$ 100 mil.

O vídeo, antes veiculado no YouTube, mostra o candidato a deputado federal Tião do Fuzil ameaçando atirar na cabeça de um refém, Marcelo, se não receber o voto do “eleitor brasileiro”. “O Brasil sabe que eu nunca roubei, matei nem estuprei ninguém sem motivo”, diz o personagem ao defender sua suposta confiabilidade. Após afirmar que também sequestrou a mãe, o pai, a irmã e a mulher do refém, o criminoso anuncia o bordão “pela família, pela vida, vote Tião; para governador, Garotinho”.

( TRE-RJ VTNC  , tribunal se preocupar com isso ? a violência só aumenta, as UPPS são um verdadeiro engano, o tráfico ronda as comunidades que se acham pacificadas ,mas tem gente preocupada com vídeo de humor.) 

MARINA SILVA manda censurar site MUDA MAIS, lamentável , abra o olho povinho

O site Muda Mais, coordenado pelo jornalista Franklin Martins, acaba de divulgar uma nota sobre a decisão judicial que determina sua retirada do ar. Leia abaixo:

Marina foge do debate e quer calar o Muda Mais

 

O Muda Mais acredita que o amplo debate de ideias, posicionamentos e propostas é crucial para a democracia. Acreditamos também que a internet é o meio mais democrático e criativo de fazer o debate politico eleitoral. É o canal de comunicação que quebrou o monólogo da grande mídia, permitindo a milhares de pessoas que expusessem suas vozes e opiniões, antes abafadas. E esse poder de comunicação digital deve ser usado com discernimento, respeito e compromisso com a verdade.

Por isso mesmo, o Muda Mais sempre teve o caráter de levar o debate para as redes, se baseando na honestidade dos fatos, em uma boa apuração e na checagem das informações que servem ao diálogo franco e aberto. Uma de nossas principais diretrizes é a disputa no campo político entre projetos de país, sem agressões pessoais ou infundadas a ninguém, ataques desrespeitosos ou mentiras. Nossa postura tem sido, inclusive, a de apontar boatos e artificialidades construidas – mesmo quando elas agem em benefício da nossa candidata. 

Temos lado, e sempre deixamos isso claro: defendemos, baseados em informações verdadeiras, o projeto de país em que acreditamos, e apontamos as incongruências dos projetos de nossos adversários. Esse foi o tipo de debate que estabelecemos com Aécio, com Eduardo Campos e, agora, com Marina Silva.

Fomos pegos de surpresa com a postura de Marina Silva e sua tentativa de censura ao Muda Mais. Justamente da candidata que afirma ser representante da nova política, que fala em democratizar o debate público e que, assim como Dilma,  tem na internet um importante espaço de participação. Foi, no entanto, justamente Marina Silva quem deu uma prova de que não quer o debate, ao entrar no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com um pedido para retirada do Muda Mais do ar.

Vamos proceder à defesa jurídica de todos os pontos que foram questionados, e não vamos deixar que posturas anti-democráticas nos calem. É importante que todos saibam, inclusive nossos adversários: não se cala a internet – a produção, o  acesso a informações na web e seu caráter democrático . O Muda Mais carrega em si o espírito da rede. Não se cala a verdade, ela vai continuar circulando pela Internet, entre os militantes e entre aqueles que reconhecem a revolução social que o Brasil trilhou nos últimos 12 anos, sob os governos de Lula e Dilma.

Vamos continuar fazendo o contraponto na política. Marina precisa entender que na democracia ninguém fala sozinho. Tentar calar o Muda Mais é tentar calar o debate político.

 

( bem não conheço este site, mas qualquer tipo de censura é condenável, é o mesmo que querer calar todos nós que falamos aqui na net, portanto fica o alerta pra vc que está analisando, ou já escolheu em quem vai votar.)